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quinta-feira, 6 de abril de 2017

O Nazismo não é de Direita, mas sim de Esquerda


A maioria das pessoas acredita que o Nazismo foi fruto da Extrema-Direita fascista, graças a um discurso bem orquestrado e repetitivo da nossa mídia esquerdista.

O Nazismo jamais poderia ser considerado de Direita,pois para isso precisaria ser a favor do Liberalismo Econômico, do Capitalismo e do Estado Reduzido, e isso nunca aconteceu.

Em 01°/MAI/1927 Hitler discursou:
"Nós somos socialistas, somos inimigos do sistema econômico capitalista...". Ora, todo socialista é, por definição, de Esquerda.

Para que não restem dúvidas sobre a clara orientação de Esquerda do Nazismo, basta analisar o Programa de 25 Pontos do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães, proclamado pelo próprio Hitler em 24/FEV/1920. É incrível a semelhança com o conteúdo programático de diversos Partidos Brasileiros,tais como PT,PSOL,PSB,PCdoB.
- Ponto 13: nós exigimos a nacionalização de todas as indústrias associadas - NACIONALIZAÇÃO É E SEMPRE FOI BANDEIRA DA ESQUERDA
- Ponto 14: nós exigimos uma divisão nos lucros das indústrias pesadas - DIVISÃO COMPULSÓRIA DE LUCROS É COISA DA ESQUERDA

Os mais de vinte milhões de mortos assassinados pelo regime Nazista somam-se a outros milhões de inocentes assassinados em nome da revolução comunista.


Fonte: adaptação do Livro "Mentiram para mim", de Flavio Quintela.

Vídeo mostra que o Nazismo não é um Regime de Direita





quarta-feira, 29 de março de 2017

Documentário - A Megalomania de Hitler


Sinopse: A megalomania de Hitler não tinha limites. Desde o começo da guerra, suas estratégias planejavam atacar os Estados Unidos. No mais audacioso dos planos, bombardeiros alemães desabariam sobre os arranha-céus de Manhattan como bombas. Hitler compreendia o enorme poder simbólico dos arranha-céus de Manhattan. Ele estava convencido de que estas missões suicidas teriam um impacto psicológico devastador nos Estados Unidos e, com este plano, o regime nacional-socialista esperava mudar o curso da guerra. Através de relatos de testemunhas contemporâneas, material de arquivo e os planos originais de construção, mostraremos como esta destrutiva fantasia e seu monstruoso produto, o America Bomber transformaram-se em um desejo coletivo e indiscriminado de destruição.

A Megalomania de Hitler (Dublado) Documentário Completo National Geographic.

Adolf Hitler

Documentário - A Megalomania de Hitler




quinta-feira, 16 de março de 2017

Nazismo e Comunismo: Ambos sistemas políticos autoritários e genocidas


Acho engraçado isso. Quando nós falamos das grandes catástrofes sociais que foram a marca do século XX, nós imediatamente pensamos na experiência do nazismo, uma vergonha tal que ninguém ousa contestar. Porém, quando se fala de Stalin, Mao Tse Tung ou Pol Pot, sempre um esquerdista se levanta indignado, defendendo as boas intenções de seus regimes. Como podemos viver assim com dois pesos e duas medidas? Acaso Hitler também não dizia ter as melhores intenções? A verdade é que o discurso sobre o nazismo, que está legitimamente baseado na indignação natural do homem contra o horror da violência autoritária, tornou-se, muitas vezes, uma fala política em favor de uma determinada agenda que precisa, ao mesmo tempo, promover a identificação do nazismo com uma determinada ala política atual; mas ao mesmo tempo,escondem os crimes do "socialismo real."





domingo, 28 de agosto de 2016

O pacto de não-agressão entre a Alemanha e a União Soviética conhecido como o Pacto Molotov-Ribbentrop


23 de Agosto de 1939

Neste dia era assinado o pacto de não-agressão entre a Alemanha e a União Soviética conhecido como o Pacto Molotov-Ribbentrop.

A comitiva alemã, liderada pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros Joachim von Ribbentrop, tinha chegado neste dia a Moscou e se encontrado em duas ocasiões com Joseph Stalin e o seu Ministro dos Negócios Estrangeiros, Vyacheslav Molotov.

Stalin já tinha em cima da mesa uma proposta de aliança com o Reino Unido e com a França, mas essa proposta implicava que os soviéticos fossem para a guerra contra a Alemanha caso a Polônia fosse invadida, algo para o qual Stalin sabia que o seu exército ainda não estava preparado.

O Exército Vermelho ainda estava muito debilitado e fragilizado após as duras e brutais purgas de Stalin que resultaram na prisão, no rebaixamento ou na execução de grande parte dos oficiais militares de topo.

Mas neste dia os alemães apareceram com uma proposta tremendamente tentadora:

Tudo aquilo que Stalin precisava fazer era "ficar quieto"! Em troca receberia metade da Polônia e todos os Países Bálticos (Estônia, Letônia e Lituânia).

Era uma proposta que Stalin pura e simplesmente não podia recusar!

E neste dia, perto da meia-noite, Ribbentrop e Molotov assinavam o pacto de não-agressão, tirando o Reino Unido e a França do "jogo diplomático" e abrindo caminho para o ataque alemão contra a Polônia.

Com esse acordo firmado, Hitler ficava numa situação tremendamente confortável pois podia atacar os poloneses sem temer um ataque soviético.

A divisão da Polônia entre os alemães e os soviéticos fazia parte de um "anexo secreto" cuja existência foi sempre negada por Stalin, no entanto, após o fim da União Soviética e a abertura dos antigos arquivos do tempo da guerra, o anexo viria finalmente a público.

Vyacheslav Molotov no momento da assinatura do pacto.
Atrás, em pé, vemos Joachim von Ribbentrop e Joseph Stalin.

Joachim von Ribbentrop no momento da assinatura do pacto.

Ribbentrop, Stalin e Molotov, radiantes após a assinatura do pacto.

Stalin e Ribbentrop cumprimentando-se após a assinatura do pacto.

Hitler comemorando com Ribbentrop a assinatura do pacto, no final de Agosto de 1939.

Charge da época satirizando o pacto entre os alemães e os soviéticos.
"Pergunto-me quanto tempo durará essa lua-de-mel?"

Fonte. Hoje na Segunda Guerra Mundial - Link: https://www.facebook.com/hojenasegundaguerramundial/


quarta-feira, 10 de agosto de 2016

O juramento dos soldados alemães para o ditador Adolf Hitler


8 de Agosto de 1934.

Neste dia, num ato bastante controverso e criticado por muitos comandantes militares alemães, o ditador Adolf Hitler exigia que o juramento dos militares da Wehrmacht deixasse de ser feito ao país e que passasse a ser feito diretamente à ele.

A versão anterior do juramento especificava que a lealdade do soldado era devida à Alemanha e à construição do país, mas o texto da nova versão dizia que:
"Eu faço diante de Deus esse sagrado juramento ao Líder do império Alemão e do povo, Adolf Hitler, comandante supremo das forças armadas, ao qual renderei obediência incondicional e que, como um bravo soldado, estarei preparado para dar a minha vida por esse juramento."

A Alemanha passava assim a ser um dos únicos países do mundo onde o juramento dos militares era feito diretamente ao líder e não ao país.

Ao fazer esse juramento os soldados alemães deixavam de lado os interesses do país e passavam a lutar pura e simplesmente pelos interesses pessoais de Adolf Hitler.



Fonte. Hoje na Segunda Guerra Mundial - Link: https://www.facebook.com/hojenasegundaguerramundial/?fref=ts 


terça-feira, 28 de junho de 2016

"Nunca tantos deveram a tão poucos." Sir Winston Churchill


Em 1940, durante a Segunda Guerra Mundial, o conflito se encontrava em uma fase decisiva. A Luftwaffe (Força Aérea Alemã) bombardeava incansavelmente inúmeras cidades da Inglaterra e restava apenas aos bravos pilotos da RAF (Real Força Aérea Britânica) o dever e a responsabilidade de defender o território britânico e o Canal da Mancha da “blitz aérea” promovida pelos alemães.

No dia 11 de julho de 1940, o almirante Erich Raeder, comandante-em-chefe da Kriegsmarine (Marinha Alemã), disse a Hitler que uma invasão marítima só poderia ser contemplada como um último recurso e somente após a superioridade aérea plena ter sido alcançada pelos alemães. Com a Kriegsmarine enfraquecida, a poderosa Luftwaffe tinha em suas mãos a tarefa de criar condições favoráveis para uma invasão.


Nos meses de julho e de agosto de 1940, uma série de batalhas aéreas pelo controle do Canal da Mancha (Kanalkampf) entre a Luftwaffe e a RAF deu início a Batalha da Inglaterra. No dia 13 de agosto de 1940, a Royal Air Force resistiu a um ataque massivo dos alemães (Adlertag) que, apesar de terem conseguido infligir muitos danos e fazer vítimas sobretudo em solo, não obteve êxito em dominar o espaço aéreo britânico. No dia 20 de agosto de 1940, Winston Churchill, durante um discurso na Câmara dos Comuns, proferiu a célebre frase:

"A gratidão de todos os lares em nossa ilha, em nosso Império e certamente no mundo inteiro, exceto nas casas dos culpados, vai para os aviadores britânicos que, sem se intimidarem com as probabilidades, incansáveis em seu desafio constante e perigo mortal, estão virando a maré da Guerra Mundial com sua bravura e devoção. Nunca antes no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos. Todos os corações estão com os pilotos de caça, cujas brilhantes ações que vemos com nossos próprios olhos dia após dia, nunca deveremos esquecer, noite após noite, mês após mês, nossos esquadrões de bombardeiros viajam para a longínqua Alemanha, encontrando seus alvos na escuridão por sua grandes habilidades de navegação, apontando seus ataques, muitas vezes sob fogo pesado, muitas vezes com perdas graves, com deliberada e cuidadosa discriminação, infligem golpes devastadores sobre toda a estrutura técnica e bélica do poder nazista….”

Por Mozarth Magro

Artigo histórico publicado também no Blog Mozarth Magro.


quinta-feira, 16 de junho de 2016

O primeiro encontro de Adolf Hitler e Benito Mussolini


14 de Junho de 1934.

Neste dia Adolf Hitler e Benito Mussolini encontravam-se pela primeira vez em Veneza, na Itália.

Apesar da suntuosa recepção e das boas maneiras de Mussolini para com o seu convidado, em privado a reunião foi tudo menos amistosa.

Ao chegar ao aeroporto de Veneza Hitler, vestindo-se como um civil, é visto nas fotografias visivelmente incomodado ao lado de um Mussolini vergando uma bem decorada farda militar.

Nessa época Mussolini já estava no poder na Itália há mais de 12 anos e, por isso, já era bem "formado" nas técnicas de ostentação, já Hitler tinha subido ao poder na Alemanha apenas há pouco mais de 1 ano.

A agenda principal da reunião rondava a Áustria. De acordo com testemunhas, Hitler, à beira da histeria, teria dito que:
"(...) É meu desejo, e desejo do povo alemão, que a Áustria se torne parte integrante do Reich!"
Ao que Mussolini teria respondido:
"E é do meu desejo que ela permaneça independente."

Os italianos tinham grandes pretensões na Suíça e viam com relutância e preocupação a expansão alemã para a fronteira daquele país através da anexação da Áustria.

No fim da reunião nenhum olhou nos olhos do outro. Despediram-se e afastaram-se rapidamente. Encontrariam-se mais tarde neste dia para um concerto de Wagner e para a habitual parada militar.

No aeroporto a despedida foi fria. Hitler acenou, Mussolini acenou de volta e viraram as costas.

Após o avião decolar Mussolini, perguntado sobre qual foi a sua impressão sobre Hitler, limitou-se a responder:
"Um macaquinho maluco."

Hitler sendo recebido por Mussolini em Veneza.


Hitler sendo recebido por Mussolini em Veneza.

Hitler sendo recebido por Mussolini em Veneza.

Hitler e Mussolini da varanda do Palácio Ducal, em Veneza.


Hitler e Mussolini em Veneza.
Já se nota ali uma certa tensão no ar.


Fonte. Hoje na Segunda Guerra Mundial - Link: https://www.facebook.com/hojenasegundaguerramundial/?fref=ts 


quinta-feira, 9 de junho de 2016

A grande ofensiva do Exército Vermelho contra a Finlândia


9 de Junho de 1944.

Neste dia o Exército Vermelho iniciava uma grande ofensiva contra a Finlândia no âmbito da Guerra da Continuação.

A Guerra da Continuação começou no dia 25 de Junho de 1941, apenas 3 dias após a invasão alemã da União Soviética. O objetivo dos finlandeses com essa guerra era recuperar os territórios perdidos para os soviéticos no fim da Guerra de Inverno, que decorreu entre Novembro de 1939 e Março de 1940.

Naquela guerra os finlandeses, apesar de causarem incríveis baixas na força soviética invasora (perto de 50% dos soldados soviéticos foram mortos ou feridos), foram obrigados a assinar um armistício com os soviéticos pois já não tinham recursos para mantê-la por mais tempo.
Nesse armistício os finlandeses foram obrigados a ceder vastas extensões territoriais para os soviéticos.

Mas no dia 22 de Junho de 1941, quando Adolf Hitler invadiu a União Soviética no âmbito da Operação Barbarossa, os finlandeses viram aí a oportunidade para recuperar esses territórios. Por esse motivo, no dia 25 de Junho, uniam-se aos alemães na invasão soviética.

Nos primeiros meses o ataque finlandês correu muito bem e antes do inverno de 1941 já tinham reconquistado os territórios perdidos, para além de grandes extensões adjacentes, no entanto, no inverno de 1942 a situação começaria a mudar para as forças do Eixo, algo que afetaria também a Finlândia.

Apesar da ajuda material e logística da Alemanha, os finlandeses não tinham capacidade de manter uma guerra defensiva por muito tempo, mas mesmo assim entrincheiraram-se e, à semelhança do que aconteceu na Guerra de Inverna, causaram muitas baixas às forças soviéticas que avançavam.

E neste dia o Exército Vermelho, em coordenação com a invasão aliada na Normandia (Dia D), lançava uma grande ofensiva contra o Istmo Kareliano, ao norte de Leningrado.

Do lado soviético a força de ataque era composta por 451 mil soldados, 10.500 peças de artilharia, quase 1.000 blindados e 1.600 aviões.

Do lado finlandês as defesas eram formadas por 300 mil soldados, 2 mil peças de artilharia, 110 blindados e 250 aviões.

A ofensiva resultaria em grandes baixas para ambos os lados, mas principalmente para os soviéticos, e acabaria com um armistício no dia 19 de Setembro de 1944.

Nesse armistício a Finlândia perderia mais territórios do que já tinha perdido no fim da Guerra de Inverno, mas ao menos permaneceria independente e fora da esfera de influência soviética.

Soldados finlandeses passando ao lado de um T-34 soviético destruído.
Reparem que os equipamentos finlandeses eram idênticos aos equipamentos alemães.

    O auge da expansão finlandesa durante a Guerra de Continuação (território marcado a vermelho).

A situação da frente finlandesa em Setembro de 1944, poucos dias antes do fim da guerra.

Fonte. Hoje na Segunda Guerra Mundial - Link: https://www.facebook.com/hojenasegundaguerramundial/?fref=ts


domingo, 5 de junho de 2016

A vida de Adolf Hitler


ADOLF HITLER. 

No dia 20 de abril de 1889, nascia na cidade de Braunau am Inn, no então Império Austro-Húngaro, Adolf Hitler, que viria a ser o Führer da Alemanha. 

Hitler era filho de Alois, um funcionário da alfândega e sua terceira esposa, Klara Hitler. Originalmente o sobrenome se escrevia 'Hiedler', mas devido ao erro de um escrivão passou a ser 'Hitler'. O casal Alois e Klara tive 6 filhos, mas somente Adolf e Paula Hitler sobreviveram à infância. A família Hitler vivia na província de Linz, na Alta-Áustria, no Império Austro-Húngaro, próximo a fronteira do Império Alemão.

O jovem Hitler era um rapaz inteligente, porém mal-humorado. Foi reprovado por duas vezes no exame de admissão à escola secundária de Linz. Ali, começou a acalentar ideias pangermânicas, fortalecidas pelas leituras de seu professor anti-semita.

Hitler era devotado à sua complacente mãe e, presumivelmente, não gostava do pai, que apreciava a disciplina e o educava severamente.

Aos 19 anos, após a morte de seu pai em 1903 e de sua mãe em 1907, Hitler foi para Viena onde tinha uma vaga esperança de se tornar um artista. Em 1907 fez exames de admissão à Academia de Belas-Artes de Viena, sendo reprovado duas vezes seguidas. Teve depois a ideia de copiar postais e pintar paisagens de Viena - uma ocupação com a qual conseguiu financiar o aluguel de um apartamento. Pintava cenas copiadas de postais e vendia-as a mercadores, simplesmente para ganhar dinheiro, não considerando as suas pinturas uma forma de arte. Ao contrário do mito popular, fez uma boa vida como pintor, ganhando mais dinheiro do que se tivesse um emprego regular.

Foi em Viena onde Hitler começou a perfilar-se como uma ativo anti-semita. Este sentimento que já era natural da região onde Hitler cresceu tornou-se mais forte com as influências políticas por meio de propagandas na capital Austro-Húngara. Em sua estadia na cidade, através da influência de ávidos anti-semitas, Hitler adquiriu a crença na superioridade da "Raça Ariana" que formava a base das suas visões políticas e na inimizade natural dos judeus em relação aos "arianos", responsabilizando-os pelos problemas econômicos alemães.

Foi também em Viena que tomou contato com a doutrina marxista, tendo "aprendido a lidar com a dialética deles", na discussão com marxistas, "incorporando-a para os meus fins", como relata em 'Mein Kampf'.

Em 1913, após receber uma pequena herança pela morte de seu pai 10 anos antes, Hitler foi para Munique, no Império Alemão, realizando seu desejo de viver em uma cidade alemã, talvez de acordo com o seu desejo de se afastar do império multiétnico Austro-Húngaro e viver num país "racialmente" mais homogêneo. Ao mudar-se, Hitler fugiu também do serviço militar austro-húngaro, ao qual foi considerado inapto.

Em 1914, quando a Alemanha entrou na Primeira Guerra Mundial, Hitler alistou-se no Exército do Reino da Baviera, integrante do Império Alemão. Como Cabo, Hitler foi condecorado com a Cruz de Ferro duas vezes, de 2ª classe e de 1ª classe, por seus atos de bravura. Durante a guerra, Hitler desenvolveu um patriotismo alemão apaixonado, apesar de não ser cidadão alemão. Com a derrota da Alemanha na guerra, Hitler ficou chocado e passou a culpar os políticos civis pela derrota.

Após o término da guerra, Hitler continuou servindo ao Exército da recém instaurada na Alemanha, após a queda do Império, República de Weimar. Fez parte de um grupo de 'pensamento nacional', cujo objetivo era encontrar um bonde expiatório para a derrota da Alemanha na guerra, que foi encontrado como o judaísmo internacional, o comunismo e os políticos civis de todos os setores.

Mais tarde, o grupo do qual Hitler fazia parte o designou para infiltrar-se no Partido dos Trabalhadores Alemães. Neste partido, Hitler encontrou pessoas que compartilhavam de suas ideias, e passou, em 1920, mesmo ano que foi desligado do exército, a participar plenamente das atividade do partido. Rapidamente, tornou-se líder do partido e mudou seu nome para Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães, conhecido como Partido Nazista, que serviu do apoio da Sturmabteilung (SA), uma milícia paramilitar.

Em 1923, Hitler e outros membros do Partido Nazista foram presos após fracassarem numa tentativa de assumir o governo da região alemã da Baviera - o que ficou conhecido como Putsch da Cevejaria. Hitler foi condenado à 5 anos de prisão, mas devido a anistia cumpriu apenas 6 meses. Nesse tempo na cadeia, Hitler deu início à sua autobiografia, o livro 'Mein Kampf' (Minha Luta). Hitler foi considerado inofensivo e anistiado e foi solto em 1924.
Por este tempo, o partido nazista mal existia e Hitler necessitaria de um grande esforço para o reconstruir.

Com a desconfiança de Hitler pela SA, ele fundou a SchutzStaffel (SS), sua guarda pessoal. Hitler criou também inúmeras organizações de filiação como a Juventude Hitlerista, Assosiação de Mulheres, etc.

O Partido Nazista teve em 1929 uma progressão semelhante à do partido fascista de Benito Mussolini, beneficiando-se do mal-estar econômico, político e social decorrente da derrota de 1918 e, depois, da crise de 1929.

Um elemento vital do apelo de Hitler era o sentimento de orgulho nacional ofendido pelo Tratado de Versalhes imposto ao Império Alemão pelos Aliados da Primeira Guerra Mundial. O Império Alemão perdeu território para a França, Polônia, Bélgica e Dinamarca, e teve de admitir a responsabilidade única pela guerra, desistir das suas colônias e da sua marinha e pagar uma grande soma em reparações de guerra. Uma vez que a maioria dos alemães não acreditava que o Império Alemão tivesse começado a guerra e não acreditava que havia sido derrotado, eles ressentiam-se destes termos amargamente.

Com o sucesso da campanha anti-semita somada ao sentimento de desgosto dos alemães de Hitler contra a República de Weimar, em 1930 o Partido Nazista saiu das sombras para tornar-se o segundo maior no Reichstag, o Parlamento Alemão. Hitler ganhou o apoio da classe média, dos agricultores e dos veteranos de guerra, que haviam sido atingidos pela inflação dos anos 1920, pelo desemprego oriundo da grande depressão e pelas consequências da guerra.

Nas eleições de 1932, o Partido Nazista obteve seu maior sucesso até então e tornou-se o dominante do Parlamento Alemão. Em 1933, o Presidente Hidenburg nomeou Hitler como Chanceler na câmara do Reichstag, mas ele queria mais. Com a morte de Hidenburg em 1934 e com a maioria nazista e aliada no parlamento, foi concebido a Hitler poderes ditatoriais unindo os cargos de Chanceler e Presidente, este último vago por Hidenburg. O agora Führer (líder) da Alemanha Adolf Hitler baniu os comunistas e proibiu a oposição em seu regime. Em poucos meses, Hitler tinha adquirido o controle autoritário do país e enterrou definitivamente os últimos vestígios de democracia.

Apesar de alguma oposição e até atentados no começo de seu regime ditatorial, com sua oratória e os meios de comunicação sobre seu controle, Hitler conseguiu convencer todos os alemães de que era seu salvador da injúrias sofridas. E para aqueles que não ficaram convencidos, as SA, a SS e Gestapo (Polícia secreta do Estado) tinham mãos livres, e milhares desapareceram em campos de concentração.

Nesta altura, sob o controle ditatorial, Hitler deu início a grandes mudanças econômicas. Há uma certa controvérsia sobre os aspectos econômicos do governo de Hitler, pois nem todas as suas medidas foram saudáveis a médio e longo prazo. As políticas econômicas do governo de Brüning, cautelosas e fiscalistas, vinham sanando as finanças e organizando o Estado alemão nesse aspecto. Hitler, ao contrário, pôs em prática um largo programa de intervencionismo econômico, baseado no keynesianismo, embora se distanciasse deste em muitos pontos.

O desemprego na Alemanha de 1933 era de aproximadamente 6 milhões. Esse número diminuiu para 300.000 em 1939. Essa diminuição fabulosa, no entanto, ocorreu por diversos motivos, e não só devido à fabulosa política econômica do Reich. Essas medidas econômicas ocorreram às custas de pesadíssimos investimentos por parte do Estado, comprometendo a longo prazo as finanças. A economia crescente contracenava com um déficit crescente e maior ainda. A inflação atingiu tais níveis que em 1936 foi decretado o congelamento de preços. Com o tempo a regulamentação do governo na economia passou a ser cada vez maior.

Em 1935, contrariando o Tratado de Versalhes, Hitler instituiu o serviço militar obrigatório na Alemanha pela primeira vez desde a queda do Império em 1918. Seu objetivo era construir uma poderosa máquina militar que garantisse a integridade do Reich. Em março de 1936, ele volta a violar o Tratado de Versalhes ao reocupar a zona desmilitarizada na Renânia. No mesmo ano a Guerra Civil Espanhola começou, com a rebelião dos militares, liderados pelo General Francisco Franco, contra o governo democraticamente eleito da Frente Popular. Hitler, em apoio a Franco, enviou a Legião Condor para batalhar na Espanha, testando sua capacidade e suas novas tecnologias. Ainda no mesmo ano, Hitler assinou uma aliança com o ditador italiano fascista Benito Mussolini, denominada eixo Roma-Berlim. Esta aliança seria mais tarde expandida para incluir também o Japão, Hungria, Roménia e Bulgária, bloco que tornou-se conhecido como Eixo. E por fim, no final de 1936 Alemanha e Império do Japão assinaram o Pacto Anticomintern, que garantia proteção mútua em caso de ataque da União Soviética (URSS).

Após uma reunião em 1937 para decidir as ações expansionistas do Reich Alemão, em 1938 a Alemanha Nazista anexou a Áustria no chamado 'Anschluss'. Hitler fez um discurso triunfal em Viena e foi saudado pelo povo austríaco. O próximo passo seria a intensificação da crise com a zona dos Sudetos, de língua alemã, situada na Checoslováquia. Isto levou ao acordo de Munique de setembro de 1938 onde França e Reino Unido de forma fraca deram vazão às exigências de Hitler, procurando evitar a guerra com este, mas entregando-lhe a Checoslováquia.

No seguimento do acordo de Munique, Hitler foi designado como Homem do Ano de 1938. Foi também alegado que a autora de origem judaica Gertrude Stein defendeu nesse ano a entrega do Prêmio Nobel da Paz a Hitler.

Em 1939, Hitler ordenou a entrada do Exército Alemão em Praga, capital da Checoslováquia.Nesta altura, os britânicos e franceses perceberam finalmente que deveriam resistir. Resistiram às exigências de Hitler quanto À Polônia, da qual ele pretendia recuperar os territórios cedidos no Tratado de Versalhes.

As potências ocidentais não aceitaram as exigências de Hitler mas não conseguiram chegar a um acordo com a União Soviética para uma aliança contra a Alemanha e Hitler manobrou para uma posição de força.

A 22 de maio de 1939 é firmado o Pacto de Aço entre Itália e Alemanha. Em 23 de Agosto, Hitler concluiu uma aliança com Stalin (pacto Molotov-Ribbentrop). A 1 de setembro de 1939, a Alemanha invade a Polónia, no que foi seguida pela União Soviética. O Reino Unido e a França reagem desta vez, declarando guerra à Alemanha. A Segunda Guerra Mundial estava começando.

Por fim, em 1940, Reino de Itália, Império do Japão e o Terceiro Reich Alemão firmam o Pacto Tripartite formalizando a aliança entre as potências do Eixo.

Nos três anos seguintes, Hitler conheceria uma série quase inabalada de sucessos militares. A Polônia foi rapidamente derrotada e dividida com os soviéticos. Em abril de 1940, a Alemanha invadiu a Dinamarca e a Noruega. Em maio, a Alemanha iniciou uma ofensiva relâmpago, conhecida por "Blitzkrieg", que rapidamente ocupou a Holanda, Bélgica, Luxemburgo e França.Em abril de 1941, a Iugoslávia e a Grécia foram invadidas por exércitos alemães. Forças ítalo-alemãs avançavam também pelo norte de África em direção ao Egito.
A única derrota de Hitler nesta fase foi o fracasso do seu plano de bombardear e posteriormente invadir o Reino Unido.

Em 1941 foi desencadeada a Operação Barbarossa, onde Hitler traiu a União Soviética invadindo-a e ocupando sua parte europeia rapidamente. No inverno, as tropas alemães sofreram um recuo frente às tropas soviéticas, no entanto, a ofensiva nazista continuou no verão. Em 1942 os exércitos de Hitler chegaram na cidade de Volga onde no ano seguinte foram derrotados na Batalha de Stalingrado, a primeira grande derrota alemã na Guerra e que se tornaria o marco decisivo do início da derrota do Terceiro Reich.

A partir de 1943, a derrota da Alemanha tornou-se inexorável, e um atentado contra Hitler em 1944 mostrou a forte oposição interna. Neste ano, Hitler estava com a saúde debilitada. Após uma última derrota (Ofensiva de Ardenas), Hitler refugiou-se em um bunker na cidade de Berlim, onde suicidou-se em 30 de abril de 1945, aos 56 anos.




sexta-feira, 3 de junho de 2016

Qualquer semelhança não é mera coincidência


"ADOLF HITLER: Era líder do Partido Nacional SOCIALISTA dos Trabalhadores Alemães (Em alemão: Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei, NSDAP). O termo NAZI, é uma contração da palavra alemã Nationalsozialist, onde o <t> de Na<t>ional tem o mesmo som do <z> em alemão. (Nacional Socialista), refletindo a ideologia do NSDAP. Reiterando para os desiludidos, "NAZI" era uma abreviatura de "Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei " — Partido Nacional SOCIALISTA dos Trabalhadores Alemães.

"Nós somos socialistas, nós somos inimigos do atual sistema econômico capitalista para a exploração dos economicamente fracos, com seus salários injustos, com sua indecorosa avaliação do ser humano de acordo com a riqueza e a propriedade em vez de sua responsabilidade e desempenho, e nós estamos todos determinados a destruir esse sistema sob todas as condições." Adolf Hitler (discurso de Primeiro de Maio de 1927, citado por Toland, 1976)

“Meu socialismo nada tem a ver com marxismo. Marxismo é anti-propriedade. O Socialismo verdadeiro não é.” – Adolf HITLER

É tão verdade que HITLER era de esquerda, que a esquerda Ocidental até hoje apóia todo movimento contra os israelenses. Mas vamos fingir que acreditamos que Hitler era de direita (Só um idiota útil para acreditar nessa aberração), então por que os Judeus que sofreram o holocausto elegeram como chefe de governo o primeiro ministro Benjamin Netanyahu do partido de DIREITA ultraconservador “LIKUD”? Na verdade, eles como ninguém sabem que HITLER era de esquerda.


Por: Everthon Garcia



quinta-feira, 2 de junho de 2016

As "fotografias secretas e proibidas" de Adolf Hitler


31 de Maio de 1950

Neste dia Heinrich Hoffmann, o fotógrafo pessoal de Adolf Hitler, era libertado da prisão.

Tinha sido preso no dia 10 de Maio de 1945 e condenado a 5 anos de prisão sob a acusação de "enriquecimento ilícito na guerra".

Hoffmann conheceu Hitler em 1920, ingressando no partido nazista no dia 6 de Abril desse ano. A partir de 1921, ano em que Hitler assumiria o poder absoluto do partido, Hoffmann passaria a ser indicado como o seu fotógrafo oficial, função que exerceria durante quase 25 anos.

Acompanharia Hitler em praticamente todas as suas viagens e eventos públicos e privados. As suas fotografias desempenhariam um papel decisivo no esforço propagandístico do partido.

Foi dele a primeira fotografia na qual Hitler aparece sendo saudado com a típica saudação fascista, conhecida na época como a saudação "romana".

Em 1929 Hoffmann apresentaria Eva Braun à Hitler, que na época era a sua assistente no seu estúdio de fotografia de Munique. Eva se tornaria a amante de Hitler e em Abril de 1945 ambos se casariam, apenas poucas horas antes de cometerem suicídio.

Após Hitler ter se estabelecido como ditador supremo da Alemanha, em 1933, Hoffmann foi apontado como o único fotógrafo autorizado a tirar-lhe fotografias.

Os direitos comerciais das vendas das fotografias também era partilhado por ambos. De acordo com estimativas modernas, Hitler e Hoffmann receberam, cada um, no mínimo 75 milhões de dólares (em valores atuais) referentes apenas aos direitos de imagem de Hitler.

Foi também o autor das "fotografias proibidas de Hitler", tiradas em 1927 a pedido de Hitler, que queria praticar as suas expressões faciais e gestuais durante os seus discursos. Após ver as fotografias Hitler pediu que fossem destruídas, algo que Hoffmann obviamente não fez.

Após ser libertado da prisão Hoffmann escreveria livros e daria palestras sobre a sua experiência como fotógrafo de Hitler. O seu grande acervo de fotografias seria também muito importante para a análise histórica desse importante período.

Morreria no dia 15 de Dezembro de 1957.


As "fotografias secretas e proibidas" de Adolf Hitler, tiradas por Hoffmann em 1927.


Fotografia tirada por Hoffmann da Odeonsplatz, em Munique, no momento em que uma multidão comemora o anúncio do início da Primeira Guerra Mundial.

Nessa fotografia supostamente aparece Adolf Hitler no meio da multidão, no entanto, análises modernas indicam que muito provavelmente a fotografia foi retocada por Hoffmann, que incluiu Hitler de propósito na fotografia.

Heinrich Hofmann em 1945.


Fonte. Hoje na Segunda Guerra Mundial - Link: https://www.facebook.com/hojenasegundaguerramundial/?fref=ts




sábado, 21 de maio de 2016

Adolf Hitler e seu "livre mercado"


A verdade é que Adolf Hitler era um infortúnio. À esquerda, sempre usa o argumento de que na época da Alemanha nazista houve livre mercado, e que suas normas eram empregadas livremente sem intervenções. 

Quando na verdade, ele controlava preços, mercadoria, para onde o produto era enviado e quais matérias primas se deveriam usar para a produção.

A economia era por si alta,de princípio, depois de um curto período, decaiu incomensuravelmente.

O proprietário (empresário) se tornava gerente ou chefe, quando não era obrigado a trabalhar como operário ou auxiliar, não poderia se apossar dos lucros e se houvesse exigência de algum valor a mais para própria utilização deveria consultar o Führer do distrito.

Além de não não ter simpatia pelos judeus capitalistas, pelo fato de achar que eles queriam controlar tudo, ruir a ordem social e dilapidar a estrutura sócio-econômica.

Evidentemente sua entidade de controle marxista,tinha sobre si, se sobrepor ao governo e dividir as extirpar o direito o direito de livre mercado,abolindo o poder de proprietários e o articulando maquiavélico desejo de articular toda propriedade privada a seu poder.

Além de unificar a um único sistemática controle, livre de qualquer interferência que se possa dizer "destruição e desestabilização".

Por: João Paulo Pires de Morais



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