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sexta-feira, 7 de abril de 2017

As ideias de doutrinação do Marxismo Cultural de Antonio Gramsci


Antonio Gramsci (1891-1937).
A obra do Comunista Antonio Gramsci, mais de três quartos de século após sua morte, continua a exercer influência em intelectuais e políticos, movimentos e partidos, instituições e organizações de esquerda dos mais diversos tipos e concepções.

Gramsci "ensinava que o teatro de operações da revolução comunista não era o campo de batalha, mas o ambiente cultural e que o novo homem, anunciado por Marx, emergiria não do terror revolucionário, mas da transformação das mentes"

Exemplar desse pavor foi expresso, recentemente no Brasil, por uma importante representante do tradicionalismo antidemocrático, a presidente da Confederação Nacional da Agricultura, Senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) ao afirmar que estava em andamento no país uma revolução comunista tendo por base a teoria política de Gramsci.



Vídeo mostra como funciona a doutrinação do Marxismo Cultural na mídia, nos meios de comunicações, na ação intelectual e nas universidades.




O que é um "idiota útil"?


Se nunca ouviste falar do termo "idiota útil", fica a saber que era a atitude que Vladimir Lenin nutria pelos ocidentais que viam com bons olhos o avanço da Revolução de 1917.

Inventado pela Rússia Soviética, este termo descrevia pessoas que davam apoio a pessoas como Lenin e Stalin enquanto estes levavam a cabo atrocidades atrás de atrocidades.

Lenin e os comunistas olhavam para estas pessoas com grande desprezo mas apercebiam-se da sua utilidade na disseminação da propaganda comunista nos seus países.

Actualmente, esse termo refere-se a esquerdistas e outros "progressistas" existentes por todo o mundo - normalmente (mas não exclusivamente) estudantes e professores universitários, activistas homossexuais, feministas, ambientalistas radicais, líderes dos movimentos negro/índio/cigano/muçulmano, e outros.

Estas pessoas, em grande parte, não são idiotas no verdadeiro sentido do termo, mas sim pessoas que se alinharam com um movimento, assumindo que estão a trabalhar para um "mundo melhor".  Invariavelmente, quando descobrem que foram enganados, costuma ser tarde demais.

Eles são "idiotas" porque operam com informação parcial mas assumem que têm informação suficiente para saber como todas as outras pessoas existentes no mundo devem viver as suas vidas.

Depois da sua missão estar terminada [total subversão da ordem social], eles deixam de ser úteis e normalmente fazem parte do primeiro grupo a ser fisicamente eliminado pelas mesmas entidades para quem eles trabalharam.





quinta-feira, 6 de abril de 2017

As histórias de Shin e Manuela são paralelas, mas se entrecruzam pela força da hipocrisia


Shin Dong-hyuk nasceu na Coreia do Norte, em um campo de concentração, em 1982.

Manuela d'Ávila nasceu no Brasil, em Porto Alegre, em 1981.

Shin passou a infância comendo ratos e sendo torturado por oficiais da ditadura comunista de seu país.

Manuela passou a infância de cidade em cidade, porque sua mãe trabalhava como juíza. Falando em mãe, em 1996,

Shin foi torturado e delatou a sua para os responsáveis pelo campo de concentração. Ela pretendia fugir com o irmão, e ele temia ser punido por causa deles. A delação de Shin valeu a execução de sua mãe e de seu irmão.

Em 1999, Manuela se filiou a União da Juventude Socialista, e, em 2001, ao Partido Comunista do Brasil. Em 2004, Manuela foi eleita a vereadora mais jovem da história de POA.

Em 2005, Shin foi obrigado a trabalhar em uma cerca elétrica, por onde conseguiu fugir do Campo de Concentração.

Manuela passou os anos que se seguiram defendendo o PCdoB, as bandeiras de esquerda e disputando outros pleitos até ser a recordista de votos em sua eleição para deputada estadual, em 2014.

Shin passou os anos que se seguiram fugindo dos agentes comunistas e posteriormente se reintegrando socialmente ao mundo civilizado, na Coréia do Sul.

Manuela continua comunista, tendo crescido saudavelmente em um país livre. Shin continua oprimido pelos fantasmas do passado.

As histórias de Shin e Manuela são paralelas, mas se entrecruzam pela força da hipocrisia de quem só vende o comunismo idílico porque passou a vida a se empanturrar de capitalismo, e pela força da tragédia de quem teve sua vida despedaçada porque passou toda ela encarando o comunismo de verdade.

Manuela e Shin


quinta-feira, 30 de março de 2017

Documentário - Coreia do Norte: Liberdade ou Morte


Documentário SIC sobre a fuga da Coreia do Norte.

A Coreia do Norte é um dos países mais isolados do mundo.
As cerca de 24 milhões de pessoas que vivem no estado totalitário têm interações mínimas com o mundo exterior. A mídia estrangeira é proibida, interações com turistas são estritamente controladas e a internet é inacessível para quase todos os cidadãos.

Jornalistas da BBC que visitaram o país em 2010 encontraram estudantes universitários que nunca tinham ouvido falar de Nelson Mandela. E o mundo tem pouca ideia do que acontece no país – seus líderes são capazes de “sumir” de cena por semanas.

O programa de armas nucleares norte-coreano e o terrível histórico de violações dos direitos humanos fizeram do país um pária global.

Sanções internacionais isolam ainda mais a economia socialista e centralizada do país. As políticas econômicas de Pyogyang têm sido desastrosas, agravando a pobreza do país.

Vista do espaço, a capital Pyongyang desaparece na escuridão – uma cruel imagem do subdesenvolvimento crônico do país em relação ao resto da região.

A história da reclusão da República Popular Democrática da Coreia tem raízes em tradições antigas e a sangrenta geopolítica da era moderna.

Kim Jong-un

Documentário - Coreia do Norte: Liberdade ou Morte




Documentário - A Verdadeira História Soviética


“Uma morte é uma tragédia, milhões mera estatística”. Josef Stalin.

Talvez muitas pessoas não conheçam a história dos Gulags soviéticos, campos de trabalho forçado instalados por Stalin, que foram responsáveis por uma verdadeira chacina, que té nos dias atuais, muitas pessoas ignoram, e que muito pouco se fala.

O mesmo ocorre com o extermínio dos cossacos do Don, pelos comunistas, na década de 1920, dos alemães do Volga em 1941 e as execuções em massa e deportações para campos de concentração de lituanos, letões, estonianos e poloneses. Ao final da Segunda Guerra, os “gulag” de Stalin mantinham 5,5 milhões de prisioneiros, 23% deles ucranianos e 6% bálticos.

Quase desconhecido é o genocídio de dois milhões de muçulmanos de povos da ex-URSS: chechenos, inguchétios, tadjiques, tártaros da Criméia, basquires e casaques. Os guerrilheiros que lutam pela independência da Chechênia e que hoje são rotulados de “terroristas” por Estados Unidos e Rússia são netos dos sobreviventes dos campos de concentração soviéticos. Adicione-se a esta lista de atrocidades esquecidas o assassinato, na Europa Oriental, entre  1945 e 1947, de pelo menos dois milhões de alemães étnicos, a maioria deles mulheres e crianças, e a violenta expulsão de mais 15 milhões de alemães, quando dois milhões de meninas e mulheres alemãs foram estupradas.

Dentre estes crimes monstruosos, a Ucrânia aparece como a maior vítima em termos de números. Stalin declarou guerra ao seu próprio povo em 1932, ao enviar os comissários V. Molotov e Lazar Kaganovitch 9judeu9 e o chefe da NKVD (polícia secreta) Genrikh Yagoda para esmagar a resistência de fazendeiros ucranianos à coletivização forçada. A Ucrânia foi isolada. Todas as reservas de alimentos e animais foram confiscadas.

Os esquadrões da morte da NKVD assassinavam “elementos antipartido”. Furioso porque poucos ucranianos estavam sendo executados, Kaganovitch – em tese o Adolf Eichmann da União Soviética – estabeleceu uma cota de 10.000 execuções por semana. Oitenta por cento dos intelectuais ucranianos foram assassinados. Durante o áspero inverno de 1932-33, 25.000 ucranianos eram executados, por dia,  ou morriam de inanição e frio. Tornou-se comum o canibalismo. A Ucrânia, diz o historiador Robert Conquest, “parecia uma versão gigante do futuro campo da morte de Bergen-Belsen.”

A execução em massa de sete milhões de ucranianos, três milhões deles crianças, e a deportação para o “gulag” de mais dois milhões (onde a maioria morreu) foi oculta pela propaganda soviética. Os ocidentais pró-comunismo, como Walter Duranty, do “New York Times”, os escritores britânicos Sidney e Beatrice Webb e o primeiro-ministro francês Edouard Herriot viajaram pela Ucrânia, mas negaram denúncias de genocídio e aplaudiram o que eles chamaram de “reforma agrária” soviética. Aqueles que se levantaram contra o genocídio foram rotulados de “agentes do fascismo”. Os governos dos EUA, Reino Unido e Canadá, contudo, estavam bem informados sobre o genocídio, mas fecharam os olhos, inclusive bloquearam grupos de ajuda que iriam para a Ucrânia.

Os únicos líderes europeus que gritaram contra os assassinatos cometidos pelos soviéticos foram, ironicamente e por razões cínicas e de autopromoção, Hitler e o ditador italiano Benito Mussolini. Como Kaganovitch, Yagoda e outros veteranos e oficiais do Partido Comunista e da NKVD eram judeus, Adolfo Hitler rotulou o comunismo como “uma conspiração judaica para destruir a civilização cristã.” Esta versão, amplamente divulgada pelo Ministério da Propaganda e Publicidade do 3° Reich (comandado por Paul Joseph Goelbels – 1897-1945), tornou-se amplamente aceita por toda uma amedrontada Europa.

Quando veio a guerra, o presidente dos EUA Franklin D. Roosevelt e o primeiro-ministro britânico Winston Churchill se tornaram aliados de Stalin, embora eles soubessem que seu regime já tinha matado pelo menos 30 milhões de pessoas muito antes que o extermínio de judeus e ciganos por Hitler tivesse sequer começado. No estranho cálculo moral de extermínios em massa, apenas os alemães foram culpados. Mesmo Stalin tendo assassinado três vezes mais gente do que Hitler, para Roosevelt ele ainda era o “Uncle Joe” (“Tio Joe”).

A aliança EUA-Reino Unido com Stalin fez deles parceiros no crime. Roosevelt e Churchill ajudaram a preservar o regime mais assassino da história, para o qual eles entregaram metade da Europa em 1945. Após a guerra, as esquerdas tentaram encobrir o genocídio soviético. Jean-Paul Sartre chegou a negar que o “gulag” tenha existido. Para os aliados ocidentais, o Nazismo era o único mal; eles não poderiam admitir serem aliados de assassinos em massa. Para os soviéticos, promover o holocausto judeu perpetuava o antifascismo e mascarava seus próprios crimes. Os judeus, inexplicavelmente, viram seu holocausto como o único. Foi a “raison d’être” de Israel.

O holocausto russo promovido por Stalin, um dos maiores crimes contra a humanidade, ainda hoje é praticamente desconhecido. Enquanto historiadores, academias, imprensa e Hollywood concentram suas atenção no holocausto judeu, ignoram a Ucrânia. Nós ainda caçamos assassinos nazistas, mas não caçamos assassinos comunistas. Há poucas fotos do genocídio ucraniano e do “gulag” stalinista, e muito poucos sobreviventes. Homens mortos não contam histórias.

A Rússia nunca perseguiu nenhum de seus assassinos em massa, como se fez na Alemanha. Mas todos nós conhecemos os crimes de Adolf Eichmann e Heinrich Himmler, e sabemos o que foi Babi Yar e Auschwitz. Mas quem lembra os assassinos em massa soviéticos Dzerzhinsky, Kaganovitch, Yagoda, Yezhov e Beria? Não fosse o escritor Alexander Solzhenitsyn, nós poderíamos nunca ter sabido dos campos da morte soviéticos como Magadan, Kolyma e Vorkuta. A todo tempo aparecem filmes sobre o terror nazista, enquanto o mal soviético some da visão ou se dissolve na nostalgia.
As almas das milhões de vítimas de Stalin ainda clamam por justiça…

- Eric Margolis é Colunista do Toronto Sun – Canadá.

Karl Marx, Friedrich Engels, Vladimir Lenin, Josef Stalin


Documentário - A Verdadeira História Soviética




quarta-feira, 29 de março de 2017

Documentário - A Grande Fome de Mao


Em 1958, nove anos depois de chegar ao poder, Mao Tsé-Tung queria tirar a China de seu estado quase medieval de subdesenvolvimento. Ele lançou um programa de industrialização nas cidades e no interior, pretendendo transformar a China na Terra Prometida do paraíso socialista em menos de 15 anos. Este foi o Grande Salto Adiante.

Mas o sonho louco se tornou um pesadelo e arrastou 650 milhões de chineses ao inferno, o país afundou no caos econômico que causou fome sem precedentes.
O terrível custo em vidas foi em torno de 45 milhões.

Mao Tsé-Tung

Documentário - A Grande Fome de Mao




Decálogo de Vladimir Lenin (Os 10 mandamentos da ideologia socialista)


Decálogo de Vladimir Lenin (Os 10 mandamentos da ideologia socialista). Escrito em 1913 pelo líder revolucionário russo Vladimir Lenin, o pioneiro em aplicar o comunismo na prática (sistema governamental ateísta). Qualquer semelhança com acontecimentos atuais, não é mera coincidência.

  1. Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual.
  2. Infiltre e depois controle todos os meios de comunicação.
  3. Divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a discussões sobre assuntos sociais.
  4. Destrua a confiança do povo em seus lideres.
  5. Fale sempre em democracia e em estado de direito, mas, tão logo haja oportunidade,assuma o poder sem qualquer escrúpulo.
  6. Colabore para o esbanjamento do dinheiro público, coloque em descrédito a imagem do país, especialmente no exterior, e provoque o pânico e o desassossego na população por meio da inflação.
  7. Promova greves, mesmo ilegais, nas industrias vitais do país.
  8. Promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas não as coíbam.
  9. Colabore para a derrocada dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes.
  10. Procure catalogar todos aqueles que têm armas de fogo, para que sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência.
O mais assustador de tudo isso é que a maioria das pessoas, principalmente as menos esclarecidas, vêem toda essa imoralidade apenas sob o aspecto financeiro, não percebendo que o principal objetivo é um elaborado plano que visa destruir as nossas instituições.

Instituições como a família, o estado de direito, o bem público, a religião etc...  são os pilares que sustentam uma verdadeira democracia.

Você poderá achar que tudo isso não tem absolutamente nada a ver com a nossa vida e a nossa família, mas pode acreditar que se não fizermos a nossa parte, terá muito a ver com o futuro do nosso país, dos nossos filhos e netos.

Vladimir Lenin


Decálogo de Vladimir Lenin




Documentário - Stalin, o tirano vermelho


Documentário produzido pelo canal M6 francês com o auxílio do historiador especialista em comunismo, Nicolas Werth. Foi lançado em 2007 na França (Staline: le tyran rouge) e na Espanha (TVE2 - Stalin, el tirano rojo) em 2012. Colorizado - audio em espanhol - qualidade HD.

Josef Stalin

Documentário - Stalin, o tirano vermelho




Documentário - Che Guevara: Anatomia de um psicopata


Che Guevara: Anatomia de um psicopata

Quem foi Ernesto "Che" Guevara?

Ficção: Um homem do povo - de todos os povos da Terra.
Humanista. Corajoso guerreiro da paz. Amante da literatura e da vida.
Advogado dos fracos e oprimidos.

Realidade: Assassino a sangue frio. Torturador sádico. Materialista com sede de poder.
Terrorista que espalhou destruição e carnificina pela América Latina.


Livro indicado: O Verdadeiro Che Guevara e os Idiotas Úteis que o Idolatram (Huberto Fontova) http://livraria.seminariodefilosofia.org/Pol%C3%ADtica/O-Verdadeiro-Che-Guevara/flypage.tpl.html


Che Guevara

Documentário - Che Guevara: Anatomia de um psicopata




terça-feira, 28 de março de 2017

Por que o Socialismo/Comunismo nunca deu certo e nunca dará?


Por que o Socialismo/Comunismo nunca deu certo e nunca dará? Insustentabilidade.

Capitalismo incentiva a produção, geração de riqueza, estudo e o trabalho. O comunismo bota uma arma na sua cabeça e te manda trabalhar em condições precárias e sem incentivo.

Só defendem o comunismo aqueles que fazem parte do estabilishment político e de alguma forma, exercem o poder de controle estatal, como se fosse o topo da pirâmide, toda a base do sistema é explorada e mantida na miséria.

O comunismo é uma das grandes mentiras e falácias da história, o exemplo máximo do Sofismo.


Por que o Socialismo/Comunismo nunca deu certo e nunca dará? Insustentabilidade.




quinta-feira, 16 de março de 2017

Nazismo e Comunismo: Ambos sistemas políticos autoritários e genocidas


Acho engraçado isso. Quando nós falamos das grandes catástrofes sociais que foram a marca do século XX, nós imediatamente pensamos na experiência do nazismo, uma vergonha tal que ninguém ousa contestar. Porém, quando se fala de Stalin, Mao Tse Tung ou Pol Pot, sempre um esquerdista se levanta indignado, defendendo as boas intenções de seus regimes. Como podemos viver assim com dois pesos e duas medidas? Acaso Hitler também não dizia ter as melhores intenções? A verdade é que o discurso sobre o nazismo, que está legitimamente baseado na indignação natural do homem contra o horror da violência autoritária, tornou-se, muitas vezes, uma fala política em favor de uma determinada agenda que precisa, ao mesmo tempo, promover a identificação do nazismo com uma determinada ala política atual; mas ao mesmo tempo,escondem os crimes do "socialismo real."





Fidel Castro levou Cuba à falência


Fidel Castro conseguiu transformar o 3° país mais rico das Américas, com a 3° capital mais moderna do mundo e 6° maior renda per capita do mundo, um país que já foi mais rico do que a Itália, Espanha, Japão, Áustria e Portugal, em um dos países mais pobres do mundo, onde basicamente falta tudo, a ração alimentar não dura mais de 15 dias no mês, a educação não passa de doutrinação onde não se ensina ciências e, um sistema de saúde falido que parou no tempo e utiliza equipamentos de 60 anos atrás.

Fatos que provavelmente você não sabia sobre Cuba antes de Fidel Castro:

1° Em 1956, a ONU reconheceu Cuba como o segundo país na América Latina com as menores taxas de analfabetismo (apenas 23,6%). A taxa do Haiti era de 90%; e da Espanha, El Salvador, Bolívia, Venezuela, Brasil, Peru, Guatemala e República Dominicana, próximas de 50%.

2° Em 1957, a ONU reconheceu Cuba como o melhor país da América Latina em número de médicos per capita (1 por 957 habitantes), com o maior percentual de casas com energia elétrica depois do Uruguai; e com o maior número de calorias (2870) ingeridas per capita.

3° O primeiro hotel a ter ar condicionado Central em todo o mundo foi construído em Havana: o Hotel Riviera em 1951.

4° A primeira nação da América Latina e a terceira no mundo (atrás da Inglaterra e dos EUA) a ter uma ferrovia foi Cuba, em 1837.

5° A primeira demonstração, em nível mundial, de uma indústria movida a eletricidade foi em Havana, em 1877.

6° Cuba já tinha uma excelente escola de medicina, investia-se pesado em pesquisa ao ponto de Cuba ter, em 1881, descoberto o agente transmissor da febre amarela e definido sua prevenção e tratamento, bem como ter aplicado a primeira anestesia com éter na América Latina, em 1847. Em 1907, estreou em Havana o primeiro aparelho de Raios-X de toda a América Latina.

7° O primeiro sistema elétrico de iluminação em toda a América Latina (incluindo a Espanha) foi instalado em Cuba, em 1889.

8° Entre 1825 e 1897, entre 60% e 75% de toda a renda bruta que a Espanha recebeu do exterior veio de Cuba.

9° O primeiro bonde que circulou na América Latina foi em Havana, em 1900.

10° Também em 1900, antes de qualquer outro país na América Latina, foi em Havana que chegou o primeiro automóvel.

11° A primeira cidade do mundo a ter telefonia com ligação direta (sem necessidade de telefonista) foi em Havana, em 1906.

12° Em 19 maio de 1913 foi realizado o primeiro voo na América Latina, pelos cubanos Agustin Parla e Rosillo Domingo, entre Cuba e Key West, na Forida, EUA, que durou uma hora e quarenta minutos.

13° Em 1922, Cuba foi o segundo país no mundo a abrir uma estação de rádio e o primeiro país do mundo a transmitir um concerto de música e apresentar uma notícia pelo rádio.

14° A primeira locutora de rádio do mundo foi uma cubana: Esther Perea de la Torre. Em 1928, Cuba tinha 61 estações de rádio, 43 delas em Havana, ocupando o quarto lugar no mundo, perdendo apenas para os EUA, Canadá e União Soviética. Cuba foi o primeiro país no mundo em número de estações por população e área territorial.

15° Em 1937, Cuba decretou, pela primeira vez na América Latina, a jornada de trabalho de 8 horas e a autonomia universitária.

16° Em 1940, Cuba foi o primeiro país da América Latina a conceder o direito de voto às mulheres, igualdade de direitos entre os sexos e raças, bem como o direito das mulheres trabalharem.

17° O segundo país do mundo a emitir uma transmissão pela TV foi Cuba, em 1950. As maiores estrelas de toda a América, que não tinham chance em seus países, foram para Havana para atuarem nos seus canais de televisão.

18° O primeiro prédio construído em concreto armado em todo o mundo fica em Havana: O Focsa, em 1952.

19° Em 1954, Cuba tinha uma cabeça de gado por pessoa. O país ocupava a terceira posição na América Latina (depois de Argentina e do Uruguai) no consumo de carne per capita.

20° Em 1940, Cuba foi o primeiro país da América Latina a ter um presidente negro, eleito por sufrágio universal, por maioria absoluta, quando a maioria da população era branca. Ela se adiantou em 68 anos aos Estados Unidos.

21° Em 1955, Cuba era o segundo país na América Latina com a menor taxa de mortalidade infantil (33,4 por mil nascimentos).

22° Cuba tinha mais carros transitando pela ruas de Havana antes de Fidel do em todo o Brasil.

23° Cuba foi o primeiro país do mundo a ter TV a cores.

24° Em 1958, Cuba foi o segundo país do mundo a emitir uma transmissão de televisão a cores.

25° Em 1959, Havana era a cidade do mundo com o maior número de salas de cinema (358), batendo Nova York e Paris, que ficavam em segundo e terceiro lugares, respectivamente.

Ditador Fidel Castro




quarta-feira, 15 de março de 2017

As vítimas do terrorismo comunista no Regime Militar


Membros de organizações subversivo-terroristas, que atuaram nas décadas de 60 e 70, há anos vem se dedicando a doutrinar gerações e gerações, por meio de aulas nas escolas, séries nas televisões, de filmes e lançamentos de livros, louvando os “atos heróicos dos que lutaram pela liberdade”.
Homenagens e mais homenagens endeusaram assassinos, sequestradores e terroristas, mortos pela “sanguinária ditadura”.

“Os pobres estudantes que dedicaram suas vidas para libertar o Brasil das garras dos militares“ foram ganhando nome de ruas, de escolas e memoriais.

Com o passar dos anos, com os companheiros dessas organizações chegando ao poder pelo voto, cada vez mais a doutrinação das massas foi tomando vulto. Como um rolo compressor, com a força do poder e com o dinheiro público desencadearam uma campanha hedionda e, finalmente, atingiram ao planejado: uma Comissão da Verdade foi criada, uma comissão que prometeu ao povo o Direito à Memória e a Verdade.
Mentira!

Na realidade uma comissão, que sabe a verdade, mas que quer dourar os feitos dos subversivos e terroristas; uma comissão que não quer que o povo saiba o que realmente se passou nas décadas de 60 e 70; uma comissão que não vai apresentar nos relatórios a história desse nosso passado recente; uma comissão que apenas oficializará uma história que está escrita desde que eles perderam a luta armada, uma história onde as vítimas que foram assassinadas pelos “estudantes desarmados”, serão esquecidas... Alguns dirão que nem foram tantas...

Essa gentalha, sob a mentira de combater uma ditadura militar, na verdade, queriam implantar uma ditadura comunista em nosso país.

São 116 cidadãos brasileiros, dois militares estrangeiros que cursavam escolas militares e um marinheiro inglês que visitava o Brasil que foram sacrificados e mortos com crueldade, mas que jamais são lembrados.

O nome de seus algozes, são acobertados pelos tapetes vermelhos do Palácio do Planalto e protegidos por companheiros de organizações terroristas que hoje ocupam cargos chaves no governo brasileiro (os companheiros, ao chegarem ao poder, aparelharam o Estado).

Uma parte da sociedade, já doutrinada, não saberá porque foi necessário que as Forças Armadas pegassem em armas. A outra parte, até quando aceitará que seus filhos continuem a ser doutrinados? Não se sabe! Sabemos apenas, que o Brasil começa a acordar...

Os familiares dessas vítimas esquecidas querem que os “arautos dos direitos humanos” esclareçam à sociedade a verdadeira motivação que levou os subversivo-terroristas a pegarem em armas e as circunstâncias em que seus entes queridos foram assassinados.

Move-nos, verdadeiramente, o desejo de que a sociedade brasileira faça justiça a estas vítimas esquecidas que perderam a vida no confronto do qual os seus verdugos, embora derrotados nos combates, exibem, na prática, os galardões de uma vitória bastarda, urdida por um revanchismo odioso.

A esses heróis esquecidos o reconhecimento da democracia e a garantia da nossa permanente vigilância, para que o sacrifício de suas vidas não tenha sido em vão.





quarta-feira, 1 de março de 2017

A vida particular de Karl Marx, o homem que não cuidou de sua família e suas finanças, mas quis cuidar do mundo


"Karl Marx foi sustentado pela esposa por 16 anos enquanto escrevia "O Capital" até que ela ficasse pobre. Só teve um único emprego fixo em 64 anos de vida, e foi correspondente do jornal “New York Herald” por breve período, o que não resultava em quantias suficientes para manter a família.

Embora estudioso de economia, era cronicamente irresponsável nas finanças pessoais e sempre passou necessidades. Em 1852, quando morava em Londres sem ter mais para onde correr, Marx tentou penhorar alguns talheres de prata com o brasão da família da esposa quando o dono da loja, desconfiado daquela criatura de cabelos desgrenhados e mal vestida, chamou a polícia.

Viu 4 de seus 7 filhos morrerem ainda bebês pela vida insalubre e miserável que sua vagabundice impôs à família, viu duas de suas três filhas sobreviventes se suicidarem, traiu a mulher que o sustentou por anos a fio com a sua empregada, e ainda deu o bebê nascido desta relação para o amigo rico Engels criar. Morreu pobre, intelectualmente debilitado e com um abscesso no pulmão. Somente 11 pessoas incluindo Engels foram ao seu enterro.

Esse é o ídolo da esquerda. O "pai do socialismo". Sujeito ordinário, preguiçoso e imoral, que não conseguiu sequer colocar a própria vida em ordem. É este pilantra, em muitos aspectos similar ao Lula, o criador do sistema que tem a pretensão de trazer a solução para o mundo. Pois é. Cada um tem a referência que merece.

E o Paul Johnson cita no livro “The Intelectuals” que esse energúmeno, além de tudo, não tomava banho e não fazia a barba por muito tempo. Seus seguidores também deixam a barba crescer sem saber por que.

Mas, suas ideias errôneas, ainda estão por aí, a estrepar com o mundo, a azarar com a sociedade. Pior de tudo é que estamos sendo vítimas desses sórdidos caolhos, gigolôs da miséria, parasitas e aproveitadores."

Karl Marx

Fonte: http://istoe.com.br/286578_AS+MISERIAS+DE+MARX/
Fonte: .Livro: Os Intelectuais - Paul Johnson


terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Livro em PDF - O Livro Negro do Comunismo


O Livro Negro do Comunismo: Crimes, Terror, Repressão é uma obra anticomunista coletiva de professores e pesquisadores universitários europeus. O livro foi editado por Stéphane Courtois, diretor de pesquisas do Centre national de la recherche scientifique (CNRS), e seu lançamento ocorreu por ocasião dos 80 anos da Revolução Russa.

O Livro Negro do Comunismo faz um inventário da repressão política por parte regimes ditos marxistas-leninistas — incluindo as execuções extrajudiciais, as deportações e as crises de fome. Foi publicado originalmente em 1997, na França, sob o título Le livre noir du communisme: Crimes, terreur, répression.

A introdução, a cargo do editor Stéphane Courtois, declara que "…os regimes comunistas tornaram o crime em massa uma forma de governo". Usando estimativas não oficiais, apresenta um total de mortes que chega aos 94 milhões. A estatística do número de mortes dado por Courtois é a seguinte:

20 milhões na União Soviética
65 milhões na República Popular da China
1 milhão no Vietname
2 milhões na Coreia do norte
2 milhões no Camboja
1 milhão nos Estados Comunistas do Leste Europeu
150 mil na América Latina
1,7 milhões na África
1,5 milhões no Afeganistão
10 000 mortes "resultantes das acções do movimento internacional comunista e de partidos comunistas fora do poder" (página 4).
O livro defende explicitamente que os regimes comunistas são responsáveis por um número maior de mortes do que qualquer outra ideologia ou movimento político, incluindo o fascismo. As estatísticas das vítimas incluem execuções, fomes intencionalmente provocadas, mortes resultantes de deportações, prisões e trabalhos forçados.

Uma lista parcial mais detalhada de alguns crimes cometidos na União Soviética durante os regimes de Lenin e Stalin descritos no livro inclui:

As execuções de dezenas de milhares de reféns e prisioneiros e de centenas de milhares de operários e camponeses rebeldes entre 1918 e 1922.
A grande fome russa de 1921, que causou a morte de 5 milhões de pessoas.
A deportação e o extermínio dos cossacos do Rio Don em 1920.
O extermínio de dezenas de milhares em campos de concentração no período entre 1918 e 1930.
O Grande Expurgo, que acabou com a vida de 690 000 pessoas.
A deportação dos chamados "kulaks" entre 1930 e 1932.
O genocídio de 10 milhões de ucranianos - conhecido como "Holodomor" - e de 2 milhões de outros durante a fome de 1932 e 1933.
As deportações de polacos, ucranianos, bálticos, moldavos e bessarábios entre 1939 e 1941 e entre 1944 e 1945.
A deportação dos alemães do Volga.
A deportação dos tártaros da Crimeia em 1943.
A deportação dos chechenos em 1944.
A deportação dos inguches em 1944.
O livro, entre outras fontes, usou material dos recentemente abertos ficheiros do KGB e de outros arquivos soviéticos.

Livro por Karel Bartosex, Mart Laar, Nicolas Werth e Stéphane Courtois



Link do livro em PDF - O Livro Negro do Comunismo: http://www.mises.org.br/files/literature/O%20LIVRO%20NEGRO%20DO%20COMUNISMO%20-%20Crimes%20Terror%20E%20Repress%C3%A3o.pdf



domingo, 26 de fevereiro de 2017

Comunismo, a destruição da sociedade


"A destruição da sociedade''

Aqueles que acreditam que o comunismo pretendia apenas mudar o sistema econômico do mundo e, consequentemente, a vida econômica das pessoas, ainda não entenderam nada sobre o comunismo. Esta doutrina, na verdade, jamais objetivou tão-somente fazer uma reforma econômica. Seu objetivo era destruir todas as bases dessa sociedade que conhecemos e construir uma sociedade inteiramente nova e diferente.


Manifesto do Partido Comunista: http://goo.gl/dIxtkE



sábado, 25 de fevereiro de 2017

O tirânico ditador Pol Pot


O tirânico ditador Pol Pot, que governou o Camboja entre 1975 a 1979, na verdade se chamava Saloth Sar, e nasceu membro de uma família rica na Indochina, realizando seus estudos na França. Militante do Partido Comunista Francês, absorveu várias ideologias revolucionárias, entre os quais Lênin e Frantz Fanon, cuja pregação racista e terceiro-mundista contra os europeus e contra as cidades, influenciou muito sua visão política. Sem contar o próprio Jean Paul Sarte, que exaltava a violência anticolonial como forma de redenção e justiça social.

Em 1960, fundado o Partido dos Trabalhadores khmer, torna-se seu militante e, posteriormente, seu líder. Em 1966, aproxima-se da linha maoísta de exaltação dos camponeses como classe revolucionária e, com o apoio logístico e militar chinês, arma camponeses analfabetos fanatizados, treinados para obedecer ao chefe e matar sem questionar. A guerra civil explode no país, em 1970, e com o vácuo do poder no país, os comunistas khmers aproveitam da situação para usar sua força militar, ocasião em que a capital do país, Phnom Pem, é tomada em 1975.

Ao pregar a visão idealizada de um comunismo rural primitivo e a hostilidade doentia às cidades, Pol Pot manda evacuar toda a capital do país, na época, com 2,5 milhões de pessoas, para os campos e aí que começa a tragédia e o terror. Durante 44 meses, o regime totalitário do Camboja eliminou 2 milhões de pessoas, cerca de 25% da população do país. A população, que em 1975, era de 7,3 milhões de pessoas, foi reduzida, em 1979, a 5,8 milhões. As classes superiores do país são as primeiras a serem chacinadas. Médicos, advogados, profissionais liberais, juízes, tradutores, universitários, escritores, comerciantes, considerados"corrompidos" pela cultural ocidental e inadequados a sociedade do "novo homem" puro socialista, são virtualmente exterminados, junto com suas famílias.

A população civil é reduzida à escravidão nos campos da agricultura: escolas e hospitais são fechados e suas salas transformadas em fábricas de tortura e assassinato em massa. O país se torna um gigantesco campo de concentração e extermínio. A coletivização forçada e o controle estatal sobre a remessa de alimentos prejudicaram a produção de comida, levando a população à fome maciça. Somando ao desprezo ideológico a tudo que parecesse diferente, os khmers nutriam um ódio violento dos vietnamitas. Na fronteira do Vietnam, chacinas patrocinadas pelo khmer contra o país vizinho são registradas.

Mulheres vietnamitas foram estupradas e tiveram suas vaginas cravadas com baionetas de fuzil. Gestantes tinham suas barrigas abertas e os fetos eram arrancados de seus ventres. Houve casos de mulheres com seios amputados e demais outras atrocidades.
O mundo ocidental tinha esquecido o Camboja e, inclusive, alguns intelectuais apoiavam o regime criminoso de Pol Pot, vide Noam Chomsky, o "maior intelectual do mundo", na visão da esquerda atual. A esquerda ocidental dizia que as denúncias de violações de direitos humanos naquele país era invenção da propaganda norte-americana. Foi preciso que o Vietnã invadisse o país, em 1979, para acabar com a orgias de violência e derrubar o regime de Pol Pot. Foi preciso que um país comunista totalitário acabasse com as os crimes de outro país totalitário. As barbaridades do khmer vermelho foram retratadas em um famoso filme, "Os Gritos do Silêncio".

Ditador Pol Pot



Ironia Capitalista: É preciso pagar para ver túmulo de Karl Marx


Viajando? É possível visitar o túmulo de Marx – mas só se você pagar: 💰💰

Cemitério de Londres está cobrando uma taxa de quem quer ver o memorial do teórico, e algumas pessoas estão revoltadas:

😂😂😂😂

Observação: Para visitar o túmulo do pioneiro teórico capitalista Adam Smith é gratuito.

Túmulo de Karl Marx no cemitério Highgate em Londres, no Reino Unido: é preciso pagar para visitar (Duncan Harris/Wikimedia Commons)




Notícia: http://exame.abril.com.br/economia/ironia-capitalista-e-preciso-pagar-para-ver-tumulo-de-marx/



sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Qualquer semelhança com os atuais seguidores do "El Chancho" é mera coincidência


Qualquer semelhança com os atuais seguidores do "El Chancho" é mera coincidência.

" A partir de um levantamento minucioso de fatos históricos e testemunhas diretas do período revolucionário, o livro O Verdadeiro Che Guevara desmistifica a imagem de um dos ícones políticos mais controversos do século XX.

O Verdadeiro Che Guevara poderia ser facilmente enquadrado como um livro polêmico. Afinal, ele nos mostra uma face desconhecida do famoso herói revolucionário: um médico fracassado, um incompetente estrategista militar e cruel assassino. Contudo, todas essas acusações que em um primeiro instante soam como meramente ofensivas, são evidenciadas por Fontova com um volume inédito de fatos históricos e com testemunhos de participantes diretos da Revolução Cubana, tanto de membros da revolução como de seus refugiados. Com isso o autor vai muito além do que já foi publicado sobre Che.

Grande parte das publicações sobre a vida de Ernesto Guevara foram amparadas apenas de duas fontes: uma biografia escrita por um membro do partido comunista do México e os arquivos da Revolução Cubana, que incluem os diários de Che, ambos em poder do Departamento de Propaganda de Cuba e controlados diretamente por Fidel Castro e Aída Guevara, sua viúva.

Acrescente-se a essa “revolução” na versão oficial da vida de Guevara, o estilo irônico e sagaz do autor, desnudando por completo um dos maiores ícones do século XX."

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Assista ao DVD aqui >> Anatomia de um Mito >> ttps://goo.gl/t0wwBU




Nicolae Ceaușescu; O ditador Comunista romeno


Uma breve história sobre Nicolae Ceaușescu; O ditador comunista romeno.

Nicolae Ceaușescu, um ditador comunista sanguinário, comandou a Romênia com mãos de ferro durante décadas. Em 16 de dezembro de 1989 -- quando o comunismo se desintegrava no leste europeu -- ocorrera na cidade de Timişoara um protesto anticomunista que foi terrivelmente suprimido pelo regime de Nicolae Ceaușescu. Alguns dias depois -- em 21 de dezembro --, o ditador realizou um comício na praça principal de Bucareste para tentar recuperar o "prestígio" perdido perante a população romena.

Durante o comício alguns populares começaram a questiona-lo em público; visivelmente constrangido e amedrontado deixou o comício, e logo após, os protestos contra seu governo despótico se intensificaram, deixando para o dia seguinte o seu capítulo final.

Em 22 de dezembro, Nicolae Ceaușescu, cercado na sede do governo pela população apoiada pelos militares, decide então fugir de helicóptero com sua esposa (Elena Ceauşescu) não indo muito longe. Ambos foram capturados e julgados sumariamente por cinco juízes, três civis, dois promotores e dois advogados de defesa; ao término do julgamento, ele e sua esposa foram considerados culpados de genocídios e entre outros crimes; foram fuzilados ali mesmo na base militar onde ocorrera o julgamento.

Comício: 21 de Dezembro: Vídeo > http://goo.gl/cYTRxI

A Fuga desesperada: 22 de Dezembro: Vídeo > http://goo.gl/mOyV26

Julgamento e sentença: (Cenas Fortes): Vídeo > http://goo.gl/ZLxqft

Nicolae Ceaușescu; O ditador Comunista romeno



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