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quinta-feira, 30 de março de 2017

Documentário - O Contragolpe 1964 - A Verdade Sufocada


Às Forças Armadas cabe zelar para a manutenção da lei, da ordem, e evitar o caos. Não tínhamos que defender o governo; tínhamos que defender a nação.

A deposição de João Goulart e a luta contra o terror comunista no Brasil envolveram realidades muito diferentes das que hoje são difundidas pela propaganda esquerdista na mídia e salas de aula.

No dia 31 de março próximo faz quarenta anos que foi deposto o Presidente da República, João Goulart. Uns chamam esse acontecimento de golpe militar, outros de tomada do poder, alguns outros de Revolução de 1964. Eu prefiro considerá-lo como a Contra-Revolução de 31 de março de 1964.

Publicado originalmente em 24 de março de 2004 – NR

Vou lhes explicar o meu ponto de vista ao longo deste artigo. Espero que ao final vocês tenham dados suficientes para julgar se estou certo. Vocês foram cansativamente informados por seus professores, jornais, rádios, TV e partidos políticos de que:

– os militares tomaram o poder dos civis para impedir que reformas moralizantes fossem feitas;

– para combater os “generais que usurparam o poder” os jovens da época uniram-se e lutaram contra a ditadura militar e que muitos deles morreram, foram mutilados, presos e torturados na luta pela “redemocratização” do país;

– os militares assim agiram a mando dos Estados Unidos, que temiam o comunismo instalado no Brasil;

– jovens estudantes, idealistas, embrenharam-se nas matas do Araguaia para lutar contra a ditadura e pela redemocratização do país.

Com quantas inverdades fizeram a cabeça de vocês! E por que essas mentiras são repetidas até hoje? Foi a maneira que eles encontraram para tentar justificar a sua luta para implantar um regime do modelo soviético, cubano ou chinês no Brasil.

Por intermédio da mentira, eles deturparam a História e conseguiram o seu intento. Vocês, que não viveram essa época, acreditam piamente no que eles dizem e se revoltam contra os militares.

Vamos aos fatos, pois eu vivi e participei dessa época.

Em março de 1964 eu era capitão e comandava uma bateria de canhões anti-aéreos do 1º Grupo de Artilharia Anti-Aérea, em Deodoro, no Rio de Janeiro.

A maioria dos oficiais que serviam no 1º Grupo de Artilharia AAe, entre eles eu, teve uma atitude firme para que o Grupo aderisse à Contra-Revolução.

Eu era um jovem com 31 anos. O país vivia no caos. Greves políticas paralisavam tudo: transportes, escolas, bancos, colégios. Filas eram feitas para as compras de alimentos. A indisciplina nas Forças Armadas era incentivada pelo governo. Revolta dos marinheiros no Rio; revolta dos sargentos em Brasília. Na minha bateria de artilharia havia um sargento que se ausentava do quartel para fazer propaganda do Partido Comunista, numa kombi, na Central do Brasil.

Isso tudo ocorria porque o governo João Goulart queria implantar as suas “reformas de base” à revelia do Congresso Nacional. Pensava, por meio de um ato de força, fechar o Congresso Nacional com o apoio dos militares “legalistas”.

Vocês devem estar imaginando que estou exagerando para lhes mostrar que a Contra-Revolução era imperativa naqueles dias. Para não me alongar, vou citar o que dizem dois conhecidos comunistas:

Depoimento de Pedro Lobo de Oliveira no livro A Esquerda Armada no Brasil: “Muito antes de 1964 já participava na luta revolucionária no Brasil na medida de minhas forças. Creio que desde 1957. Ou melhor, desde 1955… Naquela altura o povo começava a contar com a orientação do Partido Comunista.”

Jacob Gorender, do PCBR, escreveu no seu livro Combate nas Trevas: “Nos primeiros meses de 1964, esboçou-se uma situação pré-revolucionária e o golpe direitista se definiu, por isso mesmo, pelo caráter contra-revolucionário preventivo. A classe dominante e o imperialismo tinham sobradas razões para agir antes que o caldo entornasse.”

Diariamente eu lia os jornais da época: O Dia, O Globo, Jornal do Brasil, Tribuna da Imprensa, Diário de Notícias, etc… Todos eram unânimes em condenar o governo João Goulart e pediam a sua saída, em nome da manutenção da democracia. Apelavam para o bom senso dos militares e até imploravam a sua intervenção, para que o Brasil não se tornasse mais uma nação comunista.

Eu assistia a tudo aquilo com apreensão. Seria correto agirmos para a queda do governo? Comprei uma Constituição do Brasil e a lia seguidamente. A minha conclusão foi de que os militares estavam certos ao se antecipar ao golpe de Jango.

Às Forças Armadas cabe zelar para a manutenção da lei, da ordem, e evitar o caos. Não tinhamos que defender o governo; tinhamos que defender a nação.

O povo foi às ruas com as Marchas da Família com Deus pela Liberdade, no Rio, São Paulo e outras cidades do país. Todos pedindo o fim do governo João Goulart, antes que fosse tarde demais.

E, assim, aconteceu em 31 de março de 1964 a nossa Contra-Revolução.

Os jornais da época (O Estado de S. Paulo, O Globo, Jornal do Brasil; Tribuna da Imprensa e outros ) publicaram, no dia 31 e nos dias seguintes, editoriais e mais editoriais exaltando a atitude dos militares. Os mesmos jornais que hoje combatem a nossa Contra- Revolução.

Os comunistas que pleiteavam a tomada do poder não desanimaram e passaram a insuflar os jovens, para que entrassem numa luta fraticida, pensando que lutavam contra a ditadura. E mentiram tão bem que muitos acreditam nisso até hoje. Na verdade, tudo já estava se organizando. Em 1961, em pleno governo Jânio Quadros, Jover Telles, Francisco Julião e Clodomir dos Santos Morais estavam em Cuba acertando cursos de guerrilha e o envio de armas para o Brasil. Logo depois, alguns jovens eram indicados para cursos na China e em Cuba. Bem antes de 1964 a área do Araguaia já estava escolhida pelo PC do B para implantar a guerrilha rural.

Em 1961 estávamos em plena democracia. Então para que eles estavam se organizando? Julião já treinava na época as suas Ligas Camponesas, que eram muito semelhantes ao MST de hoje, só que sem a organização, o preparo, os recursos, a formação de quadros.

E foi com essa propaganda mentirosa que eles iludiram muitos jovens e os cooptaram para as suas organizações terroristas.

Então, começou a luta armada.

Foram vários atos terroristas: o atentado ao aeroporto de Guararapes, em Recife, em 1966; a bomba no Quartel General do Exército em São Paulo, em 1968; o atentado contra o consulado americano; o assassinato do industrial Albert Boilesen e do capitão do Exército dos Estados Unidos Charles Rodney Chandler; seqüestros de embaixadores estrangeiros no Brasil .

A violência revolucionária se instalou. Assassinatos, ataques a quartéis e a policiais aconteciam com freqüência.

Nessa época, eles introduziram no Brasil a tática de obter dinheiro com assaltos a bancos, a carros fortes e a estabelecimentos comerciais. Foram eles os mestres que ensinaram tais táticas aos bandidos de hoje.Tudo treinado nos cursos de guerrilha em Cuba e na China.

As polícias civil e militar sofriam pesadas baixas e não conseguiam , sozinhas, impor a lei e a ordem.

Acuado, perdendo o controle da situação, o governo decretou o AI-5, pelo qual várias liberdades individuais foram suspensas. Foi um ato arbitário mas necessário. A tênue democracia que vivíamos não se podia deixar destruir.

Para combater o terrorismo, o governo criou uma estrutura com a participação dos Centros de Informações da Marinha (CENIMAR), do Exército (CIE) e da Aeronáutica (CISA). Todos atuavam em conjunto, tanto na guerrilha rural quanto na urbana. O Exército, em algumas capitais, criou o seu braço operacional, os Destacamentos de Operações de Informações ( DOI). Para trabalharem nos diversos DOI do Brasil, o Exército seleciononou do seu efetivo alguns majores, capitães e sargentos. Eram, no máximo, 350 militares, entre os 150 mil homens da Exército.

Eu era major, estagiário da Escola de Estado Maior. Tinha na época 37 anos e servia no II Exército, em São Paulo. Num determinado dia do ano de 1970, fui chamado ao gabinete do comandante do II Exército, general José Canavarro Pereira, que me deu a seguinte ordem: “Major, o senhor foi designado para comandar o DOI/CODI/II Ex. Vá, assuma e comande com dignidade”.

A partir desse dia minha vida mudou. O DOI de São Paulo era o maior do país e era nesse Estado que as organizações terroristas estavam mais atuantes. O seu efetivo em pessoal era de 400 homens. Destes, 40 eram do Exército, sendo 10 oficiais, 25 sargentos e 5 cabos. No restante, eram excelentes policiais civis e militares do Estado de São Paulo. Esses foram dias terríveis! Nós recebíamos ameaças freqüentemente.

Minha mulher foi de uma coragem e de uma abnegação total. Quando minha filha mais velha completou 3 anos de idade, ela foi para o jardim da infância, sempre acompanhada de seguranças. Minha mulher não tinha coragem de permanecer em casa, enquanto nossa filha estudava. Ela ficava dentro de um carro, na porta da escola, com um revólver na bolsa.

Não somente nós passamos por isso! Essa foi a vida dos militares que foram designados para combater o terrorismo e para que o restante do nosso Exército trabalhasse tranqüilo e em paz.

Apreendemos em “aparelhos” os estatutos de, praticamente, todas as organizações terroristas e em todos eles estava escrito, de maneira bem clara, que o objetivo da luta armada urbana e rural era a implantação de um regime comunista em nosso país.

Aos poucos o nosso trabalho foi se tornando eficaz e as organizações terroristas foram praticamente extintas, por volta de 1975.

Todos os terroristas quando eram interrogados na Justiça alegavam que nada tinham feito e só haviam confessado os seus crimes por terem sido torturados. Tal alegação lhes valia a absolvição no Superior Tribunal Militar. Então, nós passamos a ser os “torturadores”.

Hoje, como participar de seqüestros, de assaltos e de atos de terrorismo passou a contar pontos positivos para os seus currículos, eles, posando de heróis, defensores da democracia, admitem ter participado das ações. Quase todos continuam dizendo que foram torturados e perseguidos politicamente. Com isso recebem indenizações milionárias e ocupam elevados cargos públicos. Nós continuamos a ser seus ” torturadores” e somos os verdadeiros perseguidos politicos. As vítimas do terrorismo até hoje não foram indenizadas.

Houve 120 mortos identificados, que foram assassinados por terroristas (estima-se que existam mais cerca de 80 que não foram identificados). 43 eram civis que estavam em seus locais de trabalho; 34, policiais militares; 12, guardas de segurança; 8, militares do Exército; 3 agentes da Polícia Federal; 3 mateiros do Araguaia; 2 militares da Marinha; 2 militares da Aeronáutica; um major do Exército da Alemanha; um capitão do Exército dos Estados Unidos; um marinheiro da Marinha Real da Inglaterra.

A mídia fala sempre em “anos de chumbo”, luta sangrenta, noticiando inclusive que , só no cemitério de Perus, em São Paulo, existiriam milhares de ossadas de desaparecidos políticos. No entanto o Grupo Tortura Nunca Mais reclama um total de 284 mortos e desaparecidos que integravam as organizações terroristas. Portanto, o Brasil, com sua população e com todo o seu tamanho, teve na luta armada, que durou aproximadamente 10 anos, ao todo 404 mortos, dos dois lados.

Na Argentina as mortes ultrapassarm 30.000 pessoas; no Chile foram mais de 4.000 e no Uruguai outras 3.000. A Colômbia, que resolveu não endurecer o seu regime democrático, luta até hoje contra o terrorismo. Ela já perdeu mais de 45.000 pessoas e tem um terço do seu território dominado pelas FARC.

Os comunistas brasileiros são tão capazes quanto os seus irmãos latinos. Por que essa disparidade? Porque no Brasil dotamos o país de leis que permitiram atuar contra o terrorismo e também porque centralizamos nas Forças Armadas o combate à luta armada. Fomos eficientes e isso tem que ser reconhecido. Com a nossa ação impedimos que milhares de pessoas morressem e que esta luta se prorrogasse como no Peru e na Colômbia.

No entanto, algumas pessoas que jamais viram um terrorista, mesmo de longe, ou preso, que jamais arriscaram as suas vidas, nem as de suas famílias, criticam nosso trabalho. O mesmo grupo que só conheceu a luta armada por documentos lidos em salas atapetadas e climatizadas afirma que a maneira como trabalhamos foi um erro, pois a vitória poderia ser alcançada de outras formas.

Já se declarou, inclusive, que: “a ação militar naquele período não foi institucional. Alguns militares participaram, não as Forças Armadas. Foi uma ação paralela”.

Alguns também nos condenam afirmando que, como os chefes daquela época não estavam acostumados com esse tipo de guerra irregular, não possuíam nenhuma experiência. Assim, nossos chefes, no lugar de nos darem ordens, estavam aprendendo conosco, que estávamos envolvidos no combate. Segundo eles, nós nos aproveitávamos dessa situação para conduzir as ações do nosso modo e que, no afã da vitória, exorbitávamos .

Mas as coisas não se passavam assim. Nós, que fomos mandados para a frente de combate nos DOI, assim como os generais que nos chefiavam, também não tínhamos experiência nenhuma. Tudo o que os DOI faziam ou deixavam de fazer era do conhecimento dos seus chefes. Os erros existiram, devido à nossa inexperiência, mas os nossos chefes eram tão responsáveis como nós.

Acontece que o nosso Exército fazia muito tempo que não era empregado em ação. Estava desacostumado com a conduta do combate, onde as pessoas em operações têm que tomar decisões, e decisões rápidas, porque a vida de seus subordinados ou a vida de algum cidadão pode estar em perigo.

Sempre procurei comandar liderando os meus subordinados. Comandei com firmeza e com humanidade, não deixando que excessos fossem cometidos. Procurei respeitar os direitos humanos, mas sempre respeitando, em primeiro lugar, os direitos humanos das vítimas e, depois, os dos bandidos. Como escrevi em meu livro “Rompendo o Silêncio”, terrorismo não se combate com flores. A nossa maneira de agir mostrou que estávamos certos, porque evitou o sacrifício de milhares de vítimas, que aconteceu nos países vizinhos. Só quem estava lá, frente a frente com o terroristas, dia e noite, de arma na mão, pode nos julgar.

Finalmente, quero lhes afirmar que a nossa luta foi para preservar a democracia. Se o regime implantado pela Contra -Revolução durou mais tempo do que se esperava, deve-se, principalmente, aos atos insanos dos terroristas. Creio que, em parte, esse longo período de exceção deveu-se ao fato de que era preciso manter a ordem no país.

Se não tivéssemos vencido a luta armada, hoje estaríamos vivendo sob o tacão de um ditador vitalício como Fidel Castro e milhares de brasileiros teriam sido fuzilados no “paredón” ( em Miami em fevereiro, foi inaugurado, por exilados cubanos, um Memorial para 30.000 vítimas da ditadura de Fidel Castro).

Hoje temos no poder muitas pessoas que combatemos e que lá chegaram pelo voto popular. Esperamos que eles esqueçam os seus propósitos de quarenta anos passados e preservem a democracia pela qual tanto lutamos.

- Carlos Alberto Brilhante Ustra

FONTE: Brasil Acima de Tudo

E a Revisão Histórica se faz necessária também para os fatos que compreendem a História recente do Brasil. Com a esquerdofilia do pós-85, novamente constatamos que os vencedores tripudiam sobre os vencidos, em prejuízo da verdade… – NR

Publicado originalmente em 31/05/2009



Documentário - O Contragolpe 1964 - A Verdade Sufocada




quarta-feira, 15 de março de 2017

As vítimas do terrorismo comunista no Regime Militar


Membros de organizações subversivo-terroristas, que atuaram nas décadas de 60 e 70, há anos vem se dedicando a doutrinar gerações e gerações, por meio de aulas nas escolas, séries nas televisões, de filmes e lançamentos de livros, louvando os “atos heróicos dos que lutaram pela liberdade”.
Homenagens e mais homenagens endeusaram assassinos, sequestradores e terroristas, mortos pela “sanguinária ditadura”.

“Os pobres estudantes que dedicaram suas vidas para libertar o Brasil das garras dos militares“ foram ganhando nome de ruas, de escolas e memoriais.

Com o passar dos anos, com os companheiros dessas organizações chegando ao poder pelo voto, cada vez mais a doutrinação das massas foi tomando vulto. Como um rolo compressor, com a força do poder e com o dinheiro público desencadearam uma campanha hedionda e, finalmente, atingiram ao planejado: uma Comissão da Verdade foi criada, uma comissão que prometeu ao povo o Direito à Memória e a Verdade.
Mentira!

Na realidade uma comissão, que sabe a verdade, mas que quer dourar os feitos dos subversivos e terroristas; uma comissão que não quer que o povo saiba o que realmente se passou nas décadas de 60 e 70; uma comissão que não vai apresentar nos relatórios a história desse nosso passado recente; uma comissão que apenas oficializará uma história que está escrita desde que eles perderam a luta armada, uma história onde as vítimas que foram assassinadas pelos “estudantes desarmados”, serão esquecidas... Alguns dirão que nem foram tantas...

Essa gentalha, sob a mentira de combater uma ditadura militar, na verdade, queriam implantar uma ditadura comunista em nosso país.

São 116 cidadãos brasileiros, dois militares estrangeiros que cursavam escolas militares e um marinheiro inglês que visitava o Brasil que foram sacrificados e mortos com crueldade, mas que jamais são lembrados.

O nome de seus algozes, são acobertados pelos tapetes vermelhos do Palácio do Planalto e protegidos por companheiros de organizações terroristas que hoje ocupam cargos chaves no governo brasileiro (os companheiros, ao chegarem ao poder, aparelharam o Estado).

Uma parte da sociedade, já doutrinada, não saberá porque foi necessário que as Forças Armadas pegassem em armas. A outra parte, até quando aceitará que seus filhos continuem a ser doutrinados? Não se sabe! Sabemos apenas, que o Brasil começa a acordar...

Os familiares dessas vítimas esquecidas querem que os “arautos dos direitos humanos” esclareçam à sociedade a verdadeira motivação que levou os subversivo-terroristas a pegarem em armas e as circunstâncias em que seus entes queridos foram assassinados.

Move-nos, verdadeiramente, o desejo de que a sociedade brasileira faça justiça a estas vítimas esquecidas que perderam a vida no confronto do qual os seus verdugos, embora derrotados nos combates, exibem, na prática, os galardões de uma vitória bastarda, urdida por um revanchismo odioso.

A esses heróis esquecidos o reconhecimento da democracia e a garantia da nossa permanente vigilância, para que o sacrifício de suas vidas não tenha sido em vão.





Mário Kozel Filho, o jovem soldado morto pelo grupo terrorista de esquerda Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) no Regime Militar


Na madrugada fria e nublada do dia 26 de junho de 1968, no Quartel General do II Exército - São paulo, o silêncio e a tranquilidade eram visíveis. Oficiais, sargentos e soldados dormiam e descansavam. Nos seus postos, as sentinelas estavam atentas, zelando pela vida de seus companheiros e protegendo as instalações do QG, pois o período era conturbado. As guaritas estavam guarnecidas por jovens soldados que, aos 18 anos, cumpriam com o dever, prestando o serviço militar obrigatório. Todos pertenciam ao efetivo do 4º RI e se apresentaram nos primeiros dias de janeiro. Entre eles, Mario Kozel Filho. Tinham portanto seis meses de instrução e de serviço nas fileiras do Exército.
Às 4h30, a madrugada estava mais fria e com menos visibilidade. Nessa hora, uma sentinela atirou em uma caminhonete, que passava na Avenida Marechal Stênio Albuquerque Lima, nos fundos do QG, e tentava penetrar no quartel. Desgovernada, bateu, ainda na rua, contra um poste. As sentinelas viram quando um homem saltou desse veículo em movimento e fugiu correndo. O soldado Edson Roberto Rufino disparou seis tiros contra o veículo.

Mario Kozel Filho, com seu desejo de ajudar o próximo, pensando que se tratava de um acidente de trânsito, saiu do seu posto com a intenção de socorrer algum provável ferido nessa porra.
Ao se aproximar, uma violenta explosão provocou destruição e morte num raio de 300 metros.
Passados alguns minutos, quando a fumaça e a poeira se dissiparam, foi encontrado o corpo do soldado Kozel totalmente dilacerado.

O coronel Eldes de Souza Guedes, os soldados João Fernandes de Souza, Luiz Roberto Juliano, Edson Roberto Rufino, Henrique Chaicowski e Ricardo Charbeau ficaram muito feridos. Os danos no QG foram muito grandes.

Consumava-se mais um ato terrorista da Vanguarda Popular Revolucionária - VPR.
No atentado foram utilizados três automóveis Volkswagen Fusca e uma camionete. O atentado só não fez mais vítimas porque o carro-bomba não conseguiu penetrar no Quartel-General por ter batido em um poste.

O soldado Mário Kozel Filho morreu no cumprimento do dever .
Em sua homenagem, a avenida que passa em frente ao Comando Militar do Sudeste passou a ter o nome de Avenida Sargento Mário Kozel Filho.
Na Praça Sargento Mário Kozel Filho, gerações e gerações de soldados desfilarão e estarão sempre sendo lembradas do jovem e valente soldado que morreu defendendo aquele Quartel General de um ataque terrorista.

Participaram do atentado os seguintes terroristas:
Dilma Rouseff - VPR
Waldir Carlos Sarapu -VPR
Wilson Egídio Fava - VPR
Onofre Pinto - VPR
Diógenes José de Carvalho Oliveira -VPR
José Araújo Nóbrega -VPR
Osvaldo Antônio dos Santos - VPR
Renata Ferraz Guerra de Andrade VPR -
José Ronaldo Tavares de Lira e Silva - VPR
Eduardo Collen Leite - Resistência Democrática - REDE

Mário Kozel Filho



sábado, 25 de fevereiro de 2017

Livro em PDF - Rompendo o Silêncio - Carlos Alberto Brilhante Ustra


Este livro é dedicado aos jovens do meu País.

 Dedico-o aos jovens porque eles são o futuro, o novo Brasil. Dedico-o aos jovens, porque eles
são puros de espírito e de intenções. E os vejo, muitas vezes, explorados em sua pureza. No negro
período da Guerrilha Revolucionária que sofremos em nosso País, eles foram usados, manipulados em seus sentimentos. Fizeram-lhes a cabeça e puseram-lhes uma arma na mão. E os jogaram numa violência inútil.

 Ofereço este livro aos jovens para que eles possam procurar a verdade. Porque os jovens devem ter
a liberdade de encontrá-la. E vejo que os jovens estão recebendo apenas as chamadas
“meias-verdades” que, no seu reverso, são meias-mentiras. Porque me preocupo quando vejo panfletos tomando ares de história contemporânea, e sendo utilizados como a verdade definitiva. Não é sobre a mentira que se alicerça o futuro de um país.

 Dedico este livro aos jovens porque confio que, na sua sede de justiça, saberão encontrar a verdade,
e na sua fome de liberdade, saberão ser livres, e não permitirão que burlem de novo seus sentimentos,
oferecendo a violência no lugar da paz; a mentira no lugar da verdade; a discórdia no lugar da
solidariedade para construir o país.

 Ofereço este livro aos jovens para que não se deixem enganar por ideologias ultrapassadas, por
soluções que não deram certo em outros países e para que não fertilizem as sementes da violência. Em toda a mentira disfarçada de história contemporânea, ali está uma semente de violência. É por isso que dedico este livro aos jovens, que repudiam a violência e amam a verdade.

- Carlos Alberto Brilhante Ustra


Link do livro em PDF - Rompendo o Silêncio: https://drive.google.com/file/d/0B4JmN3hNgh0QYnBQVkVqZTYwWDg/edit



sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Milagre econômico brasileiro


O período da História do Brasil entre os anos de 1969 e 1973 foi marcado por forte crescimento da economia. Nesta época o Brasil era um Regime Militar, governado pelo General Emílio Garrastazu Médici. O termo “milagre” está relacionado com este rápido e excepcional crescimento econômico pelo qual passou o Brasil neste período. Este crescimento foi alavancado pelo PAEG (Programa de Ação Econômica do Governo) implantado em 1964, durante o governo de Castelo Branco.

Entre os aspectos positivos podemos destacar o crescimento do PIB de entre 7% e 13% ao ano, melhoras significativas na infraestrutura do país, aumento do nível de emprego proporcionado, principalmente, pelos investimentos nos setores de infraestrutura e indústria e o significativo desenvolvimento industrial, alavancado pelos investimentos nos setores de siderurgia, geração de eletricidade e indústria petroquímica. O setor foi puxado, principalmente, pelo crescimento e fortalecimento das empresas estatais.

Entre os aspectos negativos, podemos destacar a inflação elevada de entre 15% e 20% ao ano no período, o aumento da dívida externa (O desenvolvimento econômico foi bancado, principalmente, com empréstimos no exterior), e a desigualdade social.

O crescimento econômico brasileiro começou a diminuir a partir de 1974 com uma crise mundial provocada pelo “choque do petróleo”. O elevado aumento do petróleo no mercado mundial afetou diretamente a economia brasileira. Os combustíveis derivados do petróleo aumentaram muito, elevando ainda mais a inflação.

A balança comercial brasileira ficou com déficit elevado em função da importação de petróleo a preços exorbitantes.

Os investimentos externos e internos diminuíram significativamente, prejudicando o avanço da economia nos níveis anteriores. Entre os anos de 1974 e 1979, o PIB brasileiro passou a crescer na média de 6,5%, diminuindo a geração de empregos e a massa salarial. Este fato fez com que houvesse uma significativa diminuição do consumo interno, prejudicando as empresas nacionais voltadas para o mercado nacional.

Imagem: Esplanada dos Ministérios tomada pelo Exército, Brasília, 1964.


domingo, 28 de agosto de 2016

Quem reclama do Regime Militar?


Essa é para quem reclama do Regime Militar, mas não sabe que sem eles não existiria Banco Central, Embratel, FGTS e BNH.

E essa eletricidade aí da sua casa? Aposto que está vindo de Itaipú, Angra I ou II, Tucurui ou Jupiá.Aposto que algum dia já pegou metrô em São Paulo, mas nunca quis saber quem foi que inaugurou lá em 1974 né? Antes dos escândalos do Petrolão falava que tinha orgulho da Petrobrás né? Pois é, sabe a quem se deve o tamanho que a Petrobrás ganhou? Agradeça ao General Geisel. 

Reclama do PIB do Brasil atualmente, mas não se preocupa em saber que no regime militar chegou a mais ser 9,8% e saltou em 1968 para 14%. Reclama da economia mas não pesquisa que no antes do Regime Militar era 42° e durante o Regime Militar o Brasil chegou a ser a 8° melhor economia do mundo.

Reclamar do Regime Militar brincando de papagaio e repetindo o que ouve da esquerda é fácil.



quinta-feira, 30 de junho de 2016

Todo brasileiro precisa saber - Regime Militar


Creio que todo brasileiro tem o direito de saber o que realmente aconteceu em 1964 –  Fato é que o regime militar que tivemos no Brasil foi menos ruim do que aquilo que poderia ter acontecido se o país tivesse caído nas mãos dos grupos comunistas organizados (pesquise sobre Carlos Lamarca, Marighela etc), que à época preparavam, – estes sim, – um golpe comunista da esquerda. 



Em resumo o que ocorreu, da parte dos militares, foi na verdade um contragolpe, apoiado pela maioria da população brasileira (pesquise sobre a MARCHA DA FAMÍLIA COM DEUS). Trata-se de uma realidade muito simples, que nossos pais ou avós conhecem bem, mas que tem sido cuidadosamente OCULTA  e MASCARA pelos jornalistas de esquerda e, especialmente, pelos nossos professores alienados a doutrinação marxistas, que são em sua esmagadora maioria simpáticos aos ideais socialistas.


Sim, o que realmente aconteceu em 1964 foi uma reação contra um golpe iminente dos comunistas/socialistas que queriam implantar a “ditadura do proletariado”. Não é por acaso que a educação brasileira hoje “quase toda” esta alienada ao marxismo e com isso tem influenciado a maneira de pensar de nossos jovens, principalmente aqueles “cabeça mais fracas” e nem é necessário falar que nosso pais é um dos piores em educação por esse e outros motivos. Os líderes da nação hoje sabem que se o povo souber da verdade, eles nunca mais ganham uma eleição democraticamente, por isso ocultam essas informações de vocês. Eles não lutavam pela democracia, mas faziam do terrorismo uma arma para lutar contra a democracia e pelo comunismo.

Por que eles não dizem que os tais generais que eles adoram criticar e ridicularizar morreram pobres por serem honestos? Por que eles não dizem que naquela época o pais era mais seguro que hoje? (pode perguntar para seu pai ou avô) Por que só os vagabundos e terroristas eram perseguidos? Pergunte para quem viveu na época se chegou ao menos ser perseguido! Na verdade, os que eram perseguidos estavam roubando bancos, praticando atos de terrorismo, como por ex. a presidente Dilma Rousseff, que praticava assaltos a mão armada e atos terroristas que chegaram a ceifar a vida de soldados inocentes! - Pesquise sobre, eu o indico o livro A VERDADE SUFOCADA!


Sim... Não é coincidência que a infame "Comissão da Verdade" tenha este nome altamente romântico e justiceiro.  Não é coincidência que esta mesma comissão não admita historiadores ou opositores das ideias comunistas. Não é coincidência que nosso atual governo esteja sistematicamente, aos poucos, enfraquecendo e sufocando as forças armadas. Não é coincidência que terroristas do passado estejam no poder e na política hoje em dia. Não foi coincidência a população ter pedido por uma intervenção militar nos anos 1960.


Tudo é parte de um planejamento: para quem estuda o assunto, toda a questão é clara como água, mas para aqueles que não se preocupam em conhecer a realidade mais a fundo (infelizmente a maioria esmagadora dos brasileiros) esses fatos podem parecer surpreendentes ou até inacreditáveis. Enfim, nossa busca deve ser sempre pela verdade, seja ela boa ou ruim, favorável ou não à nossa opinião. A busca pela verdade não se ocupa de agradar ninguém, apenas em conhecer o que muitos não querem que seja conhecido.


A guerrilha comunista no Brasil começou no ano de 1961 e foi acobertada por João Goulart, que, em crime de alta traição, procurava deixar nosso país à mercê do comunismo. O próprio Fernando Gabeira, que lutou ao lado dos grupos terroristas de esquerda na época, reconheceu a simples verdade que não nos ensinam na escola: admitiu que o objetivo da luta armada esquerdista não era lutar contra os militares pela democracia, mas sim lutar contra eles para instaurar um regime semelhante ao de Cuba no Brasil.

Abaixo deixo alguns links para sua pesquisa:

1. "O Contragolpe 1964 - A Verdade Sufocada" (Documentário, Gobar Filmes), assista em:

2. "Reparação" (Documentário, Terra Nova Filmes), assista em:
http://youtube.com/watch?v=1OLG9NtXSAY

3. Gal. Leônidas Pires Gonçalves fala sobre o regime militar (Entrevista concedida ao canal Globo News), assista em:
https://youtube.com/watch?v=ZhPTwO6CXps

4. "Guerrilha Comunista no Brasil" (artigo de Félix Meier), leia em:

5. "O Apoio de Cuba à Luta Armada no Brasil: o treinamento guerrilheiro" (artigo de Denise Rollemberg), leia em:
http://historia.uff.br/artigos/rollemberg_apoio.pdf

6. Olavo de Carvalho e a declaração de Dilma Roussef sobre a ditadura (vídeo), assista em:
https://youtube.com/watch?v=_FvLc9Zzkh0

7. "A Guerrilha Já Existia Antes de 64" (audio de Olavo de Carvalho), ouça em:

8. "Nós Queríamos Implantar o Comunismo no Brasil - A Ditadura do Proletariado" (entrevista com Fernando Gabeira), assista em:
https://youtube.com/watch?v=8VtXhnxWHC0

9. "Brasileiros Sofrem Lavagem Cerebral Há Mais de 40 Anos" (apresentação do canal "Conspirações Comprovadas"), assista em:
https://youtube.com/watch?v=PyDmPFyytBE

10. "A Farsa da 'Imprensa Alternativa' Durante o Regime Militar" (trecho do programa semanal 'True Outspeak', com Olavo de Carvalho), assista em:
http://youtube.com/watch?v=m7rcyo_Ks3E


12. "Derrubando a História Oficial de 1964" (artigo de Olavo de Carvalho), leia em:
http://midiasemmascara.org/arquivos/10973-derrubando-a-historia-oficial-de-1964.html

13. "Resumo do que penso sobre 1964" (artigo de Olavo de Carvalho), leia em:
http://olavodecarvalho.org/textos/resumo_1964.htm

14. "Direito à Verdade - O passado Oculto de Dilma" (minidocumentário do canal 'Direito à Verdade'), assista em:
https://youtube.com/watch?v=xWnTEM5grH0


16. Arquivos Abertos da Ditadura (artigo-trecho do livro 'Projeto Orvil'), leia em:
http://averdadesufocada.com/index.php?option=com_content&task=view&id=737&Itemid=78

17. Artigos diversos no website - "A Verdade Sufocada", leia em:
http://averdadesufocada.com/

18. O ex-ministro do Exército Leônidas Pires Gonçalves presta um longo depoimento ao programa "Memória Política", assista em:
https://youtube.com/watch?v=tA55FbOY0hU

19. "Monopólio e Choradeira" (artigo de Olavo de Carvalho), leia em:
http://midiasemmascara.org/artigos/desinformacao/14484-monopolio-e-choradeira.html

20. "A Falsidade da Comissão da 'Verdade' e os erros do regime militar" (trecho do programa semanal 'True Outspeak', com Olavo de Carvalho), assista em:
http://youtube.com/watch?v=7jlT7F-vWto

21. Entrevista sobre o Livro: "A Verdade Sufocada - A história que a esquerda não quer que você saiba" (depoimento do Cel. Carlos Alberto Brilhante Ustra em vídeo), assista em:
http://youtube.com/watch?v=FvQnh_wH0qI (parte 1)

22. "Relembrando 1964" (artigo de Luis Afonso Assumpção), leia em:
http://midiasemmascara.org/artigos/desinformacao/10971-relembrando-1964.html

23. "O grande Erro dos Militares" (trecho do programa semanal 'True Outspeak', com Olavo de Carvalho), assista em:
http://youtube.com/watch?v=pfRb3GGKlbE

24. "A Exumação de Jango: em vez de pensar em 2064, país se volta para 1964. Vamos aplaudir um século de atraso!" (artigo de Reinaldo Azevedo), leia em:
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/tag/1964/

25. "Revolução e Marxismo Cultural" (série antológica de palestras do Pe. Paulo Ricardo de Azevedo Jr.), assista em:
http://padrepauloricardo.org/cursos/revolucao-e-marxismo-cultural


Por Mozarth Magro



quarta-feira, 29 de junho de 2016

Conquistas do Regime Militar



Depois que ouvi o nobre deputado Sr. Jair Messias Bolsonaro falando sobre as mentiras e verdade ditas sobre o Regime Militar, realizei uma pesquisa sobre esse tema. E com essa, encontrei em blogs, sites, etc,  avanços e conquistas que ocorreram durante o Regime Militar e quero agora compartilhar a todos os amigos que nos acompanham no Blog – Conservadorismo do Brasil, como uma forma de conhecermos mais sobre o tema.

Abaixo estão algumas conquistas que aconteceram no Regime Militar.

- Criação de 13 milhões de empregos;
 - A Petrobrás aumentou a produção de 75 mil para 750 mil 

       
barris/dia de petróleo;
- Estruturação das grandes construtoras nacionais;
- Crescimento do PIB de 14%;
- Construção de 4 portos e recuperação de outros 20;
- Criação da Eletrobrás;
- Implantação do Programa Nuclear;
- Criação da Nuclebrás e subsidiárias;
- Criação da Embratel e Telebrás (antes, não havia 'orelhões' nas ruas nem se falava por telefone entre os Estados);
- Construção das Usinas Angra I e Angra II;
- Desenvolvimento das Industrias Aeronáutica e Naval (em 1971 o Brasil foi o 2º maior construtor de navios do mundo);
- Implantação do Pró-álcool em 1976 (em 1982, 95% dos carros no país rodavam a álcool);
- Construção das maiores hidrelétricas do MUNDO: Tucuruí, Ilha Solteira, Jupiá e Itaipú;
- Brutal incremento das exportações, que cresceram de 1,5 bilhões de dólares para 37 bilhões; o país ficou menos   dependente do café, cujo valor das exportações passou de mais de 60% para menos de 20% do total;
- Rede de rodovias asfaltadas, que passou de 3 mil para 45 mil km;
- Redução da inflação galopante com a criação da Correção Monetária, sem controle de preços e sem massacre do funcionalismo público;
- Fomento e financiamento de pesquisa: CNPq, FINEP e CAPES;


- Aumento dos cursos de mestrado e doutorado;
- INPS, IAPAS, DATAPREV, LBA, FUNABEM;
- Criação do FUNRURAL - a previdência para os cidadãos do campo;
- Programa de merenda escolar e alimentação do trabalhador;
- Criação do FGTS, PIS, PASEP; (**)
- Criação da EMBRAPA (70 milhões de toneladas de grãos); (**)
- Duplicação da rodovia Rio-Juiz de Fora;
- Criação da EBTU;
- Implementação do Metrô em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Fortaleza;
- Criação da INFRAERO, proporcionando a criação e modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);
- Implementação dos Pólos Petroquímicos em São Paulo (Cubatão) e na Bahia (Camaçari);
- Investimentos na prospecção de petróleo no fundo do mar que redundaram na descoberta da bacia de Campos em 1976;
- Construção do Porto de Itaquí e do terminal de minério da Ponta da Madeira, na Ilha de S. Luís, no Maranhão;
- Construção dos maiores estádios, ginásios, conjuntos aquáticos e complexos desportivos em diversas cidades e universidades do país; 
- Promulgação do 'Estatuto da Terra', com o início da Reforma Agrária pacífica;
- Polícia Federal;
- Código Tributário Nacional;
- Código de Mineração;
- Implantação e desenvolvimento da Zona Franca de Manaus;
- IBDF - Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal;
- Conselho Nacional de Poluição Ambiental;
- Reforma do TCU;
- Estatuto do Magistério Superior;
- INDA - Instituto de Desenvolvimento Agrário;
- Criação do Banco Central (DEZ 64);
- SFH - Sistema Financeiro de Habitação;
- BNH - Banco Nacional de Habitação; (***)

- Construção de 4 milhões de moradias;
- Regulamentação do 13º salário;
- Banco da Amazônia;
- SUDAM;
- Reforma Administrativa, Agrária, Bancária, Eleitoral, Habitacional, Política e Universitária;
- Ferrovia da soja;
- Rede Ferroviária ampliada de 3 mil e remodelada para 11 mil Km;






Por Mozarth Magro



sexta-feira, 27 de maio de 2016

Intervenção Militar para impedir o Comunismo, o Regime Militar (1964)


Para recordar, de forma resumida, a situação do Brasil em 1964 era a seguinte: No dia 25 de agosto de 1961, o Brasil foi surpreendido pela carta de renúncia do então Presidente Jânio da Silva Quadros.
O Vice-Presidente da República, João Goulart (Jango), deveria substituir imediatamente Jânio Quadros, mas só não o fez porque estava em uma visita diplomática na República Popular da China, uma violenta ditadura comunista liderada por Mao Tse-Tung.

Grupos armados tentavam implantar no Brasil uma ditadura socialista similar à praticada em Cuba, conhecida por “ditadura do proletariado”, onde haviam sido treinados.

Na Presidência da República, João Goulart, no dia 13 de março de 1964, fez um comício em frente à Estação Central do Brasil, no Rio de Janeiro, perante 300.000 pessoas e decretou a nacionalização das refinarias privadas de petróleo, a desapropriação de propriedades privadas às margens de ferrovias, segundo ele para a reforma agrária, e outras medidas tidas pelo povo brasileiro como “comunistas”, desencadeando então uma grave crise política e social no país.

Diversas greves e atentados eram praticados por todo o Brasil, especialmente pelos grupos armados comunistas brasileiros como o MR8 (Movimento Revolucionário 8 de Outubro), ao qual pertencia a atual Presidente da República Dilma Rousseff e seu ministro Franklin Martins. O MR8 praticou diversos crimes, sendo os mais famosos o roubo do cofre do então Governador de São Paulo Adhemar de Barros e o sequestro do embaixador americano Charles Elbrick.

Com o total apoio das mais diversas organizações da sociedade civil brasileira e da Igreja Católica, as Forças Armadas assumiram o poder político do Brasil no dia 01 de abril de 1964.



segunda-feira, 23 de maio de 2016

Regime Militar só era ruim para vagabundos


Os que berram e urram que o Regime Militar foi extremamente violento e sangrento para a população.

Não conheço nenhuma pessoa que acordava as 6 da manhã pra trabalhar que sofreu algum tipo de repressão, tortura; já pessoas que ficavam se drogando pela rua, saiam pelas ruas badernando, essas pessoas sim sofriam repressão; essas pessoas como Dilma Rousseff, e entre outros vagabundos.

Esses que ficam aí berrando loucamente contra o Regime Militar e defendendo esquerdice, querem é acordar meio dia, fumar maconha; o tipo de liberdade que eles querem, é o mesmo que bandido quer. Liberdade que gente decente quer é de poder sair na rua, trabalhar, sem se preocupar se vai ser assaltado, morto, se alguém vai invadir sua casa.

Pessoas de bem não sofreram no regime. Conversem com pessoas trabalhadoras que viveram naquele período, ao invés de serem alienados por TV, livros de história do MEC, pessoas que gostam de uma bagunça.

Por: Everthon Garcia




terça-feira, 10 de maio de 2016

Vamos abrir um pouquinho a caixa preta do Regime Militar?


Afinal, quem eram os pobres estudantes que foram torturados e assassinados? Quem eram os jornalistas, os empresários, os comerciantes os artistas, os intelectuais de porta de boteco, quem afinal eram os militantes de esquerda Bossa Nova.

Vou ser o mais breve possível, e escrever em "linguagem popular" para que o servente, o oficeboy e também os "Mestres" das universidades Federais, e toda a classe pseudo-intelectual que se lambuza no pús da hipocrisia compreendam de um vez.

Entre o final dos anos 60 e meados dos anos 70 era muito difícil os universitários conseguirem com o amigo do amigo do amigo do amigo do papagaio um exemplar de um pequeno livrete: Mini Manual do Guerrilheiro Urbano. Portar esse fino livro trazia 3 complicações... 1 - Problemas Sérios com o Governo Militar, 2 - Ser respeitado e temido entre os colegas, 3 - Ter a sensação que todo o jovem tem de estar cometendo algo ilícito! Porém excitante e até divertido!

Os estudantes eram um alvo fácil para os guerrilheiros da esquerda, serviam como perfeita distração, mão de obra barata, seguidores fiéis, e militantes fervorosos. Os Guerrilheiros forneciam material de forma proposital com o intuito de seduzir garotos e garotas de 13, 14, 20, 25 anos... Ir numa universidade era como ir em um HortiFruti, era só encher o carrinho com tudo fresquinho, bastava, um jovem ou uma jovem bem bonita, um violão e um manual de guerrilha no bolso e 20,30,60 universitários os seguiam como Deuses vivos! Heróis da liberdade! Uma roda de violão, os grandes feitos de Fidel e Che Guevara e os olhos dos jovens brilhavam! Muitos Furtaram os próprios pais em prol causa libertadora! O estudante estava para o guerrilheiro, assim como a prostituta para o cafetão.

Os Marmanjos...
Também eram seduzidos pela "revolução" muitos jornalistas! Sim, muitos eram amantes e até casados com guerrilheiros, eram apaixonados pelo mito e cultura de boteco esquerdista, por outro lado os guerrilheiros percebendo essa inocência, usavam suas casas para guardar armas e materiais de propaganda subversiva. Afinal onde um terrorista iria imprimir sua propaganda senão dentro dos próprios jornais? Muitos Jornalistas tiveram uma participação muito importante para a esquerda revolucionária, eles eram o meio de comunicação entre os terroristas e a população jovem com pouca informação. A Desinformação soviética fluía livremente pelos jornais de todo o país nas "entrelinhas" e questionando o Governo Militar, sem ninguém perceber.

A propaganda comunista era uma arma não convencional que funcionou muito bem.
Muitos artistas eram fascinados pelo Ideal Revolucionário, queimavam maconha pelas madrugadas afora na Pedra Bonita/RJ e durante as "viagens" se sentiam em Cuba... não tinham um pingo de coragem de lutar em sua maioria, mas eram amantes fiéis dos ideais de seus ídolos guerrilheiros. Os guerrilheiros por sua vez os abasteciam com tanta maconha o quanto pudessem fumar em troca de favores, desde a guarda de objetos em suas casas, mensagens indiretas em suas músicas e shows, e até mesmo como mulas (transporte de material subversivo e armas).

Era muito comum entre os guerrilheiros uma guerrilheira "bem gostosa" para facilitar o ingresso da luta armada nos mais variados meios da sociedade. E vice versa... José Dirceu por exemplo era muito boa pinta, e seduziu muitas jornalistas, abocanhou muitas artistas, estudantes... Afinal nós estamos aqui para falar a verdade não é mesmo?

Durante essa aproximação, muitos universitários, pouco a pouco acabaram dentro das células terroristas, Fernando Gabeira por exemplo! Leiam o Livro (O QUE É ISSO COMPANHEIRO).
E dessa pouca experiência e transição entre o imaginário revolucionário e a LUTA ARMADA REAL, muitos estudantes se machucaram, morreram em combate com militares, e até mesmo condenados a morte pelos próprios guerrilheiros por deserção.

E os guerrilheiros? Eram pacatos estudantes? De forma alguma! Eram pessoas treinadas em CUBA, pessoas treinadas na antiga União Soviética e Países do Leste Europeu, que voltaram ao Brasil com um simples propósito, derrubar o Governo Civil e logo depois o Militar custe o que custar, dispostos a tudo e qualquer forma de guerra convencional e não convencional.

Quem pensa que a luta da esquerda começou após 1964, infelizmente não sabe NADA de história, ou é um hipócrita, ou ignorante. O comunismo visa o Brasil desde meados dos anos 20! Jango daria um golpe de esquerda se não fosse os militares brasileiros que interviram! Hoje, com a internet, por mais que documentos e livros da época fossem escondidos, TODOS vieram a tona, e basta uma pesquisa de poucos minutos e ele aparece em formato PDF no seu Tablet, Celular ou computador.

Entendido isso, trago para você uma pequena parte do treinamento que os guerrilheiros e terroristas de esquerda recebiam para combater o Governo Militar.
Pois era isso, esse tipo de escória humana que o Coronel Brilhante Ustra, enfrentava dia após dia... gente disposta a explodir um Supermercado cheio de donas de casa e crianças se preciso fosse para "chamar a atenção a causa".

Alguns civis inocentes foram mortos pela esquerda (dano colateral), mas para eles pouco importava.
Leia e tire sua própria conclusão, imagine que você é um capitão do exército ou um policial civil ou militar naquele tempo, o que você faria?
Jogaria rosas neles? Confete? Chuva de pétalas?
Eu sacaria uma arma "se tivesse" uma, com a mais absoluta certeza.
E você? O que faria?

Por: Everthon Garcia



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