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quinta-feira, 6 de abril de 2017

O Nazismo não é de Direita, mas sim de Esquerda


A maioria das pessoas acredita que o Nazismo foi fruto da Extrema-Direita fascista, graças a um discurso bem orquestrado e repetitivo da nossa mídia esquerdista.

O Nazismo jamais poderia ser considerado de Direita,pois para isso precisaria ser a favor do Liberalismo Econômico, do Capitalismo e do Estado Reduzido, e isso nunca aconteceu.

Em 01°/MAI/1927 Hitler discursou:
"Nós somos socialistas, somos inimigos do sistema econômico capitalista...". Ora, todo socialista é, por definição, de Esquerda.

Para que não restem dúvidas sobre a clara orientação de Esquerda do Nazismo, basta analisar o Programa de 25 Pontos do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães, proclamado pelo próprio Hitler em 24/FEV/1920. É incrível a semelhança com o conteúdo programático de diversos Partidos Brasileiros,tais como PT,PSOL,PSB,PCdoB.
- Ponto 13: nós exigimos a nacionalização de todas as indústrias associadas - NACIONALIZAÇÃO É E SEMPRE FOI BANDEIRA DA ESQUERDA
- Ponto 14: nós exigimos uma divisão nos lucros das indústrias pesadas - DIVISÃO COMPULSÓRIA DE LUCROS É COISA DA ESQUERDA

Os mais de vinte milhões de mortos assassinados pelo regime Nazista somam-se a outros milhões de inocentes assassinados em nome da revolução comunista.


Fonte: adaptação do Livro "Mentiram para mim", de Flavio Quintela.

Vídeo mostra que o Nazismo não é um Regime de Direita





quarta-feira, 29 de março de 2017

Documentário - A Megalomania de Hitler


Sinopse: A megalomania de Hitler não tinha limites. Desde o começo da guerra, suas estratégias planejavam atacar os Estados Unidos. No mais audacioso dos planos, bombardeiros alemães desabariam sobre os arranha-céus de Manhattan como bombas. Hitler compreendia o enorme poder simbólico dos arranha-céus de Manhattan. Ele estava convencido de que estas missões suicidas teriam um impacto psicológico devastador nos Estados Unidos e, com este plano, o regime nacional-socialista esperava mudar o curso da guerra. Através de relatos de testemunhas contemporâneas, material de arquivo e os planos originais de construção, mostraremos como esta destrutiva fantasia e seu monstruoso produto, o America Bomber transformaram-se em um desejo coletivo e indiscriminado de destruição.

A Megalomania de Hitler (Dublado) Documentário Completo National Geographic.

Adolf Hitler

Documentário - A Megalomania de Hitler




quinta-feira, 16 de março de 2017

Nazismo e Comunismo: Ambos sistemas políticos autoritários e genocidas


Acho engraçado isso. Quando nós falamos das grandes catástrofes sociais que foram a marca do século XX, nós imediatamente pensamos na experiência do nazismo, uma vergonha tal que ninguém ousa contestar. Porém, quando se fala de Stalin, Mao Tse Tung ou Pol Pot, sempre um esquerdista se levanta indignado, defendendo as boas intenções de seus regimes. Como podemos viver assim com dois pesos e duas medidas? Acaso Hitler também não dizia ter as melhores intenções? A verdade é que o discurso sobre o nazismo, que está legitimamente baseado na indignação natural do homem contra o horror da violência autoritária, tornou-se, muitas vezes, uma fala política em favor de uma determinada agenda que precisa, ao mesmo tempo, promover a identificação do nazismo com uma determinada ala política atual; mas ao mesmo tempo,escondem os crimes do "socialismo real."





domingo, 28 de agosto de 2016

O piloto alemão Hans-Joachim Marseille, o "Estrela da África"


24 de Agosto de 1940,

Neste dia o piloto alemão Hans-Joachim Marseille, que mais tarde seria conhecido como o "Estrela da África", alcançava a sua primeira vitória aérea.

Marseille, pilotando um Messerschmitt Bf 109, envolveu-se num combate de 4 minutos sobre o Canal da Mancha contra um Hurricane britânico, perto da costa de Kent.

Num movimento rápido Marseille fez subir o seu Bf 109, iniciando logo em seguida uma rápida e acentuada descida, momento no qual disparou as suas armas, atingido o motor do Hurricane e provocando a sua queda no mar.

Ao retornar à base Marseille recebeu uma dura reprimenda do seu comandante, já que a sua vitória foi alcançada após abandonar o seu ala. Ao violar uma das regras mais básicas da aviação de caça, Marseille ficou muito mal visto pelos seus companheiros.

Mais tarde neste mesmo dia Marseille escreveria no seu diário:
"Não me sinto feliz por essa vitória. Em breve uma mãe receberá a notícia da morte do seu filho e isso não me pode deixar contente."

Marseille acabaria por alcançar 158 vitórias combatendo exclusivamente pilotos britânicos sobre o Canal da Mancha ou na África do Norte, sendo por isso o piloto com o maior número de vitórias combatendo exclusivamente na Frente Ocidental, já que na Frente Oriental era frequente encontrarem-se pilotos com mais do que 100 ou 200 vitórias, com o recordista Erich Hartmann tendo alcançado 352 vitórias aéreas, 345 das quais contra pilotos soviéticos, na sua maioria inexperientes e mal equipados.

Marseille morreria num acidente aéreo na África do Norte no dia 30 de Setembro de 1942, aos 22 anos, ao comando de um Bf 109.

Hans-Joachim Marseille.

Hans-Joachim Marseille.

Hans-Joachim Marseille.

Fonte. Hoje na Segunda Guerra Mundial - Link: https://www.facebook.com/hojenasegundaguerramundial/ 


A morte de Hanna Reitsch, a mais famosa aviadora alemã da história


24 de Agosto de 1979.

Neste dia morria em Frankfurt, aos 67 anos, Hanna Reitsch, a mais famosa aviadora alemã da história.

Hanna interessou-se pela aviação muito cedo, dedicando-se aos planadores quando tinha apenas 20 anos.

Abandonou o curso de medicina em Kiel para dedicar-se integralmente à aviação, aceitando um emprego de instrutora de planadores.

Em 1935 tornou-se piloto de testes, tendo se destacado no teste e no aperfeiçoamento do famoso bombardeiro alemão de mergulho Junkers Ju 87 Stuka.

Durante a guerra continuou a sua rotina de piloto de testes, tendo sido uma das primeiras pessoas a voar no Messerschmitt Me 163 Komet, o primeiro caça movido a foguetes da história, com o qual sofreria um grave acidente em 1942 que a obrigaria a permanecer 5 meses em recuperação.

Em Fevereiro de 1944 apresentou pessoalmente à Adolf Hitler uma idéia para a criação de uma unidade especial na Luftwaffe de pilotos suicidas, mas a idéia não agradou a Hitler.

Em Outubro de 1944 chegou às suas mãos um panfleto lançado por bombardeiros britânicos que denunciavam a execução de milhões de judeus, ciganos, comunistas e prisioneiros de guerra em câmaras de gás nos campos de concentração e extermínio alemães.

Hanna, que tinha livre acesso a Heinrich Himmler, confrontou-o com o panfleto. Himmler limitou-se a perguntar se ela acreditava naquilo e a sua resposta foi:
"Claro que não, mas você precisa fazer algo para acabar com essas mentiras."
Era, portanto, uma nazista fervorosa, algo que sempre fez questão de frisar mesmo depois do fim da guerra em estrevistas a revistas e programas de televisão.

No dia 26 de Abril de 1945, com a capital alemã completamente cercada pelo Exército Vermelho, conseguiu a proeza de pousar em Berlim à bordo de um pequeno avião de observação Fieseler Fi 156 Storch. Esteve com Hitler nos dois dias seguintes, alcançando no dia 28 de Abril uma nova proeza ao decolar e fugir da cidade à bordo desse mesmo aparelho.

Após a guerra continuou a dedicar-se à carreira da aviação, estabelecendo vários recordes ao comando de planadores.

Foi convidada por diversos líderes mundiais, inclusive pelo Presidente John F. Kennedy em 1961.
Morreu neste dia, 24 de Agosto de 1979, aos 67 anos, de ataque cardíaco.
Numa entrevista dada em 1970 disse que:
"(...) Eu ainda acredito no nacional socialismo e ainda uso a Cruz de Ferro que me foi dada por Hitler. (...)"
Essa sua submissão à um regime tirano e désposta perseguiu-a e acabaria por manchar a sua memória após a sua morte.

Hanna Reitsch recebendo a Cruz de Ferro de 2ª Classe das mãos de Adolf Hitler em Março de 1941

Hanna Reitsch logo após receber a sua Cruz de Ferro de 2ª Classe das mãos de Adolf Hitler em Março de 1941.

Fonte. Hoje na Segunda Guerra Mundial - Link: https://www.facebook.com/hojenasegundaguerramundial/



sábado, 27 de agosto de 2016

O Tenente General Friedrich-Wilhelm Müller, conhecido como o "Carniceiro de Creta"


22 de Agosto de 1944.

Neste dia o Tenente General Friedrich-Wilhelm Müller, conhecido como o "Carniceiro de Creta", ordenava o início daquilo que viria a ser conhecido como o "Holocausto de Kedros".
O objetivo dessa ação era intimidar a população local e desestimular ações de guerrilheiros diante do iminente recuo das forças alemãs para Chania.

Nesta ação as ordens emitidas por Müller eram claras:
. Pilhar e queimar todas as aldeias na região de Kedros e executar qualquer civil que aparentasse ter relações com os movimentos guerrilheiros locais.
Nos dias seguintes seriam destruídas as seguintes aldeias: Gerakari, Gourgouthi, Kardaki, Vryses, Smiles, Drygies, Ano Meros, e Chordaki.
No total seriam executados 164 civis, 25 dos quais crianças com menos de 12 anos.

O massacre foi executado pelo 16º Regimento da 22ª Divisão de Infantaria Luftlande.

Nesta fotografia vemos o Tenente General Friedrich-Wilhelm Müller, responsável pelo massacre.

Fonte. Hoje na Segunda Guerra Mundial - Link: https://www.facebook.com/hojenasegundaguerramundial/



A rendição da Alemanha Nazista


7 de maio de 1945.

Há 71 anos, o general Alfred Jodl - representando o Alto Comando Alemão e com a autorização do Almirante Karl Dönitz, sucessor de Hitler - assinou os termos da rendição incondicional alemã perante as tropas aliadas. De início, o objetivo do general Jodl era restringir os termos da rendição alemã apenas às forças que ainda lutavam contra os aliados ocidentais, mas o general Eisenhower exigiu a rendição completa de todas as forças alemãs. Caso a exigência não fosse aceita, Eisenhower fecharia toda a frente ocidental, deixando os alemães à mercê do Exército Vermelho.

Após alcançar sua extensão máxima em 1942, o Terceiro Reich começou a declinar e a sofrer grandes baixas. Após uma série de fracassos, motivados principalmente por delírios do ditador nazista e por suas interferências no exército alemão, o tão sonhado Reich nazista se via, em 1945, restrito à apenas uma fração do território originalmente alemão. Delirante com uma vitória impossível, Hitler, desobedecendo aos conselhos de todos os seus generais, optou por se manter em Berlim até o último minuto, provavelmente devido à sua política de "nunca recuar".

Enclausurado em seu bunker e sendo alvo constante da artilharia soviética, Hitler cometeu suicídio no dia 30 de abril, deixando Joseph Goebbels como Chanceler e o Almirante Karl Dönitz como presidente. Goebbels se suicidou junto de sua família no dia seguinte. Após uma semana de luta por uma causa perdida, Jodl assinou, com o consentimento de Dönitz, o primeiro ato da capitulação alemã. Um dia depois, no dia 8 de maio, uma cerimônia foi realizada - exigência de Stalin - e uma nova ata foi assinada, garantindo a liquidação do Partido Nazista, o desarmamento alemão e a libertação dos prisioneiros de guerra.

Há exatos 71 anos, o general Alfred Jodl - representando o Alto Comando Alemão e com a autorização do Almirante Karl Dönitz, sucessor de Hitler - assinou os termos da rendição incondicional alemã perante as tropas aliadas. De início, o objetivo do general Jodl era restringir os termos da rendição alemã apenas às forças que ainda lutavam contra os aliados ocidentais, mas o general Eisenhower exigiu a rendição completa de todas as forças alemãs. Caso a exigência não fosse aceita, Eisenhower fecharia toda a frente ocidental, deixando os alemães à mercê do Exército Vermelho.

Após alcançar sua extensão máxima em 1942, o Terceiro Reich começou a declinar e a sofrer grandes baixas. Após uma série de fracassos, motivados principalmente por delírios do ditador nazista e por suas interferências no exército alemão, o tão sonhado Reich nazista se via, em 1945, restrito à apenas uma fração do território originalmente alemão. Delirante com uma vitória impossível, Hitler, desobedecendo aos conselhos de todos os seus generais, optou por se manter em Berlim até o último minuto, provavelmente devido à sua política de "nunca recuar".

Enclausurado em seu bunker e sendo alvo constante da artilharia soviética, Hitler cometeu suicídio no dia 30 de abril, deixando Joseph Goebbels como Chanceler e o Almirante Karl Dönitz como presidente. Goebbels se suicidou junto de sua família no dia seguinte. Após uma semana de luta por uma causa perdida, Jodl assinou, com o consentimento de Dönitz, o primeiro ato da capitulação alemã. Um dia depois, no dia 8 de maio, uma cerimônia foi realizada - exigência de Stalin - e uma nova ata foi assinada, garantindo a liquidação do Partido Nazista, o desarmamento alemão e a libertação dos prisioneiros de guerra.

7 de maio de 1945. Há 71 anos, o general Alfred Jodl - representando o Alto Comando Alemão e com a autorização do Almirante Karl Dönitz, sucessor de Hitler - assinou os termos da rendição incondicional alemã perante as tropas aliadas.



quarta-feira, 10 de agosto de 2016

O juramento dos soldados alemães para o ditador Adolf Hitler


8 de Agosto de 1934.

Neste dia, num ato bastante controverso e criticado por muitos comandantes militares alemães, o ditador Adolf Hitler exigia que o juramento dos militares da Wehrmacht deixasse de ser feito ao país e que passasse a ser feito diretamente à ele.

A versão anterior do juramento especificava que a lealdade do soldado era devida à Alemanha e à construição do país, mas o texto da nova versão dizia que:
"Eu faço diante de Deus esse sagrado juramento ao Líder do império Alemão e do povo, Adolf Hitler, comandante supremo das forças armadas, ao qual renderei obediência incondicional e que, como um bravo soldado, estarei preparado para dar a minha vida por esse juramento."

A Alemanha passava assim a ser um dos únicos países do mundo onde o juramento dos militares era feito diretamente ao líder e não ao país.

Ao fazer esse juramento os soldados alemães deixavam de lado os interesses do país e passavam a lutar pura e simplesmente pelos interesses pessoais de Adolf Hitler.



Fonte. Hoje na Segunda Guerra Mundial - Link: https://www.facebook.com/hojenasegundaguerramundial/?fref=ts 


sábado, 30 de julho de 2016

O Príncipe Nazista


Josias Georg Wilhelm Adolf
Herdeiro do Principado de Waldeck e Pyrmont de 1896 até 1946; Príncipe de Waldeck e Pyrmont e Chefe da Família Principesca de 1946 até sua morte em 1967

Sua Alteza Sereníssima Josias, o Príncipe de Waldeck e Pyrmont

A Vida do Príncipe Josias é de grande importância no Terceiro Reich. Ele se juntou ao Partido Nazista e acabou se tornando um General na Waffen-Schutzstaffel.

Ele era supervisor do Campo de Concentração de Buchenwald, mas não foi o comandante dele. Nesta função, ele resolveu algumas das injustiças que Karl-Otto Koch, comandante de Buchenwald havia cometido. Tal como a execução de Dr. Krämer e Karl Peixof que foram condenados à morte simplesmente por esconder que Koch estava sofrendo de sífilis; e o assassinato de um prisioneiro pela tentativa de fuga apenas descoberta que Koch ordenou-lhe para obter água de um poço fora do acampamento, e também estava envolvido no tratamento da sífilis.

Uma investigação completa foi lançada pelo Príncipe Josias e acusou-se Koch de assassinato e desvio de bens roubados de prisioneiros. Koch e alguns outros oficiais do acampamento foram considerados culpados e foram executados.

Apesar de não ser o comandante do campo de concentração de Buchenwald, o Príncipe Josias foi considerado culpado dos crimes no campo de concentração por um tribunal americano em Dachau. Ele foi condenado à prisão perpétua, mas adoeceu e foi liberado depois de cumprir apenas três anos de sua sentença. Ele recebeu anistia do Ministro Presidente da Hesse, que reduziu a multa drasticamente.

Antes de ser um Waffen-SS Geral, foi nomeado ajudante de Sepp Dietrich, e mais tarde tornou-se ajudante e chefe do pessoal de Heinrich Himmler. Ele também atuou como membro do Reichstag para Düsseldorf-Oeste neste momento ele era tenente-general da SS. Hitler, pessoalmente, fez dele um membro da Ordnungspolizei e nomeou-o Alto Comissariado da Polícia na França ocupada pelos alemães.

Príncipe Nazista Josias Georg Wilhelm Adolf






terça-feira, 14 de junho de 2016

Lippisch P.13a, o avião movido a carvão


O Lippisch P.13a foi um protótipo de avião experimental desenvolvido pela Alemanha Nazista no final da Segunda Guerra Mundial. Era um avião peculiar, sendo uma asa voadora com a cabine acoplada ao estabilizador vertical. A maior de suas peculiaridades, todavia, não era o design, mas sim seu motor movido a carvão. Como a Alemanha estava com uma extrema carência de combustíveis como gasolina, diesel e querosene de aviação no final da Segunda Guerra, o excêntrico projetista Dr. Alexander Lippisch elaborou um avião movido a carvão.

Esse avião seria um pequeno caça interceptador independente dos combustíveis tradicionais. Todavia, seu motor a carvão necessitaria de uma velocidade prévia antes de começar a operar. Para isso, ou seriam usados foguetes para a decolagem ou o avião seria rebocado por um outro avião até alcançar 320 km/h e começar a operar. Após alcançar esta velocidade, o ar passaria pela turbina em um fluxo determinado, levando os gases da queima do carvão para a parte traseira do avião. Lá, eles seriam misturados sob alta pressão com ar limpo, obtido através de uma entrada de ar independente. Essa mistura sairia do avião através de um bocal, que visava aumentar a pressão e, consequentemente, o empuxo.

Não se sabe qual seria o armamento instalado na aeronave. A estimativa é que fossem canhões de 20mm ou metralhadoras pesadas de 15mm.

O protótipo ainda estava sendo testado quando foi capturado por forças americanas, que ordenaram que a equipe de Lippisch o concluíssem e então o enviassem para solo americano. Lá, novos testes foram realizados, testes esses com resultados positivos. O avião apresentava grande estabilidade em mach 2.6, e alguns de seus elementos foram incorporados nos aviões da NASA da década de 1950.









quinta-feira, 9 de junho de 2016

A grande ofensiva do Exército Vermelho contra a Finlândia


9 de Junho de 1944.

Neste dia o Exército Vermelho iniciava uma grande ofensiva contra a Finlândia no âmbito da Guerra da Continuação.

A Guerra da Continuação começou no dia 25 de Junho de 1941, apenas 3 dias após a invasão alemã da União Soviética. O objetivo dos finlandeses com essa guerra era recuperar os territórios perdidos para os soviéticos no fim da Guerra de Inverno, que decorreu entre Novembro de 1939 e Março de 1940.

Naquela guerra os finlandeses, apesar de causarem incríveis baixas na força soviética invasora (perto de 50% dos soldados soviéticos foram mortos ou feridos), foram obrigados a assinar um armistício com os soviéticos pois já não tinham recursos para mantê-la por mais tempo.
Nesse armistício os finlandeses foram obrigados a ceder vastas extensões territoriais para os soviéticos.

Mas no dia 22 de Junho de 1941, quando Adolf Hitler invadiu a União Soviética no âmbito da Operação Barbarossa, os finlandeses viram aí a oportunidade para recuperar esses territórios. Por esse motivo, no dia 25 de Junho, uniam-se aos alemães na invasão soviética.

Nos primeiros meses o ataque finlandês correu muito bem e antes do inverno de 1941 já tinham reconquistado os territórios perdidos, para além de grandes extensões adjacentes, no entanto, no inverno de 1942 a situação começaria a mudar para as forças do Eixo, algo que afetaria também a Finlândia.

Apesar da ajuda material e logística da Alemanha, os finlandeses não tinham capacidade de manter uma guerra defensiva por muito tempo, mas mesmo assim entrincheiraram-se e, à semelhança do que aconteceu na Guerra de Inverna, causaram muitas baixas às forças soviéticas que avançavam.

E neste dia o Exército Vermelho, em coordenação com a invasão aliada na Normandia (Dia D), lançava uma grande ofensiva contra o Istmo Kareliano, ao norte de Leningrado.

Do lado soviético a força de ataque era composta por 451 mil soldados, 10.500 peças de artilharia, quase 1.000 blindados e 1.600 aviões.

Do lado finlandês as defesas eram formadas por 300 mil soldados, 2 mil peças de artilharia, 110 blindados e 250 aviões.

A ofensiva resultaria em grandes baixas para ambos os lados, mas principalmente para os soviéticos, e acabaria com um armistício no dia 19 de Setembro de 1944.

Nesse armistício a Finlândia perderia mais territórios do que já tinha perdido no fim da Guerra de Inverno, mas ao menos permaneceria independente e fora da esfera de influência soviética.

Soldados finlandeses passando ao lado de um T-34 soviético destruído.
Reparem que os equipamentos finlandeses eram idênticos aos equipamentos alemães.

    O auge da expansão finlandesa durante a Guerra de Continuação (território marcado a vermelho).

A situação da frente finlandesa em Setembro de 1944, poucos dias antes do fim da guerra.

Fonte. Hoje na Segunda Guerra Mundial - Link: https://www.facebook.com/hojenasegundaguerramundial/?fref=ts


segunda-feira, 6 de junho de 2016

Schwerer Gustav (Grande Gustav), o maior canhão utilizado durante a guerra


5 de Junho de 1942
Neste dia o Schwerer Gustav (Grande Gustav) estreava-se em combate na Criméia, contra a cidade cercada de Sebastopol.
O Grande Gustav foi o maior canhão de artilharia utilizado durante a guerra. Começou a ser construído no final dos anos 30 com o objetivo de ser utilizado contra as fortalezas francesas da Linha Maginot, mas só ficaria pronto em 1941, meses após a vitória alemã sobre a França.
Era verdadeiramente monstruoso!
Pesava quase 1.400 toneladas, media 47 metros, o cano do canhão media 32 metros, tinha uma largura de 7 metros e uma altura de 11 metros.
Exigia uma tripulação de 250 soldados para ser manejado e 2.500 trabalhadores para ser montado, um processo que consumia cerca de 3 semanas.
Deslocava-se em cima de 2 trilhos ferroviários paralelos que ziguezagueavam para permitir que o canhão disparasse em outras direções.
Tinha um calibre de 800 mm e disparava projéteis de mais de 7 toneladas à uma distância de quase 40 km, capaz de penetrar placas de até 7 metros de concreto reforçado.
Podia disparar 1 projétil a cada 30 ou 45 minutos.
Foram construídos 2, o Gustav e o Dora.
Apenas o Gustav seria utilizado na guerra, entre os dias 5 e 17 de Junho de 1942.
E neste dia o Gustav disparava 8 projéteis contra fortificações costeiras e 6 contra o Forte Stalin, em Sebastopol.


Representação artística do Grande Gustav


Adolf Hitler inspecionando o Grande Gustav.


.
O Grand Gustav disparando.


 
Um dos projéteis de 7 toneladas disparado pelo Grande Gustav.




domingo, 5 de junho de 2016

A vida de Adolf Hitler


ADOLF HITLER. 

No dia 20 de abril de 1889, nascia na cidade de Braunau am Inn, no então Império Austro-Húngaro, Adolf Hitler, que viria a ser o Führer da Alemanha. 

Hitler era filho de Alois, um funcionário da alfândega e sua terceira esposa, Klara Hitler. Originalmente o sobrenome se escrevia 'Hiedler', mas devido ao erro de um escrivão passou a ser 'Hitler'. O casal Alois e Klara tive 6 filhos, mas somente Adolf e Paula Hitler sobreviveram à infância. A família Hitler vivia na província de Linz, na Alta-Áustria, no Império Austro-Húngaro, próximo a fronteira do Império Alemão.

O jovem Hitler era um rapaz inteligente, porém mal-humorado. Foi reprovado por duas vezes no exame de admissão à escola secundária de Linz. Ali, começou a acalentar ideias pangermânicas, fortalecidas pelas leituras de seu professor anti-semita.

Hitler era devotado à sua complacente mãe e, presumivelmente, não gostava do pai, que apreciava a disciplina e o educava severamente.

Aos 19 anos, após a morte de seu pai em 1903 e de sua mãe em 1907, Hitler foi para Viena onde tinha uma vaga esperança de se tornar um artista. Em 1907 fez exames de admissão à Academia de Belas-Artes de Viena, sendo reprovado duas vezes seguidas. Teve depois a ideia de copiar postais e pintar paisagens de Viena - uma ocupação com a qual conseguiu financiar o aluguel de um apartamento. Pintava cenas copiadas de postais e vendia-as a mercadores, simplesmente para ganhar dinheiro, não considerando as suas pinturas uma forma de arte. Ao contrário do mito popular, fez uma boa vida como pintor, ganhando mais dinheiro do que se tivesse um emprego regular.

Foi em Viena onde Hitler começou a perfilar-se como uma ativo anti-semita. Este sentimento que já era natural da região onde Hitler cresceu tornou-se mais forte com as influências políticas por meio de propagandas na capital Austro-Húngara. Em sua estadia na cidade, através da influência de ávidos anti-semitas, Hitler adquiriu a crença na superioridade da "Raça Ariana" que formava a base das suas visões políticas e na inimizade natural dos judeus em relação aos "arianos", responsabilizando-os pelos problemas econômicos alemães.

Foi também em Viena que tomou contato com a doutrina marxista, tendo "aprendido a lidar com a dialética deles", na discussão com marxistas, "incorporando-a para os meus fins", como relata em 'Mein Kampf'.

Em 1913, após receber uma pequena herança pela morte de seu pai 10 anos antes, Hitler foi para Munique, no Império Alemão, realizando seu desejo de viver em uma cidade alemã, talvez de acordo com o seu desejo de se afastar do império multiétnico Austro-Húngaro e viver num país "racialmente" mais homogêneo. Ao mudar-se, Hitler fugiu também do serviço militar austro-húngaro, ao qual foi considerado inapto.

Em 1914, quando a Alemanha entrou na Primeira Guerra Mundial, Hitler alistou-se no Exército do Reino da Baviera, integrante do Império Alemão. Como Cabo, Hitler foi condecorado com a Cruz de Ferro duas vezes, de 2ª classe e de 1ª classe, por seus atos de bravura. Durante a guerra, Hitler desenvolveu um patriotismo alemão apaixonado, apesar de não ser cidadão alemão. Com a derrota da Alemanha na guerra, Hitler ficou chocado e passou a culpar os políticos civis pela derrota.

Após o término da guerra, Hitler continuou servindo ao Exército da recém instaurada na Alemanha, após a queda do Império, República de Weimar. Fez parte de um grupo de 'pensamento nacional', cujo objetivo era encontrar um bonde expiatório para a derrota da Alemanha na guerra, que foi encontrado como o judaísmo internacional, o comunismo e os políticos civis de todos os setores.

Mais tarde, o grupo do qual Hitler fazia parte o designou para infiltrar-se no Partido dos Trabalhadores Alemães. Neste partido, Hitler encontrou pessoas que compartilhavam de suas ideias, e passou, em 1920, mesmo ano que foi desligado do exército, a participar plenamente das atividade do partido. Rapidamente, tornou-se líder do partido e mudou seu nome para Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães, conhecido como Partido Nazista, que serviu do apoio da Sturmabteilung (SA), uma milícia paramilitar.

Em 1923, Hitler e outros membros do Partido Nazista foram presos após fracassarem numa tentativa de assumir o governo da região alemã da Baviera - o que ficou conhecido como Putsch da Cevejaria. Hitler foi condenado à 5 anos de prisão, mas devido a anistia cumpriu apenas 6 meses. Nesse tempo na cadeia, Hitler deu início à sua autobiografia, o livro 'Mein Kampf' (Minha Luta). Hitler foi considerado inofensivo e anistiado e foi solto em 1924.
Por este tempo, o partido nazista mal existia e Hitler necessitaria de um grande esforço para o reconstruir.

Com a desconfiança de Hitler pela SA, ele fundou a SchutzStaffel (SS), sua guarda pessoal. Hitler criou também inúmeras organizações de filiação como a Juventude Hitlerista, Assosiação de Mulheres, etc.

O Partido Nazista teve em 1929 uma progressão semelhante à do partido fascista de Benito Mussolini, beneficiando-se do mal-estar econômico, político e social decorrente da derrota de 1918 e, depois, da crise de 1929.

Um elemento vital do apelo de Hitler era o sentimento de orgulho nacional ofendido pelo Tratado de Versalhes imposto ao Império Alemão pelos Aliados da Primeira Guerra Mundial. O Império Alemão perdeu território para a França, Polônia, Bélgica e Dinamarca, e teve de admitir a responsabilidade única pela guerra, desistir das suas colônias e da sua marinha e pagar uma grande soma em reparações de guerra. Uma vez que a maioria dos alemães não acreditava que o Império Alemão tivesse começado a guerra e não acreditava que havia sido derrotado, eles ressentiam-se destes termos amargamente.

Com o sucesso da campanha anti-semita somada ao sentimento de desgosto dos alemães de Hitler contra a República de Weimar, em 1930 o Partido Nazista saiu das sombras para tornar-se o segundo maior no Reichstag, o Parlamento Alemão. Hitler ganhou o apoio da classe média, dos agricultores e dos veteranos de guerra, que haviam sido atingidos pela inflação dos anos 1920, pelo desemprego oriundo da grande depressão e pelas consequências da guerra.

Nas eleições de 1932, o Partido Nazista obteve seu maior sucesso até então e tornou-se o dominante do Parlamento Alemão. Em 1933, o Presidente Hidenburg nomeou Hitler como Chanceler na câmara do Reichstag, mas ele queria mais. Com a morte de Hidenburg em 1934 e com a maioria nazista e aliada no parlamento, foi concebido a Hitler poderes ditatoriais unindo os cargos de Chanceler e Presidente, este último vago por Hidenburg. O agora Führer (líder) da Alemanha Adolf Hitler baniu os comunistas e proibiu a oposição em seu regime. Em poucos meses, Hitler tinha adquirido o controle autoritário do país e enterrou definitivamente os últimos vestígios de democracia.

Apesar de alguma oposição e até atentados no começo de seu regime ditatorial, com sua oratória e os meios de comunicação sobre seu controle, Hitler conseguiu convencer todos os alemães de que era seu salvador da injúrias sofridas. E para aqueles que não ficaram convencidos, as SA, a SS e Gestapo (Polícia secreta do Estado) tinham mãos livres, e milhares desapareceram em campos de concentração.

Nesta altura, sob o controle ditatorial, Hitler deu início a grandes mudanças econômicas. Há uma certa controvérsia sobre os aspectos econômicos do governo de Hitler, pois nem todas as suas medidas foram saudáveis a médio e longo prazo. As políticas econômicas do governo de Brüning, cautelosas e fiscalistas, vinham sanando as finanças e organizando o Estado alemão nesse aspecto. Hitler, ao contrário, pôs em prática um largo programa de intervencionismo econômico, baseado no keynesianismo, embora se distanciasse deste em muitos pontos.

O desemprego na Alemanha de 1933 era de aproximadamente 6 milhões. Esse número diminuiu para 300.000 em 1939. Essa diminuição fabulosa, no entanto, ocorreu por diversos motivos, e não só devido à fabulosa política econômica do Reich. Essas medidas econômicas ocorreram às custas de pesadíssimos investimentos por parte do Estado, comprometendo a longo prazo as finanças. A economia crescente contracenava com um déficit crescente e maior ainda. A inflação atingiu tais níveis que em 1936 foi decretado o congelamento de preços. Com o tempo a regulamentação do governo na economia passou a ser cada vez maior.

Em 1935, contrariando o Tratado de Versalhes, Hitler instituiu o serviço militar obrigatório na Alemanha pela primeira vez desde a queda do Império em 1918. Seu objetivo era construir uma poderosa máquina militar que garantisse a integridade do Reich. Em março de 1936, ele volta a violar o Tratado de Versalhes ao reocupar a zona desmilitarizada na Renânia. No mesmo ano a Guerra Civil Espanhola começou, com a rebelião dos militares, liderados pelo General Francisco Franco, contra o governo democraticamente eleito da Frente Popular. Hitler, em apoio a Franco, enviou a Legião Condor para batalhar na Espanha, testando sua capacidade e suas novas tecnologias. Ainda no mesmo ano, Hitler assinou uma aliança com o ditador italiano fascista Benito Mussolini, denominada eixo Roma-Berlim. Esta aliança seria mais tarde expandida para incluir também o Japão, Hungria, Roménia e Bulgária, bloco que tornou-se conhecido como Eixo. E por fim, no final de 1936 Alemanha e Império do Japão assinaram o Pacto Anticomintern, que garantia proteção mútua em caso de ataque da União Soviética (URSS).

Após uma reunião em 1937 para decidir as ações expansionistas do Reich Alemão, em 1938 a Alemanha Nazista anexou a Áustria no chamado 'Anschluss'. Hitler fez um discurso triunfal em Viena e foi saudado pelo povo austríaco. O próximo passo seria a intensificação da crise com a zona dos Sudetos, de língua alemã, situada na Checoslováquia. Isto levou ao acordo de Munique de setembro de 1938 onde França e Reino Unido de forma fraca deram vazão às exigências de Hitler, procurando evitar a guerra com este, mas entregando-lhe a Checoslováquia.

No seguimento do acordo de Munique, Hitler foi designado como Homem do Ano de 1938. Foi também alegado que a autora de origem judaica Gertrude Stein defendeu nesse ano a entrega do Prêmio Nobel da Paz a Hitler.

Em 1939, Hitler ordenou a entrada do Exército Alemão em Praga, capital da Checoslováquia.Nesta altura, os britânicos e franceses perceberam finalmente que deveriam resistir. Resistiram às exigências de Hitler quanto À Polônia, da qual ele pretendia recuperar os territórios cedidos no Tratado de Versalhes.

As potências ocidentais não aceitaram as exigências de Hitler mas não conseguiram chegar a um acordo com a União Soviética para uma aliança contra a Alemanha e Hitler manobrou para uma posição de força.

A 22 de maio de 1939 é firmado o Pacto de Aço entre Itália e Alemanha. Em 23 de Agosto, Hitler concluiu uma aliança com Stalin (pacto Molotov-Ribbentrop). A 1 de setembro de 1939, a Alemanha invade a Polónia, no que foi seguida pela União Soviética. O Reino Unido e a França reagem desta vez, declarando guerra à Alemanha. A Segunda Guerra Mundial estava começando.

Por fim, em 1940, Reino de Itália, Império do Japão e o Terceiro Reich Alemão firmam o Pacto Tripartite formalizando a aliança entre as potências do Eixo.

Nos três anos seguintes, Hitler conheceria uma série quase inabalada de sucessos militares. A Polônia foi rapidamente derrotada e dividida com os soviéticos. Em abril de 1940, a Alemanha invadiu a Dinamarca e a Noruega. Em maio, a Alemanha iniciou uma ofensiva relâmpago, conhecida por "Blitzkrieg", que rapidamente ocupou a Holanda, Bélgica, Luxemburgo e França.Em abril de 1941, a Iugoslávia e a Grécia foram invadidas por exércitos alemães. Forças ítalo-alemãs avançavam também pelo norte de África em direção ao Egito.
A única derrota de Hitler nesta fase foi o fracasso do seu plano de bombardear e posteriormente invadir o Reino Unido.

Em 1941 foi desencadeada a Operação Barbarossa, onde Hitler traiu a União Soviética invadindo-a e ocupando sua parte europeia rapidamente. No inverno, as tropas alemães sofreram um recuo frente às tropas soviéticas, no entanto, a ofensiva nazista continuou no verão. Em 1942 os exércitos de Hitler chegaram na cidade de Volga onde no ano seguinte foram derrotados na Batalha de Stalingrado, a primeira grande derrota alemã na Guerra e que se tornaria o marco decisivo do início da derrota do Terceiro Reich.

A partir de 1943, a derrota da Alemanha tornou-se inexorável, e um atentado contra Hitler em 1944 mostrou a forte oposição interna. Neste ano, Hitler estava com a saúde debilitada. Após uma última derrota (Ofensiva de Ardenas), Hitler refugiou-se em um bunker na cidade de Berlim, onde suicidou-se em 30 de abril de 1945, aos 56 anos.




sexta-feira, 3 de junho de 2016

Qualquer semelhança não é mera coincidência


"ADOLF HITLER: Era líder do Partido Nacional SOCIALISTA dos Trabalhadores Alemães (Em alemão: Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei, NSDAP). O termo NAZI, é uma contração da palavra alemã Nationalsozialist, onde o <t> de Na<t>ional tem o mesmo som do <z> em alemão. (Nacional Socialista), refletindo a ideologia do NSDAP. Reiterando para os desiludidos, "NAZI" era uma abreviatura de "Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei " — Partido Nacional SOCIALISTA dos Trabalhadores Alemães.

"Nós somos socialistas, nós somos inimigos do atual sistema econômico capitalista para a exploração dos economicamente fracos, com seus salários injustos, com sua indecorosa avaliação do ser humano de acordo com a riqueza e a propriedade em vez de sua responsabilidade e desempenho, e nós estamos todos determinados a destruir esse sistema sob todas as condições." Adolf Hitler (discurso de Primeiro de Maio de 1927, citado por Toland, 1976)

“Meu socialismo nada tem a ver com marxismo. Marxismo é anti-propriedade. O Socialismo verdadeiro não é.” – Adolf HITLER

É tão verdade que HITLER era de esquerda, que a esquerda Ocidental até hoje apóia todo movimento contra os israelenses. Mas vamos fingir que acreditamos que Hitler era de direita (Só um idiota útil para acreditar nessa aberração), então por que os Judeus que sofreram o holocausto elegeram como chefe de governo o primeiro ministro Benjamin Netanyahu do partido de DIREITA ultraconservador “LIKUD”? Na verdade, eles como ninguém sabem que HITLER era de esquerda.


Por: Everthon Garcia



quinta-feira, 2 de junho de 2016

As "fotografias secretas e proibidas" de Adolf Hitler


31 de Maio de 1950

Neste dia Heinrich Hoffmann, o fotógrafo pessoal de Adolf Hitler, era libertado da prisão.

Tinha sido preso no dia 10 de Maio de 1945 e condenado a 5 anos de prisão sob a acusação de "enriquecimento ilícito na guerra".

Hoffmann conheceu Hitler em 1920, ingressando no partido nazista no dia 6 de Abril desse ano. A partir de 1921, ano em que Hitler assumiria o poder absoluto do partido, Hoffmann passaria a ser indicado como o seu fotógrafo oficial, função que exerceria durante quase 25 anos.

Acompanharia Hitler em praticamente todas as suas viagens e eventos públicos e privados. As suas fotografias desempenhariam um papel decisivo no esforço propagandístico do partido.

Foi dele a primeira fotografia na qual Hitler aparece sendo saudado com a típica saudação fascista, conhecida na época como a saudação "romana".

Em 1929 Hoffmann apresentaria Eva Braun à Hitler, que na época era a sua assistente no seu estúdio de fotografia de Munique. Eva se tornaria a amante de Hitler e em Abril de 1945 ambos se casariam, apenas poucas horas antes de cometerem suicídio.

Após Hitler ter se estabelecido como ditador supremo da Alemanha, em 1933, Hoffmann foi apontado como o único fotógrafo autorizado a tirar-lhe fotografias.

Os direitos comerciais das vendas das fotografias também era partilhado por ambos. De acordo com estimativas modernas, Hitler e Hoffmann receberam, cada um, no mínimo 75 milhões de dólares (em valores atuais) referentes apenas aos direitos de imagem de Hitler.

Foi também o autor das "fotografias proibidas de Hitler", tiradas em 1927 a pedido de Hitler, que queria praticar as suas expressões faciais e gestuais durante os seus discursos. Após ver as fotografias Hitler pediu que fossem destruídas, algo que Hoffmann obviamente não fez.

Após ser libertado da prisão Hoffmann escreveria livros e daria palestras sobre a sua experiência como fotógrafo de Hitler. O seu grande acervo de fotografias seria também muito importante para a análise histórica desse importante período.

Morreria no dia 15 de Dezembro de 1957.


As "fotografias secretas e proibidas" de Adolf Hitler, tiradas por Hoffmann em 1927.


Fotografia tirada por Hoffmann da Odeonsplatz, em Munique, no momento em que uma multidão comemora o anúncio do início da Primeira Guerra Mundial.

Nessa fotografia supostamente aparece Adolf Hitler no meio da multidão, no entanto, análises modernas indicam que muito provavelmente a fotografia foi retocada por Hoffmann, que incluiu Hitler de propósito na fotografia.

Heinrich Hofmann em 1945.


Fonte. Hoje na Segunda Guerra Mundial - Link: https://www.facebook.com/hojenasegundaguerramundial/?fref=ts




sábado, 21 de maio de 2016

Adolf Hitler e seu "livre mercado"


A verdade é que Adolf Hitler era um infortúnio. À esquerda, sempre usa o argumento de que na época da Alemanha nazista houve livre mercado, e que suas normas eram empregadas livremente sem intervenções. 

Quando na verdade, ele controlava preços, mercadoria, para onde o produto era enviado e quais matérias primas se deveriam usar para a produção.

A economia era por si alta,de princípio, depois de um curto período, decaiu incomensuravelmente.

O proprietário (empresário) se tornava gerente ou chefe, quando não era obrigado a trabalhar como operário ou auxiliar, não poderia se apossar dos lucros e se houvesse exigência de algum valor a mais para própria utilização deveria consultar o Führer do distrito.

Além de não não ter simpatia pelos judeus capitalistas, pelo fato de achar que eles queriam controlar tudo, ruir a ordem social e dilapidar a estrutura sócio-econômica.

Evidentemente sua entidade de controle marxista,tinha sobre si, se sobrepor ao governo e dividir as extirpar o direito o direito de livre mercado,abolindo o poder de proprietários e o articulando maquiavélico desejo de articular toda propriedade privada a seu poder.

Além de unificar a um único sistemática controle, livre de qualquer interferência que se possa dizer "destruição e desestabilização".

Por: João Paulo Pires de Morais



sábado, 14 de maio de 2016

Socialismo e Nazismo são muito mais íntimos do que se apresentam


Dizer que a esquerda lutava por democracia é uma das maiores mentiras da história.

O comunismo matou mais que Hitler e seu partido nazista ("Nazi" era uma abreviatura de "der Nationalsozialistische Deutsche Arbeiters Partei" — Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães). Os nazistas visitaram a Russia (na época integrante da URSS) para aprenderem como construir campos de concentração.

Então Socialismo e Nazismo são muito mais íntimos do que se apresentam!

''A maquinaria soviética do terror já opera operava por 20 anos, antes sequer de os nazistas começarem! Uma delegação da GESTAPO e da SS foram à URSS para aprenderem a construir campos de concentração!'' (Viktor Suvorov ex-agente secreto soviético)

Quem está mais para nazista nessa história toda hein?

Aliás, a estrela símbolo do PT deveria ser proibida tanto quanto a suástica nazista pelos mesmos motivos, como se pode depreender da foto abaixo.

Por: Everthon Garcia



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