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segunda-feira, 3 de abril de 2017

Polônia acusa Rússia de causar a queda do avião que matou ex presidênte anti-Rússia





Os promotores polacos disseram na segunda-feira, 03 de abril,  que iriam acusar dois controladores de tráfego aéreo russos de contribuir deliberadamente para um acidente de avião em 2010 que matou o presidente da Polónia e outras 95 pessoas.

O acidente perto de Smolensk no oeste da Rússia matou o presidente polaco Lech Kaczynski e sua esposa, bem como o chefe do banco central, comandantes do exército e vários legisladores.

Um inquérito do governo polonês anterior atestou que foi falha do piloto da aeronave, mas o Partido Lei e Justiça (
Prawo i Sprawiedliwość) liderado pelo irmão gêmeo de Kaczynski. Jaroslaw, disse que o acidente pode ter sido causado por uma explosão a bordo.

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Os promotores disseram que uma nova análise das gravações das conversas entre os pilotos e os controladores russos justificava as acusações.

"Uma análise das evidências ... permitiu que os promotores formulassem novas acusações contra os controladores de tráfego aéreo, cidadãos da Federação Russa", disse o promotor-geral polonês, Marek Pasionek, em entrevista coletiva.


Referindo-se às acusações, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse a mídia, nesta segunda-feira que as circunstâncias da tragédia já foram cuidadosamente estudadas e "certamente não é possível concordar com tais conclusões".

A Rússia até agora se recusou a devolver os destroços do jato à Polônia.

As acusações dos promotores polacos, que o
Partido Lei e Justiça trouxe, são susceptíveis de agravar as relações com Moscou - já tensas sobre o conflito na Ucrânia - e aumentar as tensões dentro da sociedade polonesa. 

Polônia e Rússia não tem uma boa relação diplomática desde o fim da União Soviética. O ex presidente Lech Kaczynski possuía fortes posições anti-Rússia.  

O relatório do governo polonês anterior indicou que os controladores de tráfego Smolensk involuntariamente contribuíram para o acidente, acusações de que Moscou tinha considerado como falso. Um relatório russo sobre o acidente coloca a culpa diretamente nos poloneses.

Os promotores polacos disseram que uma reabertura dos caixões das vítimas, que havia sido selados na Rússia, revelou que em dois casos os restos estavam nos caixões errados e em cinco caixões havia fragmentos de outros corpos.


Mas muitos poloneses ficaram chocados com imagens de vídeo mostrando os trabalhadores russos empurrando grandes partes dos destroços com escavadeiras, cortando cabos e jogando sem cuidado peças menores em um monte em um caminhão.

O acidente aconteceu quando os pilotos tentaram pousar um TU-154 fabricado pelos soviéticos em um aeroporto raramente usado perto de Smolensk para participar de comemorações de 22 mil policiais executados lá pela polícia secreta soviética em 1940 em Katyn.


 
Com informações de Reuters, tradução e adaptação por Natan Falbo - Conservadores



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Ataque terrorista na Rússia deixa 10 mortos e mais 50 feridos em São Petersburgo





Explosões em dois vagões do metrô de São Petersburgo deixaram ao menos 10 mortos nesta segunda-feira, segundo autoridades russas.


Uma fonte não identificada disse à agência de notícias Interfax que uma das explosões foi provocada por uma bomba cheia de estilhaços.

O presidente russo, Vladimir Putin, que estava em São Petersburgo para uma reunião com o líder bielorusso, Alexander Lukashenko, disse que a causa das explosões ainda não está clara e que estão sendo feitos esforços para determiná-la. "Naturalmente, sempre analisamos todas as possibilidades, acidental, criminal e, claro, de caráter terrorista", afirmou Putin.
 

O líder do Kremlin fez essas declarações em São Petersburgo, ao iniciar uma reunião com o presidente da Bielorússia, Alexander Lukashenko.

"Veremos, a investigação dará em breve uma resposta sobre o que ocorreu nessa tragédia", acrescentou Putin.


Com informações de Agência Brasil e Reuters Brasil, por Natan Falbo - Conservadores


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quinta-feira, 30 de março de 2017

Estado Islâmico: Infiltração terrorista na América Latina é perigo real. Hillary sabia dessa ameça.






O crescente extremismo islâmico na América Latina constitui uma "grande ameaça à segurança" para os Estados Unidos, de acordo com uma análise publicada este mês pelo National Center for Policy Analysis (NCPA), um centro de análises política norte americana.

"A ameaça dos extremistas islâmicos na América Latina continua a ser um aspecto negligenciado da estratégia de segurança nacional dos EUA", argumentou David Grantham da NCPA.

Grantham observou que "a Arábia Saudita investiu milhões para construir mesquitas e centros culturais na América do Sul e América Central que expandem o alcance de sua versão rígida do islamismo, conhecida como wahhabismo (uma doutrina política islâmica, que é alinha da Sharia)".

De acordo com Farah Pandith, representante especial do Departamento de Estados de várias comunidades árabes,  pregação internacional desse dogma saudita, é traiçoeira, pois permite criar uma base para que radicais prosperem na América Latina.
Mais adiante, Grantham observou que as "ameaças à segurança dos EUA na região do Grande Caribe são ainda mais alarmantes em Trinidad e Tobago. A pequena nação insular ao largo da costa da Venezuela, uma vez alvo de uma derrubada por militantes islâmicos, também se tornou um terreno fértil para ISIS - 70 dos 100 latino-americanos conhecidos por se filiarem ao ISIS originários desse pequeno país ".

A facilidade de mobilidade que os extremistas islâmicos têm na América Latina também é motivo de preocupação.

"O extremismo islâmico prospera onde há financiamento ilícito e relativa facilidade de movimento através das fronteiras nacionais e internacionais. A mobilidade de terroristas em toda a América Latina representa um problema sério ", afirmou Grantham.

Talvez a maior ameaça extremista islâmica na América Latina venha do República Islâmica do Irã. Grantham disse que poderia potencialmente golpear os EUA da América Latina como ato de retaliação, através de políticas antiamericanas.

"A República Islâmica tem a capacidade e infra-estrutura para atacar os Estados Unidos da América Latina, mas os especialistas discordam sobre é uma questão de risco real", escreve Grantham. "Especialistas discutem constantemente a probabilidade de um ataque preventivo ou ataque inicial nos Estados Unidos, no entanto, o que cria um padrão muito alto. Em vez disso, o argumento principal foca-se na perspectiva de um ataque de retaliação".


Até mesmo a ex-secretária de Estado Hillary Clinton também alertou sobre o terrorismo patrocinado pelo Irã por meio de "proxies" latino-americanos durante um discurso [em inglês] não oficializado pela Casa Branca em 2013 aos funcionários da Goldman Sachs, o discurso foi divulgado pela WikiLeaks.

"Se tivéssemos um mapa aqui, atrás de nós, vocês seriam capaz de ver o terrorismo patrocinado pelo Irã diretamente, principalmente através do Corpo da Guarda Revolucionária, os operacionais, ou através do islã,  ou até outros representantes na América Latina até o Sudeste Asiático", disse HillaryClinton.

"O crescimento da atividade extremista na América Latina é uma grande ameaça à segurança. As prerrogativas de uma retaliação do Irã para com os EUA, em particular, não devem desencorajar ações contra o Irã, se necessário, mas devem-se aumentar a consciência sobre a alta probabilidade de ataques por vingança ", concluiu Grantham. "A influência do Irã na América Latina e o seu extremismo, em geral, exigem novas estratégias de segurança nacional na região. Tal abordagem poderia começar com o apoio dos EUA aos governos aliados para que melhorem suas capacidades de inteligência e com estratégias de interdição financeira direcionadas ".

Leia integra o documento onde é mostrado a infiltração islâmica na América Latina, aqui [em inglês]. 

 
Com informações de Daily Caller, tradução e adaptação por Natan Falbo - Conservadores


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terça-feira, 28 de março de 2017

Primeira Ministra da Polônia: A política migratória da Europa causa terrorismo




Há uma ligação clara entre a política imigratória da Europa, que permite a imigração em massa de países do terceiro mundo e o terrorismo, como aconteceu em Londres, disse a primeira-ministra da Polônia, Beata Szydlo.

Falando durante uma entrevista com a emissora privada polaca TVN24, Szydlo estabeleceu uma ligação entre o ataque em Londres e toda a política migratória da União Européia, portanto reafirmando que a agressão só dá motivos a Varsóvia em não receber os tais "refugiados".

Conheça mais sobre Globalismo lendo: Introdução a Nova Ordem Mundial


"Muitas vezes ouço na Europa: não ligue a política migratória ao terrorismo, mas é impossível não conectá-los", disse Szydlo. 

O governo da Polônia recusou-se a aceitar qualquer um dos 6.200 dos refugiados que lhe são atribuídos no âmbito do regime de quotas da União Europeia. 

No início desta semana (25/03), o "comissário da migração" da UE, Dimitris Avramopoulos, em uma visita a Varsóvia, emitiu um alerta direto à Polônia, por não colaborar com as políticas de imigração.
 
"O comissário deveria concentrar seus esforços para evitar atos como o de ontem, em Londres ... A Polônia não sucumbirá à chantagem expressa pelo comissário", disse Szydlo.  


"O comissário vem a Varsóvia e está tentando nos dizer o que fazer: vocês têm que fazer o que a UE decidiu, vocês têm que aceitar os imigrantes.... Dois dias depois, outro ataque terrorista ocorre em Londres ", disse ela. 

Szydlo também disse que a Polônia tem o direito de não a declaração que os líderes da UE devem endossar em Roma este mês, que irá traçar o rumo do bloco depois que a Grã-Bretanha se afastar.

Tradução de EuTimes.net e adaptação por Natan Falbo - Conservadores.


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domingo, 14 de agosto de 2016

O desarmamento é um fracasso


No dia 17 de julho de 2015, Mohammad Youssuf Abdulazeez de 24 anos de idade, cidadão norte-americano naturalizado, nascido no Kwait e muçulmano devoto, abriu fogo em dois centros de recrutamento da marinha americana na cidade de Chattanooga, Tennessee (EUA). Ironicamente, tais centros de recrutamento militares são “gun free zones”, onde o porte de armas de fogo é proibido. Isso, entretanto, não impediu Abdulazeez de entrar nestes lugares com sua AK-47 e matar cinco militares, antes de ser morto pela polícia. O FBI, que está conduzindo as investigações, trata o caso como um ato de terrorismo doméstico.

Seguramente, Abdulazeez não viu os sinais que diziam que o porte de armas de fogo naqueles lugares era proibido. Caso contrário, estas seis mortes teriam sido evitadas. (ironia)





segunda-feira, 23 de maio de 2016

Dilma Rousseff não lutou por liberdade nem democracia


Dilma Rousseff não lutou por liberdade nem democracia. 

Dilma lutou por COMUNISMO; Dilma era integrante de quadrilhas que assaltaram bancos, soltaram bombas em quarteis, cometeram latrocínios....

O casal Pedro e Ana Cristina, o soldado Mario Kozel Filho (que teve seus pedaços catados num raio de 10 metros após a quadrilha dessa ladra soltar bomba); e as estudantes que foram estupradas por comunistas aqui? As que foram sequestradas e levadas para cuba para serem abusadas?

O período de 64, que essa gente tanto chama de DITADURA, mas que foi na verdade uma INTERVENÇÃO, foi quem nos livrou de padecer num país comunista...

A foto em destaque, no julgamento dessa ladra, soldados tapam o rosto para não serem identificados e caçados por terroristas que estavam aqui ao lado dessa ladra.

Por: Everthon Garcia




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