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quinta-feira, 16 de março de 2017

Manifesto de 1935


[Publicamos o “Manifesto de 1935”, escrito a 23 de outubro daquele ano, em Mandelieu, por S.A.I.R. o Príncipe Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil de 1921 a 1981. Transcrevemos o referido documento a partir da cópia publicada no livro “Dom Pedro Henrique, o Condestável das Saudades e da Esperança”, de autoria do Prof. Armando Alexandre dos Santos, extraído “Correio da Manhã”, órgão republicano do Rio de Janeiro, em sua edição de 26 de janeiro de 1936, que intitulou a matéria “Um manifesto do sr. Pedro Henrique contra a República” e a fez preceder da seguinte nota: “A título apenas de informação, publicamos abaixo o manifesto que de Mandelieu acaba de dirigir aos brasileiros o sr. Pedro Henrique, herdeiro presuntivo do trono brasileiro”. O “Manifesto” foi amplamente difundido em todo o Brasil, com exceção somente do Estado de São Paulo, onde foi proibido pela censura governamental, que alegou sua “linguagem forte”, conforme noticiado pelo “Diário de Pernambuco”, do Recife, em sua edição de 12 de fevereiro de 1936.]

Aos Brasileiros
Em seu Manifesto de 12 de janeiro de 1896, os venerandos chefes do partido monarquista dirigiam à Nação as seguintes palavras:
“A subversão do nosso regime político a 15 de novembro, rápida e instantânea como efeito de cataclismo, não permitiu que se lhe opusesse imediata resistência ativa... Suprimidas desde logo as liberdades públicas, as amplas liberdades sob as quais nasceu e vivia o Império Brasileiro, e mais tarde destruída ou reduzida ao silêncio a imprensa que se aventurou a moderadas censuras, era de fato inútil qualquer esforço para que a vontade nacional saísse de urnas eleitorais cavilosamente preparadas para as mais ousadas burlas por regulamentação ‘ad-hoc’. Nestas circunstâncias, só restava aos monarquistas esperar pelas promessas da República, ruidosamente afirmadas na mesma ocasião em que se fazia retumbar por toda parte a infamação da Monarquia. Se aquela, apesar do vício original, entregue a si mesma, sem cooperação suspeita, nem o menor entrave dos adversários naturais, conseguisse mostrar-se benéfica, não haveria, a começar pela Família Imperial, um só obstinado que se recusasse e deixasse de agradecer a melhoria. Mas, decorridos quase sete anos, a consciência pública, o foro íntimo dos próprios republicanos de boa fé compara os fatos e só registra decepções e desastres.”
“Essas palavras de justiça e de patriotismo, escritas em 1896, poderíamos repeti-las hoje, com a autoridade que lhes conferem mais dezoito anos de desvarios e de desmandos, dezoito anos de uma experiência desastrosa para as instituições implantadas no Brasil pelo ato inconseqüente de alguns revoltosos” – acrescentava em 1913 o meu inolvidável e saudoso Pai, o “Príncipe Perfeito”, assim chamado pela generosidade dos nossos patrícios.
Pacientes, esperamos mais 22 anos em vão. Ao invés, assistimos aos vexames sem conta infligidos à nossa Pátria estremecida.
Hoje, porém, faz-se sentir um sopro de reação contra tantas misérias; o povo, farto de ser explorado pelo atual regime, procura novo caminho, e muitos volvem saudosos as vistas para os tempos felizes do Império; acudindo ao apelo dos seus chefes legítimos, os monarquistas erguem a cabeça. Chegou a hora de pedir-se contas à República, pondo nas conchas da balança os serviços que ela tem podido prestar ao País e os sacrifícios que dele tem exigido. Infelizmente para a nossa Pátria, a experiência das instituições que lhe forma impostas não lhe têm trazido, no largo período que medeia de 1889 a 1935, senão desastres e decepções. Se despirmos o corpo da Nação das roupagens ilusórias com que os nossos adversários a têm adornado, encotra-lo-emos cheio de fundas chagas que urge curar para lhe restituirmos a formosura primitiva.
O Brasil não precisa somente de homens que compreendam a situação e possam encaminhar a solução dos grandes problemas que se impõem ao nosso estudo. Precisa, também, de instituições que permitam a esses homens realizar os seus programas. Não necessitamos de estéreis lutas pessoais ou políticas, mas sim de idéias claras, lógicas, definitivas e proveitosas – Gesta, non verba! (atos, não palavras!) – que importem na satisfação exata de nossas conveniências atuais e futuras. O que nos importa não é a vitória de tal ou tal grupo, mas a formação de um Brasil grande, forte e próspero.
A Monarquia não é um partido, é uma solução nacional. Nós, os monarquistas, não exibimos nomes, mas idéias claras e princípios definidos.
Temos um programa, já delineado no primeiro Manifesto, de 1909, do meu saudoso Pai, cujas diretrizes parecem ter por vezes influído nos constituintes de 1934, mormente no que se refere à justiça e à legislação social.
Esse programa esperamos realizá-lo nas suas linhas gerais, alterando-o somente no que for necessário e chamando a nós todos os brasileiros de boa vontade, sem distinção de partido, preocupados unicamente com o bem do País, com o seu desenvolvimento material, intelectual e moral.
Nossas diretivas gerais devem constituir a caudal em que vêm se fundir as aspirações das diversas facções nacionais, que partilham dos nossos postulados ou com eles simpatizam. Nessa caudal, ainda que por vezes agitada pela tormenta, não há lugar para lutas entre seus afluentes, pois ela os vai unificando no decorrer da sua rota. As águas se interpenetram e se fundem de tal modo que, pouco depois de vencida a sua foz e por mais violentamente coloridas que sejam, constituem um todo homogêneo, em que não se distingue mais as divergências originais, mas sim uma grande mole coesa, em que cada elemento contribui para o fim comum.
A grave lição de 45 anos de regime inadaptável está a indicar que, dentro das instituições vigentes, não há solução possível para a nossa Pátria. A República está morta, não somente por nós, monarquistas, mas pelos próprios republicanos. A nossa principal propaganda tem sido a evidência dos fatos, a força da verdade.
Se, livres de preocupações quanto ao futuro da nossa nacionalidade, nos devêssemos contentar com a abolição de um regime desastrado, só teríamos que cruzar os braços e esperar. Há, porém, grande interesses nacionais, de ordem moral e econômica, que correm risco de ser sacrificados, se continuarmos a ficar arredados de toda discussão e intervenção nas cousas públicas, pois devemos partir do princípio que tudo quanto é nacional é nosso.
A Monarquia não deve erguer-se sobre cinzas. Para que seja benéfica deve encontrar ainda os alicerces necessários à sua ação. Para isso contamos com o valor e o bom senso do povo brasileiro, que, nas crises difíceis que nosso País já atravessou e está atravessando, sempre soube guardar intactas a integridade e a honra nacionais.
As boas causas têm força intrínseca e tão grande que, sem o concurso de uma imprensa partidária, sem propaganda persistente e metódica, assistimos hoje ao renascimento triunfante da ideia monarquista, considerada antes de 1909 como mera utopia. A Monarquia não se traduz por saudosismo, como tentam fazer crer os nossos adversários, pois é justamente por ser instável que o Estado falta em competência e meios, material e economicamente, e pelo mesmo motivo será sempre tentado a confiscar as liberdades, que não está em condições de orientar com autoridade bastante. Por não estar em condições de concebê-lo e assegurá-lo, o Estado confunde o interesse geral com o seu interesse político, identificando-o com o interesse sempre variável, da facção dirigente.
Eis o papel que cumpre à Monarquia, pois o Chefe de Estado não tem partido, nem ambições pessoais distintas da universalidade; não tem eleitores nem bairrismo. Compreendido na própria entidade nacional, o bem público é o seu próprio bem. Quanto a mim, colocado pelo falecimento do meu inolvidável Pai, à testa do nosso partido, representante, depois dele, do princípio monárquico no Brasil, estarei sempre à disposição da nossa Pátria para desempenhar o papel que, por unânime consenso da Nação, nos foi outrora atribuído.
Deus vos preste o seu auxílio, para o maior bem do Brasil!
Viva o Brasil!

Pedro Henrique
Mandelieu, 23 de outubro de 1935

Príncipe Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil de 1921 a 1981




Quero meu Império de volta


Quero meu Brasil como primeira economia do mundo, como caminhava rapidamente para ser no Império.

Quero a média do crescimento econômico em 8,81% ao ano, como no Império.

Quero poucos e baixos impostos, como no Império.

Quero a média da inflação em 1,08% ao ano (ou 0,09% ao mês), como no Império.

Quero a moeda brasileira com o mesmo valor do dólar e da libra esterlina, como no Império.

Quero o Brasil como o maior construtor de navios e estradas de ferro do mundo, como no Império.

Quero que a média nacional do salário de policiais e professores do Ensino Fundamental equivalha a R$ 8.958,00, como no Império. Quero que a imprensa seja totalmente livre, como no Império.

Quero um Monarca que tire do próprio bolso o dinheiro para custear suas viagens, como no Império.

Quero um Monarca que doe 50% de sua dotação anual para instituições de caridade e incentivos à educação, como no Império.

Quero um Monarca que tenha 90% de aprovação, como no Império.

Quero um Monarca com o prestígio internacional do Imperador Dom Pedro II, que, só na Filadélfia (EUA), recebeu 4 mil votos espontâneos nas eleições presidenciais de 1876.

Quero um Monarca que, numa época em que não se falava em ecologia ou desmatamento, endividou-se para comprar e reflorestar áreas degradadas, como o atual Parque Nacional da Tijuca.

ENFIM, QUERO MEU BRASIL GRANDE NOVAMENTE!


Fonte: https://www.facebook.com/promonarquia/?fref=nf



domingo, 25 de dezembro de 2016

O ressurgimento das Monarquias


Por toda Europa, vozes começam a se levantar pedindo pela Restauração das Monarquias depostas no séculos XIX e XX. Um reflexo do fracasso retumbante da União Européia, que deixou o Velho Continente, o Berço da Cristandade, a beira do colapso.

Na Romênia, que foi devastada por quase cinquenta anos sob jugo comunista, cada vez mais pessoas pedem pela Restauração da Monarquia, de modo que o Rei Mihai I, deposto em um golpe arquitetado pela famigerada União Soviética, seja reconduzido ao seu Trono, após setenta anos, limpando a Nação dos últimos resquícios do maldito Comunismo.

Já na Rússia, também arrasada pelas Doutrinas Vermelhas, tendo sido a sede do maligno império soviético, centenas de monarquistas seguiram em uma procissão de vinte quilômetros, na madrugada do último dia 18, carregando bandeiras da Rússia Imperial e retratos do Imperador Nicholas II (1868-1918) e de sua Família, os Santos Mártires, assassinados pelos malditos comunistas há exatos noventa e oito anos naquele dia. Os monarquistas pediam pela volta da Rússia dos Czares, uma pedra preciosa na Coroa da Cristandade.

Na outrora Cristianíssima França, a Filha Primogênita da Igreja, terra do Rei-Cruzado São Louis IX (1214-1270), monarquistas também tomaram as ruas no último dia 14, o 227º aniversário da barbárica Revolução Francesa. Tremulando bandeiras da Monarquia, eles pediam pelo retorno de seu Rei e das tradições que fizeram de seu País um dos mais importantes bastiões da Civilização Cristã.

E na Grécia, após sucessivos governos fracassados, muitos deles, de orientação socialo-comunista, terem levado o País à ruína, devido à crença cega na utopia de uma Europa unificada e refém de burocratas de esquerda, muitos começam a perceber que a verdadeira solução se encontra no retorno da Monarquia. Já se começa a falar em um plebiscito, e o Rei Konstantínos II dos Helenos, deposto em 1973, quando tentou evitar um golpe de Estado, já declarou que estará sempre disposto a servir ao seu povo.

Por fim, na Áustria, quase 20% da população já se mostra favorável à Restauração da Monarquia, mesmo após quase um século de perseguição e propaganda enganosa contra os monarquistas. Sem dúvida, o fracasso do modelo republicano, que tem levado ao surgimento de extremismos políticos, faz lembrar os austríacos do valor de ser um Imperador da Casa de Habsburgo, a mais alta da Cristandade, para proteger o povo dos políticos, como já dizia o grande Imperador Franz Josef I (1830-1916).

Tudo isso prova que o inexorável pêndulo da História está rumando para o lado certo, o lado das Monarquias tradicionais e cristãs. Após mais de um século e meio de revoluções e utopias que levaram à proliferação de todo tipo imundice, é chegada a hora de uma Contrarrevolução, uma verdadeira Cruzada moral! Sigamos em frente, com a certeza de que a Divina Providência não irá nos desamparar em meio a uma quadra tão crucial da História.




sábado, 24 de dezembro de 2016

Se a Monarquia foi boa, por que os livros escolares falam tão mal dela?


Porque os livros didáticos são, na maioria, patrocinados por governos republicanos. Há uma verdadeira pressão psicológica para que os autores escrevam o que os governos querem, caso contrário seus livros não serão adotados.

Entretanto, cada vez mais autores independentes e imparciais relatam a verdadeira História do Brasil, escapando assim da censura governamental.

– Trecho da cartilha "Direita? Esquerda? Siga o melhor caminho: Monarquia" da Pró Monarquia - Casa Imperial do Brasil, disponível no link: http://tinyurl.com/cartilhamonarquica


Fonte: Pró Monarquia



quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Democracia e Monarquia


Há muita mentira e engodo em torno de ambas as palavras. Especialmente nos países republicanos, e no nosso Brasil, fomos ensinados a entender o nosso sistema de governo atual como a "perfeição da democracia", e a ter estorvo ou uma sensação de contos-de-fadas à menor menção de "monarquia". Podemos amadurecer. Por que não?

Primeiramente, uns conceitos talvez chocantes, mas que procurarei expor com clareza factível. Democracia absoluta é um sistema anti-legislativo. Democracia representativa sem poder moderador ou descentralizado (ou um contrapeso) é um engodo e sempre autofágico. Na democracia absoluta, o povo manda em tudo. E se é o povo quem manda, não é a lei quem manda, é o povo que manda. Na revolução francesa foi um banho de sangue, quase 50.000 mortos. E geralmente escolhem “democraticamente” um líder vigoroso:Fidel Castro fuzilou 17.000, e mais 80.000 cubanos morreram afogados tentando fugir de sua própria Cuba; na China, Mao Tse Tung matou 70.000.000; o Secretário e camarada Stálin, 25.000.000, e o Chanceler e Führer (líder, em alemão) Hitler, outro milhões.Quando se diz que o povo exerce o poder por meio de um representante, na prática o eleito exerce domínio sobre o povo e se faz legitimado por meio da exploração, obtenção e até mesmo usurpação de votos manipulados. A alegação que o povo exerce o poder porque escolhe seu representante é uma fraude. O povo não escolhe, meramente opta por um líder, o qual recebe o poder para o exercer a despeito da vontade do povo, pois já foi eleito e seu poder está garantido. Este sistema é a permissividade das mentiras de campanha, a aceitação sistemática de promessas e lisonjas em troca de votos a qualquer custo. E após vitória em maioria de votos, usa-se a nomeação pseudo-democrática como salvo-conduto para os mais diversos tipos de corrupção, tirania, favorecimento ideológico e partidário. Especialmente nesse sistema em que o Chefe de Estado é também o Chefe de Governo: a república presidencialista brasileira.

Por outro lado, um tirano que recebeu o seu poder por uma aclamação de um ancestral, após uma batalha sangrenta há vários séculos é obviamente inaceitável.

Na monarquia parlamentar, existe a democracia representativa, através de votos em parlamentares. Estes parlamentares são pertencentes a diversos partidos e fazem as leis. Além disso, eles elegem um primeiro-ministro para ser o Chefe de Governo. Este Chefe de Governo possui automaticamente a maioria do apoio do parlamento e poderá governar sem transtornos, enquanto mantiver os interesses de seus pares e dos seus eleitores. Mas se ele apenas favorecer seus partidários, o que pode acontecer, ele pode ser destituído. Se ele governar para seus próprios interesses ou de uma minoria, não terá apoio do parlamento e terminará tendo por necessidade a renúncia. Ou se ele não governar a favor do Povo, o Povo pressionará o parlamento para que o destitua. E se o parlamento não atender o Povo, se todo o Governo se corromper? Existe outro poder, o poder moderador, apartidário, que só existe porque o Povo o reconhece. Não através de votos, não porque uma maioria dos votos válidos dos votantes daquele ano o deu vitória. É um personagem que os antepassados reconheceram, foi preparado desde criança para este papel, e sua descendência está ligada e este mesmo vínculo com as gerações que virão: o monarca. Ele não tem partido, não tem preocupações com votos, não tem preocupação em agradar uma bancada ou mesmo o parlamento inteiro. Ele tem poder para dissolver um parlamento corrupto que o Povo, apesar de ter votado no ano passado, já não aceita. Ele tem o poder moderador.

Este monarca é completamente diferente do Monarca Absoluto. O Monarca Absoluto tinha o poder ativo, governava, reinava, outorgava leis, ditava a constituição, julgava, etc, e não era derrubado senão com sangue. O monarca no sistema parlamentar,  age quando solicitado pelo Povo; sua legitimidade é o reconhecimento do Povo pela sua dinastia e por exercer ao longo de sua vida o poder com sabedoria. Por seu pai ter sido um bom monarca, e por esperarem que seu filho também o seja.

Uma constituição o impede de exercer poder acima disto, mantendo limitações claras ao seu exercício, cuja quebra porá fim ao seu reinado a toda dinastia, ou mesmo ao sistema monárquico-parlamentar. Ainda assim, em caso de corrupção do monarca, ou de doença limitadora, o parlamento pode afastá-lo e nomear um regente. Mas o que acontece é que para manter a legitimidade, vemos na história que nesses casos, próprios monarcas abdicam.

A monarquia parlamentar foi um sistema criado por pessoas inspiradas que entendiam a necessidade de um poder tão contínuo quanto o território da pátria, quanto as gerações dos seus cidadãos, acima de vontades passageiras, de partidos de ideologia duvidosa, de votos de uma população iludida por lisonjas e propagandas; os criadores desse sistema perceberam que o povo precisa de instrumentos, instituições e mecanismos para limitar e se proteger de um eventual "mal monarca". Pessoas que perceberam a importância da representatividade política direta pelo Povo, e que todo poder terreno emana do Povo, mas que para manter este Povo coeso, é fundamental uma convergência, tradições, símbolos legítimos. Os revolucionários guilhotinadores romperam todas essas convergências e se batem por forjar do vácuo o aço temperado da nacionalidade e do sentimento de pátria. É um sistema criado por patriotas que amavam a história do próprio país e, ao invés de romper com tudo que foi construído, construir sobre seus alicerces. O rei, praticamente já não é rei, neste sistema. Não tem poder algum sobre o Povo senão o que o Povo quer e permite que exerça. É mais uma instituição cuja presença influencia e inspira a fidelidade por um país e pelos cidadãos uns pelos outros. Mas seria uma arrogância chamar de Moderador, aquela pessoa que voluntariamente aceitou jurar à constituição e abdicou de todos os poderes que outrora possuía. "Rei" permaneceu mais como um título de honra, que pela função da coisa. Os criadores desse sistema incluíram afinal, os próprios reis.

Diante do exposto, há em nossos dias, mesmo hoje e em todos os continentes da Terra, presidentes de república com mais poder que reis. Há reis com maior aceitação que muitos presidentes. Há repúblicas cujo poder é exercido sobre o Povo com tirania. E monarquias que o Povo é soberano. Sonháramos num tempo que já não haveria reis exercendo poder sobre o povo. Eliminaram este nome “rei”, e no lugar deste nome “assustador” puseram presidente, ministro, cônsul, secretário… tiraram coroas e puseram faixas, medalhas, cartas… Como disse Julieta a romeu: “A flor que chamamos de rosa se outro nome tivesse inda teria o mesmo perfume”. Só que esta flor, nada tem de flor, e seu olor a nada bom recende.

Vamos abrir nossas mentes, com moderação e entendimento.



Recomendo os vídeos:
https://youtu.be/u0vpIuj8mLU
https://youtu.be/cezH8EXPKMk
https://youtu.be/0kyQwD1nNzk
https://youtu.be/MS4f_H7P2P8
https://youtu.be/mltN0ZTgo1Y
https://youtu.be/8RaRt52rXVY

Páginas para conhecer mais sobre a monarquia parlamentar:
http://causaimperial.com.br
http://www.monarquia.org.br/
http://www.digasimamonarquia.com.br/
https://pt-br.facebook.com/promonarquia/
https://www.facebook.com/geracaomonarquia/
https://www.facebook.com/monarquiamaceio/posts/1768803086686605

Por: Isaac Vasconcelos


segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Refutando todos os argumentos contra a Monarquia Parlamentarista


Primeiro:
Na questão histórica. É inegável que chegamos ao ápice do Brasil durante o império. Vocês analisam um período de 67 anos apenas considerando 8 do primeiro reinado, o que é ridículo, ridículo mesmo.

O período "republicano" do Império, as regências, isso sim, um dos períodos mais conturbados do país. Com a chegada de Pedro II ao poder, especialmente em 1848, encontramos estabilidade como nunca mais houve na história do país.

Éramos uma das poucas monarquias constitucionais do mundo, depois, uma monarquia parlamentar que seria ainda mais aperfeiçoada (sim, é importante relatar isso, já que todo mundo julga o século XIX como se fosse hoje).

Chegamos a ter uma das marinhas mais poderosas do mundo. O único país da América do Sul a participar das feiras universais durante quase 30 anos! O Segundo foi a Argentina já em 1889.

A abolição da escravidão veio de forma gradual, evitando-se uma barbárie como nos Estados Unidos, custou o trono, infelizmente, como Princesa Isabel bem sabia e foi avisada., mas mesmo assim aboliu quando teve chance.

Crescimento da renda per capita maior que o dos EUA no mesmo período. Desigualdade? Que país não tinha?! Agora vocês esquecem quem jogou o país no lixo de crises? Logo nos primeiros anos. Inflação que era em média 1,5% ao ano, sobe absurdos, levando o preço dos produtos a aumentar 300% em apenas 5 anos! Encilhamento mandou lembranças!

Isso como se não bastasse o golpe republicano ter se firmado matando cerca de 100 mil pessoas entre a revolta da Armada, contestado, Canudos, Rev. Federalista e por aí vai...

Enfim, basicamente isso. Agora vamos para o regime em si, porque a monarquia é melhor.

Primeiro, repetir que estou falando de uma monarquia REPRESENTATIVA, ou seja, com democracia. Caso não saibam, monarquia é forma de governo, democracia é regime de poder, uma coisa não anula a outra.

Primeiro: Monarquias são mais baratas, economiza-se milhões/bilhões com eleições, visto que só ocorrem para o legislativo, isso sem contar que com isso, não acontece como nosso lindo país atualmente, onde empresários chegam a dar na casa dos bilhões para financiar campanhas, criando verdadeiros presidentes escravos, além de, claro, conchavos entre políticos também. Segundo: O rei é Chefe de Estado, cabe a ele questões diplomáticas, bem como: Aprovar o orçamento anual; Indicar ou aprovar o primeiro ministro; Desfazer o parlamento em caso de corrupção,ineficiência e pelo pedido do primeiro ministro, convocando novas eleições imediatamente; Entre outras coisas Terceiro: Mas qual a diferença do monarca para uma pessoa normal?

O monarca, por ser vitalício - cuidado com isso, ele pode perder a coroa, desde que vá de encontro à constituição federal- tem mais autonomia, além de ser educado desde sua infância para o cargo, uma família tradicional, como a nossa, tem interesse próprio que o país prospere, pois assim, sua família ganha nome e sua linhagem continuará OU SEJA, não depende apenas dele ser BOM, se ele for bom ótimo, mas é do INTERESSE DELE, logo , é algo natural, além do fato dele ser educado desde a infância, enfim, ou ele trabalha bem, ou cai, talvez até a dinastia dele, a vida da família está em jogo, é algo bem mais objetivo do que depender de puro patriotismo. É o que podemos chamar de "unir o útil ao agradável". Não é por acaso as monarquias são os países com melhores desempenhos nos rankings.

Junte isso a tudo que eu disse no post. Vários mecanismo de democracia direta e semi-direta e um federalismo onde as atribuições nascem da seguinte forma, Município>Estados>União e não o contrário, aproximando o povo do seu governo e descentralizando ao máximo o poder.´


Por: Kristyan Patrick


quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Um Monarca seria melhor do que um Presidente Republicano? Que diferença faz o país ser governado por um Imperador ou um Presidente?


– O Monarca, sendo vitalício, pode inspirar e conduzir um projeto nacional, com obras de longo alcance e que visem às futuras gerações. O Presidente tem quatro anos (renováveis uma vez) para elaborar e executar seu projeto, cujo alcance é voltado quase exclusivamente à sua reeleição.

– O Monarca não tem interesse em interromper as obras dos antecessores, das quais participou antes mesmo de subir ao trono. O Presidente quer executar seu próprio projeto, e com freqüência interrompe o dos antecessores.

– O Monarca é o símbolo vivo da nação, personifica sua tradição histórica e lhe dá a unidade e continuidade. O Presidente tem mandato de apenas quatro anos e é eleito por uma parte da nação. Por isso não a personifica nem lhe dá unidade.

– O Monarca representa para o povo a figura de um pai e cria na nação a consciência de uma grande família, com um destino em comum a realizar. O Presidente é um mero funcionário público temporário, e ninguém constitui vínculos psicológicos duradouros com ele, pois é substituído a cada quatro anos.

– O Monarca não está vinculado a partidos nem depende de grupos econômicos; por isso é independente e pode se dedicar ao que é melhor para o país inteiro. O Presidente se elege com o apoio de partidos e depende de grupos econômicos, que influem nas suas decisões.

– O Monarca é educado desde criança para reinar com honestidade, competência e nobreza, e durante toda a sua formação já participa dos problemas e do governo do país. O Presidente não é educado para o cargo, sendo freqüentemente um aventureiro, um improvisado.

– O Monarca trata os súditos com amor, como um pai que ouve e se interessa pelos problemas dos filhos. O Presidente trata o povo de modo impessoal, com se fossem estranhos.

– Trecho da cartilha "Direita? Esquerda? Siga o melhor caminho: Monarquia" da Pró Monarquia - Casa Imperial do Brasil




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