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domingo, 9 de outubro de 2016

Batalha de Tuiuti


Batalha de Tuiuti no dia 24 de maio de 1866 em Tuyutí, Buenos Aires, Argentina.

A grande vitória Brasileira e Aliada sobre os Paraguaios na Primeira Batalha de Tuiuti aconteceu em 24 de Maio.

Com a decisão de em uma grande batalha encerrar as Guerra do Paraguai fazendo o Exército Aliado recuar, o Ditador Paraguaio tentou cercar o Exército Imperial e o exército Argentino na Batalha de Tuiuti.

Apesar da falta de comando pelo chefe supremo das tropas, o Presidente Argentino Bartolomeu Mitre, o General Osório, futuro Marquês do Herval tomou o controle do Exército. A Batalha durou seis horas e foi uma das mais sangrentas da guerra. Com superioridade numérica de quase 10 mil soldados, com 32 mil ao todo o Exército Aliado fez baixas de quatro mil soldados, deixando seis mil feridos e aprisionando 370, enquanto o Exército aliado apenas sofreu cerca de mil baixas, porém chegou a ter três mil feridos.

Após a Primeira Batalha de Tuiuti, o Exército Paraguaio nunca mais conseguiu se recuperar por completo, resistindo em trincheiras ou em fortalezas.

Imagem: “Episodio de la 2da División Buenos Aires en la batalla de Tuyutí”, Candido López, 1866.


domingo, 28 de agosto de 2016

24 de Maio de 1866 - A Batalha de Tuiuti


Há 150 anos acontecia, às margens do Lago Tuiuti, no Paraguai, a batalha mais sangrenta da história militar da América do Sul - e uma das mais importantes da Guerra do Paraguai - A Batalha de Tuiuti. A batalha reuniu mais de 50.000 homens e deixou um saldo de mais de 12.000 baixas paraguaias.

O ditador paraguaio Solano Lopez havia reunido, às vésperas da batalha, um contingente superior a 20.000 homens, em uma tentativa de empurrar as tropas aliadas de volta ao rio Paraná. No fim da manhã, o exército paraguaio lançou seu ataque. Com o contingente dividido em 3 setores, o plano paraguaio era cortar o Exército Imperial Brasileiro ao meio e, juntamente, atacar os flancos uruguaio e argentino. Sem uma atitude do Comandante-em-chefe aliado,o general argentino Bartolomeu Mitre, houve surpresa, confusão e, inicialmente, um risco de derrota.

Diante da ausência de Mitre, um general brasileiro, Osório, assumiu o Comando-chefe da batalha, intervindo energicamente e transformando a quase derrota em vitória. Não menos importante foi a atuação do tenente-coronel francês Emílio Luís Mallet que, no comando do 1º Regimento de Artilharia a Cavalo, varreu a poderosa cavalaria cabocla e frustrou os planos de Solano, mantendo o Exército Brasileiro unido em um só setor.

Segundo um relato do então alferes Dionísio Cerqueira, "Os batalhões avançavam; a artilharia rugia rápida, a revolver; era um contínuo trovejar. Parecia uma tempestade. Cornetas tocavam a carga; lanças se enristavam, cruzavam-se baionetas, rasgavam-se os corpos sadios dos heróis; espadas brandidas a duas mãos, como os montantes nos pares de Carlos Magno, abriam crânios, cortavam braços, decepavam cabeças."





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