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quinta-feira, 16 de março de 2017

Fidel Castro levou Cuba à falência


Fidel Castro conseguiu transformar o 3° país mais rico das Américas, com a 3° capital mais moderna do mundo e 6° maior renda per capita do mundo, um país que já foi mais rico do que a Itália, Espanha, Japão, Áustria e Portugal, em um dos países mais pobres do mundo, onde basicamente falta tudo, a ração alimentar não dura mais de 15 dias no mês, a educação não passa de doutrinação onde não se ensina ciências e, um sistema de saúde falido que parou no tempo e utiliza equipamentos de 60 anos atrás.

Fatos que provavelmente você não sabia sobre Cuba antes de Fidel Castro:

1° Em 1956, a ONU reconheceu Cuba como o segundo país na América Latina com as menores taxas de analfabetismo (apenas 23,6%). A taxa do Haiti era de 90%; e da Espanha, El Salvador, Bolívia, Venezuela, Brasil, Peru, Guatemala e República Dominicana, próximas de 50%.

2° Em 1957, a ONU reconheceu Cuba como o melhor país da América Latina em número de médicos per capita (1 por 957 habitantes), com o maior percentual de casas com energia elétrica depois do Uruguai; e com o maior número de calorias (2870) ingeridas per capita.

3° O primeiro hotel a ter ar condicionado Central em todo o mundo foi construído em Havana: o Hotel Riviera em 1951.

4° A primeira nação da América Latina e a terceira no mundo (atrás da Inglaterra e dos EUA) a ter uma ferrovia foi Cuba, em 1837.

5° A primeira demonstração, em nível mundial, de uma indústria movida a eletricidade foi em Havana, em 1877.

6° Cuba já tinha uma excelente escola de medicina, investia-se pesado em pesquisa ao ponto de Cuba ter, em 1881, descoberto o agente transmissor da febre amarela e definido sua prevenção e tratamento, bem como ter aplicado a primeira anestesia com éter na América Latina, em 1847. Em 1907, estreou em Havana o primeiro aparelho de Raios-X de toda a América Latina.

7° O primeiro sistema elétrico de iluminação em toda a América Latina (incluindo a Espanha) foi instalado em Cuba, em 1889.

8° Entre 1825 e 1897, entre 60% e 75% de toda a renda bruta que a Espanha recebeu do exterior veio de Cuba.

9° O primeiro bonde que circulou na América Latina foi em Havana, em 1900.

10° Também em 1900, antes de qualquer outro país na América Latina, foi em Havana que chegou o primeiro automóvel.

11° A primeira cidade do mundo a ter telefonia com ligação direta (sem necessidade de telefonista) foi em Havana, em 1906.

12° Em 19 maio de 1913 foi realizado o primeiro voo na América Latina, pelos cubanos Agustin Parla e Rosillo Domingo, entre Cuba e Key West, na Forida, EUA, que durou uma hora e quarenta minutos.

13° Em 1922, Cuba foi o segundo país no mundo a abrir uma estação de rádio e o primeiro país do mundo a transmitir um concerto de música e apresentar uma notícia pelo rádio.

14° A primeira locutora de rádio do mundo foi uma cubana: Esther Perea de la Torre. Em 1928, Cuba tinha 61 estações de rádio, 43 delas em Havana, ocupando o quarto lugar no mundo, perdendo apenas para os EUA, Canadá e União Soviética. Cuba foi o primeiro país no mundo em número de estações por população e área territorial.

15° Em 1937, Cuba decretou, pela primeira vez na América Latina, a jornada de trabalho de 8 horas e a autonomia universitária.

16° Em 1940, Cuba foi o primeiro país da América Latina a conceder o direito de voto às mulheres, igualdade de direitos entre os sexos e raças, bem como o direito das mulheres trabalharem.

17° O segundo país do mundo a emitir uma transmissão pela TV foi Cuba, em 1950. As maiores estrelas de toda a América, que não tinham chance em seus países, foram para Havana para atuarem nos seus canais de televisão.

18° O primeiro prédio construído em concreto armado em todo o mundo fica em Havana: O Focsa, em 1952.

19° Em 1954, Cuba tinha uma cabeça de gado por pessoa. O país ocupava a terceira posição na América Latina (depois de Argentina e do Uruguai) no consumo de carne per capita.

20° Em 1940, Cuba foi o primeiro país da América Latina a ter um presidente negro, eleito por sufrágio universal, por maioria absoluta, quando a maioria da população era branca. Ela se adiantou em 68 anos aos Estados Unidos.

21° Em 1955, Cuba era o segundo país na América Latina com a menor taxa de mortalidade infantil (33,4 por mil nascimentos).

22° Cuba tinha mais carros transitando pela ruas de Havana antes de Fidel do em todo o Brasil.

23° Cuba foi o primeiro país do mundo a ter TV a cores.

24° Em 1958, Cuba foi o segundo país do mundo a emitir uma transmissão de televisão a cores.

25° Em 1959, Havana era a cidade do mundo com o maior número de salas de cinema (358), batendo Nova York e Paris, que ficavam em segundo e terceiro lugares, respectivamente.

Ditador Fidel Castro




quarta-feira, 15 de março de 2017

As vítimas do terrorismo comunista no Regime Militar


Membros de organizações subversivo-terroristas, que atuaram nas décadas de 60 e 70, há anos vem se dedicando a doutrinar gerações e gerações, por meio de aulas nas escolas, séries nas televisões, de filmes e lançamentos de livros, louvando os “atos heróicos dos que lutaram pela liberdade”.
Homenagens e mais homenagens endeusaram assassinos, sequestradores e terroristas, mortos pela “sanguinária ditadura”.

“Os pobres estudantes que dedicaram suas vidas para libertar o Brasil das garras dos militares“ foram ganhando nome de ruas, de escolas e memoriais.

Com o passar dos anos, com os companheiros dessas organizações chegando ao poder pelo voto, cada vez mais a doutrinação das massas foi tomando vulto. Como um rolo compressor, com a força do poder e com o dinheiro público desencadearam uma campanha hedionda e, finalmente, atingiram ao planejado: uma Comissão da Verdade foi criada, uma comissão que prometeu ao povo o Direito à Memória e a Verdade.
Mentira!

Na realidade uma comissão, que sabe a verdade, mas que quer dourar os feitos dos subversivos e terroristas; uma comissão que não quer que o povo saiba o que realmente se passou nas décadas de 60 e 70; uma comissão que não vai apresentar nos relatórios a história desse nosso passado recente; uma comissão que apenas oficializará uma história que está escrita desde que eles perderam a luta armada, uma história onde as vítimas que foram assassinadas pelos “estudantes desarmados”, serão esquecidas... Alguns dirão que nem foram tantas...

Essa gentalha, sob a mentira de combater uma ditadura militar, na verdade, queriam implantar uma ditadura comunista em nosso país.

São 116 cidadãos brasileiros, dois militares estrangeiros que cursavam escolas militares e um marinheiro inglês que visitava o Brasil que foram sacrificados e mortos com crueldade, mas que jamais são lembrados.

O nome de seus algozes, são acobertados pelos tapetes vermelhos do Palácio do Planalto e protegidos por companheiros de organizações terroristas que hoje ocupam cargos chaves no governo brasileiro (os companheiros, ao chegarem ao poder, aparelharam o Estado).

Uma parte da sociedade, já doutrinada, não saberá porque foi necessário que as Forças Armadas pegassem em armas. A outra parte, até quando aceitará que seus filhos continuem a ser doutrinados? Não se sabe! Sabemos apenas, que o Brasil começa a acordar...

Os familiares dessas vítimas esquecidas querem que os “arautos dos direitos humanos” esclareçam à sociedade a verdadeira motivação que levou os subversivo-terroristas a pegarem em armas e as circunstâncias em que seus entes queridos foram assassinados.

Move-nos, verdadeiramente, o desejo de que a sociedade brasileira faça justiça a estas vítimas esquecidas que perderam a vida no confronto do qual os seus verdugos, embora derrotados nos combates, exibem, na prática, os galardões de uma vitória bastarda, urdida por um revanchismo odioso.

A esses heróis esquecidos o reconhecimento da democracia e a garantia da nossa permanente vigilância, para que o sacrifício de suas vidas não tenha sido em vão.





domingo, 26 de fevereiro de 2017

Você sabe de onde veio a expressão "Comunista come criancinha"?


Você sabe de onde veio a expressão "Comunista come criancinha"?

Canibais com suas vítimas, na província de Samara, em 1921.
Imagem: FIGES, Orlando. A Tragédia de um Povo, A Revolução Russa – 1891 – 1924. p. 699.

Lênin, a partir de 1919, iniciara uma política de confisco de grãos dos camponeses, que gradualmente levaria uma crise de fome em massa na população. A tentativa de planificar a economia, através do controle de distribuição de alimentos, mediante apropriação forçada dos grãos dos camponeses, a fim de abastecer as cidades, gerou não somente revolta e uma feroz guerra civil no campo, como uma diminuição gradual da produção de cereais na Rússia.

Os camponeses foram proibidos de vender livremente seus excedentes e os bolchevistas, exigindo cotas de produção acima das possibilidades do campo, empobreceu-os radicalmente, gerando escassez de alimentos. Os bolchevistas, através de uma incrível violência, torturando, matando e saqueando os agricultores, não somente confiscavam tudo que o camponês tinha, como não poupavam nem os grãos guardados para a o replantio de novas safras agrícolas.

As regiões mais ricas da Rússia, como Tambov e outros arredores de Moscou, outrora grandes exportadores de cereais, por volta de 1920, ameaçava perecer pela fome. Os comissários da Tcheka, em memorandos direcionados a Lênin e Molotov, relatavam a incapacidade dos camponeses de oferecem seus grãos, já que não somente o campo tinha se desestabilizado, como simplesmente a produção agrícola decaído. No entanto, sabendo dessas informações, Lênin radicalizou o processo, obrigando cada vez mais os camponeses a darem suas cotas de produção onde eles não existiam mais.

Antonov-Ovsenko, em uma carta sincera a um correligionário do partido, dizia que as exigências bolcheviques para a agricultura, em milhões de puds de cereais, eram tão além das expectativas da população, que ela simplesmente morreria de fome. E, de fato, foi o que ocorreu. Por volta de 1921 e 1922, 30 milhões de russos foram atingidos por uma crise de fome monstruosa, prontos a perecerem. O país caiu num caos completo. Rebeliões explodiam por todo a Rússia e arredores. Os marinheiros de Kronstadt se rebelaram e fizeram alianças com os camponeses insurretos e esfomeados.

E a fúria da população era tanta, que os " comissários do povo" perdiam o controle de várias cidades russas, já que eram massacrados pela turba enraivecida. Numa dessas cidades, os grãos de alimentos confiscados apodreciam na estação ferroviária, enquanto a população morrendo de fome, enfrentando os tiros dados pelos soldados do exército vermelho, saqueavam tudo quanto viam. Em algumas cidades como Bachkiria, Pugachev e Novouzenki era comum pessoas se alimentarem de cadáveres roubados nos cemitérios e até mesmo de cadáveres de parentes que haviam acabado de morrer. Nos arquivos da Revolução Russa de 1917 o pesquisador Orlando Figes, da Universidade de Cambridge, encontrou o seguinte relato: "...um homem condenado após ter devorado várias crianças confessou: -Em nossa aldeia ,todos comem carne humana, apenas não revelam. Há inúmeras tavernas na vila e todas, servem pratos à base de crianças.

Em Pugachev havia bandos de canibais e de negociantes de carne humana, que davam, preferencia à carne de crianças por ser mais tenra...".

A fome transformou as pessoas em canibais. Esse foi um fenômeno muito mais comum do que os historiadores têm presumido. Na Bachkíria e nas estepes em torno de Pugachev e Buzuluck, onde a falta de alimentos era aguda, verificaram-se milhares de casos, cuja maioria nem chegou a ser registrada. Um homem, condenado após ter devorado várias crianças, confessou: “Em nossa aldeia, todos consomem carne humana, mas não revelam que o fazem”. “Há inúmeras tavernas na vila e todas servem pratos à base de crianças”. (FIGES, 1999, p. 954).

As mães, desesperadas para dar de comer aos filhos, cortavam pernas e braços dos cadáveres e ferviam a carne (FIGES, 1999), as pessoas se alimentavam dos próprios parentes, com freqüência, bebês, menos resistentes à fome e às doenças e cuja carne era mais tenra. FIGES (1999) afirma também que havia bandos de canibais e negociantes que matavam crianças pequenas, fosse para consumo próprio, fosse para vender a carne numa taverna.

Em algumas aldeias, os camponeses recusavam-se a enterrar os mortos, preferindo guardar os corpos nos silos e estábulos; não raro, a gente do campo pedia às turmas de socorro às vítimas da fome que, em vez de recolher os defuntos, os abandonassem nos povoados. Na aldeia de Ivanovka, perto de Pugachev, uma mulher foi flagrada devorando a carne do marido. A refeição estava sendo dividida com o filho do casal. Quando as autoridades policiais tentaram jogar fora o que ainda havia no prato, ela gritou: “Não, precisamos dele para nos alimentar, ele é nosso sangue e ninguém tem o direito de levá-lo de nós”. (FIGES, 1999, p. 954).

Segundo FIGES (1999) intelectuais russos com grande notoriedade mundial, reuniram-se numa comissão, para pedir a Lênin, que pressionasse, no sentido de ajuda internacional às vítimas da fome. Á primeira vista, o regime bolchevista não ficou interessado na história, porém, com a pressão da opinião pública internacional assistindo a tragédia do país, eles foram obrigados a conceder, em parte por pressão internacional e, em parte, para pacificar o país esfomeado.

American Relief Administration (Administração de Auxílio Americana) alimentou, diariamente, dez milhões de pessoas e distribuíram enormes quantidades de remédios, roupas, ferramentas e sementes, suficientes para assegurar duas colheitas consecutivas e abundantes (as de 1922 e 1923), que finalmente permitiram ao país recuperar-se do flagelo. (FIGES, 1999, p. 956).


Se não fosse à ajuda internacional e, em particular, a ajuda norte-americana, com o apoio logístico do exército dos Estados Unidos, mais pessoas morreriam. Quando a situação se pacificou, os bolchevistas prenderam os intelectuais russos que pediram a ajuda internacional e só não foram fuzilados, por causa, mais uma vez, da pressão pública internacional, o regime soviético os expulsou do país com a roupa do corpo.

FIGES, Orlando. A Tragédia de um Povo, A Revolução Russa
http://revolucaorussatragediahumana.blogspot.com.br/2010/12/vladimir-ilitch-lenin.html

A Grande Fome de 1921-1922
O Livro Negro do Comunismo: Crimes, Terror e Repressão. p.265.




sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Friedrich Engels, o Comunista que odiava gays


Segundo as estatísticas, ser comunista e homossexual ao mesmo tempo é coisa de mongolão.

“Com o tempo, essa família ateniense chegou a ser o tipo pelo qual modelaram suas relações domésticas não apenas o resto dos jônios como, ainda, todos os gregos da metrópole e das colônias. Entretanto, apesar do seqüestro e da vigilância, as gregas achavam muitas e freqüentes ocasiões para enganar os seus maridos. Estes, que se teriam ruborizado de demonstrar o menor amor às suas mulheres, divertiam-se com toda espécie de jogos amorosos com hetairas; mas a degradação das mulheres refluiu sobre os próprios homens e também os degradou, levando-os às repugnantes práticas da pederastia e a desonrarem seus deuses e a si próprios, pelo mito de Ganimedes”.

E ainda é misógino ao creditar a culpa às mulheres pela degradação masculina:

"...mas a degradação das mulheres refluiu sobre os próprios homens e também os degradou, levando-os às repugnantes práticas da pederastia e a desonrarem seus deuses e a si próprios, pelo mito de Ganimedes”.

Friedrich Engels,
Livro: A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado.

E segundo Karl Marx: "A relação entre o homem e a mulher é a relação mais natural de ser humano com ser humano."

O homossexualismo na Grécia era moralmente deteriorado, abominável, repugnante e degradante. Frase de Friedrich Engels.




sábado, 26 de novembro de 2016

Os números de mortes da ditadura Comunista de Fidel Castro


CANALHA. adjetivo de dois gêneros. 1. relativo a ou próprio de pessoa vil, reles. 2. adjetivo e substantivo de dois gêneros que ou aquele que é infame, vil, abjeto; velhaco. Que tem pouco valor, não presta; reles, ordinário. Está desonrado, desacreditado. Desprezível, baixo. merecedor de desprezo; abjeto, vil, vergonhoso. CANALHA é aquele que chora pela morte do terrorista, assassino e genocida Fidel Castro. Quem simpatiza ou admira o demônio do Fidel Castro é um CANALHA.

Alguns números da ditadura sangrenta e demoníaca cubana, desde 1959:
“Fuzilados: 5.621. Assassinados extrajudicialmente: 1.163. Presos políticos mortos no cárcere por maus tratos, falta de assistência médica ou causas naturais: 1.081. Guerrilheiros anticastristas mortos em combate: 1.258. Soldados cubanos mortos em missões no exterior: 14.160. Mortos ou desaparecidos em tentativas de fuga do país: 77.824. Civis mortos em ataques químicos em Mavinga, Angola: 5.000. Guerrilheiros da Unita mortos em combate contra tropas cubanas: 9.380. Total: 115.127 (não inclui mortes causadas por atividades subversivas no exterior).”

Ditador Comunista Fidel Castro
Por: Luis Cavalcante


domingo, 17 de julho de 2016

Será que o comunismo é mesmo do bem? Claro que Não!



            No Brasil atualmente os jornais, revistas, canais de TV e universidades tratam os comunistas como pessoas de bem, além de contratar comunistas pagando-lhes altas quantias em dinheiro para apregoar o comunismo e a justiça social. Por causa disso, vamos reproduzir os pensamentos dessa ideologia, para que todos os nossos leitores possam chegar a uma conclusão sobre o que é realmente comunismo e a esquerda no Brasil e no mundo.

          “ Precisamos odiar. O ódio é a base do comunismo. As crianças devem ser ensinadas a odiar seus pais se eles não são comunistas. ” (V. I. Lenin)

          “ Somos favoráveis ao terror organizado – isso deve ser admitido francamente. ” (V. I. Lenin)

          “ O comunismo não é o amor. É o martelo com que esmagamos nossos inimigos. ” (mao Tsé-tung)

          “ O ódio intransigente ao inimigo, que impulsiona o revolucionário para além das limitações naturais do ser humano e o converte em uma efetiva, seletiva e fria máquina de matar: nossos soldados têm de ser assim. ” (Che Guevara)

          “ Até agora os camponeses não foram mobilizados, mas, através do terrorismo e da intimidação, nós os conquistaremos. ” (Che Guevara)

         “ Aos slogans sentimentalistas da fraternidade, opomos aquele ódio aos russos, que é a principal paixão revolucionária dos alemães. Só conseguiremos garantir a revolução mediante a mais firme campanha de terror contra os povos eslavos. ”  (Friedrich Engels)

         “ A principal missão dos outros povos (exceto os alemães, os húngaros e os poloneses) é perecer no Holocausto revolucionário... Esse lixo étnico continuará sendo, até o seu completo extermínio ou desnacionalização, o mais fanático portador da contrarrevolução. ” (Karl Marx)


            A nossa maior preocupação é que, diariamente nossos irmãos brasileiros tem visto nas TVS, em escolas públicas ou em jornais, falácias de que o comunismo é tudo de bom e que busca a justiça social, etc. Mas quando vamos a fundo na pesquisa sobre o que realmente é o comunismo, descobrimos que não passa de uma ideologia feita por pessoas fracassadas, e que nunca deu certo nesse planeta. O comunismo pode ser descrito como: Teoria de lúcifer, ódio, fracasso, ilusão, etc. O impacto do comunismo no mundo é de mais ou menos 100 milhões de mortos. Essa é a face do comunismo. 


        " Um comunista é como o crocodilo: quando ele abre a boca, você não sabe se está sorrindo ou preparando-se para devorar você. ” ( Winston Churchill)



Por Mozarth Magro 

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Carlos Marighella, um assumido terrorista sanguinário e latrocida!


Esse sanguinário terrorista fundou a Aliança Libertadora Nacional (ALN), um dos grupos mais cruéis da guerrilha marxista brasileira que atuou durante o Regime Militar (1964 – 1985).

A ALN foi responsável por assaltos, sequestros, atentados a bomba e diversos assassinatos.

Seu objetivo era claro: Instaurar uma sanguinária e ateísta ditadura marxista-leninista em território brasileiro.

Anistiar Carlos Marighella e chamá-lo de “herói” é, no mínimo, uma ofensa terrível a todos aqueles que perderam seus bens, sua saúde e, em última instância, suas vidas em virtude da sanguinária sede de poder das hostes marxistas.

Com esse gesto, o governo brasileiro indica perfeitamente, quem deve compor o panteão de heróis da nação: “Guerrilheiros, terroristas e assaltantes”, homens devotados ao coletivismo ditatorial, à supressão da liberdade, à perseguição, à barbárie, à morte, homens que pavimentaram com os crânios de inocentes seu caminho revolucionário.

“Todos nós somos guerrilheiros, terroristas e assaltantes e não homens que dependem de votos de outros revolucionários, ou de quem quer que seja para se desempenharem do dever de fazer a revolução.”
Carlos Marighella(1911-1969)

Carlos Marighella, terrorista comunista





Carlos Lamarca, um terrorista comunista


Nos dias 16/04/70 e 18/04/70 foram presos no Rio de Janeiro, Celso Lungaretti e Maria do Carmo Brito, ambos militantes da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), uma das organizações comunistas que seguia a linha cubana.

Ao serem interrogados os dois informaram que desde janeiro/70, a VPR, com a colaboração de outras organizações comunistas, instalara uma área de treinamento de guerrilhas, na região de Jacupiranga, próxima a Registro, no Vale da Ribeira, no Estado de São Paulo, sob o comando do ex-capitão do Exército, Carlos Lamarca.

No dia 19/04/70, tropas do Exército e da Polícia Militar do Estado de São Paulo foram deslocadas para a área, para verificar a autenticidade das declarações dos dois militantes presos e neutralizar a área, prendendo, se possível os seus 18 ocupantes.

No início de maio/70 uma parte da tropa da Polícia Militar foi retirada da área, permanecendo, apenas, um pelotão. Como voluntário para comandá-lo, apresentou-se um jovem de 23 anos, o Tenente Alberto Mendes Júnior. Com 5 anos de Polícia Militar, o Tenente Mendes era conhecido, entre os seus companheiros, por seu espírito afável e alegre e pelo altruísmo no cumprimento das missões. Idealista, acreditava que era seu dever permanecer na área, ao lado se seus subordinados.

No dia 08/05/70, 7 terroristas, chefiados por Carlos Lamarca, que estavam numa pick-up, ao pararem num posto de gasolina em Eldorado Paulista, foram abordados por policiais que, imediatamente, foram alvejados por tiros que partiram dos terroristas que ocupavam a pick-up e que após o tiroteio fugiram para Sete Barras.

Ciente do ocorrido, o Tenente Mendes organizou uma patrulha, que, em duas viaturas, dirigiu-se de Sete Barras para Eldorado Paulista. Cerca das 21:00 horas, houve o encontro com os terroristas que estavam armados com fuzis FAL enquanto que os PMs portavam o velho fuzil Mauser modelo 1908. Em nítida desvantagem bélica, vários PMs foram feridos e o Tenente Mendes verificou que diversos de seus comandados estavam necessitando urgentes socorros médicos.

Um dos terroristas, com um golpe astucioso, aproveitando-se daquele momento psicológico, gritou-lhes para que se entregassem. Julgando-se cercado, o oficial aceitou render-se, desde que seus homens pudessem receber o socorro necessário. Tendo os demais componentes da patrulha permanecido como reféns, o Tenente levou os feridos para Sete Barras.

De madrugada, a pé e sozinho, o Tenente Mendes buscou contato com os terroristas, preocupado que estava com o restante de seus homens. Encontrou Lamarca que decidiu seguir com seus companheiros e os prisioneiros para Sete Barras. Ao se aproximarem dessa localidade foram surpreendidos por um tiroteio, ocasião em que dois terroristas Edmauro Gopfert e José Araújo Nóbrega desgarraram-se do grupo e os cinco terroristas restantes embrenharam-se no mato, levando consigo o Tenente Mendes. Depois de caminharem um dia e meio na mata, os terroristas e o Tenente pararam para descansar. Nesta ocasião Carlos Lamarca, Yoshitame Fugimore e Diógenes Sobrosa de Souza afastaram-se e formaram um tribunal revolucionário que resolveu assassinar o Tenente Mendes pois o mesmo, pela necessidade de vigiá-lo, retardava a fuga. Os outros dois Ariston Oliveira Lucena e Gilberto Faria Lima ficaram vigiando o prisioneiro.

Poucos minutos depois, os três terroristas retornaram, e, acercando-se por traz do Oficial, Yoshitame Fugimore desfechou-lhe violentos golpes na cabeça, com a coronha de um fuzil. Caído e com a base do crânio partida, o Tenente Mendes gemia e se contorcia em dores. Diógenes Sobrosa de Souza desferiu-lhe outros golpes na cabeça, esfacelando-a. Ali mesmo, numa pequena vala e com seus coturnos ao lado da cabeça ensangüentada, o Tenente Mendes foi enterrado.
Em 08/09/70, Ariston Lucena foi preso pelo DOI/CODI/IIEx e apontou, no local, onde o Tenente estava enterrado. Seu corpo foi exumado, em segredo, pelos agentes do DOI pois os companheiros do Tenente queriam linchar Ariston.

Dos cinco assassinos do Tenente Mendes, sabe-se que:
· Carlos Lamarca, morreu na tarde de 17/09/71, no interior da Bahia, durante tiroteio com o DOI/CODI/6ª RM;
· Yoshitame Fugimore, morreu em 05/12/70, em São Paulo, durante tiroteio com o DOI/CODI/IIEx;
· Diógenes Sobrosa de Souza, preso em 12/12/70, no RS. Em novembro de 71 foi condenado à pena de morte (existia na época esta punição para os terroristas assassinos, que nunca foi usada). Em fins de 1979 , com a anistia foi libertado;
· Gilberto Faria Lima, fugiu para o exterior.
· Ariston Lucena, após a anistia foi libertado e teria se suicidado, recentemente, no RS.
Observação:
Embora Carlos Lamarca tenha desertado no posto de capitão, por lei especial, sua família recebe a pensão de coronel.
Todas as famílias dos terroristas assassinos, inclusive a de Carlos Lamarca receberam uma grande indenização em dinheiro.

O Tenente Mendes, promovido após sua morte, por bravura, ao posto de capitão, deixou para sua família a pensão relativa a esse posto. Sua família , que nunca ganhou nenhuma indenização dos governos federal e estadual, tem problemas psicológicos até hoje . Seus pais não se conformam em ter único filho sido assassinado de forma brutal, por bandidos sempre tão endeusados pela nossa mídia.

Mídia, aliás, irresponsável e conivente com assassinos, ladrões de banco!
Pode ser que não seja do conhecimento dos demais leitores, mas, a Srª Dilma Roussef, atual ministra da Casa Civil deste (des)governo irresponsável, foi chefe do VPR-8; assaltou a residência do Sr. Ademar de Barros, levando um cofre com a quantia de U$2,500,000.00 (dois milhões e quinhentos mil dólares); ninguém sabe do paradeiro desse dinheiro, nem ela revela em que foi usado!
Uma bastante competente subversiva e ladra!
E ainda querem lançá-la como próxima PR (Presidente da República)!

Aparentemente, no Brasil, sob o ícone do PT, para ser autoridade máxima nos poderes executivo, legislativo e judiciário, tem que ter a comprovação de uma folha corrida em qualquer Delegacia Policial (aonde constem, roubos, furtos, assassinatos, sequestros, etc).


Carlos Lamarca, terrorista comunista


Tenente Alberto Mendes Júnior





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