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terça-feira, 28 de março de 2017

Primeira Ministra da Polônia: A política migratória da Europa causa terrorismo




Há uma ligação clara entre a política imigratória da Europa, que permite a imigração em massa de países do terceiro mundo e o terrorismo, como aconteceu em Londres, disse a primeira-ministra da Polônia, Beata Szydlo.

Falando durante uma entrevista com a emissora privada polaca TVN24, Szydlo estabeleceu uma ligação entre o ataque em Londres e toda a política migratória da União Européia, portanto reafirmando que a agressão só dá motivos a Varsóvia em não receber os tais "refugiados".

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"Muitas vezes ouço na Europa: não ligue a política migratória ao terrorismo, mas é impossível não conectá-los", disse Szydlo. 

O governo da Polônia recusou-se a aceitar qualquer um dos 6.200 dos refugiados que lhe são atribuídos no âmbito do regime de quotas da União Europeia. 

No início desta semana (25/03), o "comissário da migração" da UE, Dimitris Avramopoulos, em uma visita a Varsóvia, emitiu um alerta direto à Polônia, por não colaborar com as políticas de imigração.
 
"O comissário deveria concentrar seus esforços para evitar atos como o de ontem, em Londres ... A Polônia não sucumbirá à chantagem expressa pelo comissário", disse Szydlo.  


"O comissário vem a Varsóvia e está tentando nos dizer o que fazer: vocês têm que fazer o que a UE decidiu, vocês têm que aceitar os imigrantes.... Dois dias depois, outro ataque terrorista ocorre em Londres ", disse ela. 

Szydlo também disse que a Polônia tem o direito de não a declaração que os líderes da UE devem endossar em Roma este mês, que irá traçar o rumo do bloco depois que a Grã-Bretanha se afastar.

Tradução de EuTimes.net e adaptação por Natan Falbo - Conservadores.


https://apoia.se/conservadores



segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

História Política Brasileira - Formação e Idéias


              Precedentes; Breve Formação Política de Portugal

Na história de nossa política, não só fulgura meramente sua perspectiva e fisionomia internas, no conhecimento de todas as suas notas e particularidades, como também o entender externo e amplo que por sua vez possui conexões muito consistentes no que tange as idéias e as ações de que aqui se trata. A Terra de Santa Cruz[1], tal como se apresenta historialmente[2], não se revela, de maneira alguma, isenta de formação e de aparências que se afloraram através das atividades Ibéricas; portuguesas e espanholas, por assim dizer. Antes de adentrarmos o foco de interesse, isto é, as idéias, e a política propriamente brasileira, devemos, pontuar ao menos minimamente, a formação política de Portugal para que possamos empreender com mais facilidade o Descobrimento e os acontecimentos posteriores sem necessidade de outros aprofundamentos.

Portugal, já em sua transição do Medieval ao Moderno, trouxe, à mercê de extensidades[3] muito comuns da época, uma formação econômica e política que já não era senão a própria identidade de Estado-Nação. É claro que dentro desse aspecto, não podemos compreender a situação portuguesa com vieses subversivos para com seu contexto; muitos historiadores enxergam em Portugal, não só uma espécie de dissidente quando relacionado ao seu tempo, mas como também uma forma característica de afirmação das próprias evoluções econômicas. Não é o caso.

É fato de que a posição geográfica de Portugal foi realmente muito favorável para o comércio marítimo, sem contar uma leva de intercâmbios culturais não tão precisos. Mas dizer que isso torna o caráter português muito diferente de províncias e reinos Europeus, é uma inverdade muito profunda; em uma rápida asserção, não foram os próprios europeus que resgataram e copiaram escritos de outras culturas[4]? Não foram eles que conseguiram mesclá-las, elevando o grau da civilização Cristã? Portugal não foge dessa regra, de certa forma. O que podemos enxergar de diferente – o que sempre houve desde dentro nessas regiões – trata-se de suas ordens antropogeográficas. O “restante”, se assim podemos dizer, havia e muita semelhança e compatibilidade no seio de seus desenvolvimentos morais e culturais[5].

Mas este cenário do qual estou falando, só deu-se por iniciado a partir da Dinastia de Borgonha, ainda em 1139. Portugal não fora, desde seus primórdios, altamente influenciado por estas bases; até certo tempo, a expansão muçulmana conseguiu fixar-se em boa parte da Península Ibérica e foram, nesse período, intrinsecamente expulsos[6]. Essa dinastia não dura muito tempo com a chegada da Revolução de Avis, de 1383 – 1385, que, concomitante para com algumas aspirações absolutistas, surge, daquilo que falamos a pouco, a criação daquela forma política da qual prevaleceu durante seu tempo – e que se estendeu por vários anos, como veremos posteriormente.

É com este cenário no universo português que se têm o marco inicial da expansão marítima, o marco que se expressou na conquista de Ceuta, em 1415; cidade, esta, Espanhola, consistida na costa Africana no Estreito do Gilbatrar, conhecida, também como uma “cidade autônoma” para a época. É a partir daquele momento em diante que os portugueses entenderam de que, a tecnologia desenvolvida, as teorias, os cálculos e, quase que principalmente, o financiamento para as viagens marítimas, era mais do que necessárias; esta percepção tornou-se uma prática no que tange os interesses da Côrte e, inclusive, a de muitos grupos e indivíduos ricos da época. Dos acontecimentos em diante, a respeito desses aspectos, seguiu-se na negociação de Portugal e Castela, a criação do Tratado Alcáçovas que teve de ser substituído pelo de Tordesilhas[7]; a Bula Eterni Regis que validava os documentos Romanus Pontifex[8] e Inter cætera [9]; início dos ciclos de expanção Oriental e Ocidental, etc.

Dos documentos citados mais acima – que por sua vez estarão mais completos nas notas finais deste capítulo – nos evidenciam a recente especulação de que os Portugueses, de que ignorantes não tinham de nada, aproveitaram a intuição clássica de que existia “novos mundos”, novas terras no mundo ocidental; quem mais fundamentou esse aspecto foi Oliveira Lima, em seu livro “Formação da Nacionalidade Brasileira”:

                       “Poderia eu citar-vos várias dessas cartas e mesmo desses globos terrestres. Seria isto erudição fácil, de que vos poderíeis prover algures e com todas as minúcias. Lembrarei somente, de passagem, que o gravador italiano de uma medtalha de bronze com a efígie de Carlos IV de Anjou, conde de Maine, tendo, pelo meado do século XV, de desenhar um mapa-mundo, designou, com o espírito de resolução que destingue sua raça, sob o nome de “Brume” (em latim Bruma), o quarto continente, o qual prendia então de uma maneira muito viva a atenção dos cosmógrafos [...]” (LIMA, Página 40). 

Mas não foi o único. Até mesmo Francisco Iglésias pontuou, brevemente, na Tragetória. A idéia central é de que, já na Antiguidade, até mesmo o filósofo Aristóteles e um geógrafo da cultura chamado Estrabão, ambos tiveram intuições destes continentes povoados[10]. Estrabão, sobretudo, “deu como certa a existência de uma terra ocidental, que, mais tarde, se tornou, por assim dizer, o objeto constante da imaginação de numerosos sábios, com tendências humanistas”.

Isso foi, decerto, um ótimo arcabouço para um físico em específico, a bordo de Pedro Álvares Cabral, intitulado Mestre João; fora instruído por um ofício de Portugal, mas há de realçar de que poderia ele ter recusado mediante a conjuntura política da época; foi-se por curiosidade em saber se tais teorias, de tão clássicas a respeito, estavam de fato corretas.
Tiveram-se grandíssimos investimentos a partir do reconhecimento de algumas dessas idéias. Mas, quanto a esta, devo alertá-los de algo. O objetivo de evidenciar a questão de que os Europeus “já tinham o conhecimento do novo mundo” não permite a total exclusão do termo “Descobrimento”, quando se têm a chegada dos Portugueses, por duas razões: 1- Ter ciência da probabilidade de novas terras, baseada nas documentações de que muitos orientais migravam para seu Leste (ou seja, caminhando em direção ao Pacífico e, sobretudo, as terras americanas), não significa de que tinham a certeza mais absoluta possível. 2- Mesmo se a tivessem, o termo “descobrir” já releva pressupostos de que se trata da coisa ainda não conhecida, sem excluir a possibilidade de sua existência, ao menos por completo. Podería-se ser dito, historialmente, de que os Portugueses especulavam da existência do território que, não obstante, ainda não invalida a tese do descobrimento, visto a vasta gama de boas novas que foram por aqui encontradas, fora a enfim conclusão de que de fato existia[11].

                        A Terra de Vera Cruz; Das navegações

No fluxo das navegações (ou expedições marítimas), é possível notar com muita facilidade o grande preparo, acompanhado de algumas preocupações um tanto notórias no que se refere aos próprios tripulantes; imagine você, caro leitor, em pleno mundo moderno cuja tecnologia eficaz e avançada dos tempos atuais não estava ao alcance, tendo de apelar a construções matemáticas e físicas das mais complexas e que não respaldavam suficiência definida. No entanto, a grande mescla, se assim podemos dizer, de conhecimentos marítimos, impulsionou por anos a fio grandes feitos e grandes descobertas.

Tal impulso, através de tantos requerimentos dirigidos aos soberanos íberos, das concessões papais quase como regra[12], tão forte o foi que, no mesmo ano em que Pedro Álvares Cabral lançou âncoras em Porto Seguro, 1500, Yánez Pinzón descobriu uma parte da costa do norte do continente meridional (America do Sul), e ancorou na enorme embocadura do Amazonas; Diego de Leppe, outro espanhol, se deteve diante das costas setenrionais (Norte do Brasil), assinalou o cabo de Santo Agostinho, e verificou que o litoral, a partir dali, se inclina gradualmetne na direção do sudoeste[13].

Sem a pretenção de resumir-se, nessa parte, a um romântico escritor, vejo-me na necessidade, das mais agradáveis para ser sincero, de dizer de que o campo das idéias portuguesas, ou a mentalidade portuguesa desde Avis passou a usufruir de uma bela adequação entre a Tradição e a Evolução[14]. Ora, sei que dizer isso pode parecer-nos óbvio, mas foram os Íberos que permaneceram com as influências escolásticas e eclesiásticas apesar da iniciação do Renascentismo italiano; sem, não obstante, excluir a possibilidade, ou melhor, à vontade e a aspiração de experiências políticas que pudessem melhorar suas condições[15]. Um dos exemplos que Nelson Nogueira Saldanha, em sua obra “História das Idéias Políticas no Brasil”, confere, por exemplo, “a idéia de ‘Império’ que na Espanha de Carlos V se reelaborava sob condições singulares (veja-se o famoso estudo de Menéndez Pidal a respeito); as lutas contra os mouros, dando à noção de cristandade um cimento político-militar agônico, inconfundíavel; o esforço de Portugal para se manter autônomo, em sua realeza começada como feudo rebelde e depois tranbordada em potência marítima e desbravadora de orbes.”[16]

Em todo o caso, Portugal ainda teve dificuldades diplomáticas juntamente com Castela – que, tal como assinalado precedentemente, firmaram-se acordos. Até mesmo os Franceses, que já tinham interesses nessas terras após a descoberta[17], como por exemplo, os marinheiros Honfleur e Dieppe, encontravam-se presentes nessa grande conjuntura.

Sem, em conjunto, querer retirar o mérito e o grande feito de Portugal no sentido da Descoberta das terras, é bem possível dizermos de que as outras influências marítimas, tal como a espanhola, francesa – e até mesmo a italiana posteriormente – impulsionaram o horizonte de interesse português no quesito da defesa das terras que já obtinham no Oriente; estes, dos quais, já continham alta influência nas Índias, algumas expedições no Japão, partes da costa Africana, etc.[18] O que, aliás, para este que vos escreve, engrandece ainda mais o mérito tecnológico, coragem e audácia que por sua vez seria o senso de união necessário no que tange a população portuguesa para almejar êxito pleno sob tais terras; realmente a dificuldade não residia, única e exclusivamente, no interposto econômico para o financiamento, mas, um recenseamento feito em 1527 dava-lhe apenas 1.326.000 habitantes. Isto é, em 1500, com essa população de faixa reduzida, com uma espécie de império em crescimento ininterrupto, evidenciava-se, em conjunto, o grande risco de desestruturação e problemáticas com apenas um deslize mal pensado[19].

Apesar dos problemas e de todas as confusões marítimas que todos passaram[20], apesar das dificuldades para conseguir encontrar essas terras, tudo deu certo. É o momento em que Pedro Álvares Cabral, dito justo, não muito sábio, mas muito bem acompanhado, o mesmo que efetivamente se dirigia às Índias – devido as recentes descobertas de Vasco da Gama e que o próprio recomendou navegar o mais próximo a Oeste para evitar ‘calmarias podres da Guiné’ – encontrou aquela aspiração que faltava para Portugal e que fez jus às intuições dos antigos; a terra, a ilha ou continente do qual não tinham pleno conhecimento, no entanto, foi nomeada devidamente – através da famosa Carta de Caminha – de Terra de Vera Cruz.

                    Idéias Políticas em seu primeiro momento

No campo das idéias políticas, já arraigadas desde Portugal, das quais se afloram antes da Centralização da Admnistração, isto é, a criação do Governo Geral em 1549, não podem ser compreendidas, sobretudo, dentro de uma ótica contemporânea[21] tão usualmente praticada. O que, no entanto, não me impede de enunciar e admitir a dificuldade de identificar dissipações de idéias desse campo, por conta de algumas documentações que procuraram obter, por hipóteses, uma coerência autossuficiente; em outras palavras, ações políticas refletidas sob seu contexto e horizonte de entendimentos religiosos, institucionais, etc.[22]

Durante esse período de quarenta e nove anos, clarificada pelos passos iniciais da Colônia[23], não houve, no Brasil de então, um pleno reconhecimento político-institucional, nem prescrisão de idéias, nem muito interesse por parte da Côrte.

O fato é que a coroa portuguesa, a respeito das navegações e concorrências advindas de tantos outros povos, entendia – e com certa razão – de que precisava proteger e manter territórios que já havia sido conquistado no Oriente; tais como os franceses, não obtiveram tanto êxito quanto Portugal no que tange as terras brasileiras, gerando certa tranquilidade quanto à defesa do território. Mas é conjuntamente impossível dizer de que Portugal exerceu desleixo sobre. Teve-se, fora expedições, como a primeira já em 1501, afim de adentrar as terras, outras mais importantes e planejadas como a de 1516 por Cristóvão Jaques; Na expedição de Martim Afonso de Sousa, de 1530 a 1532 foi, de longe, a mais relevante. Foi nesta, pela amplitude e pelas propostas de um bom aproveitamento da terra, sem excluir o acolhimento do Pau-Brasil; reconheceu-se uma enorme faixa do Litoral, de Pernambuco até o Rio da Prata; funda-se a primeira Vila, a de São Vicente, com leve penetração da atual cidade de São Paulo.

Uma das idéias de Jaques e o Martim Afonso de Sousa – e que por sua vez o Governo Português aplicou-a, como já dito precedentemente – foi da percepção de que, como nessas terras não existia muita possibilidade de dominação por parte de outros estados, o governo que aqui residiria deveria ser descentralizado[24]. Da idealização que por fim não resultou senão da necessidade das famosas Capitanias Hereditárias, surgiu-se das tentativas de um sistema de convocarem-se os nobres e militares para direcionar tal governo; a concepção era bem fundamentada historicamente, já sendo observada nas ilhas do Atlântico – Açores, Madeira, Cabo Verde, Porto Santo, São Tomé, etc – mas a situação brasileira era outra completamente diferente. De todo o modo, o sitema hereditário, instituído em Janeiro de 1534, seguiu-se até 1548; desde os primeiros dias dessa iniciação, foram se encontrando muitos problemas, ora das tentativas de invasões, cujo poder descentralizado era inteiramente incapaz de exercer alguma defesa, ora dos confrontos interiores[25].

Não a muito do que pontuar nesse período sem uma administração tão concisa, senão o que já teve como realizado em outros artigos (capítulos, por assim dizer), a cerca da Literatura e a Educação brasileira; tais pontos, mais internos ao processo, estão mais completos nestes outros. Mas há de ressaltar que, nesse primeiro meio-século abordado, fora uma rápida estrutura do pensamento português – este do qual será aprofundado devidamente em artigos posteriores – mesmo Portugal não exercendo tanta confiança de início, foi o momento em que, enfim, o Império Português[26] encontrou uma de suas maiories fontes, ao mesmo tempo em que, gradativamente, serviu-se de fonte para uma futura nação.



- Lucas Emmanuel Plaça;
______________________
Notas:
[1] Terra de Santa Cruz/ Terra de Vera Cruz/ Brazil; região que, por pouco, tornara-se nas percepções de alguns uma mera ilha e que, posteriormente, percebeu-se algo de maior, tal como foi batizado;
[2] Termo relativo a Historial; em seu sentido mais lato, como “obra historiográfica” sem a pretensão de enunciar determinada Metodologia, apenas como “ciências humanas”;
[3] A terminologia “extensidade”, foi inicialmente enunciada por Mário Ferreira dos Santos no primeiro Tomo de sua obra “Filosofia e História da Cultura”; o termo revela-se como a definição de cronologia, factos e acontecimentos que possam ser identificados com certa semelhança, eideticamente, sociologicamente;
[4] No mundo medieval, os Monges Copistas, tal como nome sugere, exerciam esforços sobre-humanos para resgatar/salvar os grandes autores; tal fator, assim como o foi explicitado, pode ser encontrado brevemente na obra “História das Guerras e Batalhas Medievais”(P. Jestice);
[5] Na magnífica obra “Como a Igreja Católica construiu a Civilização Ocidental” é evidenciado a amplitude alcaçada pelo cristianismo e que, ao longo do tempo, pepertuou-se como uma cultura fortíssima;
[6] Atento-me às más interpretações que possam realizar a esta asserção; não há indícios religiosos, culturais e intelectuais, nessa transição, de alguma influência evidente por parte dos Islâmicos;
[7] Enquanto o Tratado de Alçaçovas era suficiente para a paz;
[8] Romanus Pontifex foi uma bula pontifícia emitida pelo papa Nicolau V para o rei Afonso V de Portugal, datada de 8 de janeiro de 1455. Neste documento, e na sequência da anterior bula “Dum diversas” de 1452, o papa reconhecia ao reino de Portugal uma parte das terras desde o cabo Bojador, ao longo de toda a Guiné e mais além, ao sul.
[9] Essa bula obteve controvérsias; foi dita “injusta e tendenciosa”; ao determinar como referências as ilhas de Açores e Cabo Verde, tornou-se inviável pois suas longitudes eram diferentes em demasia, inviabilizando a demarcação por completo;
[10] Explicação mais detalhada em “Formação Histórica da Nacionalidade Brasileira”, do autor Oliveira Lima;
[11] Muitos autores/historiadores estão olhando com profundidade a questão do Descobrimento. Algo que, não obstante, teria de ser simples em demasia, encarar o facto histórico com honestidade para com suas fontes, sem determinação metdológica (como diria Olavo de Carvalho, n’A Filosofia seu Inverso, “Metodocracia”); coisa que, de muitos atuais, até cogitam a possibilidade de reescrever toda a história, inclusive as mais sensíveis à manipulação. Repito: Meu intuito ao evidenciar esse aspecto não fora metodocrático;
[12] Página 42, Oliveira Lima;
[13] Página 43, Idem;
[14] Atento-me ao “adequação da Tradição e Evolução”; como já enunciado na nota décima primeira (11), não há resquício metodocrático;
[15] Mais informações em “História das Idéias Políticas”;
[16] Idem;
[17] Oliveira Lima, F.H.N.B;
[18] Página 19, Tragetótia Política do Brasil;
[19] Idem;
[20] Existe uma história das navegações, mais aprofundada pela fonte primária, Dom Rodrigo; trecho: “Tendo a esquadra completa, Dom Rodrigo de Acunha, de que fazia parte seu barco, se dispersando, antes da passagem do estreito que leva ao Pacífico, buscou abrigo num porto do sul de Santa Catarina, onde uma parte de sua equipagem, encontrando-se com antigos companheiros de Solis, preferiu antes ali se estabelecer para um pequeno descanso. No entanto, alguns de seus homens do navio decidiram voltar para a Espanha pois naquelas poucas horas que descansaram, alguns foram sendo aprisionados por alguns indígenas canibais, e mais adiante tendo de procurar ajuda pois seu navio estava completamente destruído e pronto para afundar, acabaram encontrando numa costa próxima três navios Franceses.
Enquanto Dom Rodrigo dormia junto a mais três ajudantes, um dos capitães franceses, decidindo tomar seu navio e expulsar todos seus tripulantes, acabou por, na verdade, realizar uma barganha. Pois um de seus conterrâneos espanhóis ofereceu caixas de vinho e azeite em troca do barco que agora poderia pertencer aos Franceses. Enquanto essa troca de pertences acontecia, os que ficaram a bordo coletaram utensílios suficientes para arrumar o barco, e partiram para a Espanha novamente.
Porém, seu capitão, ao perceber -- enquanto seu sono o atacava ainda na praia -- que seu próprio barco partia para longe, acordou seus companheiros e desesperadamente seguiram numa pequena canoa de vela, durante quase dois dias, a gritar e gesticular como possessos. Seu subcomandante, "um desgraçado" -- assim o conta -- e seus outros tripulantes desembarcaram dez léguas mais ao norte, sendo capturados por mais indígenas. Dom Rodrigo, em uma carta escrita em Pernambuco para Madri, depois de muitos anos, relata isso com tons ainda muito raivosos e satíricos, finalizando-a no sentido mais amplo de "ninguém mandou me esquecer!".”
[21] Dos mesmos Historiadores atuais;
[22] Mais detalhes em “Instituições Políticas Brasileiras”;
[23] Há controvérsias recentes enunciando de que a Colônia não poderia ter sido iniciada em 1500 pela ausência de um poder direto, objetivo; pormenores como este podem ser encontrados na “Semana de História – Ensino e Pesquisa na Construção da História”, de 2005; 
[24] Mais detalhes em “Tragetória Política do Brasil”;
[25] Assim como é brevemente citado por Oliveira Lima, F.H.N.B, os indígenas acreditavam, por uma questão religiosa e cultural, de que todas as terras – inclusive as quais eles desconheciam – pertenciam à eles; motivos, também assinalados, da iniciação das guerras como fator cultural;
[26] Portugal havia chegado a uma espécie de Apogeu, conquistando dezenas de territórios afora; daí o termo “Império”; 


quinta-feira, 13 de outubro de 2016

A verdade sobre a PEC 241


A PEC 241 diz o seguinte:
- Os gastos serão controlados por 20 anos a partir de 2017, com o teto de correção pela inflação do ano anterior. Atenção: é teto, ou seja, os gastos de um ano só podem crescer até o limite da inflação do ano anterior. Em 2017 a correção será de 7,2% (inflação de 2016). Desenhando: em 2017 os gastos crescerão 7,2% sobre 2016. Não haverá congelamento.
- Dentro de 10 anos haverá uma revisão. É provável que esse ponto seja negociado para 5 anos.
- A Saúde terá regra própria em 2017: 15% da receita corrente líquida, o que significa R$ 113,7 bilhões, 10 bilhões a mais do que era previsto. A partir de 2018 passa a seguir a mesma regra dos demais setores.
- A Educação também terá regra própria: 18% da arrecadação de impostos. Em 2018 passa a seguir a mesma regra dos outros setores.
- E se precisar de mais dinheiro para Saúde ou Educação, será possível remanejar de outras áreas.
- Quem bater no teto não poderá elevar despesas como salários dos servidores, abrir concursos públicos, etc.

Resumo: não haverá congelamento, o que haverá será o crescimento seguindo a inflação, e com o tempo algumas revisões serão feitas. Esse terror que está sendo disseminado pelas mídias sociais e imprensa só tem um objetivo: fazer que o governo Temer seja o vilão.
Não dá pra sair de uma crise financeira sem medidas duras, sem dor. E a culpa da dor não é de quem está tentando corrigir, mas de quem colocou o país nessa situação."

QUAL O BENEFÍCIO ENTÃO?
Se o governo não corta gastos e fica deixando os gastos crescerem e depois aumenta impostos, o setor produtivo fica com a conta através de tributação, taxas, impostos enfim!
Daí, pegam seu dinheiro e fogem do Brasil como o capeta da cruz. Interrompem suas atividades e desempregam pessoas, que vão depender do sus e da educação, aumentando gastos, impostos e fugindo com mais investidores do Brasil, aumentando os desempregados e reduzindo a arrecadação...
Se não fosse aprovada essa PEC nenhum investidor colocaria dinheiro aqui... E nunca sairíamos da crise!

É muita gente que não entende de Economia e Política, que escutam as mesmas pessoas que colocaram o País nesta situação e agora ficam berrando que tudo é golpe, ficam falando besteiras que escutam de outros que acham que antes estava melhor (lógico eles estavam mamando nas tetas e para eles estava melhor mesmo), agora vamos deixar e ver o que de bom vai acontecer ou não, é lógico, quando PT, PSOL, REDE, PC do B, e outros clubes do nariz vermelho dizem que é retrocesso, tenha certeza, vai ser melhor para você!




sábado, 30 de julho de 2016

A diferença da esquerda, liberais, libertários, conservadores, direita


Nota-se que a esquerda deteriora os valores morais para aparentar uma falsa liberdade, pois enquanto o povo se prostitui e se droga, não sente a opressão do governo esquerdista que os trata como gado.

Liberais tem em comum com conservadores a defesa da liberdade econômica e do estado mínimo, porém, defende degradação moral parecida com a da esquerda;

libertários vão além, pedindo a extinção do estado e total degradação moral;

Conservadores (direita) defendem os valores morais e éticos, estado mínimo, regulamentações mínimas e livre mercado;

Já nazistas e fascistas são filhos bastardos da esquerda que se achavam superiores a todo mundo e por isso tomaram nos gluteus maximus.




quinta-feira, 7 de julho de 2016

Temer anuncia meta fiscal nesta quinta e a saída é elevar os Impostos


O presidente interino da República, Michel Temer, deverá anunciar na tarde desta quinta-feira (7) a meta fiscal (economia que o governo promete fazer para pagar a dívida pública) da União para 2017, que lhe será entregue, por volta do meio-dia, pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, no Palácio do Planalto.

A informação foi dada hoje (6) à noite pelo senador Wellington Fagundes (PR-MT), um dos participantes da reunião de Temer com a equipe econômica e parlamentares da Comissão de Orçamento do Congresso para tratar do assunto, e que não chegou a uma decisão. Segundo o senador,  a intenção de Temer é que o valor seja publicado no próximo sábado (9) e aprovado  na próxima semana pelo Congresso.


Nesta quinta-feira, a equipe econômica vai se reunir com Fagundes, relator do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias, para detalhar os números da meta fiscal. De acordo com o senador, a única hipótese em análise pelo Planalto de aumentar impostos diz respeito aos que não dependem de apoio do Congresso, como a CID (combustíveis),  IOF (operações financeiras) e PIS/Coffins (empresas).

Participaram da reunião de hoje no Planalto os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, do Planejamento, Dyogo Oliveira e da Casa Civil, Eliseu Padilha, além de integrantes da Comissão Mista de Orçamento do Congresso e os líderes governistas no Congresso.


quarta-feira, 15 de junho de 2016

O Brasil e suas massas de manobra


"Massa de Manobra". O nome originou-se de uma teoria simbólica do sociólogo francês Pierre Bourdieu.

O Brasil está atualmente cheio de ideologias que favorecem grupos individuais e que nunca incluem outras diversidades que não correspondem aos seus ideais políticos, religiosos e sociais. Se realmente soubéssemos que tudo isso se trata de uma luta do poder pelo poder, talvez estaríamos bem mais alerta a ponto de não deixarmos nos influenciar pelos seus argumentos de preconceito e intolerância.

Hoje, existe ideologia em tudo; em homens, mulheres, negros, brancos, heterossexuais, homossexuais. Estas ideologias existem para mobilizar as pessoas em favor de subornos coletivos, desvio da luta contra a corrupção e garantia de votos desta ideologia, que sempre elege um líder para representar cada classe social.

Tudo isso citado se encaixa perfeitamente no conceito criado por Karl Marx e Friedrick Engels: "O marxismo cultural", que tem como ideologia e objetivo o fim da desigualdade social e a implantação do comunismo para garantir o bem comum de todos, sem excessão alguma.

O socialismo utópico de Marx tem como objetivos iniciais a abolição da família tradicional e da igreja católica, pois estes dois fatores são os que mais contribuem para a desigualdade social do mundo e prega-se também como ápices de todo tipo de preconceito. Segundo o marxismo cultural, a família e a igreja precisam deixar de existir para que a igualdade absoluta aconteça em todos os ângulos sociais, fisiológicos e ideológicos, para que assim, não haja mais diferença entre homens e mulheres, heteros e homos, negros e brancos e nem entre crianças e adultos. Ou seja, uma sociedade sem regras é uma sociedade livre.

A interpretação marxista sobre o conceito família baseia-se em prisão e opressão. É visto hoje como uma instituição opressora e é exatamente por isso que o paradigma "tradicional" deve ser quebrado, pois assim a liberdade sexual e de expressão acontecem.


Por quê isso é uma armadilha governamental?

Para se conseguir implantar o marxismo cultural em uma nação, o governo precisa criar "massas de manobra". Mas o que seria isso? A massa de manobra trata-se de um grupo de pessoas que acabam sendo manipuladas e motivadas por uma determinada ideologia ou opinião pré-formada em valores morais e éticos por um líder político ou grupo político que esteja contantemente presente na mídia e que promove passeatas e movimentos a estes grupos para defenderem a ideologia na qual essas pessoas são influenciadas.

E hoje o Brasil está cheio de grupos de massas de manobra, cada uma com o seu líder!

Sindicatos de Professores, Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, Movimento dos Trabalhadores Rurais, Movimento Feminista, , LGBT, Pequenos Agricultores, Movimento Negro, entre outros.

As massas de manobra são mantidas através de benefícios dados pelos seus próprios líderes políticos, como um bom exemplo, o "Bolsa Família" ,que retribuem com votos e movimentos para que o grupo cresça e os benefícios também e para isso, atropela-se direitos de outros, o que seria a coletividade de um país, ou seja, ataca-se a democracia e dá-se início a uma ditadura de minorias. Quando dizem estar lutando por igualdade, na verdade estão lutando por mais benefícios estatais. Seria uma corrupção mascarada dentro do próprio povo.


Trata-se de Inocência das Pessoas?

Geralmente sim! A massa de manobra é construída em cima de pessoas que ainda não são providas de opinião própria e que ainda não sabem como podem conquistar uma vida melhor e é neste momento que surge um "super-herói" na vida destas pessoas. Trata-se dele, do líder político confiante e carismático que o estende a mão e joga a culpa de todos os problemas de sua vida em cima de classes dominantes, no caso, homens, brancos, heterossexuais, burgueses e universitários. Diante disto, movimentos e protestos começam, gerando o despertar do racismo, da homofobia, do machismo e do preconceito social.

Naturalmente são esses preconceitos e fobias que alimentam o ódio de justiça destas massas e assim aumentam-se benefícios estatais destes grupos, os colocando em uma posição de oprimidos e necessitados, garantindo a eles cada vez mais poder e chegando cada vez mais perto de seus objetivos, que é abolir o que já conseguiram rotular como opressores: a igreja e a família.

Mal sabem eles que estão apenas contribuindo para o fim da ética dentro da nação e para o fim da democracia, para assim, garantir poder absoluto ao governo em tudo e todos.

É por isso que as massas de manobra são sempre compostas por pessoas fáceis de manipular e que passam a ter a mesma identidade e pensamentos de seu líder político, ou seja, seu herói ou seu líder.
É uma guerra do poder pelo poder.


Massas de Manobra na História!

Um grande exemplo de massa de manobra na história foram os alemães que, desesperançosos, humilhados, oprimidos e em plena crise, decorrente de sua derrota na primeira guerra mundial, encontraram um sinal de esperança em uma figura confiante, carismática e altamente astuta. Ele mesmo: Adolf Hitler. O nazista pregou a ideologia de justiça e vingança com as próprias mãos e os alemães deixaram-se seduzir pelas suas promessas de uma Alemanha Próspera e rica! Mas para começar toda esta revolução, Hitler precisava encontrar um grupo dominante na qual pudesse taxá-lo de opressor e culpado pelas desgraças dos alemães. Quem Hitler escolheu? Os judeus! Pois possuíam muitas riquezas e um grande status social respeitado no mundo todo.

Hitler implantou na mente de cada alemão que era preciso humilhar, massacrar e exterminar cada judeu para que o orgulho alemão fosse ressussitado e assim, deu-se início ao maior conflito mundial da história da humanidade.

O identidade alemã começava a ser recuperada através de um grande holocausto.

Há quem hoje culpe a causa da crise brasileira no imperialismo dos Estados Unidos, nós sabemos muito bem quem!


O Fanatismo!

O nível de fanatismo em um grupo ou classe social pode chegar a níveis extremos, a ponto de ofender ou ridicularizar uma ceita ou religião, ignorando o meio social e as diversidades e até mesmo chegando a ponto de matar e destruir laços de família e de amizades.

A não-aceitação de outras opiniões leva o ser humano a se tornar uma pessoa intolerante, por conta de acreditarem fielmente nas ideologias falsas de seus líderes, que prometem justiça e igualdade.

É exatamente por isso que hoje uma opinião divergente se torna um tipo de preconceito. Pois se trata de uma ideia que não corresponde à ideologia proposta pelo Estado. E somente "Pelo Estado".


De: Ramon Ribeiro Santos




segunda-feira, 6 de junho de 2016

FHC afirma que jamais interferiu em contratos da Petrobras em seu mandato


O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou hoje (3) que jamais interferiu em contratos da Petrobras durante seus dois mandatos. Por meio de nota publicada em sua rede social, o ex-presidente também disse que seu filho, Paulo Henrique Cardoso, nunca teve ligação com a estatal.

A manifestação de FHC foi motivada pela divulgação dos depoimentos de delação premiada do ex-diretor da Área Internacional da Petrobras, Nestor Cerveró. Segundo FHC, as declarações de Cerveró não têm fundamento.

“Notícias veiculadas pela mídia a propósito de delação do senhor Nestor Cerveró sobre o governo FHC não têm qualquer fundamento. Paulo Henrique Cardoso nunca foi ligado à empresa PRS, nunca ouviu falar dela, nem, portanto, teve qualquer relação comercial com a referida empresa, nem, muito menos, teve algo a ver com as compras de Petrobras. De igual modo, Fernando Henrique Cardozo jamais interferiu ou orientou aquisições pela Petrobras durante os dois mandatos que exerceu com presidente da República. Esclarecimentos mais detalhados podem ser prestados pelos técnicos que dirigiram a empresa no período mencionado”, diz a nota.

Em dois depoimentos, Cerveró disse que fechou a contratação de uma empresa ligada ao filho do ex-presidente, Paulo Henrique Cardoso, por orientação do então presidente da estatal Phillipe Reichstul.

Ele disse aos investigadores que, em 1999 ou 2000, passou a tratar com o lobista Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, sobre a contratação da empresa espanhola Union Fenosa, em um projeto da TermoRio, usina termelétrica operada pela estatal. Segundo o delator, todos esperavam que o negócio seria fechado, mas a empresa do filho de FHC foi contratada.

Os depoimentos foram divulgados ontem (3), após a decisão do ministro Teori Zavascki, que retirou o sigilo dos depoimentos ao atender um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR).


sexta-feira, 27 de maio de 2016

Intervenção Militar para impedir o Comunismo, o Regime Militar (1964)


Para recordar, de forma resumida, a situação do Brasil em 1964 era a seguinte: No dia 25 de agosto de 1961, o Brasil foi surpreendido pela carta de renúncia do então Presidente Jânio da Silva Quadros.
O Vice-Presidente da República, João Goulart (Jango), deveria substituir imediatamente Jânio Quadros, mas só não o fez porque estava em uma visita diplomática na República Popular da China, uma violenta ditadura comunista liderada por Mao Tse-Tung.

Grupos armados tentavam implantar no Brasil uma ditadura socialista similar à praticada em Cuba, conhecida por “ditadura do proletariado”, onde haviam sido treinados.

Na Presidência da República, João Goulart, no dia 13 de março de 1964, fez um comício em frente à Estação Central do Brasil, no Rio de Janeiro, perante 300.000 pessoas e decretou a nacionalização das refinarias privadas de petróleo, a desapropriação de propriedades privadas às margens de ferrovias, segundo ele para a reforma agrária, e outras medidas tidas pelo povo brasileiro como “comunistas”, desencadeando então uma grave crise política e social no país.

Diversas greves e atentados eram praticados por todo o Brasil, especialmente pelos grupos armados comunistas brasileiros como o MR8 (Movimento Revolucionário 8 de Outubro), ao qual pertencia a atual Presidente da República Dilma Rousseff e seu ministro Franklin Martins. O MR8 praticou diversos crimes, sendo os mais famosos o roubo do cofre do então Governador de São Paulo Adhemar de Barros e o sequestro do embaixador americano Charles Elbrick.

Com o total apoio das mais diversas organizações da sociedade civil brasileira e da Igreja Católica, as Forças Armadas assumiram o poder político do Brasil no dia 01 de abril de 1964.



terça-feira, 24 de maio de 2016

Ação do PPS pede fim de privilégios de Eduardo Cunha


O deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA), com o apoio da bancada na Câmara, protocolou hoje (24), no Tribunal Regional Federal (TRF), ação popular para anular o Ato da Mesa Diretora da Casa (88/16) que garantiu ao deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afastado do mandato e da presidência da Câmara pelo Supremo Tribunal Federal (STF), prerrogativas do comando da Casa, como o uso da residência oficial, segurança pessoal, assistência à saúde, transporte aéreo e terrestre, subsídio integral e equipe a serviço do gabinete parlamentar.

“Não há nenhuma justificativa plausível para que o erário público tenha que suportar o ônus da manutenção de tamanha estrutura para quem sequer encontra-se no regular exercício do mandato”, destacou.

O ato da Mesa foi justificado pelo fato de o afastamento ser temporário, dependendo de um julgamento da Corte, “o que significa dizer que o deputado Eduardo Cunha ainda é o presidente da Câmara dos Deputados, encontrando-se apenas afastado temporariamente de suas funções, por decisão precária e sujeita a alteração a qualquer momento”.

Na ação, além de destacar que dois membros da Mesa Diretora da Câmara – a deputada Mara Gabrili e o deputado Alex Canziani - não assinaram o ato, Jordy destaca que mesmo diante da possibilidade de retorno de Cunha, “não é menos certo que, durante a suspensão do mandato o primeiro requerido não desempenhará qualquer função à frente da Câmara dos Deputados, seja como presidente ou como deputado”.



No texto, o parlamentar explica que, mesmo com foro privilegiado, a lei que regula a ação popular define que a competência para o seu julgamento é determinada pela origem do ato, ou seja, o juízo de primeiro grau.


segunda-feira, 23 de maio de 2016

O fracasso da esquerda


Os partidos de esquerda ganham prestigio político e sempre conseguem quebrar as nações com suas políticas fajutas e artificiais de distribuição de renda. 

Até os países nórdicos estão revendo suas políticas sociais. Perceberam que antes da renda ser distribuída a riqueza precisa ser gerada.

A história sempre se repete como farsa: A esquerda fala o que o povo humilde adora ouvir, assume, quebra o país e depois aparece a direita para consertar sua política econômica. 

É incrível como os esquerdistas não aprenderam ainda! Como não esquecem de nada!

Séculos de história, retumbantes fracassos, milhões de mortes nas costas e ainda tem gente que acredita nesta baboseira de igualdade e justiça social! O Brasil cansa! O que os governos têm que fazer é cuidar da educação, saúde e segurança e deixar iniciativa privada trabalhar em paz. Lei nenhuma substituirá a lei da oferta e da procura.


Karl Marx! Por que o pessoal da esquerda, quando desvia dinheiro público, compra apartamento em Paris ou Miami e não em Cuba ou na Coréia do Norte?
Eles pensam como Marx; governam como Stalin; vivem como Rockfeller, hipocrisia socialista.


Por: Everthon Garcia




Alguém ainda duvida que o governo do PT é uma tremenda mentira?


O pobre não entrava na faculdade. O que o PT fez? Investiu na Educação? Não, tornou a prova mais fácil.

Mesmo assim, os pobres continuaram a não conseguir entrar na faculdade. O que o PT fez? Melhorou a qualidade do Ensino Médio? Não.

O analfabetismo era grande. O que o PT fez? Incentivou a leitura? Não, passou a considerar como alfabetizado quem sabe escrever o próprio nome.

A pobreza era grande. O que o PT fez? Investiu em empregos e incentivos à produção e ao empreendedorismo? Não. Baixou a linha da pobreza e passou a considerar classe média quem ganha R$300,00.

O desemprego era pleno. O que o PT fez? Deu emprego? Não. Passou a considerar como empregado quem recebe o bolsa família ou não procura emprego.

A saúde estava muito ruim. O que o PT fez? Investiu em hospitais e em infraestrutura de saúde, criou mais cursos na área de Medicina? Não.

Importou um monte de cubanos que sequer fizeram a prova para comprovar sua eficiência e que aparentemente nem médicos são. (Um já foi identificado como capitão do exército cubano)
Alguém ainda duvida que o governo do PT é uma tremenda mentira?

Por: Everthon Garcia



Regime Militar só era ruim para vagabundos


Os que berram e urram que o Regime Militar foi extremamente violento e sangrento para a população.

Não conheço nenhuma pessoa que acordava as 6 da manhã pra trabalhar que sofreu algum tipo de repressão, tortura; já pessoas que ficavam se drogando pela rua, saiam pelas ruas badernando, essas pessoas sim sofriam repressão; essas pessoas como Dilma Rousseff, e entre outros vagabundos.

Esses que ficam aí berrando loucamente contra o Regime Militar e defendendo esquerdice, querem é acordar meio dia, fumar maconha; o tipo de liberdade que eles querem, é o mesmo que bandido quer. Liberdade que gente decente quer é de poder sair na rua, trabalhar, sem se preocupar se vai ser assaltado, morto, se alguém vai invadir sua casa.

Pessoas de bem não sofreram no regime. Conversem com pessoas trabalhadoras que viveram naquele período, ao invés de serem alienados por TV, livros de história do MEC, pessoas que gostam de uma bagunça.

Por: Everthon Garcia




quinta-feira, 19 de maio de 2016

A trágica vida de Karl Marx


Karl Marx dedicou a escrever ''O Capital'', a biografia de Marx disseca a vida pessoal do ''pensador'', viu 4 de seus 7 filhos morrerem ainda bebês, duas filhas cometeram suicídio, e dependeu de sua mulher financeiramente durante 16 anos, ainda assim, ele a traiu sexualmente.

Desempregado, Marx trabalhou fixo apenas uma vez, estudou economia, mas era irresponsável com as finanças pessoais.

O biógrafo e filósofo grego Plutarco (46-120) dizia que ''a chave para entender um grande homem não está nas conquistas em campos de batalhas ou triunfos públicos, mas em suas vidas pessoais.'' Ao dissecar Karl Marx por sua vida ordinária (1818-1883), o revolucionário que criou o livro ''Amor & Capital'' (Zahar). A americana Mary Gabriel escreveu quase 1000 páginas, tira Jenny Von Westphalen da sombra de Marx e humaniza ''o mito''. A mulher de Marx segurou as piores barras, para que ele pudesse escrever sua obra, no qual queria um mundo igualitário, sem divisão de propriedades e classes. Jenny é descrita como uma mulher inteligente, alta, distinta e bonita. Filha da aristocracia, apenas 4 anos mais velha do marido. Marx não tinha atributos físicos atraentes, mas o que chamava a atenção era sua capacidade ''intelectual''. Nesse amor com a vida pessoal trágica, ela aceitou a morte de 4 dos 7 filhos, devido a vida miserável e insalubre que levavam. Ela faleceu antes de que duas de 3 filhos sobreviventes cometessem suicídio.

Os documentos dessa família trágica foram encontrados em uma pesquisa milimétrica, no qual inclui documentos e cartas inéditas. Uma das partes mais triste do livro, conta a história de sua filha prematura chamada Franzisca, morreu logo após o primeiro aniversário, de bronquite. Sem dinheiro para comprar um caixão, Jenny guardou o corpo da menina gelado no quarto dos fundos e juntou as camas do casal e das 3 outras filhas no outro quarto, para que chorassem juntos até que encontrassem alguém que pudesse emprestar a ninharia necessária para terminar com aquela situação.

A primeira edição do livro ''Manifesto Comunista'' foi ignorado no lançamento. Marx teve apenas um trabalho fixo, trabalhou como correspondente do jornal ''New York'', não resultavam em dinheiro suficiente para manter ele e sua família, embora que estudasse economia, era irresponsável com suas finanças pessoais. Em 1852, em quando morava em Londres com a família, sem ter mais para onde ir, Marx tentou penhorar alguns talheres de prata com o brasão da família de sua mulher Jenny quando o dono da loja, desconfiava daquela criatura mal vestida e cabelos desgrenhados, chamou a polícia. Ao escrever uma carta para o seu amigo Friederich Engels, ele desabafou: ''A única luz no horizonte é a doença de um tio reacionário de Jenny. Se o patife morre, eu saio desse aperto.'' O patife não morreu.

Marx e a sua família tinha como maior valor suas ideias, que no entanto, rendiam pouco dinheiro. Ele sempre era despejado das casas que alugava, acumulava empréstimos, pagava um com o outro, passava mais tempo ocupado em juntar migalhas do que tentar derrubar tronos, como sempre sonhou.
Jenny mesmo com as dificuldades da família, suportava tudo, inabalável admiração pelo seu marido e só pedia uma contrapartida: fidelidade de Marx, e ele falhou. De um relacionamento sexual com a empregada, misto de babá, governanta e amiga de Jenny, a traição resultou um filho, seu nome era Freddy. Desesperado Marx, pediu para Engels, rico e solteiro, que assumisse a criança e pensou em dar como encerrado ao assunto. Sua biografia foo manchada, e causou amargura em sua esposa Jenny, que adoeceu gravemente.

Mesmo após a traição, a aliança entre eles se mostrou sólida. Mantinha-se firme a família Marx mesmo com desastres, a certeza: a de que o patriarca estava escrevendo um livro ''O Capital'' que abalaria o mundo. e tudo iria melhorar com a sua família depois do lançamento do livro. Na origem de sua obra no qual descreve, o funcionamento e a derrubada definitiva do sistema capitalista, tudo era sacrificado de bom grado. Ao ser lançando depois de 16 anos escrevendo, o livro foi praticamente ignorado pela ''imprensa burguesa'',  como Marx a definia. Não provocou nem marola, foi considerado difícil de entender.

Marx, morreu aos 64 anos, parecia um velho senil, segundo a autora. Morreu intelectualmente debilitado, com um abscesso no pulmão. 11 pessoas compareceram ao seu enterro, no dia 17 de Março de 1883, o enterro aconteceu no cemitério londrino Highgate, foi enterrado ao lado de sua esposa Jenny, que morrera alguns anos antes, de câncer. Coube a Engels o elogio fúnebre. Engels disse do seu lugar na história mundial e garantiu que, embora Marx tivesse morrido, as ideias não morreriam com ele.

Por: Everthon Garcia



quarta-feira, 18 de maio de 2016

STF condena deputado do PDT por não pagar dívida de R$ 8,3 milhões


O deputado federal Roberto Góes (PDT-AP) foi condenado hoje (17) pelo Supremo Tribunal Federal (STF) pelos crimes de peculato e assunção de obrigação no último ano do mandato quando exercia o cargo de prefeito de Macapá, em 2012. A primeira Turma da Corte, por maioria de votos, estipulou pena de dois anos, oito meses e 20 dias de reclusão, mais multa de 20 salários mínimos em gêneros alimentícios, medicamentos ou material escolar, mas ainda cabe recurso contra a sentença.

A pena de reclusão, no entanto, foi convertida em restritiva de direitos, consistente na prestação de serviços a entidade filantrópica, durante uma hora por dia, pelo mesmo período.
De acordo com ação penal proposta pela Procuradoria-Geral do Estado do Amapá, Góes deixou de pagar mais de R$ 8,3 milhões de um contrato consignado a uma instituição financeira com convênio com a prefeitura.

“Visando quitar a dívida contraída em razão da ausência de repasses para pagamento dos empréstimos consignados, assumiu obrigação de pagamento do montante em seu último ano de mandato, o que, na visão do Ministério Público caracteriza a prática peculato-desvio e assunção de obrigação no último ano do mandato”, diz trecho da denúncia. A defesa alegou que o recurso foi usado para quitar serviços essenciais de natureza alimentar.

Devido à falta de pagamento da despesa autorizada por Góes no último ano do mandato, a gestão seguinte foi obrigada a negociar um acordo com a instituição financeira e pagar a dívida em 60 parcelas fixas no valor de R$ 209 mil cada.

Relator do caso, o ministro Luís Roberto Barroso argumentou que, no momento em que o acusado, coincidentemente, usa verbas pública para finalidade distinta daquela a que se destina, pagando os salários dos servidores municipais, não resta dúvida da prática do crime de peculato-desvio.



terça-feira, 17 de maio de 2016

PT reconhe erros cometidos nos 13 anos de governo federal


O PT divulgou na noite de hoje (17) duas resoluções do partido após reunião de seu Diretório Nacional, ocorrida à tarde, em Brasília. Uma das resoluções trata do cenário político atual, no qual a presidenta da República responde um processo de impeachment e está afastada do governo; e com o PT, de volta à oposição, não tendo reunido força suficiente para deter o processo contra Dilma.

Além de criticar a postura do PMDB e do vice-presidente da República Michel Temer, a quem acusam de dar um “golpe” político em Dilma para assumir o poder, o partido disse que cometeu falhas durante os cerca de 13 anos de governos petistas. Um desses erros, segundo o partido, foi se deixar “contaminar” pelo financiamento empresarial de campanha e o que chamam de “prática dos partidos tradicionais”, sem citar diretamente o envolvimento de petistas em esquemas de corrupção.

“Fomos contaminados pelo financiamento empresarial de campanhas, estrutura celular de como as classes dominantes se articulam com o Estado, formando suas próprias bancadas corporativas e controlando governos. Preservada essa condição, mesmo após nossa vitória eleitoral de 2002, terminamos envolvidos em práticas dos partidos políticos tradicionais, o que claramente afetou negativamente nossa imagem e abriu flancos para ataques de aparatos judiciais controlados pela direita”, diz um trecho resolução.

Movimentos sociais

O PT também disse não ter priorizado as alianças com movimentos sociais e o que chama de “partidos populares”. O partido se disse “refém de acordos táticos” para conseguir administrar o país. “Tampouco nos dedicamos, com a devida atenção e perseverança, a costurar uma aliança estratégica entre os partidos populares e os movimentos sociais, que pudesse ampliar o peso institucional da esquerda. Acabamos reféns de acordos táticos, imperiosos para o manejo do Estado, mas que resultaram num baixo e pouco enraizamento das forças progressistas”.

A segunda resolução diz respeito às eleições municipais de 2016. Nela, o partido se compromete a não fazer aliança com políticos que apoiaram a abertura do processo de impeachment de Dilma ou mesmo tenham votado nesse sentido no Congresso Nacional.

O Diretório Nacional determinou que as alianças eleitorais nos municípios só poderão ser confirmadas na Justiça Federal após aprovação das direções estaduais. No caso de “cidades prioritárias”, a confirmação será dada pela direção nacional.

Após a reunião, mas antes da divulgação oficial das resoluções, o presidente do partido, Rui Falcão, concedeu entrevista coletiva e disse que o PT vai priorizar alianças com partidos de esquerda como o PCdoB e PDT, justamente os que se opuseram ao impeachment de Dilma. Alianças com outros partidos, como o próprio PMDB, no entanto, não estão descartadas.

“O PMDB é um partido enorme, teve uma participação na luta democrática no passado. Certamente que, Brasil afora, deve ter pessoas confiáveis [no PMDB]. Se alguém do PMDB quiser participar conosco e não tenha apoiado o impeachment, priorize programas sociais e combata a corrupção, não vejo problema nenhum”, disse Rui Falcão.

Amauricio Borba - Portal Conservadores


Os erros do governo da Presidente Dilma Rousseff


1) Não respeitou a Lei de responsabilidade Fiscal ( LRF), por esse motivo teve suas contas rejeitadas pelo TCU.

2) Cometeu crime de Improbidade Administrativa por conivência.

3) Utilizou dinheiro de propina da Petrobras nas suas campanhas eleitorais, ( depoimento Operação Lavajato) ;

4) Autorizou pagamento de propina a partidos políticos, ( depoimento Operação Lavajato, deputado Pedro Corrêa ) ;

5) Autorizou a compra da Refinaria, de Pasadena, mesmo sabendo ser um péssimo negócio para a Petrobras, mas seria um ótimo negócio para a cumpanheirada ( depoimento Operação Lavajato);

6) Comprou voto para se reeleger, utilizando-se de programas sociais, mensurados acima da capacidade de arrecadação do governo e distribuído para famílias que não tinham direito aos mesmos;

7) Permite que uma empresa estatal, como a Petrobras, passe da condição de superavitária para deficitária, por ter sido saqueada por seu partido e partidos aliados, durante anos, e a mesma nada fez para impedir esses saques, nem como presidente do Conselho Administrativo da Petrobras, nem como presidente da República;

8) Mantém um estado enorme, com gastos exorbitantes, inúmeros ministérios e cargos comissionados, gastos imensos com cartões corporativos, sacrificando a sociedade;

9) Faz alianças e negociatas com políticos, para se manter no poder, inclusive nomeando-os para ministérios ou presenteando-os com cargos de confiança, sem considerar a meritocracia ou a ficha limpa.

10) Libera empréstimos do BNDES, com carimbo de secreto, com juros baixos e períodos a perder de vista, quando não perdoa, como se fosse proprietária dos recursos do Tesouro Nacional;

11) É conivente com a política de sobreprêço em todas as obras e serviços contratados pelo governo, a fim de permitir o pagamento de propina ao seu partido e partidos aliados;

12) Permite que sejam feitas licitações fraudulentas, ou dispensa de licitação, com a finalidade de beneficiar as empresas que pagarem mais propina ao PT e partidos aliados;

13) Permite roubos e desvios de dinheiro em outras estatais, como a Eletrobrás dentre outras ;

14) Manteve o nosso país com cargas tributárias altíssimas, sem contrapartida e ainda quer criar mais impostos, mesmo sabendo que essa atitude prejudicará a competitividade dos nossos produtos no mercado externo e todas as repercussões decorrentes do aumento de impostos;

15) Tem contribuído com suas atitudes irresponsáveis para os graves prejuízos na economia do país, crescimento da inflação, do desemprego, da criminalidade, falta de competitividade dos nossos produtos no mercado;

16) É responsável pelo rebaixamento do Brasil pelas agências de risco, colocando o nosso país na relação de maus pagadores, afastando com isso os investidores, necessários para o crescimento do nosso país.

17) Apresenta um nível de confiança baixíssimo em relação ao empresariado sendo considerado o pior, em todos os tempos ;

18) Contribui para que o produto interno bruto do país seja o menor em 25 anos;

19) Precisa que seus ministros sejam obrigados a viajar de jatinhos particulares, ou de primeira classe, com custos altíssimos para o erário, para não enfrentarem a revolta da população em relação a sua permanência e de seu partido na gestão máxima do país ;

20) Tem o tesoureiro do seu partido e responsável pelo custeio da sua campanha, preso e responsabilizado por recebimento e cobrança de propina, a empresários com contratos com a Petrobras, tendo inclusive apelidado a propina de pixuleco;

21) Em suas viagens nacionais e internacionais, não tem condições de comparecer em locais públicos, sob pena de ser vaiada e apedrejada pela população, juntamente com seu séquito, por isso precisa contratar público, ou os movimentos sociais, como CUT e MST, nas aparições nacionais.

22) Dilma concedeu empréstimos do BNDES a Evo Morales, mesmo depois de termos perdido nosso patrimônio da Petrobras, com a nacionalização do gás na Bolívia, sem qualquer contrapartida daquele país, e ainda continuam muy amigos.

Por: Everthon Garcia



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