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sexta-feira, 7 de abril de 2017

Polônia manifesta total apoio parabenizando Trump pelo ataque à Síria





O presidente polonês, Andrzej Duda, conservador, expressou nesta sexta-feira, 07 de abril, "apoio total" a ação militar efetuada pelos EUA contra uma base militar síria. Local de onde partiram os ataques com armas químicas.

Duda disse que a decisão do presidente dos EUA, Donald Trump de atacar a base aérea de Shayrat na Síria foi uma resposta ao uso de armas químicas pelas forças do regime do presidente Bashar al-Assad contra civis no início desta semana.

"Diante de um ato inimaginável de barbárie, o mundo civilizado não poderia permanecer indiferente", disse Duda em um comunicado, referindo-se ao ataque químico.


"A Polônia condena veementemente os crimes cometidos contra civis, e apela para que toda a comunidade internacional se empenhe ainda mais na restauração da paz na Síria, para deter loucura desta guerra e interromper a espiral de violência", disse o presidente polonês.


Enquanto isso, o Ministério das Relações Exteriores polonês disse que o ataque norte-americano foi "uma resposta proporcionada e adequada ao ataque químico bárbaro que, de acordo com compartilhamento de informações, da inteligência dos Estados Unidos com seus aliados, havia sido realizada pela força aérea síria perto da cidade de Idlib , alegando a morte de pelo menos 78 civis, incluindo mulheres e crianças ".


O Ministério das Relações Exteriores acrescentou que a iniciativa do presidente Trump "enviou um sinal forte e claro, de que a proliferação e o uso de armas químicas, inclusive contra civis indefesos na Síria, não serão tolerados".


Israel também manifestou apoio ao presidente Trump.

Com informações de Radio Poland, tradução e adaptação Natan Falbo - Conservadores
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quarta-feira, 5 de abril de 2017

Polônia: Não cederemos a pressão da União Europeia, não vamos aceitar imigrantes.




"Sou resistente à chantagem e a pressão, que vêm de Bruxelas [sede da União Europeia], entre outros lugares", disse Beata Szydło, Primeira Ministra da Polônia, numa conferência de imprensa.

Na terça-feira (04/03), o jornal britânico The Times informou que a Polônia e a Hungria poderiam ser forçadas a sair da UE se não aceitassem migrantes sob um esquema de deslocalização em Bruxelas. O diário acrescentou que o bloco planeja emitir um ultimato a Varsóvia e Budapeste.

"Desde que assumimos o poder na Polônia, o governo sob minha direção deixou claro que não aceitamos tal solução [imigração], porque reconhecemos como algo ruim, especialmente para a Europa", acrescentou
Szydło.

A Primeira Ministra disse que Brexit foi em parte causado por uma política irresponsável de migração."A União Européia cometeu um erro fatal - sob pressão de todos tipo de lobista, mas também em grande parte sob a pressão alemã - de adotar soluções que são ineficazes na prática e não abordam o problema da migração de forma corretamente, mas também querem levar este problema para os outros 27 países do bloco" , disse Szydło.

Na sequência do ataque terrorista em Londres, no final de Março, Szydło estabeleceu uma ligação entre o terrorismo e a política de imigração da UE durante uma entrevista com a emissora privada TVN."Eu ouço na Europa com muita frequência: -não conecte a política migratória ao terrorismo, mas é impossível não conectá-los", disse Szydło.



Em 2015, os líderes da UE decidiram que os países membros do bloco iriam dividir o ônus de aceitar um total de cerca de 160 mil imigrantes, principalmente do Oriente Médio e da África.O plano visava aliviar a pressão sobre a Grécia e a Itália após a chegada de mais de dois milhões de migrantes, que chegaram a estes países. 

Bruxelas, disse que a Polônia deve acolher cerca de 6.200 dos imigrantes até setembro de 2017. Mas o país ainda não aceitou nenhum dos refugiados.

 
Com informações de Radio Poland, tradução e adaptação por Natan Falbo - Conservadores

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segunda-feira, 3 de abril de 2017

Polônia acusa Rússia de causar a queda do avião que matou ex presidênte anti-Rússia





Os promotores polacos disseram na segunda-feira, 03 de abril,  que iriam acusar dois controladores de tráfego aéreo russos de contribuir deliberadamente para um acidente de avião em 2010 que matou o presidente da Polónia e outras 95 pessoas.

O acidente perto de Smolensk no oeste da Rússia matou o presidente polaco Lech Kaczynski e sua esposa, bem como o chefe do banco central, comandantes do exército e vários legisladores.

Um inquérito do governo polonês anterior atestou que foi falha do piloto da aeronave, mas o Partido Lei e Justiça (
Prawo i Sprawiedliwość) liderado pelo irmão gêmeo de Kaczynski. Jaroslaw, disse que o acidente pode ter sido causado por uma explosão a bordo.

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Os promotores disseram que uma nova análise das gravações das conversas entre os pilotos e os controladores russos justificava as acusações.

"Uma análise das evidências ... permitiu que os promotores formulassem novas acusações contra os controladores de tráfego aéreo, cidadãos da Federação Russa", disse o promotor-geral polonês, Marek Pasionek, em entrevista coletiva.


Referindo-se às acusações, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse a mídia, nesta segunda-feira que as circunstâncias da tragédia já foram cuidadosamente estudadas e "certamente não é possível concordar com tais conclusões".

A Rússia até agora se recusou a devolver os destroços do jato à Polônia.

As acusações dos promotores polacos, que o
Partido Lei e Justiça trouxe, são susceptíveis de agravar as relações com Moscou - já tensas sobre o conflito na Ucrânia - e aumentar as tensões dentro da sociedade polonesa. 

Polônia e Rússia não tem uma boa relação diplomática desde o fim da União Soviética. O ex presidente Lech Kaczynski possuía fortes posições anti-Rússia.  

O relatório do governo polonês anterior indicou que os controladores de tráfego Smolensk involuntariamente contribuíram para o acidente, acusações de que Moscou tinha considerado como falso. Um relatório russo sobre o acidente coloca a culpa diretamente nos poloneses.

Os promotores polacos disseram que uma reabertura dos caixões das vítimas, que havia sido selados na Rússia, revelou que em dois casos os restos estavam nos caixões errados e em cinco caixões havia fragmentos de outros corpos.


Mas muitos poloneses ficaram chocados com imagens de vídeo mostrando os trabalhadores russos empurrando grandes partes dos destroços com escavadeiras, cortando cabos e jogando sem cuidado peças menores em um monte em um caminhão.

O acidente aconteceu quando os pilotos tentaram pousar um TU-154 fabricado pelos soviéticos em um aeroporto raramente usado perto de Smolensk para participar de comemorações de 22 mil policiais executados lá pela polícia secreta soviética em 1940 em Katyn.


 
Com informações de Reuters, tradução e adaptação por Natan Falbo - Conservadores



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quarta-feira, 29 de março de 2017

Polônia desafia União Europeia e diz não a acordo climático



A Polônia apresentou no dia 3 de março de 2017 um processo que desafia os planos da União Européia (UE) de cotar as emissões de dióxido de carbono (CO2).

O Ministério do Meio Ambiente da Polônia argumentou que o esquema de preços de CO2 da UE não é vinculativo porque não tem o apoio total dos 28 países membros do bloco. Nove outras nações também se opuseram ao acordo.

Um membro da UE, a Polónia foi acusada de uma série crescente de desafios legais sobre o protocolo ambiental e comercial conhecido como Emissions Trading Scheme (ETS). ETS é um pilar importante dos esforços da UE para reduzir as emissões de CO2, usado como subterfúgio para combater o aquecimento global. A Europa quer reestruturar seu atual sistema de preços de CO2 para reduzir as emissões, mas a Polônia teme que as mudanças sejam um fardo pesado para as industriais do país e as centrais a carvão. A Polónia considera que as suas centrais elétricas a carvão são essenciais para a energia e a segurança nacional do país.

A Polônia também já ameaçou processar a UE no mês passado sobre a ETS.

A UE afirma que os regulamentações ainda não foram formalizadas e, portanto, não precisam de apoio de todas as nações europeias. A Polônia tem-se oposto repetidamente às medidas da UE para combater o aquecimento global por ter subsídios de carvão.

A Polônia é atualmente governada pelo partido conservador e anti-UE Lei & Justiça [
Prawo i Sprawiedliwość] , o primeiro partido político a ganhar assentos suficientes no parlamento para governar sozinho desde que a União Soviética entrou em colapso. 

O Lei & Justiça opõem-se geralmente à energia eólica e solar e favorecem uma política de energia que enfatize as tarifas alvejadas no gás natural do russo. O partido ainda defendeu uma moratória na construção de novas turbinas de energia eólica e apoia o desmantelamento de qualquer planta eólica dentro de três quilômetros de uma área residencial.

Grupos ambientalistas como o Greenpeace criticaram repetidamente as ideias de política energética do partido Lei & Justiça, alegando que as reduções de emissões de CO2 do país são insuficientemente ambiciosas.
 
 
Com informações de Daily Caller, tradução e adaptação por Natan Falbo - Conservadores


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terça-feira, 28 de março de 2017

Primeira Ministra da Polônia: A política migratória da Europa causa terrorismo




Há uma ligação clara entre a política imigratória da Europa, que permite a imigração em massa de países do terceiro mundo e o terrorismo, como aconteceu em Londres, disse a primeira-ministra da Polônia, Beata Szydlo.

Falando durante uma entrevista com a emissora privada polaca TVN24, Szydlo estabeleceu uma ligação entre o ataque em Londres e toda a política migratória da União Européia, portanto reafirmando que a agressão só dá motivos a Varsóvia em não receber os tais "refugiados".

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"Muitas vezes ouço na Europa: não ligue a política migratória ao terrorismo, mas é impossível não conectá-los", disse Szydlo. 

O governo da Polônia recusou-se a aceitar qualquer um dos 6.200 dos refugiados que lhe são atribuídos no âmbito do regime de quotas da União Europeia. 

No início desta semana (25/03), o "comissário da migração" da UE, Dimitris Avramopoulos, em uma visita a Varsóvia, emitiu um alerta direto à Polônia, por não colaborar com as políticas de imigração.
 
"O comissário deveria concentrar seus esforços para evitar atos como o de ontem, em Londres ... A Polônia não sucumbirá à chantagem expressa pelo comissário", disse Szydlo.  


"O comissário vem a Varsóvia e está tentando nos dizer o que fazer: vocês têm que fazer o que a UE decidiu, vocês têm que aceitar os imigrantes.... Dois dias depois, outro ataque terrorista ocorre em Londres ", disse ela. 

Szydlo também disse que a Polônia tem o direito de não a declaração que os líderes da UE devem endossar em Roma este mês, que irá traçar o rumo do bloco depois que a Grã-Bretanha se afastar.

Tradução de EuTimes.net e adaptação por Natan Falbo - Conservadores.


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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

O bolchevismo aterroriza a Polônia e a Hungria


O bolchevismo aterroriza a Polônia e a Hungria.

Como o apoio de Lênin, em 1919, os comunistas húngaros tomam o poder, e, seguindo a lógica criminosa dos bolcheviques, impõem o terror em massa. Na foto mais acima, o líder comunista húngaro Bela Kun, junto com seus camaradas, segura uma vítima torturada como troféu, a título de exposição. Décadas depois, Bela Kun será assassinado por Stalin, vítima do Grande Terror, nos expurgos do Partido Comunista de 1936 a 1938. Em outra foto, abaixo, militantes comunistas húngaros vangloriando-se com sua vítima torturada e morta.





sexta-feira, 30 de setembro de 2016

O Armia Krajowa da Polônia, um dos principais exércitos rebeldes da Segunda Guerra Mundial


26 de Setembro de 1939.

Neste dia na Polônia era fundado o Armia Krajowa, um dos principais exércitos rebeldes da Segunda Guerra Mundial.

Apesar de fundado neste dia, só iniciaria as suas operações no dia 14 de Fevereiro de 1942.

De acordo com algumas fontes, o Armia Krajowa chegou a reunir mais de 500 mil combatentes, o que o transformou no terceiro maior exército rebelde da Segunda Guerra Mundial.

O Armia Krajowa foi responsável por grandes operações contra a ocupação alemã, sendo a mais importante delas o Levante de Varsóvia, que decorreu entre 1 de Agosto e 2 de Outubro de 1944.
Foi oficialmente extinto no dia 19 de Janeiro de 1945, após o Exército Vermelho ter expulsado os alemães e conquistado a Polônia.

Bandeira do Armia Krajowa.

Soldados do Armia Krajowa durante o Levante de Varsóvia, em 1944.

Veteranos do Armia Krajowa num desfile em Outubro de 2008.

Fonte. Hoje na Segunda Guerra Mundial: https://www.facebook.com/hojenasegundaguerramundial/


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