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quarta-feira, 5 de abril de 2017

Theresa May desafia a Lei Sharia e se recusa a usar véu na Arábia Saudita


Theresa May com o Ministro das Finanças da Arábia Saudita

Desprezando o código de vestimenta islâmico exigido na Arábia Saudita - e contrariando o próprio conselho oficial do Ministério das Relações Exteriores do Reino Unido - Theresa May se encontrou com oficiais sauditas sem o um hijab, com o rosto e cabelos à mostra. (A imagem principal mostra sua chegada à Bolsa de Valores da Arábia Saudita, na capital Riyadh, acompanhada pelo ministro das Finanças, Mohammed al-Jadaan).
Um porta-voz do governo britânico disse que May fez uma "escolha pessoal", e uma fonte viajando com a Primeira Ministra disse que se pretende que seja uma "declaração".

May deixou claro que ela acredita que as mulheres sauditas merecem maiores liberdades. Embora estejam avançando em direção a algum tipo de paridade com os homens em certos aspectos, elas ainda são proibidas de realizarem a maioria das atividades que as mulheres ocidentais realizam. Por exemplo, as mulheres sauditas são proibidas de dirigir, graças a uma fatwa [uma questão de jurisprudência islâmica] impostas pelos clérigos.

Marine Le Pen, candidata a presidência da França também desafiou a islâmica ao não usar o hijab quando visitou o Líbano em em fevereiro.

Enquanto o Governo "feminista" da Suécia, curvou-se a exigência islâmica em fevereiro 2017, sua delegação feminina teve de usar o hijab enquanto eram vistas em público.

Delegação sueca em visita ao Irã em fevereiro 2017

Marine Le Pen, candidata a presidência da França também desafiou a lei islâmica ao não usar o hijab quando visitou o Líbano, uma semana depois da visita sueca à Arábia Saudita. O caso de Le Pen levou ao cancelamento do encontro com o grão-mufti (clérigo muçulmano) libanês.

Com informações de Info Wars, tradução e adaptação por Natan Falbo - Conservadores

https://apoia.se/conservadores

3 coisas sobre o Islamismo que você precisa saber


1. As passagens do Corão que falam de harmonia e paz são as primeiras citações de Maomé a serem escritas e as mais violentas constituem a segunda parte das citações. As mais recentes REVOGAM as primeiras, ou seja, as passagens violentas, intransigentes e que exigem assassinatos em massa e decapitações são as que estão valendo HOJE!

2. A SHARIA é um tipo de lei que os muçulmanos tem por dever implantar em todo o mundo e não podem descansar enquanto isso não se tornar uma realidade global. Para eles democracia é pecado e abominação. Segundo eles a LIBERDADE DE EXPRESSÃO é uma falha na sociedade atual e serve apenas de brecha útil para a reinvindicação da implantação da SHARIA, que é a lei pela qual eles se sentem no direito de bater em suas esposas, açoitar publicamente alcoólatras e aqueles que jogam, amputar as mãos de ladrões, executar homossexuais, açoitar fornicadores e apedrejar quem cometeu adultério até a morte. Pela própria SHARIA também são condenados à morte quem ousar criticar MAOMÉ, o CORÃO ou a SHARIA. Determina que os que abandonam o Islamismo sejam assassinados em nome de Alá e determina que aqueles que creem que Jesus é filho de Deus sejam decapitados. Pela SHARIA é também dever de todo muçulmano fazer guerra (JIHAD) contra todos os povos até que todas as sociedades e governos se curvem à SHARIA em suas terras.

3. Os muçulmanos PODEM ENGANAR quem não é muçulmano se isso for proteger suas vidas ou o islamismo. Também podem mentir em nome de Alá se isso favorecer o avanço e a expansão do ISLAMISMO em uma sociedade ou nação não muçulmana. Duas das palavras árabes conhecidas por representar essa prática são: TAQIYYA e KITMAN.


3 coisas sobre o Islamismo que você precisa saber




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