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terça-feira, 4 de abril de 2017

Coreia do Norte dispara míssil no mar do Japão como ato de provocação a visita de Trump



Terça-feira, 04 de abril. A Coreia do Norte disparou um míssil balístico no mar do Japão, em um último gesto provocativo de Pyongyang, poucos dias antes de o presidente dos EUA, Donald Trump, se encontrar com o presidente chinês, Xi Jinping.

O Pentágono disse que a Coréia do Norte disparou o míssil às 6h42 (horário local) e que caiu no Mar do Japão nove minutos depois. O foguete, que se acredita ser um míssil de médio alcance não poderia chegar aos EUA, foi disparado de uma instalação terrestre perto de Sinpo.

O lançamento ocorreu quando Donald Trump se prepara para hospedar o presidente chinês Xi em seu resort Mar-a-Lago, na Flórida, para uma primeira reunião. A Coreia do Norte deverá ser uma das principais questões da agenda.

"A Coreia do Norte lançou mais um míssil balístico de alcance intermediário", disse Rex Tillerson, secretário de Estado norte-americano, em um comunicado na terça-feira. "Os Estados Unidos já se pronunciaram o suficiente sobre a Coreia do Norte. Não temos mais comentários. "

O Financial Times no domingo informou que Trump planeja dialogar com a China para que precione Pyongyang para abandonar seu programa nuclear.


Trump fez da Coreia do Norte sua principal prioridade na política externa após Barack Obama lhe ter dito após sua eleição que Pyongyang representava a ameaça de segurança nacional mais iminente para os EUA. Em uma entrevista separada na última sexta-feira, KT McFarland, da Segurança Nacional da Casa Branca, disse que a ameaça da Coreia do Norte havia chegado a uma conjuntura crítica."Há uma possibilidade real de que a Coreia do Norte seja capaz de atingir os Estados Unidos com um míssil nuclear, até o final do primeiro mandato de Trump", disse ela ao Financial Times.As autoridades norte-americanas disseram que as políticas nas últimas duas décadas não conseguiram impedir a Coreia do Norte de desenvolver seu programa nuclear de mísseis, e que era hora de uma nova abordagem.

 
Com informações de Financial Times, tradução e adaptação por Natan Falbo - Conservadores



https://apoia.se/conservadores

quinta-feira, 30 de março de 2017

Documentário - Coreia do Norte: Liberdade ou Morte


Documentário SIC sobre a fuga da Coreia do Norte.

A Coreia do Norte é um dos países mais isolados do mundo.
As cerca de 24 milhões de pessoas que vivem no estado totalitário têm interações mínimas com o mundo exterior. A mídia estrangeira é proibida, interações com turistas são estritamente controladas e a internet é inacessível para quase todos os cidadãos.

Jornalistas da BBC que visitaram o país em 2010 encontraram estudantes universitários que nunca tinham ouvido falar de Nelson Mandela. E o mundo tem pouca ideia do que acontece no país – seus líderes são capazes de “sumir” de cena por semanas.

O programa de armas nucleares norte-coreano e o terrível histórico de violações dos direitos humanos fizeram do país um pária global.

Sanções internacionais isolam ainda mais a economia socialista e centralizada do país. As políticas econômicas de Pyogyang têm sido desastrosas, agravando a pobreza do país.

Vista do espaço, a capital Pyongyang desaparece na escuridão – uma cruel imagem do subdesenvolvimento crônico do país em relação ao resto da região.

A história da reclusão da República Popular Democrática da Coreia tem raízes em tradições antigas e a sangrenta geopolítica da era moderna.

Kim Jong-un

Documentário - Coreia do Norte: Liberdade ou Morte




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