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quinta-feira, 6 de abril de 2017

WikiLeaks: Documentos vazados mostram como Soros investiu grandes quantias para influenciar as eleições europeias





Documentos vazados da Open Society Foundations de George Soros revelam como Soros trabalha para derrotar candidatos populares e movimentos na Europa.

Soros, usa uma rede de organizações sem fins lucrativos e organizações parceiras em toda a Europa para tentar afetar os resultados das eleições em países estrangeiros, como mostram os documentos. (Aqui - em inglês)

Através de consultoria jurídica, campanhas de educação e a mídia influenciando projetos, Soros faz o seu melhor para afetar resultados eleitorais em todo o mundo em apoio à sua visão de mundo, de fronteiras abertas.

Os candidatos que se opõem à imigração em massa representam uma ameaça direta a essa visão de mundo.

A seguinte citação aparece em um documento da Open Society Foundations, em 2013, classificado como confidencial

As próximas eleições da União Europeia podem também levar mais populistas e extremistas ao Parlamento Europeu, o que poderia minar todas as nossas realizações até à data

Outros documento, apresentados a seguir, constam inúmeros dos pagamentos da organização de Soros, relacionados com as eleições para o Parlamento Europeu de 2014.




Open Society Foundations enviou US $ 35.000 para o Instituto Athena com propósito expresso de "Analisar e relatar as eleições europeias de 2014, combater as vozes políticas extremistas e populistas na Hungria."

Outros U$ 49.930, foram para o Instituto de Política Europeia para "assassinar a reputação e humilhar populismo nas campanhas eleitorais [do Parlamento Europeu]" na República Checa, Hungria e Eslováquia.

Mais U$ 27.049, foram dados ao Conselho de Diplomacia Pública da Catalunha para que uma organização influenciar "jornalistas e profissionais de mídia na Europa" alterassem suas narrativas afim de evitar que "movimentos populistas, xenófobos e euroescépticos" crescessem. 


NOTA: A mesma técnica é utilizada no Brasil, para minar movimentos conservadores e principalmente o nome de Jair Bolsonaro.

O objetivo declarado do workshop era "desencadear uma mudança na narrativa de jornalistas e profissionais de mídia para que eles apaziguassem certas ocorrências na  União Europeia, de forma que tais movimentos oposicionistas não pudessem crescer, se alimentando da crise instalada"

Um porta-voz da
Open Society Foundations disse que a organização "financiou esforços para incentivar a participação e a educação dos eleitores, incentivar a inovação de políticas e promover o jornalismo independente para ajudar governos de todos os tipos a serem mais transparentes e responsáveis perante as pessoas a quem servem. Open Society Foundations não apoia financeiramente candidatos para cargos públicos. " 

NOTA: O fenômeno das mídias independentes de esquerda no Brasil possuem o mesmo modus operandi, e se utilizam da mesma estratégia.

Open Society Foundations não pode apoiar financeiramente candidatos para cargos públicos, mas é claro a partir dos documentos demonstrado, ela apoiou organizações que se opuseram a candidatos que são contra seus objetivos.

Uma doação de U$ 46.840 ao Centro de Estudos da Paz, por exemplo, destinava-se a "estimular o apoio público e a participação eleitoral entre os eleitores mais alinhados a esquerda, a fim de impedir a eleição de candidatos xenófobas, racistas e radicais que representam a Croácia na UE".  


As restrições de apoio à imigração são tipicamente sinônimo de "xenofobia" nos documentos internos da Open Society Foundations. 

US $ 100.000 foram destinados à UNITED for Intercultural Action [um difusor do multiculturalismo na Europa] para "combater a eleição [dos deputados europeus] dos partidos populistas e de extrema-direita na Europa".

De acordo com os documentos, a UNITED fez parceria com a Rede Europeia Contra o Racismo (ENAR) e Hope not Hate [Esperança e não Ódio], para frear candidatos populistas nos 28 Estados-Membros da UE, concentrando-se especialmente em cinco países: França, Grécia, Hungria , Itália e Holanda.


"Grupos locais nestes cinco países serão formados para organizar reuniões e campanhas porta-a-porta antes das eleições do PE para (1) encorajar os eleitores a se filiarem e a votar; e (2) votar em candidatos não extremistas ", afirmam os documentos.

Nos Países Baixos, um documento separado
Open Society Foundations explicou que, foi um dos cinco "países prioritários", devido à ascensão do partido de extrema direita PPV [Partido para a Liberdade], liderado por Geert Wilders, derrotado recentemente nas eleições de 2017. 

A Open Society Foundations escolheu os Países Baixos porque as pesquisas mostraram que o PPV "terá um resultado muito bom nas eleições para o Parlamento Europeu, e porque é um dos motores do discurso anti-UE e anti-migração na Europa".

Outro documento, dois meses antes das eleições para o Parlamento Europeu em 2014, afirma que a estratégia da
Open Society Foundations nos Países Baixos era minar o sucesso da Wilders e do PPV. 

"O resultado das eleições para o Parlamento Europeu em maio de 2014, o desempenho do PPV, e de Geert Wilders, ajudará a determinar os próximos passos da [Open Society Foundations] na Holanda", afirmou o documento.

No total, Soros doou mais de US $ 6 milhões a 90 organizações parceiras, para influenciar o resultado das eleições para o Parlamento Europeu em 2014.
 


Os documentos questionam se Soros continua agindo nos bastidores, para tentar derrotar candidatos populistas, nas eleições europeias, como fez em 2014.

Ou seja, é uma questão pertinente, pois agora, novas eleições ocorrem na Europa, no qual os discursos de patriotismo são exatamente o que George Soros teme, pois ameaçam suas políticas globalistas. 

Na Itália, o primeiro-ministro, Matteo Renzi (centro-esquerda), anunciou sua renúncia em dezembro de 2016, após uma derrota "extraordinariamente clara" em um referendo constitucional que foi visto como uma vitória para as forças populistas e anti-UE no país. O movimento cívico 5-Star da Itália é uma ameaça ao establishment político na Itália. 

O partido de PPV de Geert Wilders - que Soros alvejou especificamente em 2014 - veio no segundo lugar nas eleições holandesas no mês de março de 2017. Um crescimento não muito esperado por Soros.

Como uma candidata quem se tornando cada vez mais popular, opondo-se à imigração em massa e desconfiado do extremismo islâmico, Le Pen é exatamente o tipo de candidata a que Soros investiu dinheiro em 2014 para não ganhar boa visibilidade.

Viktor Orban, primeiro-ministro da Hungria, vai assinar um projeto de lei que proíbe o financiamento estrangeiro de universidades na Hungria (fundada por Soros), incluindo outra universidade européia financiada por Soros. Acredita-se que o projeto seja uma tentativa de limitar a influência de Soros na Hungria.

Os documentos vazados foram publicados no último verão pela DC Leaks, a mesma organização que publicou os e-mails pessoais do ex-secretário de Estado e do general aposentado Colin Powell, dos EUA. As agências de inteligência dos EUA acreditam que a DC Leaks atuou como um grupo de frente para hackers russos. A Open Society Foundations confirmou a autenticidade dos documentos.

Os documentos inicialmente se tornaram públicos em 2016.

O portal The Daily Caller, que cobriu os vazamentos, revelou que:
Open Society Foundations secretamente pagou funcionários ligados ao primeiro-ministro da Moldávia, pró-UE, - enviando o dinheiro através de uma ONG alemãa, a fim de que fossem aprovadas determinadas leis na Moldávia; A Open Society Foundations financiou uma pesquisa da oposição sobre críticos do islamismo radical; para influenciar influenciar as decisões da Suprema Corte, com campanhas bem financiadas de relações públicas; além de uma campanha também financiada pela Open Society Foundations para influenciar [em inglês] o Papa Francisco, entre outras coisas.

Você pode encontrar alguns dos documentos aqui [em inglês] 

Grandes mídias como o New York Times - que periodicamente criticam o uso de dinheiro para influência políticas, ignoram completamente os vazamentos.

O portal de negócios Investor, em uma de suas matérias (agosto de 2016), fez a denuncia criticando o establishment:

"Não conseguimos encontrar uma única reportagem sobre os vazamentos no New York Times, a CNN, o Washington Post, a CBS News ou outros grandes sites de notícias, 'aparentemente' não notaram nada e tão pouco informaram aos seus leitores o há nestes documentos. Na verdade, a única mídia que parece estar examinando diligentemente todos os documentos é portal conservador Daily Caller, que, como resultado, apresentou uma série de denúncias reveladores"


Como é de esperar o establishment é pago para não noticiar. 
Antes mesmo dos vazamentos ocorrerem, Olavo de Carvalho já havia alertado sobre as organizações de George Soros e sua influência na política de vários países.  Confira os artigos, Uma dica sobre George Soros e Os inventores do mundo futuro.

  
Com informações de Daily Caller, tradução e adaptação Natan Falbo - Conservadores

https://apoia.se/conservadores

O Lento Alvorecer


Oh mia patria sì bella e perduta! [1]

Depois de ficar longas noites “trancafiado” na masmorra, o miserável e esgotado cidadão brasileiro, envolto em trapos, acha uma escapatória desse vil e gelado pesadelo a que foi condenado. Das longas e morosas décadas torturantes de puros erros e de falsas crenças a que foi induzido, só o levou a uma coisa: o aprisionamento. Preso fisicamente ou mentalmente, o que é pior? “O inferno é ambos, mas é também o mundo de angústia e tormento que o homem constrói para si mesmo ao longo da história”[2].

O crescimento vertical da esquerda revolucionária no Brasil fez surgir o histérico e nefasto império hegemônico das pseudo-ideias errôneas. Isso aconteceu assim que foram tomando cada parte do Estamento Burocrático e do dia a dia do cidadão brasileiro, moldando-os à sua imagem e semelhança. Assim, o Brasil foi feito refém de um maldito e insano reformismo sem noção, um esquema de controle mental e social, que beira a insanidade humana. Desta forma, alvoreceu a mentalidade em que prega a seguinte crença na sociedade brasileira: “O revolucionarismo deseja construir o futuro como se o passado jamais “existira”[3].

Quando o cidadão descobre o projeto maligno, e bate de frente com esse projeto cruel de dominação e aniquilação nacional, muitos ficam nervosos, afoitos e tensos, pois não sabem o que fazer, muito menos por onde começar a combater tal inimigo, de proporções imensas. "Mas se os bárbaros estão cá dentro, que podemos nós fazer? Denunciá-los e combatê-los, sem dúvidas. Mas também, sob outra estratégia, imitar os antigos monges sitiados, a fim de preservar e cultivar o que merece ser preservado e cultivado. A busca da beleza possível. Afluição dos domésticos prazeres: lugares, memórias, histórias. E a celebração do humor sobre os outros, sobre nós, sobretudo sobre nós       como uma forma suprema de 'salvação.'[4]“

Desta forma, os bárbaros aproveitaram nossa ingenuidade e descuido e invadiram na calada da noite, usurparam nossa formosa e linda nação. No presente momento, encontramo-nos como os judeus do Gueto de Varsóvia[5]: somos humilhados, vilipendiados e vigiados constantemente pelos algozes vermelhos. Não podemos exercer e bradar nossa real tradição, fé e crença. Nossa pátria foi ultrajada e largada. Mas, “longe vá... temor servil”[6]. Não podemos nos calar e consentir com o atual estado da nação e da sociedade, devemos combater. “Nós não somos donos da verdade. Nós temos o direito de lutar, o dever de lutar pela verdade”[7].

Todavia, os desafios são árduos e perniciosos, as provações físicas, mentais e morais são ad infinitum. “O homem sábio é livre, mesmo que seja um escravo, se souber restabelecer e reter sua liberdade eterna. Se ele for seu próprio senhor, então não terá um senhor. Nenhum humano pode intimida-ló”[8]. Assim, só os íntegros, honestos e estudiosos, resistirão às adversidades de nosso tempo e se libertarão dessa masmorra rumando ao alvorecer. Resistir como impávidos colossos.

Mas, se ousar em seguir outro caminho que não este, sofrerás duras consequências físicas, mentais e espirituais. “Não podemos pensar em fazer uma grande nação sem uma base religiosa 'sólida'[9].  Só com uma duradora base, que seja íntegra e pura no Catolicismo, poderemos resistir e combater as heresias e modernismo que invadem e ameaçam nosso país.

Extirpar, evidenciar e lutar contra os traidores que habitam e rondam a Santa Igreja são as nossa missões. Sem isso, será impossível salvar o nosso querido Brasil. Pois nosso país só se tornou vulnerável ao socialismo/comunismo e a suas modernidades, quando ocorreu a corrupção do clero e o esvaziamento das igrejas, fiéis soltos, sem orientação e atenção, o que acabou por resultar na maciça perda de Fé e na lenta e graduação implosão da ordem nacional. É de suma importância lembrar e ressaltar uma grande lição de Nosso Senhor Jesus Cristo, em que dizia: “Em verdade, em verdade vos digo que, se alguém guardar a minha palavra, nunca verá a “morte.[10]”

A crescente e contínua devastação do país fomentou a incredulidade dos brasileiros. Hoje quem prega uma retomada à fé católica e uma retomada ou conquista da sanidade, é considerado um radical ou louco. “A mensagem de Cristo é impossível, mas não louca. É antes a sanidade pregada num planeta de lunáticos.[11]”

Os abusos e as dilapidações que a esquerda e a modernidade praticaram no nosso Brasil ultrapassaram o tolerável. Somos ainda uma nação órfã de uma legitima e séria representação política. “E como não há nenhuma 'direita' conservadora atuante no país, me parece claro que ainda somos um povo sem voz, e, um povo sem voz, especialmente um povo sem representação, está fadado ao arbítrio dos ditadores e aventureiros imbuídos de ressentimentos e vontades de poder”[12].

A marcha rumo à plena libertação dos grilhões revolucionários é longa e difícil. A guerra cultural e o resgate da alta cultura só estão no seu alvorecer. O que está surgindo nesse momento são pequenas "mudas", que, em algumas décadas, seguramente serão imponentes e sólidas árvores, as quais arborizarão nessa terra devastada. Pois agora, "Memória e desejo, aviva[13]" essa nação.

O lento alvorecer nacional será marcado pela retomada da sanidade mental das classes sociais e a retomada da Igreja pelos homens bons e de boa-vontade, assim como diz o evangelho. Quando todos entenderem que “ser conservador é não ter nenhuma proposta de sociedade, é aceitar que a própria sociedade presente vá encontrando pouco a pouco a solução para cada um de seus males, sem jamais perder de vista o fato de que, para cada novo mal que seja vencido, novos males aparecerão. Ser conservador é não ser jamais o portador de um futuro radiante, é ser o porta-voz da prudência e da sabedoria”[14].

A libertação dessa masmorra é muito mais que um simples dever de todo homem sério e íntegro. É antes de tudo, a busca pela salvação do seu país, é resgatar o Brasil dos ratos e vermes que desfilam e se aplumam pelos quatro cantos do país. Esses e vários outros motivos, sólidos e testados, que brando vivamente e efusivamente pelos quatro cantos de minha nação:

Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil![15]


Por: Salomão Campina

Bibliografia:

1. Va Pensiero, de Giuseppe Fortunino Francesco Verdi.
2. O Código dos Códigos, de Northrop Frye.
3. O Elogio do Conservadorismo, de João Camilo de Oliveira Torres.
4. Vamos ao que Interessa, de João Pereira Coutinho.
5. O Pianista, de Roman Polanski.
6. Hino do Império Brasileiro.
7. Alceu Amoroso Lima.
8. A Tradição Ocidental, de Eugen Joseph Weber.
9. O Elogio do Conservadorismo, de João Camilo de Oliveira Torres.
10. João 14.
11. Twelve Types, de G. K. Chesterton.
12. Prof. Daniel Fernandes.
13.Trecho de Os Homens Ocos, de T. S. Eliot.
14. Olavo de Carvalho, entrevista a Bruno Garschagen.
15. Hino do Império Brasileiro.



Resistiremos Até o Fim


Nas infindáveis tormentas das inquietantes noites que permeiam minha modesta e recatada vida, residem sérias malezas.  Assim, com minha mente tempestuosa, começo a me lembrar das infindáveis ruas desertas e bucólicas de minha cidade, que são tomadas por diversos transeuntes que vagueiam como cegos “zumbificados”, num puro reino do desconhecimento humano e de desgraça interior. "Nós somos os homens ocos"[1] que vagam desvairados e calados pela cidade insana e melancólica. Desta forma, observo sereno, calado e amedrontado, os inúmeros erros que habitam as ruas, avenidas, vielas, etc., de minha cidade.

Das inumeráveis mazelas que residem e agridem minha cidade, malezas estas que me atormentam e atentam profundamente contra mim, que chegam a rasgar meus olhos e minha mente como um louco desvairado, numa busca sanha por me matar, executam de modo desfigurado a perda da beleza, a perda da noção de estética arquitetônica, a perda da boa e velha simetria. Há infindáveis fachadas e mais fachadas que esboçam uma “força” para perfilar, mas não o possuem, ou nunca possuirão ânimo nem força para tal ato. Tentam, assim, de todas as formas se manterem de pé, mas sabem que estão em puro declínio. Assim, nas suas irregularidades horripilantes, negras fachadas, tortas e mal planejadas residências que há em minha cidade, elas atormentam e gritam desvairadas contra as pobres almas que vagueiam nas calçadas. As retas incertas e suas irregularidades possuem um “poder místico”, ao ponto de me deixarem ficar mui constrangido por observar o brutal e avassalador erro. O belo e o sublime definitivamente já estão inexistentes em minha cidade.

Há, assim, em minha cidade, uma “riqueza” vasta de almas atormentadas e zumbificadas pelo sistema que impera, e para muitas delas, esse sistema passa despercebido, algo quase que inexiste a elas nesse canto do mundo. Mas, essa legião de desavisados é obrigada a conviver amontoada, numa imposição severa e brutal, em outras palavras, essa legião é uma espécie de cortiço modernista democrático. "Ah, meu amigo! A infelicidade é uma doença contagiosa…."[2]. Essa ignóbil e infame vida dos desconhecidos e incautos cidadãos brasileiros dá uma tremenda repulsa nos acordados, nos incomodados, nos despertados, os quais olham atentos e tristes, esse indecoroso sistema forjado por Sauron[3].

Alastra-se, por causa disso, em minha mente, como água derramada sobre a mesa, essas ideias e sensações horríveis e tenebrosas, ideias que me atormentam incansavelmente, sempre me atacam quando eu resolvo adentrar nas ruas negras. Ao simples pisar no chão, já sinto uma profunda dor em meu corpo, já sou tomado por um mal-estar e tontura incontroláveis. Todavia, foi por causa dessas batidas costumeiras da vida, que me despertei para o real mundo. E nesse despertar, deram-me uma espada que, desde o primeiro dia, uso contra o mal que ronda e espreita a mim e a meu país. Muitas dessas asquerosas e vis criaturas malignas, que controlam as engrenagens carcomidas dessa máquina colossal e animal, jamais foram indagadas com a seguinte frase: “Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil[4]? ”

Se houvesse um modo de lhes indagar isso, todos, sem expressão, imediatamente fugiriam dessa indagação franca. Rumariam às catacumbas, ou atacariam seus indagadores. Pois a verdade, além de incomodar, reabre os ferimentos nessas criaturas. Os lacaios do regime maquiavélico tratam logo de empinar seus mastodônticos narizes, desfilando suas corcundas e seus corpos calejados e cansados pelos suntuosos corredores do Estamento Burocrático. Muitos desses vermes creem piamente que os pobres e inválidos devem viver e conviverem sempre juntos. Amontoados, jogados e esquecidos. Tais lacaios ditadores legam ao povo restos das migalhas e, para satisfazerem suas sedes, dão ao povo o chorume que escorre de suas fossas bocais. O mal e o horrível os distribuam sem moderação e atenção aos desgraçados. Já aos honrosos e amiguinhos do sistema, distribua a lei e a ostentação.

Mas, em meio a esse dificultoso transpassar da longa tormenta mental e espiritual, misteriosamente tudo cessa de súbito. A neblina que antes envolvia as ruas e minha mente dissipa-se misteriosamente. As sensações horríveis desaparecem do meu corpo. Então, eis que surge uma radiante e simples Igreja Católica. Não perco muito o meu tempo, adentro a Igreja, caminho pela nave central, e trato logo de ir me sentando. Sento em um de seus longos bancos, que fica bem perto do altar. E outro mistério surge em mim:  O choro. Desabo-me em profundas e incessantes lágrimas e mais lágrimas, junto com o tremor de ser culpado, de ser omisso, de ficar, às vezes, calado, quando deveria falar, falar e muito. Logo me dou o seguinte veredito: culpado. Compactuei indiretamente com o atual estado, vi e convivi com o atual estado, e acabei consentindo. O peso de consentir e de me calar vem num só golpe. Tento rapidamente enxugar minhas lágrimas, e nessa rápida e triste ação, levanto, aos poucos, minha cabeça, a fim de mirrar a Santa Imagem de Nosso Senhor Jesus Cristo.

E começo a pensar comigo mesmo... quando o Santo Deus resolve sutilmente tocar as pessoas, um toque bem suave e muito certeiro, na quase totalidade das vezes, ele procura sempre tocá-las através de suas belas e sublimes obras. Sejam eles literárias, monumentos, milagres, ou mesmo pelas adversidades do cotidiano que há por aí e a beleza natural. Mas, quando você é tocado pelo Santo Deus através das adversidades do dia a dia, você é intimado a lutar, um chamado que te obriga a lutar pela restauração da normalidade. “O cristão, todavia, mesmo aquele que formalmente perdeu a Fé e vive fora da Igreja, não poderá ver impunemente o triunfo do mal. Reagirá, sempre, de um modo qualquer[5]“.

Desta forma, muito bem-feita e articulada por Deus, uma dessas obras toca-me profundamente, um toque inesquecível e revigorante para minha pobre alma. Esse toque foi relembrar a grandiosa obra: "O Senhor dos Anéis"[6], a monumental obra, baseada na Bíblia, escrita por nada mais nada menos que J. R. R. Tolkien. Se eu fosse tentar resumir a história da humanidade através dessas obras, certamente iria utilizar a esplendorosa passagem da épica batalha de Gandalf Vs Balrog.

Essa passagem se desenrolou da seguinte forma: Durante a travessia das Minas de Moria[7], onde o império da penumbra maligna alastrou-se e dominou, a sociedade do anel resolve adentrar nas minas e passar, cortando o caminho. Mas, infelizmente, não saiu tão bem como o planejado. Em Moria, travou-se uma das batalhas mais mortíferas e ferozes da Terra-média.  Um embate onde estava em jogo mais do que a autopreservação, mas sim a preservação dos seus semelhantes, a preservação de um mundo e de suas tradições. Assim, numa aventura homérica, o Grande Gandalf luta com todas as suas forças com um opoente descomunal, imensamente forte e poderoso. Mas o Cinzento não recua, não esmorece diante do seu algoz. Temer o mal, jamais! Luta até o fim de suas energias. E são dois os grandes ensinamentos que o Mago ensina aos atentos leitores: a) os verdadeiros guerreiros preferem tombar no campo de batalha do que ver sua terra devastada e arruinada pelo mal. b) Gandalf, no início da luta, profere uma das frases mais emblemáticas do épico: "You Shall Not Pass!". Parafraseando, essa frase quer dizer o seguinte: Jamais alguém, em sã consciência, deixará o inimigo adentrar os portões do império. Não permitirá mal algum, em sua terra natal.

Já na tradição da civilização judaico-cristã, há uma frase de suma importância do Nosso Senhor Jesus Cristo, que é a seguinte: "O Senhor é a minha luz e a minha salvação; de quem terei medo? O Senhor é a fortaleza da minha vida; a quem temerei?[8]" Podemos, ao longo da vida, ou na maioria do tempo, (mas não todo o tempo de nossa existência) vagar no "vale das sombras". O cristão, em hipótese alguma, deve temer mal algum, seja ele a face que assumir: islâmicos, socialistas/comunistas, heresias, modernismos, Nova-Era, etc, etc. (Poderíamos seguir essa lista infindavelmente, pois o mal prolifera e se multiplica sobre a face da terra, assumindo as mais variadas formas e configurações ideológicas, políticas, religiosas, secularistas, filosóficas, etc.). Mas, diante de tudo isso, o nosso dever é: Temer nunca, lutar sempre! “O cristão sabe que a história será sempre um tecido de males e bens, de luz e de sombras, e que no dia do Juízo é que o joio será separado do trigo. Até lá, ambos crescerão juntos[9]”.

Desgastante será insano e maligno, vai ser esse vagar rumo ao céu, rumo à libertação individual. Mas, só os verdadeiros combatentes, aqueles que possuem Fé, que são tementes ao Santo Deus e a Santa Igreja Católica Apostólica Romana, aqueles que lutam todo santo dia, terão essa retribuição por todo esse tempo de combate. Ademais, vale ressaltar também o que o sapientíssimo Chesterton afirma: “quando os homens não acreditam em Deus, eles não passam a acreditar em nada; eles acreditam simplesmente em qualquer coisa[10]".

Jamais devemos esquecer nossas origens, nossas verdadeiras bases morais, intelectuais e espirituais. As reais tradições estão aí, basta procurá-las e se investir delas.  E nunca se rebelar contra a Santa Igreja, pois só ela construiu essa magnífica civilização chamada de Civilização Ocidental.

E, antes que eu me esqueça, segue a definição do que nos une e nos convoca à luta como irmãos:  “O conservadorismo é a filosofia do vínculo afetivo. Estamos sentimentalmente ligados às coisas que amamos e que desejamos proteger contra a decadência. Sabemos, contudo, que tais coisas não podem durar para sempre. Enquanto isso devemos estudar os modos pelos quais podemos conservá-las durante todas as mudanças pelas quais devem inevitavelmente passar, de modo que nossas vidas continuem sendo vividas em um espírito de boa vontade e de gratidão[11]”.


Por: Salomão Campina

Bibliografia:

1. Trecho de Os Homens Ocos, de T.S. Eliot.
2. Gente Pobre, de Fiodor Dostoievski.
3. Sauron é o o principal inimigo do Mundo, tal como foi seu antecessor. Sendo o principal promotor da desgraça na Terra-média.
4. Trecho de Poema em Linha Reta, de Fernando Pessoa.
5. O Elogio do Conservadorismo, de João Camilo de Oliveira Torres.
6. O Senhor dos Anéis, de J. R. R. Tolkien.
7. O Senhor dos Anéis - A Sociedade do Anel, de  J. R. R. Tolkien.
8. Salmos 23:4.
9. O Elogio do Conservadorismo, de João Camilo de Oliveira Torres.
10. O Elogio do Conservadorismo, de João Camilo de Oliveira Torres.
11.  Como Ser um Conservador, de Sir Roger Scruton.



quarta-feira, 5 de abril de 2017

Em palestra de 1999 em São Paulo, Dr. Enéas Carneiro explica por que acredita em Deus


Em palestra de 1999 em São Paulo, Dr. Enéas Carneiro explica por que acredita em Deus.
Duração: 7 min e 45 s
Temas: macrocosmos, microcosmos, matemática, biologia, genoma, cromossomo, programação

Aulas de encerramento completas (1988, 1991, 1995 e 1999):

Dr. Enéas Carneiro - 1988 - A História do Pensamento Científico - Belém do Pará (32 min e 10 s)
https://youtu.be/gZSopMFvtCQ

Dr. Enéas Carneiro - 1991 - A História do Pensamento Científico - São Paulo (30 min e 41 s)
https://youtu.be/m3XlYkzGdB8

Dr. Enéas Carneiro - 1995 - A História do Pensamento Científico - Goiânia (7 min e 39 s)
https://youtu.be/DJqH-D0_-HE

Dr. Enéas Carneiro - 1999 - A História do Pensamento Científico - São Paulo (45 min e 38 s)
https://youtu.be/BhPPTqDm4As

1 cromossomo humano tem ao redor de 5 bilhões de nucleotídeos e portanto em torno de 20 bilhões de bases nitrogenadas. Se admitirmos que cada base nitrogenada seja uma unidade de informação, em somente 1 cromossoma humano há aproximadamente 20 bilhões de unidades de informação. Sabidamente, 1 letra de qualquer alfabeto comum pode ser identificada através de 6 unidades de informação. Se dividirmos 20 bilhões por 6, teremos em torno de 3 bilhões de letras. Uma palavra, em média, precisa de 6 letras para ser escrita. Se dividirmos 3 bilhões por 6, teremos em torno de 500 milhões de palavras. Uma página de livro tem em média 300 palavras. Se dividirmos 500 milhões por 300, teremos algo em torno de 2 milhões de páginas. Se admitirmos que um livro médio tem 500 páginas, ao dividirmos 2 milhões por 500, teremos 4 mil livros. Portanto, um único cromossoma humano pode conter a informação de mais de 4 mil livros.

Enéas Carneiro

Em palestra de 1999, Dr. Enéas explica por que acredita em Deus




quarta-feira, 22 de março de 2017

Os 7 melhores livros para entender o que é Revolução Cultural.



A revolução socialista não será armada, mas sim cultural. Gramsci um dos mais brilhantes teóricos marxistas redesenhou o modelo revolucionário socialista. Diz Gramsci que é preciso quebrar a hegemonia cultural para que o socialismo seja implantando. Desde então seus seguidores esforçam-se para destruir a cultura vigente de um país e substituí-la por uma visão “socialista-humanista”.

01.    Nova Era a e Revolução Cultural – Olavo de Carvalho
Escrito a mais de 20 anos, sua primeira edição lançada em 1994 já denunciava a infiltração marxista na cultura e educação brasileira. Olavo demonstra como funciona o pensamento da esquerda brasileira na holística das ideias de Gramsci e Capra, além de mostrar como o conceito de “justiça social” tornou-se engrenagem principal da máquina de propaganda socialista.


02.    Futuro do Pensamento Brasileiro – Olavo de Carvalho
Uma coletânea de estudos sobre a tradição da intelectualidade brasileira. Olavo denuncia as lacunas do pensamento brasileiro e como tudo isso culminará em uma sombria realidade. Sua primeira edição, foi em 1997, e como um profeta, Olavo acerta precisamente, o abismo cultural que vivemos 20 anos após seu livro ser lançado.

 

03.    Desinformação – Ion Mihai Pacepa
A mais importante obra sobre estratégias de desinformação e subversão de valores. Pacepa é um agente treinado pela KGB, e com todas as letras demonstra como a desinformação é produzida e porque é tão pouco provável que se descubra a verdade antes que algum estrago seja feito. Pode-se dizer que quem controla a informação, controla o pensamento das massas. A mídia, o Governo, ONGS, empresas, instituições religiosas, entre outras são todos alvos do processo de desinformação.



 04.    Maquiavel Pedagogo – Pascal Bernardin
Quais são as razões da profunda crise na escola? É possível encontrar uma espécie de vírus no gene de nossa sociedade e de nosso sistema educativo? Podemos concluir que é urgente uma redefinição do papel da escola e de suas prioridades?
Bernardin irá demonstrar através de uma série de documentos como os órgãos internacionais querem destruir a educação e quais são seus objetivos ao implantaram novas diretrizes para reformular conceitos morais e sociais nas gerações mais novas.

 

05.    Pensadores da Nova Esquerda – Roger Scruton
Um verdadeiro raio-x  sobre os principais e mais atuais pensadores da nova esquerda que moldaram o século XX e estão alterando o curso do século XXI. Scruton que é famoso por suas duras críticas ao pensamento revolucionário demonstra como funciona a estratégia da Nova Esquerda, e o porque eles são tão bem sucedidos.



06.    Nossa Cultura... Ou o que Restou Dela - Theodore Dalrymple
Embora o livro trate do Reino Unido, é possível perceber claramente, que a mudança na cultura inglesa é idêntica a mudança que ocorre no Brasil. A exaltação da sexualidade, a morte da arte, a perda da masculinidade, o feminismo, a literatura vazia e demais assuntos são abordados de forma com maestria por Dalrymple. A questão é, quanto tempo falta até o Ocidente ruir?


07.    Quem controla as escolas governa o mundo - Gary DeMar
A leitura recomendada para todos aqueles que defendem o Escola Sem Partido. Há um dito popular: “A filosofia da sala de aula desta geração será a filosofia de vida da próxima geração”. Quem controla as escolas governa o mundo mostra como a educação pode ser usada como instrumento de mudança social desde Karl Marx e Adolf Hitler até o humanismo secular e o islamismo radical. Os oponentes da nossa cosmovisão entenderam que na educação se trava a guerra de ideias.


quarta-feira, 15 de março de 2017

A popularidade de Jair Messias Bolsonaro está crescendo cada vez mais


Jair Bolsonaro é um problema para a esquerda brasileira. Tanto pelo que diz quanto pelo que é. contra Bolsonaro não pesam acusações de ilicitudes, envolvimento em escândalos, participação em fatos nebulosos, nada que possa convertê-lo em mais um desses criminosos que abundam na política de Brasília.

Todas as vezes que o rosto ou o nome de Bolsonaro são mencionados, o são em matérias embasadas em uma narrativa pré-fabricada pela esquerda. Batem em ordem unida, relegando o contraditório a meros trechos devidamente editados de notinhas ou frases soltas de entrevistas coletivas.
Ainda assim, Bolsonaro não para de ver sua conta no Facebook engordar com novos e animados seguidores. Ele também é recebido por multidões em aeroportos, em atos que não são vistos sendo feitos para qualquer outro político brasileiro. Outro sinal de que sua imagem pública continua a se fortalecer são os resultados nas pequisas de opinião, onde ele já pontua com dois dígitos. A campanha contra ele tem se revelado um avassalador fracasso.

Na falta de alguma acusação, a ordem é pintá-lo como um monstro autoritário, um meganha de um pensamento fascista inerente na sociedade brasileira conservadora. A campanha que se descortinou contra Bolsonaro desde que ele anunciou sua intenção de concorrer na próxima eleição presidencial é a coisa mais abjeta, desonesta e mendaz que já se viu na política recente do país. E tudo isso em razão de uma coisa só: o medo que eles tem de seu sucesso.

Jair Messias Bolsonaro



quinta-feira, 2 de março de 2017

O legado de Ronald Reagan


O ator que se elegeu presidente dos EUA tornou-se, ao lado de Margaret Thatcher, o porta-voz da mensagem de que o Estado deve ser menor e eficiente.

Reagan implementou políticas baseadas na economia pelo lado da oferta, defendeu a filosofia Laissez-faire (Laissez-faire é hoje expressão-símbolo do liberalismo econômico, na versão mais pura de capitalismo de que o mercado deve funcionar livremente, sem interferência, apenas com regulamentos suficientes para proteger os direitos de propriedade) e a política fiscal de livre mercado, e procurou estimular a economia com grandes cortes de impostos.

Citando as teorias econômicas de Arthur Laffer, promoveu os cortes de impostos propostos para potencialmente estimular a economia a expandir sua base tributária, compensando a perda de receitas causadas pela redução dos impostos pelo fato de que mais pessoas pagariam impostos.

No Brasil, onde a ideia de que o Estado é o pai de todos moldou gerações, muita gente ainda acha que reduzir o Estado é loucura, ou, numa versão muito popular na esquerda, “de empresários que querem comprar as estatais barato”.

Estamos vendo escancaradamente que nada desvaloriza mais uma estatal do que uma gestão feita por políticos, com políticos e para os políticos.

Ideologia à parte, a realidade do Brasil dos últimos anos é a seguinte: desde o Plano Real os gastos do Estado crescem mais do que o PIB (e, nos últimos anos, mais do que a arrecadação). O Governo plantou subsídios e colheu baixo investimento e estagflação, enquanto a gigantesca máquina pública foi ‘privatizada’ .

Até os que não gostam da política de Reagan deveriam se perguntar o óbvio: “Quanto é que cada um de nós paga ao Estado em impostos, e quanto recebe de volta em serviços? Que tarefas devem ser do Estado, e quais deveriam ser deixadas nas mãos da iniciativa privada? Quando o Estado dá uma moleza para A ou B, quem paga por isso?”

Ronald Reagan está morto, mas como o Brasil andou para trás, Reagan continua atual.

Ronald Reagan



Motivos para apoiar Jair Messias Bolsonaro


Motivos para apoiar Jair Messias Bolsonaro:

- Apoia diminuição do estado (Menos Ministérios, Menos Estatais)
- Tem projeto de lei para agravar a pena para estupro
- É contra o estatuto do desarmamento
- Não se vendeu ao PT e nem ao PSDB, sendo citado como um dos únicos politicos do PP na época a não receber propina do mensalão e petrolão.
- Não é corrupto, não esta sendo investigado em nenhuma operação da PF
- Tem projeto de lei que isenta de impostos produtos de computadores, incentivando a área de informática.
- É a favor da redução da maioridade penal
- É autor do projeto de lei do voto impresso
- Denunciou o próprio partido por causa da corrupção
- É a favor da meritocracia
- Defende o livre mercado e a queda de impostos abusivos
- Ele é contra o estado que controla tudo
- Defende o direito de o cidadão de bem possa se defender
- É contra cotas, que dividem a população por cor e opção sexual.
- Não se acovarda pra esquerda
- Não tem rabo preso com corruptos
- É contra as doutrinas do MEC nas nossas escolas e universidades fazendo nossas crianças a aprender que o socialismo é a solução sendo que não é e nunca foi
- É contra material escolar gay no ensino fundamental para crianças de 6 anos de idade
- Já declarou que vai diminuir ministérios
- Tem PL que torna roubo de automóvel como crime hediondo
- É contra auxilio reclusão e indenização para familia de presos
- É a favor da pena de morte para crimes hediondos como estupro e latrocínio
- É a favor da escola sem partido
- Contra o marco civil da internet
- Tem política de planejamento familiar
- A favor de trabalhos forçados de presidiários
- Tem como objetivo tirar as familias da pobreza através do Conhecimento
- A Favor da proteção da Amazônia e sua biodiversidade

Jair Messias Bolsonaro



segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Livro em PDF - Um Grande Projeto Nacional - Enéas Carneiro (1998)


Obra em referência ao PRONA do Dr. Enéas Carneiro. O livro mostra as metas, planos de estruturação, planos de administração e diversos detalhes do conteúdo do partido. Enéas Carneiro, grande homem provavelmente o último que chegou mais perto de uma vitória política em na história de nosso país.



Link do livro em PDF - Um Grande Projeto Nacional - Enéas Carneiro (1998): https://pt.scribd.com/doc/227926930/Um-Grande-Projeto-Nacional-1998-Eneas-Carneiro

Link 2 do livro em PDF - Um Grande Projeto Nacional - Enéas Carneiro (1998): https://cld.pt/dl/download/2996995f-5e42-4570-8e3c-e18729844130/UmGrandeProjetoNacional1998_alta.pdf





Livro em PDF - O Brasil em Perigo - Enéas Carneiro (1996)


Um livro que fala sobre as questões minerais, capital exterior, liberalismo, desnacionalização das indústrias brasileiras e muito mais. Vale a pena conferir todos os detalhes.


Link do livro em PDF - O Brasil em Perigo - Enéas Carneiro: http://docslide.com.br/documents/o-brasil-em-perigo-eneas-carneiro-56426962b8d04.html

Link 2 do livro em PDF - O Brasil em Perigo - Enéas Carneiro: https://cld.pt/dl/download/17048646-ce25-405c-94ce-658aa928f3c3/O_Brasil_em_Perigo.pdf



domingo, 26 de fevereiro de 2017

A vida de Enéas Carneiro


A vida de Enéas Carneiro refuta toda a argumentação petista sobre a política assistencialista. Nasceu no Acre, perdeu o pai aos 9 anos de idade e desde este evento foi obrigado a trabalhar para sustentar a si e à sua mãe. Mesmo assim, manteve a seriedade nos estudos e graças às oportunidades que o glorioso Exército Brasileiro (algoz dos guerrilheiros que hoje se encontram no poder) ofereceu à ele e principalmente à suas excepcionais garra e fibra, graduou-se terceiro-sargento auxiliar de anestesiologia com louvor - era o primeiro de sua turma. Esta foi a porta de entrada para a medicina, na qual ele se formou médico cardiologista pela UFRJ e logo depois diplomou-se licenciado em Matemática e Física nessa porra. Foi professor de Cardiologia, Biologia, Português, Química, Matemática, Física, autor de artigos sobre Lógica, Filosofia, Robótica, pioneiro em Eletrocardiogramas na América Latina... e em nenhum momento da sua vida suas dificuldades o impediram de correr atrás de seus sonhos.

Enéas Carneiro



Edmund Burke, o fundador do conservadorismo moderno


Edmund Burke (Dublin, 12 de janeiro de 1729 — Beaconsfield, 9 de julho de 1797) foi um político, filósofo, teórico político e orador irlandês, membro do parlamento londrino pelo Partido Whig.

Sua principal expressão como teórico político foi a crítica que formulou à ideologia da Revolução Francesa, manifesta em Reflexões sobre a revolução na França e sobre o comportamento de certas comunidades em Londres relativo a esse acontecimento, de 1790.

Advogado, dedicou-se primeiramente a escritos filosóficos, entre os quais destaca-se o tratado de estética A Philosophical Inquiry into the Origin of Our Ideas of the Sublime and Beautiful ("Investigação filosófica sobre a origem de nossas ideias do Sublime e do Belo") (1757). O livro atraiu a atenção de proeminentes pensadores continentais, como Denis Diderot e Immanuel Kant.

Sua participação na política interna inglesa foi igualmente relevante. Defendeu a restrição dos poderes reais e introduziu novos conceitos constitucionais referentes aos partidos e seus respectivos membros. Burke é ainda lembrado por apoiar causas como a Revolução Americana, a Emancipação Católica e o impechament do general Warren Hastings da Companhia Britânica das Índias Orientais.

No século XIX Burke inspirou tanto conservadores quanto liberais. Subsequentemente, no Século XX, Burke foi amplamente reconhecido como o fundador do conservadorismo moderno.

Edmund Burke



sábado, 25 de fevereiro de 2017

Roger Scruton tem sido apontado como o intelectual britânico Conservador mais bem-sucedido desde de Edmund Burke


Sir Roger Vernon Scruton, é um filósofo e escritor inglês cuja especialidade é a Estética. Scruton tem sido apontado como o intelectual britânico conservador mais bem-sucedido desde de Edmund Burke.

Scruton já escreveu mais de trinta livros, incluindo Art and Imagination (1974), The Meaning of Conservatism[3](1980), Sexual Desire (1986), The Aesthetics of Music (1997), A Political Philosophy: Arguments for Conservatism (2006), Beauty ([4]2009), Our Church (2012), How to be a Conservative[5] (2014), The Palgrave Macmillan Dictionary of Political Thought[6] e How to Think Seriously About the Planet: The Case for an Environmental Conservatism (2012). Scruton também já escreveu livros didácticos sobre filosofia e cultura, dois romances, e compôs duas óperas.

Scruton foi nomeado como Cavaleiro Celibatário pela Rainha Elizabeth II em junho de 2016.

“Tolerância não significa renunciar a todas as opiniões que outros podem considerar ofensivas. Toleramos justamente aquilo que não apreciamos, que desaprovamos. Tolerância significa estar preparado para aceitar opiniões pelas quais temos forte aversão. Do mesmo modo, democracia significa aceitar ser governado por pessoas por quem nutrimos repugnância profunda. Isso só é possível se mantivermos a confiança na negociação e no desejo sincero, entre os políticos, de compromisso com os adversários”.

"A tradição da Esquerda é julgar o sucesso humano pelo fracasso de alguns. Isso sempre lhe oferece uma vítima a ser resgatada. No século XIX eram os proletários. Nos anos 60, a juventude. Depois as mulheres e os animais. Agora o planeta"

"O conservadorismo advém de um sentimento que toda pessoa madura compartilha com facilidade: a consciência de que as coisas admiráveis são facilmente destruídas, mas não são facilmente criadas. Isso é verdade, sobretudo, em relação às boas coisas que nos chegam como bens coletivos: paz, liberdade, lei, civilidade, espírito público, a segurança da propriedade e da vida familiar, tudo o que depende da cooperação com os demais, visto não termos meios de obtê-las isoladamente. Em relação a tais coisas, o trabalho de destruição é rápido, fácil e recreativo; o labor da criação é lento, árduo e maçante. Esta é uma das lições do século XX. Também é uma razão pela qual os conservadores sofrem desvantagem quando se trata da opinião pública. Sua posição é verdadeira, mas enfadonha; a de seus oponentes é excitante, mas falsa."

“Nós, conservadores, somos chatos. Mas também estamos certos”.

Roger Scruton

Roger Scruton



sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Smith Hays, o amigo gay de Jair Messias Bolsonaro


Mais uma vez o "Sem Bolas da Veja" tenta parecer sexy na frente das câmeras por medo da patrulha politicamente correta e ataca o Jair Messias Bolsonaro (o Malvado) com inverdades!

Uma coisa é discordar de posicionamentos políticos -- o que é legitimo -- outra coisa é caluniar uma pessoa para ficar "bonito" com a opinião publica, isso é covardia pura!

Na foto com o Bolsonaro esta o Smith Hays, um homossexual assumido e apoiador do Mito!

Curtam a página dele >> Smith Hays




O Nada Triunfa a Partir de Hoje em Diante


De tempos em tempos, eis que surgem "seres iluminados" que resolvem criar coisas que possam renovar o mundo, e, assim, engendrarem um novo mundo melhor, este habitado também pelo novo homem, o qual seria construído pela luta histórica da práxis revolucionária preconizada por Marx. Desde o final da Idade Média até o século XXI, diversas pessoas, grupos e ideologias brotaram com essa mentalidade revolucionária de criar um novo mundo.

Que criando algo lindo e diferente de tudo que já houve, será inovador e que no futuro (lá para um futuro indefinido muito distante do nosso), haverá, talvez, uma luz libertadora e salvadora, uma espécie de messianismo à Jesus Cristo.

O fato é que se essas ideias (de uma nova realidade e de uma nova sociedade) ficassem somente restritas ao seu criador, seria um mal menor, pois só o criador seria o prejudicado nessa confusão mental. Porém essa mentalidade, infelizmente, "escorrega como areia pelas bocas", e começam a criar as dunas que, de grão em grão, formam um deserto homérico. Onde antes havia uma floresta virgem e rica, resta apenas o calor, a seca e a morte.

Todos que ousaram mudar o mundo na pretensa busca por mais justiça e bondade entre os povos, só conseguiram gerar a desgraça individual, social, e em última instância, conseguiram instaurar a desgraça civilizacional. Um dos grandes ensinamentos do Sir Roger Scruton é o seguinte: "A sociedade é uma herança compartilhada em nome da qual aprendemos a circunscrever as nossas demandas, a ver nosso lugar nas coisas como parte de uma corrente contínua de doações e recebimentos, a reconhecer que as coisas extraordinárias que herdamos não são nossas para destruirmos".

A vida nos dá coisas materiais e não materiais (bens imateriais) não para nós as destruirmos ou as reduzirmos, mas sim para nós as mantermos conservadas, e, se possível, melhorá-las e aprimorá-las. Tudo que foge da normalidade sadia resultará irremediavelmente no que Francisco Razzo afirma em seu livro: "A Mentalidade Totalitária". Ela caracteriza-se por uma prisão mental tão avassaladora e sólida, que só de pensar na prisão será um crime! O Grande Irmão ganha a realidade mundial e ninguém mais consegue mandá-lo à ficção novamente. O totalitarismo não só controla sua mente, mas passa a controlar a dos demais, e assim, gradual e maquiavelicamente, passa a controlar as civilizações. Um dos fatos marcantes e exemplares disso na história é o Nazismo, que, em seu tempo, conquistou a mente de muitos alemães para lutarem pela causa pregada por Hitler, dentre as quais a absurda ideia de formação de uma “raça pura e superior”. Idem o movimento Comunista, também absolutamente totalitário e revolucionário, o qual, em nome  de uma suposta nova sociedade e novo homem (justo e fraterno), matou milhões de pessoas em várias partes do mundo.

E é na esteira dessa  correria insana dos totalitaristas pelas ruas e becos que há por aí, que eles, os revolucionários, buscam com nervosismo e insanidade o seu maior inimigo, que é a Santa Igreja Católica, e, de modo mais geral, o Cristianismo, herança secular dos ocidentais. A Igreja Católica foi a única instituição que fez frente a eles, que conseguiu sobreviver aos bárbaros, e que, numa busca heroica, persistiu e reconstruiu toda a Europa. "É por isso que em uma sociedade sem religião vemos surgir um tipo de insensibilidade contagiosa, uma suposição em todos os cantos de que não existe nenhuma tragédia, nenhuma aflição, nenhum prato, pois não há nada a lamentar. Nem existe amor nem felicidade -------- somente diversão. Em tal circunstância, a perda da religião é a perda da perda".

Em suma, a maior perda que as sociedades que compõem a Civilização Ocidental vêm sofrendo nos últimos séculos, é a imensa perda da fé, a perda das almas, e a perda de países onde antes predominava a Santa Fé Católica. Perder o Catolicismo não é só voltar às cavernas, onde predominava o pensamento de sobreviver hoje e mais nada. Mas é viver num mundo sem razão, sem o sublime, sem um objetivo e sem uma lógica mental e espiritual. Assim, o nada triunfa de hoje em diante, e mentalidade revolucionária ateia, que prega de instaurar um “céu” na terra, passa a ser a religião negra cultuada e instaurada.

Amém.



Bibliografia:

1. Como Ser Um Conservador.
2. A Mentalidade Totalitária.
3. A Cozinha Venenosa.
4. Como Ser Um Conservador.
5. Invasão Vertical dos Bárbaros.

Por: Salomão Campina



terça-feira, 23 de agosto de 2016

10 Princípios Conservadores - Russell Kirk


1) Primeiro, o conservador acredita que há uma ordem moral duradoura. Essa ordem é feita para o homem, e o homem é feito para ela: a natureza humana é uma constante, e as verdades morais são permanentes.
Nosso mundo do século XX experimentou as terríveis consequências do colapso da crença em uma ordem moral. Tal como as atrocidades e os desastres ocorridos na Grécia do século V antes de Cristo, a ruína de grandes nações no nosso século mostra o abismo no qual caem as sociedades que confundem o auto interesse inteligente ou controles sociais engenhosos com alternativas agradáveis a uma ordem moral ultrapassada.

2) Segundo, o conservador adere aos costumes, à convenção e à continuidade. A continuidade é o meio de unir geração a geração; importa tanto para a sociedade quanto para o indivíduo; sem ela, a vida não faz sentido.
Os conservadores são defensores dos costumes, da convenção e da continuidade, porque preferem o mal que conhecem ao mal que não conhecem.
A lembrança, feita por Burke, da necessidade de uma mudança prudente está sempre na mente dos conservadores; mas a necessária mudança, argumentam, deve ser gradual e judiciosa, nunca desenraizando antigos interesses de um só golpe.

3) Terceiro, os conservadores acreditam no que se pode chamar de princípio da consagração pelo uso. Os conservadores percebem que as pessoas da era moderna são anões nos ombros de gigantes, capazes de enxergar muito além dos antepassados apenas por causa da grande estatura daqueles que os precederam.
Conservadores afirmam ser improvável que nós, modernos, façamos qualquer descoberta nova e extraordinária em moral, política ou gosto.

4) Quarto, os conservadores são guiados pelo princípio da prudência. Complexa como é a sociedade humana, as soluções não podem ser simples, se têm de ser eficazes. O conservador declara agir somente após suficiente reflexão, tendo sopesado as consequências. Reformas rápidas e agressivas são tão perigosas quanto cirurgias rápidas e agressivas.

5) Quinto, os conservadores prestam atenção ao princípio da variedade. A sociedade almeja por uma liderança honesta e capaz; se as diferenças naturais e institucionais entre as pessoas forem destruídas, em breve algum tirano ou alguma sórdida oligarquia criarão novas formas de desigualdade.

6) Sexto, os conservadores são disciplinados pelo princípio de imperfectibilidade. Por ser o homem imperfeito, uma ordem social perfeita jamais pode ser criada.

7) Sétimo, os conservadores estão convencidos de que a liberdade e a propriedade estão intimamente ligadas. A instituição das diversas propriedades – isto é, da propriedade privada – é até hoje um poderoso instrumento para ensinar responsabilidade a homens e mulheres, para dar incentivos à integridade, apoiar a cultura geral, elevar a humanidade acima do nível de uma mera lida repetitiva e opressora e proporcionar as horas vagas para pensar e a liberdade para agir.

8) Oitavo, os conservadores defendem comunidades voluntárias, da mesma forma que se opõem a um coletivismo involuntário. O que quer que seja beneficente e prudente numa democracia moderna é possibilitado por volições cooperativas. Se, portanto, em nome de uma democracia abstrata, as funções da comunidade são transferidas a uma direção política distante – ora, aí o verdadeiro governo pelo consentimento dos governados dá ensejo a um processo padronizante, hostil à liberdade e à dignidade humana.

9) Nono, o conservador vê a necessidade de limites prudentes sobre o poder e as paixões humanas. A anarquia nunca dura muito, por ser intolerável para todos e contrária ao fato inelutável de que algumas pessoas são mais fortes e inteligentes que seus semelhantes. À anarquia se sucedem a tirania ou a oligarquia, nas quais o poder é monopolizado por uns poucos.
É uma característica do radical pensar no poder como uma força para o bem – desde que o poder recaia em suas mãos.
Sabendo que a natureza humana é uma mistura de bem e mal, o conservador não deposita a confiança na mera benevolência. Restrições constitucionais, freios e contrapesos políticos, um cumprimento adequado das leis, a velha e intricada rede de restrições sobre a vontade e o apetite – são aprovados pelo conservador como instrumentos da liberdade e da ordem. Um governo justo mantém uma tensão saudável entre as pretensões da autoridade e as pretensões da liberdade.

10) Décimo, o conservador razoável entende que a permanência e a mudança devem ser reconhecidas e reconciliadas em uma sociedade vigorosa. O conservador, em suma, favorece um progresso refletido e moderado; opõe-se ao culto do progresso, cujos devotos acreditam que tudo o que é novo é necessariamente superior ao que é antigo.





sábado, 7 de maio de 2016

A filosofia conservadora


O conservadorismo é uma posição política-filosófica, alinhadas com o tradicionalismo e a transformação gradual, para ser mais específico seria uma reação contra revoluções, que por si só são mudanças abruptas.

O conservador baseia-se de costumes de uma sociedade, no sistema de crenças, político-institucional e determinado marco econômico.

.O "conservador" segue princípios e valores atemporais, reconhece que deve respeitar esses valores de acordo com a mudança histórica. Podemos citar como exemplo, a noção de uma ordem divina do universo (Deus), ou a de uma natureza humana universal e permanente.

Os conservadores acreditam que as melhores instituições políticas e sociais não são meras invenções feita pelo ser humano, mas é um resultado de uma processo de crescimento evolutivo ao longo da história humana.

O conservadorismo considera que um regime estável e duradouro só funciona se tiver constrangimentos introduzidos pelas tradições e hábitos na sociedade.

Os conservadores consideram que o individualismo e as promessas de liberdade irrestrita conduzem ao totalitarismo e ao estadismo: para os conservadores, a dissolução da sociedade realmente existente e das suas instituições tradicionais intermédias gera um vazio que abre caminho ao crescimento da máquina estatal; assim, o conservadorismo fazem a apologia desses corpos intermédios que são a família, igreja, comunidade local, etc... em oposição tanto ao individualismo como ao colectivismo e ao estadismo.

Na atualidade, nos Estados Unidos os conservadores sejam ou não ligados ao Partido Republicano já defende o Colégio Eleitoral (o presidente é eleito pelos estados e não pelos indivíduos). Na Inglaterra os conservadores não só os ligados ao Partido Conservador do Reino Unido tendem a defender o que está, como a defesa dos lordes hereditários.

Por: Everthon Garcia

Foto de Edmund Burke


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