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quinta-feira, 30 de março de 2017

Documentário - O Contragolpe 1964 - A Verdade Sufocada


Às Forças Armadas cabe zelar para a manutenção da lei, da ordem, e evitar o caos. Não tínhamos que defender o governo; tínhamos que defender a nação.

A deposição de João Goulart e a luta contra o terror comunista no Brasil envolveram realidades muito diferentes das que hoje são difundidas pela propaganda esquerdista na mídia e salas de aula.

No dia 31 de março próximo faz quarenta anos que foi deposto o Presidente da República, João Goulart. Uns chamam esse acontecimento de golpe militar, outros de tomada do poder, alguns outros de Revolução de 1964. Eu prefiro considerá-lo como a Contra-Revolução de 31 de março de 1964.

Publicado originalmente em 24 de março de 2004 – NR

Vou lhes explicar o meu ponto de vista ao longo deste artigo. Espero que ao final vocês tenham dados suficientes para julgar se estou certo. Vocês foram cansativamente informados por seus professores, jornais, rádios, TV e partidos políticos de que:

– os militares tomaram o poder dos civis para impedir que reformas moralizantes fossem feitas;

– para combater os “generais que usurparam o poder” os jovens da época uniram-se e lutaram contra a ditadura militar e que muitos deles morreram, foram mutilados, presos e torturados na luta pela “redemocratização” do país;

– os militares assim agiram a mando dos Estados Unidos, que temiam o comunismo instalado no Brasil;

– jovens estudantes, idealistas, embrenharam-se nas matas do Araguaia para lutar contra a ditadura e pela redemocratização do país.

Com quantas inverdades fizeram a cabeça de vocês! E por que essas mentiras são repetidas até hoje? Foi a maneira que eles encontraram para tentar justificar a sua luta para implantar um regime do modelo soviético, cubano ou chinês no Brasil.

Por intermédio da mentira, eles deturparam a História e conseguiram o seu intento. Vocês, que não viveram essa época, acreditam piamente no que eles dizem e se revoltam contra os militares.

Vamos aos fatos, pois eu vivi e participei dessa época.

Em março de 1964 eu era capitão e comandava uma bateria de canhões anti-aéreos do 1º Grupo de Artilharia Anti-Aérea, em Deodoro, no Rio de Janeiro.

A maioria dos oficiais que serviam no 1º Grupo de Artilharia AAe, entre eles eu, teve uma atitude firme para que o Grupo aderisse à Contra-Revolução.

Eu era um jovem com 31 anos. O país vivia no caos. Greves políticas paralisavam tudo: transportes, escolas, bancos, colégios. Filas eram feitas para as compras de alimentos. A indisciplina nas Forças Armadas era incentivada pelo governo. Revolta dos marinheiros no Rio; revolta dos sargentos em Brasília. Na minha bateria de artilharia havia um sargento que se ausentava do quartel para fazer propaganda do Partido Comunista, numa kombi, na Central do Brasil.

Isso tudo ocorria porque o governo João Goulart queria implantar as suas “reformas de base” à revelia do Congresso Nacional. Pensava, por meio de um ato de força, fechar o Congresso Nacional com o apoio dos militares “legalistas”.

Vocês devem estar imaginando que estou exagerando para lhes mostrar que a Contra-Revolução era imperativa naqueles dias. Para não me alongar, vou citar o que dizem dois conhecidos comunistas:

Depoimento de Pedro Lobo de Oliveira no livro A Esquerda Armada no Brasil: “Muito antes de 1964 já participava na luta revolucionária no Brasil na medida de minhas forças. Creio que desde 1957. Ou melhor, desde 1955… Naquela altura o povo começava a contar com a orientação do Partido Comunista.”

Jacob Gorender, do PCBR, escreveu no seu livro Combate nas Trevas: “Nos primeiros meses de 1964, esboçou-se uma situação pré-revolucionária e o golpe direitista se definiu, por isso mesmo, pelo caráter contra-revolucionário preventivo. A classe dominante e o imperialismo tinham sobradas razões para agir antes que o caldo entornasse.”

Diariamente eu lia os jornais da época: O Dia, O Globo, Jornal do Brasil, Tribuna da Imprensa, Diário de Notícias, etc… Todos eram unânimes em condenar o governo João Goulart e pediam a sua saída, em nome da manutenção da democracia. Apelavam para o bom senso dos militares e até imploravam a sua intervenção, para que o Brasil não se tornasse mais uma nação comunista.

Eu assistia a tudo aquilo com apreensão. Seria correto agirmos para a queda do governo? Comprei uma Constituição do Brasil e a lia seguidamente. A minha conclusão foi de que os militares estavam certos ao se antecipar ao golpe de Jango.

Às Forças Armadas cabe zelar para a manutenção da lei, da ordem, e evitar o caos. Não tinhamos que defender o governo; tinhamos que defender a nação.

O povo foi às ruas com as Marchas da Família com Deus pela Liberdade, no Rio, São Paulo e outras cidades do país. Todos pedindo o fim do governo João Goulart, antes que fosse tarde demais.

E, assim, aconteceu em 31 de março de 1964 a nossa Contra-Revolução.

Os jornais da época (O Estado de S. Paulo, O Globo, Jornal do Brasil; Tribuna da Imprensa e outros ) publicaram, no dia 31 e nos dias seguintes, editoriais e mais editoriais exaltando a atitude dos militares. Os mesmos jornais que hoje combatem a nossa Contra- Revolução.

Os comunistas que pleiteavam a tomada do poder não desanimaram e passaram a insuflar os jovens, para que entrassem numa luta fraticida, pensando que lutavam contra a ditadura. E mentiram tão bem que muitos acreditam nisso até hoje. Na verdade, tudo já estava se organizando. Em 1961, em pleno governo Jânio Quadros, Jover Telles, Francisco Julião e Clodomir dos Santos Morais estavam em Cuba acertando cursos de guerrilha e o envio de armas para o Brasil. Logo depois, alguns jovens eram indicados para cursos na China e em Cuba. Bem antes de 1964 a área do Araguaia já estava escolhida pelo PC do B para implantar a guerrilha rural.

Em 1961 estávamos em plena democracia. Então para que eles estavam se organizando? Julião já treinava na época as suas Ligas Camponesas, que eram muito semelhantes ao MST de hoje, só que sem a organização, o preparo, os recursos, a formação de quadros.

E foi com essa propaganda mentirosa que eles iludiram muitos jovens e os cooptaram para as suas organizações terroristas.

Então, começou a luta armada.

Foram vários atos terroristas: o atentado ao aeroporto de Guararapes, em Recife, em 1966; a bomba no Quartel General do Exército em São Paulo, em 1968; o atentado contra o consulado americano; o assassinato do industrial Albert Boilesen e do capitão do Exército dos Estados Unidos Charles Rodney Chandler; seqüestros de embaixadores estrangeiros no Brasil .

A violência revolucionária se instalou. Assassinatos, ataques a quartéis e a policiais aconteciam com freqüência.

Nessa época, eles introduziram no Brasil a tática de obter dinheiro com assaltos a bancos, a carros fortes e a estabelecimentos comerciais. Foram eles os mestres que ensinaram tais táticas aos bandidos de hoje.Tudo treinado nos cursos de guerrilha em Cuba e na China.

As polícias civil e militar sofriam pesadas baixas e não conseguiam , sozinhas, impor a lei e a ordem.

Acuado, perdendo o controle da situação, o governo decretou o AI-5, pelo qual várias liberdades individuais foram suspensas. Foi um ato arbitário mas necessário. A tênue democracia que vivíamos não se podia deixar destruir.

Para combater o terrorismo, o governo criou uma estrutura com a participação dos Centros de Informações da Marinha (CENIMAR), do Exército (CIE) e da Aeronáutica (CISA). Todos atuavam em conjunto, tanto na guerrilha rural quanto na urbana. O Exército, em algumas capitais, criou o seu braço operacional, os Destacamentos de Operações de Informações ( DOI). Para trabalharem nos diversos DOI do Brasil, o Exército seleciononou do seu efetivo alguns majores, capitães e sargentos. Eram, no máximo, 350 militares, entre os 150 mil homens da Exército.

Eu era major, estagiário da Escola de Estado Maior. Tinha na época 37 anos e servia no II Exército, em São Paulo. Num determinado dia do ano de 1970, fui chamado ao gabinete do comandante do II Exército, general José Canavarro Pereira, que me deu a seguinte ordem: “Major, o senhor foi designado para comandar o DOI/CODI/II Ex. Vá, assuma e comande com dignidade”.

A partir desse dia minha vida mudou. O DOI de São Paulo era o maior do país e era nesse Estado que as organizações terroristas estavam mais atuantes. O seu efetivo em pessoal era de 400 homens. Destes, 40 eram do Exército, sendo 10 oficiais, 25 sargentos e 5 cabos. No restante, eram excelentes policiais civis e militares do Estado de São Paulo. Esses foram dias terríveis! Nós recebíamos ameaças freqüentemente.

Minha mulher foi de uma coragem e de uma abnegação total. Quando minha filha mais velha completou 3 anos de idade, ela foi para o jardim da infância, sempre acompanhada de seguranças. Minha mulher não tinha coragem de permanecer em casa, enquanto nossa filha estudava. Ela ficava dentro de um carro, na porta da escola, com um revólver na bolsa.

Não somente nós passamos por isso! Essa foi a vida dos militares que foram designados para combater o terrorismo e para que o restante do nosso Exército trabalhasse tranqüilo e em paz.

Apreendemos em “aparelhos” os estatutos de, praticamente, todas as organizações terroristas e em todos eles estava escrito, de maneira bem clara, que o objetivo da luta armada urbana e rural era a implantação de um regime comunista em nosso país.

Aos poucos o nosso trabalho foi se tornando eficaz e as organizações terroristas foram praticamente extintas, por volta de 1975.

Todos os terroristas quando eram interrogados na Justiça alegavam que nada tinham feito e só haviam confessado os seus crimes por terem sido torturados. Tal alegação lhes valia a absolvição no Superior Tribunal Militar. Então, nós passamos a ser os “torturadores”.

Hoje, como participar de seqüestros, de assaltos e de atos de terrorismo passou a contar pontos positivos para os seus currículos, eles, posando de heróis, defensores da democracia, admitem ter participado das ações. Quase todos continuam dizendo que foram torturados e perseguidos politicamente. Com isso recebem indenizações milionárias e ocupam elevados cargos públicos. Nós continuamos a ser seus ” torturadores” e somos os verdadeiros perseguidos politicos. As vítimas do terrorismo até hoje não foram indenizadas.

Houve 120 mortos identificados, que foram assassinados por terroristas (estima-se que existam mais cerca de 80 que não foram identificados). 43 eram civis que estavam em seus locais de trabalho; 34, policiais militares; 12, guardas de segurança; 8, militares do Exército; 3 agentes da Polícia Federal; 3 mateiros do Araguaia; 2 militares da Marinha; 2 militares da Aeronáutica; um major do Exército da Alemanha; um capitão do Exército dos Estados Unidos; um marinheiro da Marinha Real da Inglaterra.

A mídia fala sempre em “anos de chumbo”, luta sangrenta, noticiando inclusive que , só no cemitério de Perus, em São Paulo, existiriam milhares de ossadas de desaparecidos políticos. No entanto o Grupo Tortura Nunca Mais reclama um total de 284 mortos e desaparecidos que integravam as organizações terroristas. Portanto, o Brasil, com sua população e com todo o seu tamanho, teve na luta armada, que durou aproximadamente 10 anos, ao todo 404 mortos, dos dois lados.

Na Argentina as mortes ultrapassarm 30.000 pessoas; no Chile foram mais de 4.000 e no Uruguai outras 3.000. A Colômbia, que resolveu não endurecer o seu regime democrático, luta até hoje contra o terrorismo. Ela já perdeu mais de 45.000 pessoas e tem um terço do seu território dominado pelas FARC.

Os comunistas brasileiros são tão capazes quanto os seus irmãos latinos. Por que essa disparidade? Porque no Brasil dotamos o país de leis que permitiram atuar contra o terrorismo e também porque centralizamos nas Forças Armadas o combate à luta armada. Fomos eficientes e isso tem que ser reconhecido. Com a nossa ação impedimos que milhares de pessoas morressem e que esta luta se prorrogasse como no Peru e na Colômbia.

No entanto, algumas pessoas que jamais viram um terrorista, mesmo de longe, ou preso, que jamais arriscaram as suas vidas, nem as de suas famílias, criticam nosso trabalho. O mesmo grupo que só conheceu a luta armada por documentos lidos em salas atapetadas e climatizadas afirma que a maneira como trabalhamos foi um erro, pois a vitória poderia ser alcançada de outras formas.

Já se declarou, inclusive, que: “a ação militar naquele período não foi institucional. Alguns militares participaram, não as Forças Armadas. Foi uma ação paralela”.

Alguns também nos condenam afirmando que, como os chefes daquela época não estavam acostumados com esse tipo de guerra irregular, não possuíam nenhuma experiência. Assim, nossos chefes, no lugar de nos darem ordens, estavam aprendendo conosco, que estávamos envolvidos no combate. Segundo eles, nós nos aproveitávamos dessa situação para conduzir as ações do nosso modo e que, no afã da vitória, exorbitávamos .

Mas as coisas não se passavam assim. Nós, que fomos mandados para a frente de combate nos DOI, assim como os generais que nos chefiavam, também não tínhamos experiência nenhuma. Tudo o que os DOI faziam ou deixavam de fazer era do conhecimento dos seus chefes. Os erros existiram, devido à nossa inexperiência, mas os nossos chefes eram tão responsáveis como nós.

Acontece que o nosso Exército fazia muito tempo que não era empregado em ação. Estava desacostumado com a conduta do combate, onde as pessoas em operações têm que tomar decisões, e decisões rápidas, porque a vida de seus subordinados ou a vida de algum cidadão pode estar em perigo.

Sempre procurei comandar liderando os meus subordinados. Comandei com firmeza e com humanidade, não deixando que excessos fossem cometidos. Procurei respeitar os direitos humanos, mas sempre respeitando, em primeiro lugar, os direitos humanos das vítimas e, depois, os dos bandidos. Como escrevi em meu livro “Rompendo o Silêncio”, terrorismo não se combate com flores. A nossa maneira de agir mostrou que estávamos certos, porque evitou o sacrifício de milhares de vítimas, que aconteceu nos países vizinhos. Só quem estava lá, frente a frente com o terroristas, dia e noite, de arma na mão, pode nos julgar.

Finalmente, quero lhes afirmar que a nossa luta foi para preservar a democracia. Se o regime implantado pela Contra -Revolução durou mais tempo do que se esperava, deve-se, principalmente, aos atos insanos dos terroristas. Creio que, em parte, esse longo período de exceção deveu-se ao fato de que era preciso manter a ordem no país.

Se não tivéssemos vencido a luta armada, hoje estaríamos vivendo sob o tacão de um ditador vitalício como Fidel Castro e milhares de brasileiros teriam sido fuzilados no “paredón” ( em Miami em fevereiro, foi inaugurado, por exilados cubanos, um Memorial para 30.000 vítimas da ditadura de Fidel Castro).

Hoje temos no poder muitas pessoas que combatemos e que lá chegaram pelo voto popular. Esperamos que eles esqueçam os seus propósitos de quarenta anos passados e preservem a democracia pela qual tanto lutamos.

- Carlos Alberto Brilhante Ustra

FONTE: Brasil Acima de Tudo

E a Revisão Histórica se faz necessária também para os fatos que compreendem a História recente do Brasil. Com a esquerdofilia do pós-85, novamente constatamos que os vencedores tripudiam sobre os vencidos, em prejuízo da verdade… – NR

Publicado originalmente em 31/05/2009



Documentário - O Contragolpe 1964 - A Verdade Sufocada




Documentário - A Segunda Guerra Mundial Vista do Espaço


A Segunda Guerra Mundial Vista do Espaço (Dublado) Completo The History Channel.

Sinopse: Neste especial veremos os principais momentos da Segunda Guerra Mundial como nunca antes. Usando tecnologia de satélite e animações computadorizadas, para que possamos ter um contexto global da guerra, teremos novas informações e explicações diferentes sobre como uma nação militarmente classificada como a 19ª, em 1939, pôde chegar, seis anos depois, a ser uma potência mundial com armas nucleares. Do alto, poderemos reinterpretar a 2ª Guerra Mundial, colocando em perspectiva os acontecimentos cruciais, de uma maneira muito mais completa.

Documentário completo The History Channel
A Segunda Guerra Mundial Vista do Espaço (Dublado HD Completo)



Documentário - A Segunda Guerra Mundial Vista do Espaço




Documentário - Primeira Guerra Mundial - O Fim de Uma Era


''Primeira Guerra Mundial - O Fim de Uma Era'' mostra por que este conflito teve mais impacto na civilização do que qualquer outra Guerra até então. Este documentário mostra a história de batalhas como a de Verdun, na França, e apresenta comentários de especialistas que explicam os efeitos das novas tecnologias no front. A produção analisa, ainda, as enormes mudanças que o fim da Guerra trouxe, incluindo o inevitável renascimento da Alemanha como potência militar. Mediante depoimentos de sobreviventes e imagens de arquivo o documentário torna possível visitar os lugares onde a história aconteceu e entender a importância do conflito para o nascimento do século XX e de tudo o que ele trouxe consigo.

Este documentário dublado mostra por que a 1ª Guerra Mundial teve mais impacto na civilização do que qualquer outra guerra até então.
Conheça a história de batalhas como a de Verdun, na França, com comentários de especialistas que explicam os efeitos das novas tecnologias no front. A produção analisa, ainda, as enormes mudanças que o fim da Grande Guerra trouxe, incluindo o inevitável renascimento da Alemanha como potência militar.
Mediante depoimentos de sobreviventes e imagens de arquivo o documentário torna possível visitar os lugares onde a história aconteceu e entender a importância do conflito para o século XX e de tudo o que ele trouxe consigo.

As perdas causadas pela Primeira Guerra Mundial são maiores do que se pode perceber. Juntamente com 22 milhões de pessoas, entre militares e civis, desapareceram para as gerações participantes a esperança na inteligência, gentileza e grandeza humanas.
O que foi perdido em riquezas, arte, gênio, alegria e confiança na civilização não seria mais recuperado, e feridas abertas preparam o terreno para a Segunda Guerra Mundial.

Documentário produzido pelo History Channel.

A Primeira Guerra Mundial (também conhecida como Grande Guerra ou Guerra das Guerras até o início da Segunda Guerra Mundial) foi uma guerra global centrada na Europa, que começou em 28 de julho de 1914 e durou até 11 de novembro de 1918. O conflito envolveu as grandes potências de todo o mundo, que organizaram-se em duas alianças opostas: os Aliados (com base na Tríplice Entente entre Reino Unido, França e Império Russo) e os Impérios Centrais (originalmente Tríplice Aliança entre Império Alemão, Império Austro-Húngaro e Itália).
Mais de 70 milhões de militares, incluindo 60 milhões de europeus, foram mobilizados. Mais de 9 milhões de combatentes foram mortos, em grande parte por causa de avanços tecnológicos que determinaram um crescimento enorme na letalidade de armas, mas sem melhorias correspondentes em proteção ou mobilidade.

Ao final da guerra, quatro grandes potências imperiais - os impérios Alemão, Russo, Austro-Húngaro e Otomano - deixaram de existir e o Império Britânico foi irremediavelmente enfraquecido. O mapa da Europa Central foi redesenhado em vários países menores. A Liga das Nações (organização precursora das Nações Unidas) foi formada na esperança de evitar outro conflito dessa magnitude.

1ª Guerra Mundial

Primeira Guerra Mundial - o fim de uma Era




Documentário - Coreia do Norte: Liberdade ou Morte


Documentário SIC sobre a fuga da Coreia do Norte.

A Coreia do Norte é um dos países mais isolados do mundo.
As cerca de 24 milhões de pessoas que vivem no estado totalitário têm interações mínimas com o mundo exterior. A mídia estrangeira é proibida, interações com turistas são estritamente controladas e a internet é inacessível para quase todos os cidadãos.

Jornalistas da BBC que visitaram o país em 2010 encontraram estudantes universitários que nunca tinham ouvido falar de Nelson Mandela. E o mundo tem pouca ideia do que acontece no país – seus líderes são capazes de “sumir” de cena por semanas.

O programa de armas nucleares norte-coreano e o terrível histórico de violações dos direitos humanos fizeram do país um pária global.

Sanções internacionais isolam ainda mais a economia socialista e centralizada do país. As políticas econômicas de Pyogyang têm sido desastrosas, agravando a pobreza do país.

Vista do espaço, a capital Pyongyang desaparece na escuridão – uma cruel imagem do subdesenvolvimento crônico do país em relação ao resto da região.

A história da reclusão da República Popular Democrática da Coreia tem raízes em tradições antigas e a sangrenta geopolítica da era moderna.

Kim Jong-un

Documentário - Coreia do Norte: Liberdade ou Morte




Documentário - A Verdadeira História Soviética


“Uma morte é uma tragédia, milhões mera estatística”. Josef Stalin.

Talvez muitas pessoas não conheçam a história dos Gulags soviéticos, campos de trabalho forçado instalados por Stalin, que foram responsáveis por uma verdadeira chacina, que té nos dias atuais, muitas pessoas ignoram, e que muito pouco se fala.

O mesmo ocorre com o extermínio dos cossacos do Don, pelos comunistas, na década de 1920, dos alemães do Volga em 1941 e as execuções em massa e deportações para campos de concentração de lituanos, letões, estonianos e poloneses. Ao final da Segunda Guerra, os “gulag” de Stalin mantinham 5,5 milhões de prisioneiros, 23% deles ucranianos e 6% bálticos.

Quase desconhecido é o genocídio de dois milhões de muçulmanos de povos da ex-URSS: chechenos, inguchétios, tadjiques, tártaros da Criméia, basquires e casaques. Os guerrilheiros que lutam pela independência da Chechênia e que hoje são rotulados de “terroristas” por Estados Unidos e Rússia são netos dos sobreviventes dos campos de concentração soviéticos. Adicione-se a esta lista de atrocidades esquecidas o assassinato, na Europa Oriental, entre  1945 e 1947, de pelo menos dois milhões de alemães étnicos, a maioria deles mulheres e crianças, e a violenta expulsão de mais 15 milhões de alemães, quando dois milhões de meninas e mulheres alemãs foram estupradas.

Dentre estes crimes monstruosos, a Ucrânia aparece como a maior vítima em termos de números. Stalin declarou guerra ao seu próprio povo em 1932, ao enviar os comissários V. Molotov e Lazar Kaganovitch 9judeu9 e o chefe da NKVD (polícia secreta) Genrikh Yagoda para esmagar a resistência de fazendeiros ucranianos à coletivização forçada. A Ucrânia foi isolada. Todas as reservas de alimentos e animais foram confiscadas.

Os esquadrões da morte da NKVD assassinavam “elementos antipartido”. Furioso porque poucos ucranianos estavam sendo executados, Kaganovitch – em tese o Adolf Eichmann da União Soviética – estabeleceu uma cota de 10.000 execuções por semana. Oitenta por cento dos intelectuais ucranianos foram assassinados. Durante o áspero inverno de 1932-33, 25.000 ucranianos eram executados, por dia,  ou morriam de inanição e frio. Tornou-se comum o canibalismo. A Ucrânia, diz o historiador Robert Conquest, “parecia uma versão gigante do futuro campo da morte de Bergen-Belsen.”

A execução em massa de sete milhões de ucranianos, três milhões deles crianças, e a deportação para o “gulag” de mais dois milhões (onde a maioria morreu) foi oculta pela propaganda soviética. Os ocidentais pró-comunismo, como Walter Duranty, do “New York Times”, os escritores britânicos Sidney e Beatrice Webb e o primeiro-ministro francês Edouard Herriot viajaram pela Ucrânia, mas negaram denúncias de genocídio e aplaudiram o que eles chamaram de “reforma agrária” soviética. Aqueles que se levantaram contra o genocídio foram rotulados de “agentes do fascismo”. Os governos dos EUA, Reino Unido e Canadá, contudo, estavam bem informados sobre o genocídio, mas fecharam os olhos, inclusive bloquearam grupos de ajuda que iriam para a Ucrânia.

Os únicos líderes europeus que gritaram contra os assassinatos cometidos pelos soviéticos foram, ironicamente e por razões cínicas e de autopromoção, Hitler e o ditador italiano Benito Mussolini. Como Kaganovitch, Yagoda e outros veteranos e oficiais do Partido Comunista e da NKVD eram judeus, Adolfo Hitler rotulou o comunismo como “uma conspiração judaica para destruir a civilização cristã.” Esta versão, amplamente divulgada pelo Ministério da Propaganda e Publicidade do 3° Reich (comandado por Paul Joseph Goelbels – 1897-1945), tornou-se amplamente aceita por toda uma amedrontada Europa.

Quando veio a guerra, o presidente dos EUA Franklin D. Roosevelt e o primeiro-ministro britânico Winston Churchill se tornaram aliados de Stalin, embora eles soubessem que seu regime já tinha matado pelo menos 30 milhões de pessoas muito antes que o extermínio de judeus e ciganos por Hitler tivesse sequer começado. No estranho cálculo moral de extermínios em massa, apenas os alemães foram culpados. Mesmo Stalin tendo assassinado três vezes mais gente do que Hitler, para Roosevelt ele ainda era o “Uncle Joe” (“Tio Joe”).

A aliança EUA-Reino Unido com Stalin fez deles parceiros no crime. Roosevelt e Churchill ajudaram a preservar o regime mais assassino da história, para o qual eles entregaram metade da Europa em 1945. Após a guerra, as esquerdas tentaram encobrir o genocídio soviético. Jean-Paul Sartre chegou a negar que o “gulag” tenha existido. Para os aliados ocidentais, o Nazismo era o único mal; eles não poderiam admitir serem aliados de assassinos em massa. Para os soviéticos, promover o holocausto judeu perpetuava o antifascismo e mascarava seus próprios crimes. Os judeus, inexplicavelmente, viram seu holocausto como o único. Foi a “raison d’être” de Israel.

O holocausto russo promovido por Stalin, um dos maiores crimes contra a humanidade, ainda hoje é praticamente desconhecido. Enquanto historiadores, academias, imprensa e Hollywood concentram suas atenção no holocausto judeu, ignoram a Ucrânia. Nós ainda caçamos assassinos nazistas, mas não caçamos assassinos comunistas. Há poucas fotos do genocídio ucraniano e do “gulag” stalinista, e muito poucos sobreviventes. Homens mortos não contam histórias.

A Rússia nunca perseguiu nenhum de seus assassinos em massa, como se fez na Alemanha. Mas todos nós conhecemos os crimes de Adolf Eichmann e Heinrich Himmler, e sabemos o que foi Babi Yar e Auschwitz. Mas quem lembra os assassinos em massa soviéticos Dzerzhinsky, Kaganovitch, Yagoda, Yezhov e Beria? Não fosse o escritor Alexander Solzhenitsyn, nós poderíamos nunca ter sabido dos campos da morte soviéticos como Magadan, Kolyma e Vorkuta. A todo tempo aparecem filmes sobre o terror nazista, enquanto o mal soviético some da visão ou se dissolve na nostalgia.
As almas das milhões de vítimas de Stalin ainda clamam por justiça…

- Eric Margolis é Colunista do Toronto Sun – Canadá.

Karl Marx, Friedrich Engels, Vladimir Lenin, Josef Stalin


Documentário - A Verdadeira História Soviética




quarta-feira, 29 de março de 2017

Documentário - A Grande Fome de Mao


Em 1958, nove anos depois de chegar ao poder, Mao Tsé-Tung queria tirar a China de seu estado quase medieval de subdesenvolvimento. Ele lançou um programa de industrialização nas cidades e no interior, pretendendo transformar a China na Terra Prometida do paraíso socialista em menos de 15 anos. Este foi o Grande Salto Adiante.

Mas o sonho louco se tornou um pesadelo e arrastou 650 milhões de chineses ao inferno, o país afundou no caos econômico que causou fome sem precedentes.
O terrível custo em vidas foi em torno de 45 milhões.

Mao Tsé-Tung

Documentário - A Grande Fome de Mao




Documentário - A Megalomania de Hitler


Sinopse: A megalomania de Hitler não tinha limites. Desde o começo da guerra, suas estratégias planejavam atacar os Estados Unidos. No mais audacioso dos planos, bombardeiros alemães desabariam sobre os arranha-céus de Manhattan como bombas. Hitler compreendia o enorme poder simbólico dos arranha-céus de Manhattan. Ele estava convencido de que estas missões suicidas teriam um impacto psicológico devastador nos Estados Unidos e, com este plano, o regime nacional-socialista esperava mudar o curso da guerra. Através de relatos de testemunhas contemporâneas, material de arquivo e os planos originais de construção, mostraremos como esta destrutiva fantasia e seu monstruoso produto, o America Bomber transformaram-se em um desejo coletivo e indiscriminado de destruição.

A Megalomania de Hitler (Dublado) Documentário Completo National Geographic.

Adolf Hitler

Documentário - A Megalomania de Hitler




Documentário - Stalin, o tirano vermelho


Documentário produzido pelo canal M6 francês com o auxílio do historiador especialista em comunismo, Nicolas Werth. Foi lançado em 2007 na França (Staline: le tyran rouge) e na Espanha (TVE2 - Stalin, el tirano rojo) em 2012. Colorizado - audio em espanhol - qualidade HD.

Josef Stalin

Documentário - Stalin, o tirano vermelho




Documentário - Che Guevara: Anatomia de um psicopata


Che Guevara: Anatomia de um psicopata

Quem foi Ernesto "Che" Guevara?

Ficção: Um homem do povo - de todos os povos da Terra.
Humanista. Corajoso guerreiro da paz. Amante da literatura e da vida.
Advogado dos fracos e oprimidos.

Realidade: Assassino a sangue frio. Torturador sádico. Materialista com sede de poder.
Terrorista que espalhou destruição e carnificina pela América Latina.


Livro indicado: O Verdadeiro Che Guevara e os Idiotas Úteis que o Idolatram (Huberto Fontova) http://livraria.seminariodefilosofia.org/Pol%C3%ADtica/O-Verdadeiro-Che-Guevara/flypage.tpl.html


Che Guevara

Documentário - Che Guevara: Anatomia de um psicopata




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