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sexta-feira, 31 de março de 2017

Saiba como denunciar doutrinação na sua escola ou universidade



Seu colégio, ou campus universitário é alvo de doutrinação? Siga o passo a passo para saber como denunciar e reagir.
Para produzir provas contra professores doutrinadores é fácil.

ENVIE SUAS DENÚNCIAS AQUI:

Estes canais, recebem denúncias de todo o Brasil.

COLETANDO PROVAS:

Tenha certeza o que é, e o que não é doutrinação: leia aqui. 
1 – Grave áudios ou vídeos dos eventos em questão, pode ser de aulas, palestras, reuniões ou comícios. Para facilitar, informe no tempo de gravação o momento correto, por exemplo: um áudio de 20 min, “ouça a partir dos 5:30 até 7:30”.

IMPORTANTE, não publique o conteúdo diretamente na internet e nas redes sociais, isso pode prejudicar você, pois existe a questão de expor a imagem de terceiros sem a devida autorização.

2 – Tire fotos de cartazes, memorandos, circulares, livros, exercícios de pesquisa que contenham aspectos doutrinários.
3 – Informe o nome dos envolvidos, nome da disciplina, hora/data do ocorrido, forneça o endereço completo da Escola ou Campus em questão. A denúncia é anônima, então você não precisa dizer seu nome.

ATENÇÃO:

Seja discreto, alguns professores, podem ser além doutrinadores e passarem a ser perseguidores. Colegas de classe, também pode adotar alguma perseguição contra você.
Em caso de ameaças a sua integridade física ou a sua família, aos estudantes menores de idade reportem-se aos seus responsáveis e peçam que tomem providências legais, e aqueles que já possuem maior idade, reportem-se a polícia ou diretamente a justiça.

COMO ENVIAR VÍDEOS E ÁUDIOS MUITO GRANDES?

Você usar os serviços do https://mega.nz/, e depois compartilhar o link, selecionando a opção “Obter Link”.


Anexe os links ao corpo do e-mail.



Por Natan Falbo - Conservadores

https://apoia.se/conservadores

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Povalyaev e a sociedade dual, em face do Escola Sem Partido


O discurso contra o projeto Escola Sem Partido é feito numa base puramente emocional, sem se atentarem ao texto, uns apressadinhos tentam derrubá-lo para tão logo montarem um simulacro feito a sua imagem e semelhança. A marca registrada do charlatanismo barato fica comprovada com as análises sem dados históricos, tratando o assunto apenas como uma falta de Adam Smith, como se todo o emburrecimento em massa fosse causado apenas por uma falta de pluralidade de ideias. O discurso teatral esconde todo império do pensamento crítico, onde o sujeito questionador, crítico e cético conquista o Hall da originalidade.

O sentimento de integração grupal somado com a exaltação imaginativa, onde todos acham que são Napoleão e que precisam dominar o mundo, cria uma plêiade de Ícaros que advogam apenas pela revolução. Um aperitivo do assunto, podemos degustar num artigo da Unesco (Qualities Requires of Education Today) onde dizem claramente que não precisam de muitas pessoas inteligentes, que emerge um hiato quase intransponível entre a educação de massa e a educação para os da elite social.

Para poder controlar o número de pessoas inteligentes no planeta, temos um recurso muito útil,  o pão e o circo, onde os militantes sedentos por sangue, lutarão com todas suas forças por causas utópicas, apenas para manter o seu teatro  diabólico, onde o Diabo faz o papel do ser sedutor e do carrasco acusador. Para mostrar que embaixo deste angu tem caroço, mostrarei o trecho da página 37, onde você poderá conferir a declaração do doutor Povalyaev, chefe do setor de sociologia do Ministério da Bielorrússia:
''Um dos paradoxos da sociedade moderna é o de que ela não tem necessidade de um grande número de pessoas instruídas. A seleção se opera por meio do que se chama “elite social”, que realiza o trabalho intelectual necessário. Aos demais compete ou a execução das decisões ou o exercício de cargos subalternos. É evidente que há uma parte da população que não executa nenhum desses trabalhos. Essa tendência difere entre os países e seus graus de desenvolvimento. Em síntese, a sociedade apenas raramente consegue equilibrar suas demandas com as de seus cidadãos e suas capacidades. ''






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