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quinta-feira, 6 de abril de 2017

Kibutz e o fracasso da ideologia feminista na prática


Em 1975 surgiu um livro que documentava um notável experimento social. Dois antropólogos, Lionel Tiger e Joseph Shepher, haviam estudado sistematicamente a vida de 34 mil pessoas que foram criadas e viveram todo o tempo em um kibutz. Estabelecida na virada do século XX, e funcionando como um presságio da segunda onda do feminismo, a ideologia do movimento kibutz opunha-se firmemente às classificações de gênero. Esperava-se que homens e mulheres fizessem - e quisessem fazer - qualquer trabalho a eles designado. As crianças viviam em dormitórios comunitários e eram criadas por profissionais treinados em assistência à infância, que se comprometiam a educar meninos e meninas da mesma forma. Quando a televisão surgiu, seu uso foi restringido. Os pais visitavam as crianças na hora das refeições e na hora de dormir, mas a comida era preparada comunitariamente, e as roupas eram lavadas em um processo industrial, e, portanto, não havia nenhum 'segundo turno' para os cuidados com as crianças e a realização de tarefas do lar. Era uma visão utópica, planejada para apagar quaisquer barreira de gênero ou de classe, e supunha-se que, com o tempo, todas as diferenças de gênero desapareceriam. Todos os trabalhos seriam divididos em uma proporção equilibrada de 50-50.

No começo, os dois antropólogos tinham expectativas semelhantes, mas não foi esse o cenário que observaram. E também não foi o panorama apontado pelos dados coletados. Depois de quatro gerações tentando reforçar a neutralidade de gênero em papéis familiares e de trabalho, entre 70 a 80% das mulheres haviam se encaminhado para trabalhos orientados a pessoas, relacionados, principalmente, com crianças e educação, enquanto a maioria dos homens preferia trabalhar nos campos, nas fábricas, em construção ou manutenção. E, quanto mais as pessoas viviam em um kibutz, mais polarizada se tornava a divisão sexual do trabalho. Dentre as mulheres que cresceram ali, quase nenhuma queria trabalhar na construção, e menos de 16% queriam atuar na agricultura ou na indústria. Enquanto isso, nenhum dos homens queria trabalhar com crianças em idade pré-escolar, e menos de 18% escolhiam dar aulas para o ensino fundamental.

Os membros do sexo feminino da fazenda coletivista haviam solicitado ficar próximos a seus filhos com mais frequência do que os intervalos designados para as refeições e a hora de dormir. E, quase da mesma forma que o panorama atual, as mulheres e os homens demonstravam ter fortes preferências pelo tipo de trabalho de que mais gostavam. Eles podiam ser estimulados, seduzidos e, até mesmo, forçados a realizar trabalhos que os outros acreditavam que eles deveriam fazer. Mas, com a liberdade de expressar o que queriam, o que era esperado e o que eles escolhiam não eram compatíveis. Impor papéis de gênero completamente neutros para as mulheres, de cima para baixo, não funcionava"

Fracassou nos kibutzim, fracassou na Suécia, na Noruega e em todos os locais onde as teorias feministas foram colocadas em prática.

Kibutz


quarta-feira, 5 de abril de 2017

A verdade sobre o feminismo


Ironicamente, o feminismo é um efeito colateral da liberdade e da emancipação feminina no Ocidente. É uma síndrome tipicamente ocidental, onde as mulheres são livres para expressar suas opiniões. Em países onde as mulheres são realmente subjugadas pelos homens, o feminismo simplesmente não existe. Não obstante, os movimentos feministas que promovem a guerra de gêneros parecem ignorar ou menosprezar todas as conquistas das mulheres no Ocidente, utilizando-se de argumentos demagógicos e vitimistas que se desmoronam mediante uma análise mais profunda — como nos mostra no vídeo Christine Huff Sommers.

Marcha das vadias, movimento feminista

A verdade sobre o feminismo


Tradução: Gustavo Sts
Revisão: Hugo Silver

Visite: http://www.tradutoresdedireita.org



sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Eu luto pelo fim do feminismo


- Ascensão do movimento Feminista através dos "homens".
É bem verdade que o Feminismo alterou toda a cultura de nosso tempo, alterou todo o sistema político e todo o sistema legal!
Não para fazer justiça, mas, sim, para escravizar quase metade da população, no sentido de favorecer a outra metade!

Hoje já temos condenações por “estupro”, de homens que apenas beijaram outras mulheres, de homens que apenas abraçaram outras mulheres. Temos até uma condenação por “estupro”, sem que o condenado tenha tido qualquer contato físico com a “vítima” (causa penal recentemente julgada pelo TJMS). Mas, talvez, o que você não perceba é que o feminismo (a mais hedionda e inteligente ideologia política de todos os tempos) contou com um aliado preciosíssimo: o próprio "homem".
A imensa maioria das leis, normas sociais, políticas públicas e políticas privadas, é antimasculina e penaliza o comportamento masculino. Para esse novo sistema, a masculinidade é uma doença congênita incurável, que merece imediata repressão pela sua existência. No entanto, a imensa maioria dos homens apoia esse sistema! Estou cansado de conversar com homens e ouvir deles expressões do tipo:
“o homem ainda manda na sociedade”,
“as mulheres ainda são discriminadas”,
“as mulheres ainda são oprimidas”,
“a sociedade ainda é machista”,
“o homem não se conforma com a independência feminina”,
“os homens não aceitam o sucesso das mulheres”, etc, etc, etc.

Cada vez que ouço uma dessas frases, tenha a mais plena convicção de que estou conversando com um jumento! Não vale à pena sequer dar continuidade ao diálogo: não é possível debater nada com quem sequer consegue perceber as profundas transformações pelas quais passou a humanidade!
Entenda que sua irresignação ganhará eco no futuro: as futuras gerações de moços e moças repelirão o feminismo e o monstruoso sistema hoje existente. Mas, essas gerações ainda nem nasceram. Pelos meus cálculos, nascerão na próxima década (2021-2030) e serão adultos maduros na quinta década desse século (2051-2060). Talvez, as coisas começarão a mudar!

Ainda assim, a mudança levará décadas, o que significa que o presente modelo cultural estará extinto na década final deste século (2091-2100). Não veremos nada disso se tudo for aceito como esta ocorrendo atualmente de forma passiva pelos homens.

Algumas estratégias feministas utilizado nas últimas décadas, muito se assemelham ao livro "O País das Mulheres por Gioconda Belli", onde as propagandas políticas da Esquerda partidária são as mais maquiavélicas possíveis, e com isso acabam ganhando o voto da maioria e exercendo o poder, concedido pelos homens!

E a primeira atitude é mandar todos os homens para casa e as mulheres para trabalhar! Ridicularizar e condenar todo ato do homem heterossexual e criando leis que condenam os mesmos. O objetivo disso tudo e mostrar que um país governado e controlado somente por mulheres, um governo super feminista pode sair bem sucedido nesta!

A única diferença que ocorreu neste livro com a realidade é que a economia afundou e junto com ela várias crises sociais e políticas em alguns países como Argentina, Brasil e outros pela Europa vão levar um grande tempo para serem restaurados em sua cultura e na economia, se isto ocorrer, será que vai haver resistência ou vamos só assistir e pagar pra ver?




segunda-feira, 30 de maio de 2016

Feminista, a mulher de mentira


Sendo feminista, você é uma mulher de mentira porque desonra as mulheres agindo como se elas precisassem de muletas do governo para tentar "andar" igual aos homens, sendo que, na verdade, mulheres têm tanto potencial quanto eles.

Você é uma mulher de mentira porque seus atos dizem que mulheres são inferiores e que por isso precisam de privilégios na lei. 

Você é uma mulher de mentira porque se faz de vítima ao invés de dar a cara a tapa e buscar seus objetivos de maneira legal e instituída a todos. 

Você é uma mulher de mentira porque escolhe formação profissional que tem o piso salarial menor e depois choraminga por receber menos. 

Você é uma mulher de mentira porque não há verdade alguma nos argumentos hipócritas e distorcidos que um grupo marxista manda você reproduzir. 

Você simplesmente é idiota-útil usada como massa de manobra pela política de esquerda; são o reflexo da frustração, pois passam a vida a chorar gritando serem vítimas do inimigo imaginário "machismo", onde vocês põe nele a culpa de todos os seus fracassos e frustrações.





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