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sexta-feira, 7 de abril de 2017

Antonio Gramsci, ''revolucionando'' o emburrecimento, a alienação nas escolas e universidades


A prisão e os Cadernos do Cárcere
Antonio Gramsci, que deveria ter sido morto por Mussolini, infelizmente foi preso em 1926 pelo regime fascista italiano.

Gramsci passou boa parte do seu tempo na prisão se escrevendo livros, chamados cadernos do cárcere, em torno das suas observações sobre História, Sociologia e teoria Marxista e, o mais importante, dando orientações de como fazer uma revolução no âmbito cultural. Publicado no mundo inteiro e em vários idiomas, seus livros orientam como fazer uma revolução cultural. Gramsci sabia que a população amava a verdade e que o único jeito de fazê-la aceitar o comunismo era mudando a sua forma de pensar. Ele analisou as revoluções em vários países e viu que implantar o comunismo à força não traria os resultados desejados. O comunista chegou à conclusão de que a revolução teria de ser lenta e no âmbito cultural, doutrinando a população para receber o comunismo e a república de braços abertos. A orientação era clara: tomar as escolas, a mídia, as universidades e as igrejas.

Doutrinação escolar
Antônio Gramsci sabia que o domínio das mentes começa dentro das escolas, inventando mentiras, criando entidades que regulamentam os livros que serão usados em sala de aula, decidindo o que os professores devem falar em sala de aula. E, mais importante, formando professores como massa de manobra e colocando eles nas salas de aula do ensino fundamental para manipular os alunos por meio da imposição de uma história mentirosa e da ocultação da verdadeira história.

Hoje, o brasileiro é ensinado a não questionar o professor de história em sala de aula, a acreditar nas mentiras que a maioria conta sobre o Brasil Império, a implantação da república e o Regime Militar. O professor de História e outras matérias relacionadas é visto como um Deus inquestionável, ao qual o aluno deve se submeter calado e aceitar a manipulação mental, na maioria das vezes sem sequer saber que está sendo manipulado. O socioconstrutivismo, por meio do método Paulo Freire que é o patrono da nossa “educação”, é o instrumento de implantação dessa lei do pensamento único e coletivo. O MEC (Ministério da Educação Comunista) foi criado com objetivo de executar os planos de Gramsci tanto nas escolas quanto nas universidades, e os livros de História por ele respaldados são escritos desde um viés republicano e comunista cuja história foi reescrita.

Deformadores de opinião
Gramsci, assim como Lênin, também sabia que o controle da mídia era fundamental para o domínio das massas. Esse controle deve ser feito, e é feito, através de verba pública e infiltração nos meios jornalísticos por jornalistas comunistas, que passam a filtrar as notícias que irão ao ar para que o brasileiro não saiba a verdade.

Propagandistas de batina
O comunista Antônio Gramsci defendia que a religião não era algo a ser destruído, mas sim degenerado em um instrumento de propaganda comunista. Essa degeneração é alcançada por meio da infiltração de padres, bispos, pastores ou mesmo Papas comunistas (como é o caso do atual Papa . A esquerda clerical é a esquerda comunista infiltrada nas Igrejas Católica e Protestante, como por exemplo a Teologia da Libertação que prega que não precisam seguir os ensinamentos de Deus, destruindo desde dentro a tradição e o verdadeiro sentido do Cristianismo. A CNBB foi criada com este objetivo, o de implantar a ideologia comunista dentro da Igreja Católica por meio dos seus bispos comunistas. Não é novidade hoje em dia ver um cristão defendendo o PT, o PCdoB, o PSB, o PPS, o PSDB, o PCB, o PDT, o PPL, etc. Também não é novidade vermos essas pessoas que se dizem cristãos com camisetas do Che Guevara, apoiando o feminismo ou se declarando abertamente comunistas.

Conclusão
Podemos concluir que Antônio Gramsci é o autor e mandante da construção do Brasil que temos hoje: um país que emburrece seu povo por meio da mentira transformada em verdade.

Antonio Gramsci

Como emburrecer alunos seguindo Antonio Gramsci - Padre Paulo Ricardo




As ideias de doutrinação do Marxismo Cultural de Antonio Gramsci


Antonio Gramsci (1891-1937).
A obra do Comunista Antonio Gramsci, mais de três quartos de século após sua morte, continua a exercer influência em intelectuais e políticos, movimentos e partidos, instituições e organizações de esquerda dos mais diversos tipos e concepções.

Gramsci "ensinava que o teatro de operações da revolução comunista não era o campo de batalha, mas o ambiente cultural e que o novo homem, anunciado por Marx, emergiria não do terror revolucionário, mas da transformação das mentes"

Exemplar desse pavor foi expresso, recentemente no Brasil, por uma importante representante do tradicionalismo antidemocrático, a presidente da Confederação Nacional da Agricultura, Senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) ao afirmar que estava em andamento no país uma revolução comunista tendo por base a teoria política de Gramsci.



Vídeo mostra como funciona a doutrinação do Marxismo Cultural na mídia, nos meios de comunicações, na ação intelectual e nas universidades.




quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

A Sangrenta e Herética Ideologia Marxista


Karl Marx acreditava que toda a história foi marcada pela luta de classes que pode ser resumida em uma luta entre opressores e oprimidos. Essa luta é o motor da História, e sempre termina, ou em uma grande revolução que transforma toda a sociedade, ou em uma destruição das duas classes.

Na Modernidade o mundo se divide em duas classes antagônicas diametralmente opostas: a burguesia e o proletariado. A burguesia desempenhou um papel revolucionário para o progresso histórico abatendo o feudalismo. Não obstante, a burguesia transformou tudo em mercadoria reduzindo as relações sociais a relações monetárias.

No entanto, na própria tese burguesa já está presente a semente de sua antítese e as armas de sua própria destruição. O desenvolvimento do Capital produziu também o proletariado, que a cada dia vem se tornando uma maioria mais poderosa. O proletariado deverá derrubar o domínio burguês por meio de uma revolução violenta, implantar uma ditadura do proletariado e abolir a propriedade privada. Isso inclui a abolição da "família tradicional burguesa", responsável pela manutenção do capital por meio da perpetuação da herança privada.

A ditadura do proletariado possibilitará o fim da sociedade de classes, das explorações e o rompimento radical com as ideias tradicionais, como aquelas sustentadas pela religião cristã. Para isso, o proletariado deverá tomar gradualmente o capital da mão dos burgueses, centralizar os meios de produção no domínio do Estado. Serão necessárias tomar medidas como aumento de impostos, centralização dos meios de transporte na mão do Estado, obrigatoriedade do trabalho e educação pública e gratuita de todas as crianças. A destruição violenta das relações de produção acabará com as classes em geral, fazendo surgir o comunismo no qual o desenvolvimento livre de cada pessoa será o livre desenvolvimento de todos.

Assim, o fim do projeto marxista é uma sociedade perfeita em que todos são iguais. Mas como diz o ditado "não se faz uma gemada sem quebrar ovos", para um comunista é necessário despotismo, violência, fuzilamentos e derramamentos de sangue para que esse mundo seja alcançado. Não obstante, como a implantação do igualitarismo por meio de uma ação imanente ou pelo desdobrar-se de um progresso histórico tem se mostrado um sonho impossível, apenas ovos foram quebrados. O comunismo já deixou um saldo de mais de 100 milhões de mortes e "fuzilamentos", "canibalismo" e "miséria" são os frutos da busca pelo fantástico e inalcançável mundo da "igualdade social". Isso sem falar do nazismo e do facismo, os filhos bastardos do marxismo.
   
MARXISMO CULTURAL

Na metade do século XX, neo-marxistas e frankfurtianos passaram a criticar o movimento operário por querer mais enriquecer do que realmente promover uma revolução. Desse modo, passou-se a compreender que o protagonismo histórico deveria ser executado pelo lumpesinato (urbanos improdutivos), que seriam aquelas pessoas que por terem "raiva contra o sistema", estavam aptos para serem os verdadeiros promotores da tão sonhada revolução.

Antonio Gramsci foi o responsável pela ideia de que se deve ocupar todos os espações de conhecimento a fim de que toda a informação sirva aos interesses do movimento revolucionário. Desse modo, a escola, os jornais, as universidades, a imprensa, os movimentos e agremiações estudantis, os sindicatos, as revistas, livros didáticos e os movimentos sociais passam a ser colocados a serviço da ideologia revolucionária, transformando os indivíduos em massas de manobra. Essa ocupação de todos os espaços criaria uma hegemonia do pensamento revolucionário, fazendo com que todos se tornassem marxistas sem nem mesmo perceber, como um peixe nadando na água de um aquário sem saber. É interessante observar que o gramscianismo foi um projeto adotado pelo PT.

E não há necessidade de um discurso lógico-racional, nem importa muito que causa está sendo defendida (feminismo, LGBT, combate ao racismo, islamofobia etc.), e sim fazer com que alguma "causa" seja submetida aos interesses da ideologia. O que importa é fomentar um espírito revolucionário para a derrubada da ordem social vigente. Por isso, um gramscista não vê problema em mudar de opinião a todo momento ou adotar um discurso contraditório - o que vale é usar qualquer ideia que possa atender a seus interesses.

O gramscismo promove uma derrubada da ordem social se infiltrando de maneira sutil na própria cultura dominante e adotando seu discurso para destruir ela mesma por dentro. Assim, um revolucionário pode travestir seus interesses com termos da própria cultura que planeja desconstruir. Não atoa, vemos discursos de "amor", "tolerância", "igualdade", "respeito" (valores cristãos) que visam justamente a derrubada da tradição cristã.

Hebert Marcuse, influenciado pela teoria freudiana, imaginava o ser humano como panelas de pressões, cheios de desejos sexuais reprimidos que levavam os indivíduos a serem agressivos e a se tornarem capitalistas opressores como manifesto no imperialismo americano. Marcuse propunha uma Revolução Sexual, em que as pessoas fossem mais livres sexualmente. Isso pode ser visto no lema "Faça amor (sexo), não faça guerra (imperialismo)". As ideias de Marcuse vieram a ser pautas de muitas das novelas da rede Globo.

Theodore Adorno, por sua vez, propôs a ideia de que existiriam traços de personalidade facistas que levavam as pessoas a terem um comportamento autoritário. Segundo ele, para que o nazismo não se repetisse era necessário uma educação crítica emancipadora.[8] Isso é interessante porque a ideia de controlar os meios educacionais esteve justamente presente no nazismo e no facismo como um instrumento de doutrinação. Lilina Zinoviev disse:

Devemos fazer da geração jovem uma geração de comunistas. As crianças, como cera, são muito maleáveis e devem ser moldadas como bons comunistas. Devemos resgatar os infantes da influência nociva da vida familiar. Devemos racionalizá-los. Desde os primeiros dias de sua existência, os pequenos devem ser postos sob a ascendência de escolas comunistas para aprenderem o ABC do comunismo… Obrigar as mães a entregar seus filhos ao Estado soviético – eis nossa tarefa.
     
CONSIDERAÇÕES FINAIS

O Marxismo, herdeiro da materialização do Espírito Absoluto de Hegel, a mitologização do Evangelho de David Strauss e da antropologização da teologia de Feuerbach, não passa de uma imanentização da escatologia. Em outras palavras, o Marxismo é uma religião materialista ou ainda uma heresia. É a tentativa de estabelecer o paraíso por meios e ações humanas, ao invés de confiar na ação redentiva transcendente de Deus.

O marxismo cultural e sua Teoria Crítica alimenta o espírito revolucionário por formentar "lutas de classes" colocando negros contra brancos, mulheres contra homens, jovens contra adultos, homossexuais contra heterossexuais e empregados contra patrões. Mas já foi dito quais são as consequências que a busca imanente por um paraíso perfeito inalcançável produz. Não é possível desconstruir os pilares da Cultura Ocidental (moral judaico-cristã, filosofia grega e direito romano) sem banho de sangue e caos social.


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Notas:
[1] Marx & Engels. Manifesto Comunista. [On-line] Disponível em: http://www.ebooksbrasil.org/adobeebook/manifestocomunista.pdf. Acesso em 06/09/2016.
[2] https://noticias.terra.com.br/mundo/estados-unidos/site-estima-que-comunismo-matou-mais-de-100-milhoes-no-mundo,5a9cfa2aa9aea310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html.
[3] http://www.averdadesufocada.com/index.php/memrias-reveladas-especial-87/8619-voce-sabe-de-onde-veio-a-expressao-q-comunista-come-criancinhaq-
[4] https://www.youtube.com/watch?v=onHFUTcY6QI
[5] http://sensoincomum.org/2016/05/25/nao-precisamos-de-feminismo-precisamos-de-bolsonaro/
[6] http://www.ilisp.org/artigos/por-que-o-movimento-lgbt-apoia-aqueles-que-mais-os-perseguiram-na-historia/
[7] https://www.youtube.com/watch?v=M4n1W-NB_VY
[8] https://www.youtube.com/playlist?list=PL3C5CB833F0175C0D
[9] FIGES, Orlando. A Tragédia de um Povo: A Revolução Russa (1891-1924). Rio de Janeiro/São Paulo: Record, 1999. p. 912. apud http://sensoincomum.org/2016/07/01/pais-e-filhos-perspectiva-bazarov/.
[10] https://www.youtube.com/watch?v=icMw2hYJInI
[11] http://www.teologiabrasileira.com.br/teologiadet.asp?codigo=506
[12] FIGES, Orlando. A Tragédia de um Povo: A Revolução Russa (1891-1924). Rio de Janeiro/São Paulo: Record, 1999. p. 912. apud http://sensoincomum.org/2016/07/01/pais-e-filhos-perspectiva-bazarov/.

Autor: Bruno dos Santos Queiroz

Divulgação: Bereianos

Fonte: http://bereianos.blogspot.com.br/2016/11/a-sangrenta-e-heretica-ideologia.html


sábado, 30 de julho de 2016

O selo postal que Fidel Castro publicou em 1959 e que jamais foi visto novamente


Este selo postal data de 1959, o primeiro ano da chamada “revolução” depois que Fidel Castro tomara o poder de forma armada.

Na época anterior à tomada de poder, Fidel Castro dizia que ele não era comunista, que restabeleceria a constituição de 1940, que não perseguiria jornalistas nem opositores e que convocaria eleições livres assim que tomasse o poder. Isso jamais ocorreu.

Este selo postal circulou por Cuba, e de Cuba foi ao exterior no ano de 1959. A tradução corresponde a:
“Nossa Revolução NÃO É COMUNISTA. Nossa Revolução é HUMANISTA. Os cubanos só querem o direito à educação, o direito ao trabalho, o direito a comer sem medo, o direito à PAZ, à JUSTIÇA e à LIBERDADE”.

Pouco tempo depois, Fidel Castro declarava o caráter socialista da Revolução e sua aliança com os soviéticos utilizou o eufemismo do comunismo para nomear os propósitos de sua política.
Jamais houve eleições livres, jamais se restabeleceu a constituição, hoje em dia Cuba é um dos países do mundo com mais censura, não há direito de escolher a educação que queremos dar a nossos filhos (a única opção é a oferecida pelo regime), não tens direito a trabalhar se politicamente não coincides com o Partido Comunista, comer se tornou uma luta diária da família cubana e... esse selo, um belo dia, como tantas coisas que desmentem a política nefasta e falida dos Castro desapareceu.






quinta-feira, 21 de julho de 2016

1# Historiografia Marxista - Estrutura


Ao olhar cuidadosamente os métodos historiográficos ditos marxistas desde sua base originária até sua expressão substancial na sociedade de estudo, reuni observações juntamente com uma análise profunda a respeito e cheguei a algumas conclusões que evidenciam que ela não passa de uma visão estereotipada e absurda do passado, enquanto através dessa ilusão, criam paralogismos hipotéticos incontestáveis de um futuro cuja formação e estrutura temporal é mais ou menos indefinida.

Devemos primeiramente compreender – pelo menos de forma simplista – a mente deficiente caminhante ao processo historiográfico marxista, em razão da estrutura mental dos revolucionários que já nos concede um grande espaço.

A percepção temporal dos revolucionários é diferente das pessoas comuns e do restante da humanidade. Nós compreendemos o tempo como sucessão de possibilidades que ocorrem até o momento em questão, e o encaixe dela nas possibilidades futuras (Passado se liga ao Presente que se liga ao Futuro).  Já na mente revolucionária, que a visão e como intuito inicial é instaurar na humanidade a ordem e justiça, colocam promessas e esperanças de um futuro hipotético em que tudo será belo e perfeito. Essas analogias hipotéticas servem como estrutura base da mentalidade revolucionária. Ao mesmo tempo em que os revolucionários se colocam como enunciadores de justiça e a ordem que se encarregam no estado socialismo/comunismo, também se colocam como agentes deste processo em que o momento futuro é completamente diferente dos outros. Retiram metafísicas religiosas e colocam, portanto, um tempo que não é um transcurso da história humana, tornando-se um tempo que apenas vive na mente deles (e dessa forma, os revolucionários atribuem esta certeza da mesma forma que a metafísica atribuiria – mesmo eles retirando-a).

Na simples estrutura já temos algumas objeções:
1- A sociedade perfeita pode não permanecer perfeita e nem será, uma vez que os revolucionários já proclamam a perfeição encarnadas neles mesmos – praticando genocídios e diversos crimes – logo, para que a sociedade futura seja perfeita, não haverá “justiça e ordem” e sim: mais matança, mais genocídios e mais crimes.
2- Não se trata de um dado científico, logo improvável e suscetível a qualquer margem de erro que nenhum método analítico poderá conceder uma sociedade perfeita tão benevolentemente oferecida.
3- A história, portanto, apenas existe em função deste futuro (socialismo/comunismo) que deve ser atingindo de qualquer forma (objetivo e razão da história existir), logo vemos uma inversão radical do tempo e, se há uma inversão na sua própria base etimológica, quem nos garante de que essa inversão da percepção natural do tempo e das coisas como se apresentam, não possa evoluir na própria aplicação da nova sociedade, gerando mais inversões, alavancando o poder dos revolucionários e consequentemente gerando menos justiça e ordem?

Vemos que para o revolucionário a única certeza é o futuro obstinado pelas suas próprias mentes que move a sociedade, logo o sentido que tudo o que aconteceu e o que está acontecendo no presente, passa a depender deste futuro – ou, em outras palavras, das ações e da mente dos marxistas. Em contrapartida, ainda neste contexto, quando aparece algum fato histórico que os desagradem, eles passam a atribuir tal acontecimento e/ou qualquer outra coisa a favor ou contra o próprio marxismo. Exemplos bem práticos dessas dialéticas: 1- A URSS praticou aquilo que deveria fazer, só não deu certo porque o socialismo foi interrompido por fatores externos. 2 - A URSS praticou tudo errado, eles deturparam Marx. Sem dúvida alguma o leitor já deve ter ouvido essas duas frases, talvez até da mesma pessoa.

Por conta dessas contradições em sua própria estrutura lógica vemos que a idéia de um futuro hipotético se tornar realidade é impossível de ser apreendido como dado experimental. Se não temos como saber como a História humana termina, também não podemos definir o que foi “meio e objeto” dessa história. Karl Marx dizia que o proletariado em toda a sua história agiu da forma evolutiva e que apenas ele é, objetivamente, o autor da história e final dela mesma (colocando a história como um fim em si mesmo). Mas, ora, como Karl Marx concilia sua teoria da objetividade evolutiva relacionado aos proletariados, ao mesmo tempo em que sua teoria é baseada na dialética interna e sendo ele mesmo um burguês? (alertando os engraçadinhos, não há o porquê reclamar deste ad hominem). Ademais, Karl Marx em todo o processo histórico analisado cometeu esse erro inteiramente pueril: Proferiu de analisar as classes sociais, modos de produções e suas evoluções lineares (Escravista antigo, Feudalismo, Capitalismo), enunciado através de um método de análise dialética e, por consequência, a existência viva de Karl Marx já colocava toda a idéia de percepção proletária como objetiva da história, abaixo da linha de coerência (se, somente o proletariado tem a visão objetiva da história, como um burguês teve essa visão?).

De cara nós já conseguimos evidenciar algumas definições que por um meio probante nos abre o questionamento: Se a base da mentalidade marxista-revolucionária já coincide em problemas etimológicos, epistemológicos, incoerências e dialéticas que simplesmente agem a favor da inversão moral e inversão temporal, como nós podemos encontrar resoluções práticas e objetivas na história, através de um método cuja formação já confere uma problematização de exemplos históricos correspondentes à própria formação das medidas sociais e lógicas?

Definitivamente impossível. Uma vez caracterizado a formação de um método historiográfico cuja base seja simplesmente incoerente e que até gera uma repulsa problemática de seu utilizador (ser proletário para utilizar):

1- A evolução linear de uma sociedade é simplesmente impercebível uma vez que o método visa à prática dialética cultural/econômica/social.
2- A definição de história se inverte para um futuro hipotético, imputando a necessidade da formação objetiva de seu significado mais sutil, em que a compreensão do final da sociedade também requer a compreensão inicial de uma sociedade.
3- A formação historiográfica passa a se tornar restrita ao uso e ao mesmo tempo aberta a todos, uma vez que a utilização dela pode transitar suas interpretações, contanto que favoreça a percepção temporal e formação moral revolucionária socialista.

Vemos, portanto, que a origem da historiografia marxista já nos concede informações que nos artigos seguintes a respeito, compreenderemos o porque deste método ser uma completa farsa.


Por: Lucas Emmanuel Plaça



quarta-feira, 1 de junho de 2016

Karl Marx, o verdadeiro deturpado


Os marxistas atuais, depois do marxismo ter matado milhões de pessoas, depois da queda do Muro da Vergonha de Berlim, depois do desmoronamento da falida URSS, depois de 50 anos de ditadura socialista em Cuba, depois do fracasso mundial do marxismo, inventaram mentiras para dizer aos alunos nas escolas e nas universidades, dizem eles – “não existiu socialismo”, “deturparam Marx”, “não eram socialistas”, “fizeram errado”, "foi culpa de Stalin", e outras mentiras descaradas.
Pois bem, vejamos então quais foram as ordens de Marx escritas no Manifesto Comunista de 1848 e comparemos com o que foi feito pelos seus seguidores!

Trechos do Manifesto Comunista:
“Parte 1”
“Os proletários nada têm de seu a salvaguardar; sua missão é destruir todas as garantias e segurança da propriedade privada até aqui existentes.”
Seus seguidores fizeram isso!
Acabaram com a propriedade privada.
“A luta do proletariado contra a burguesia embora não seja na essência uma luta nacional, reveste-se contudo dessa forma nos primeiros tempos. E natural que o proletariado de cada pais deva, antes de tudo, liquidar sua própria burguesia.”
Importante essa fala de Marx!
Desmente uma das alegações de marxistas atuais!
Marx - não diz - que para o marxismo dar certo tem que ser implantado no mundo todo ao mesmo tempo ... ele diz que “nos primeiros tempos” os proletários de cada país farão sua revolução!
Ele diz que os proletários de cada país terão que - liquidar - a sua própria burguesia.
Foi o que aconteceu no século passado!
Os marxistas liquidaram (mataram) milhões de pessoas em seus respectivos países.
"Esboçando em linhas gerais as fases do desenvolvimento proletário, descrevemos a história da guerra civil, mais ou menos oculta, que lavra na sociedade atual, até a hora em que essa guerra explode numa revolução aberta e o proletariado estabelece sua dominação pela derrubada violenta da burguesia.”
Está ai Marx dizendo que - a guerra civil será violenta!
Quando seus seguidores mataram milhões de pessoas dentro de seus próprios países (guerra civil) estavam - seguindo estas ordens de Marx.
“A burguesia produz, sobretudo, seus próprios coveiros. Sua queda e a vitória do proletariado são igualmente inevitáveis.”
Previsão equivocada, quem foi seu próprio coveiro foi o marxismo, na Rússia o marxismo matou milhões de russos e desmoronou falido como uma árvore podre sobre si mesmo.

“Parte 2”
“Os comunistas”
“2) Nas diferentes fases por que passa a luta entre proletários e burgueses, (os comunistas) representam, sempre e em toda parte, os interesses do movimento em seu conjunto.
Praticamente, os comunistas constituem, pois, a fração mais resoluta dos partidos operários de cada pais, a fração que impulsiona as demais; teoricamente têm sobre o resto do proletariado a vantagem de uma compreensão nítida das condições, da marcha e dos resultados gerais do movimento proletário.”
Está ai Marx a dizer que os comunistas são os “condutores teóricos”, eles é que detém a “compreensão nítida” para conduzir os demais...
Essa liderança dos comunistas sobre os demais apregoada por Marx - existiu!
E como foi praticada?
Foi praticada através dos Partidos Comunistas, por exemplo na Polônia marxista, apenas um único partido existiu, o Partido Comunista Polonês, a nação não precisava de mais nada ... apenas estes "seres intelectuais" que tinham "uma compreensão nítida" dos acontecimentos é que tinham a atribuição de "conduzir" os proletários ... que deveriam apenas obedecer.
Essa era a "democracia" socialista estipulada por Marx, apenas uma classe de gente - a mais despótica, soberba e estúpida que já existiu na humanidade, os comunistas - tinham capacidade para pensar e mandar.
E foi isso - exatamente - que aconteceu em todos os países onde o marxismo foi implantado, e sabemos as atrocidades e crimes que estes alucinados cometeram em seus respectivos países!
“Neste sentido, os comunistas podem resumir sua teoria nesta fórmula única: a abolição da propriedade privada.”
Eis ai o "resumo" do que os comunistas deveriam fazer decretado por Marx!
Marx disse essa tolice em várias oportunidades!
A doença espiritual que conduziu Marx por toda a vida e deu origem a sua doutrina cega, foi a existência da propriedade privada !
Toda a "teoria" marxista - SE RESUME NESTA FÓRMULA ÚNICA - abolir a propriedade privada!
Para Marx, tal providência resolveria todos os problemas da humanidade!
E como não era uma coisa difícil de fazer com o poder ditatorial nas mãos ... seus cegos seguidores fizeram isso sem nenhum problema.
Então, a base, a "fórmula única" do marxismo - os comunistas fizeram em todos os países em que tomaram o poder - aboliram a propriedade privada.
Este fato, invalida qualquer desculpa marxista - a "fórmula única" do marxismo comunista, abolir a propriedade privada, foi feita por todos eles!
Os países socialistas a partir dessa providencia divina, deveriam ter passado a viver no melhor dos mundos !
Afinal, o "maldito" burguês capitalista dono de propriedades e explorador de "mais-valia" não mais existia !
Se todos os problemas da humanidade vinham disso ... nos países socialistas isso não mais existia, era para eles terem gerado sociedades avançadas onde o povo tivesse tudo de bom.
Como sabemos, isso não aconteceu, pelo contrário, tais países mataram milhões de pessoas, ficaram estagnados na economia, não tinham liberdade e faliram na miséria.
A doutrina marxista é uma mentira grotesca.
“Mas, o trabalho do proletário, o trabalho assalariado cria propriedade para o proletário? De nenhum modo.”
Mentira.
Milhões de assalariados mundo afora se tornaram proprietários de capital e foram grandes empreendedores.
O interior do Estado de São Paulo que em 1900 só tinha fazendas povoadas pelos pobres “caipiras” paulista, hoje em dia possui milhões de empresários bem sucedidos.
A odiosa mentira marxista nasceu com seu “mestre”, mas, foi desmentida pela História.
“O capital não é, pois, uma força pessoal; é uma força social. Assim, quando o capital é transformado em propriedade comum, pertencente a todos os membros da sociedade, não é uma propriedade pessoal que se transforma em propriedade social.”
Errado, não se transformou.
Seus seguidores fizeram exatamente isso que Marx mandou, mas, em vez de acontecer o que Marx disse, aconteceu o oposto – aconteceu a estagnação, a miséria e a falência.
“Na sociedade comunista, o trabalho acumulado é sempre um meio de ampliar, enriquecer e melhorar, cada vez mais a existência dos trabalhadores.”
Mentira.
Nas sociedades marxistas-socialistas-comunistas aconteceu o oposto, empobreceram, pioraram, e o trabalhador ficou cada vez mais pobre.
“Em resumo, acusai-nos de querer abolir vossa propriedade. De fato, é isso que queremos.”
E foi exatamente isso que seus seguidores fizeram!
“Alega-se ainda que, com a abolição da propriedade privada, toda a atividade cessaria, uma inércia geral apoderar-se-ia do mundo. Se isso fosse verdade,”
Profética essa afirmação dos homens de mente livre!
Foi exatamente isso que aconteceu nos países que implantaram o marxismo!
Inércia geral, estagnação e falência econômica.
“Quando os antagonismos de classes, no interior das nações, tiverem desaparecido, desaparecerá a hostilidade entre as próprias nações.”
Mentira.
A URSS e a China marxistas eram inimigos declarados e viviam se agredindo na fronteira sino-soviética.
A URSS invadiu e massacrou os tchecos na “Primavera de Praga”.
A URSS invadiu e massacrou os húngaros quando eles clamaram por liberdade.
O marechal Tito na Iugoslávia (hoje desmembrada em diversas nações) usou de mão de ferro para subjugar todas as demais etnias sob suas botas comunistas.
E mais, é só entrarmos em uma comunidade de marxistas como a "Karl Marx Brasil" (Orkut) para constatarmos as baixarias e ofensas que lá existem entre os próprios marxistas.
O que fala mais alto - sempre - entre os "intelectuais" marxista é o EGOísmo.
“O proletariado utilizará sua supremacia política para arrancar pouco a pouco todo capital à burguesia, para centralizar todos os instrumentos de produção nas mãos do Estado,”
Está ai - dito com todas as letras por Marx - que a centralização NO ESTADO deveria acontecer!
Seus seguidores fizeram exatamente isso!
“Isto naturalmente só poderá realizar-se, em princípio, por uma violação despótica do direito de propriedade e das relações de produção burguesas”
Está ai também sendo dito por Marx que a ação - deverá ser despótica!
Ou seja, seus seguidores fizeram exatamente o que Marx ordenou, foram DESPOTAS e usaram de toda violência possível para implantar as ideias de Marx.
E a seguir colocamos OS 10 MANDAMENTOS DO MARXISMO decretados por Marx no Manifesto Comunista:
1. Expropriação da propriedade latifundiária e emprego da renda da terra em proveito do Estado;
2. Imposto fortemente progressivo;
3. Abolição do direito de herança;
4. Confiscação da propriedade de todos os emigrados e sediciosos;
5. Centralização do crédito nas mãos do Estado por meio de um banco nacional com capital do Estado e com o monopólio exclusivo;
6. Centralizarão, nas mãos do Estado, de todos os meios de transporte;
7. Multiplicação das fábricas e dos instrumentos de produção pertencentes ao Estado, arroteamento das terras incultas e melhoramento das terras cultivadas, segundo um plano geral;
8. Trabalho obrigatório para todos, organização de exércitos industriais, particularmente para a agricultura;
9. Combinação do trabalho agrícola e industrial, medidas tendentes a fazer desaparecer gradualmente a distinção entre a cidade e o campo;
10. Educação pública e gratuita de todas as crianças, abolição do trabalho das crianças nas fábricas, tal como é praticado hoje. Combinação da educação com a produção material etc.”
Tal qual um profeta, Marx estabeleceu os 10 mandamentos da sua religião....
E seus seguidores fizeram exatamente tudo que ele mandou, afinal, dogmas não podem ser desrespeitados!
E só ser for um hipócrita para dizer, diante das provas aqui relatadas, que “não fizeram”, que “deturparam”.
E no quarto mandamento temos mais um exemplo do "internacionalismo" de Marx.
"4. Confiscação da propriedade de todos os emigrados e sediciosos;"
Na verdade, esse texto é só mais uma manifestação do preconceito racista que Marx em várias oportunidades demonstrou ter.
Estes homens fizeram sim, tudo que Marx disse que era para ser feito, executaram OS 10 MANDAMENTOS que estão escritos no Manifesto Comunista de 1848... fizeram:
- revolução do proletariado
- luta de classes
- ditadura do proletariado
- extinção da classe burguesa
- abolição da propriedade privada
- meios de produção nas mãos do estado socialista
- economia planificada pelo estado socialista.
- comitês do povo
- socialismo científico.
Tudo que Marx decretou foi feito.
Só que ao chegarem ai, no "socialismo científico" ... descobriram que Marx parou ai!
Marx - não disse - como é que seria feito para passar da ditadura do proletariado para comunismo!
Marx teve a cara de pau de dizer que, como isso seria feito - era tarefa da ciência descobrir!
Marx apesar de falar muito em comunismo jamais fez uma Teoria da Sociedade Comunista!
E ninguém jamais fez...
Está ai a Cuba socialista a quase 50 anos ... alguém por acaso sabe como se faria para tirar os Castro do poder em Cuba e chegar ao “verdadeiro” comunismo?
Então, os seguidores de Marx ao chegarem ao "socialismo científico" da "ditadura do proletariado" ficaram sem saber o que fazer!
Se tornaram burocratas... surgiram os descontentes, pois o maravilhoso comunismo de Marx nunca chegava ...
Os "condutores" taxaram os descontentes de “dissidentes”, a burocracia "condutora" se transformou em ditadura socialista para conter os “dissidentes”, e mataram alguns milhões deles!
Mesmo assim, por fim, estagnados e pobres .... faliram.
Sobre isso existe um depoimento importantíssimo de Bakunin.
Contemporâneo de Marx, a quem Marx odiava, Bakunin disse para Marx:
"O teu sistema vai se tornar ditadura!"

Por: Everthon Garcia





sábado, 21 de maio de 2016

Erros que você não deve cometer para não se tornar um idiota


• pensar que Marx era um gênio;

• formar opiniões através de novelas;

• pensar que bandido é vítima da sociedade;

• odiar a segurança pública do seu próprio país;

• atribuir qualquer avanço das mulheres na sociedade ao feminismo;

• chamar alguém de preconceituoso quando não concordar com você;

• pensar que o Estado tem que ser um “Deus” cada vez mais poderoso;

• trocar conceitos comprovados em ciências biológicas por teorias sociais;

• atribuir-se à política de esquerda sem nunca ter estudado as ideologias políticas; 

• não saber que o marxismo reside em seu potencial a destruição de uma cultura, ideais e valores;

• fazer discurso de "ressocialização" sobre a cadeia, quando, na verdade, seu objetivo é tão somente punir;

• atribuir avanços que ocorreram em todo o mundo ao governo que estava no poder na época em que ocorreram;

• pensar que a destruição dos pilares do casamento (espécie, gênero e número) na sociedade não irá afetar sua vida;

• pensar que os pais devem criar seus filhos para serem gays e que não têm o direito de querer que eles sejam héteros se não serão homofóbicos;

• pensar que padrões são opressores quando, na verdade, são necessários para manter a ordem na sociedade, e ainda choramingar caso não se encaixe neles.

• usar drogas degenerativas, como a maconha, e dizer que ela não é droga, e, ainda, atingir o ápice de imbecilidade comparando-a ao açúcar ou ao chocolate;

• usar como pretexto que os seres humanos atuais têm "dívida histórica" por causa dos erros de seus ancestrais, gerando privilégios a determinadas classes na atualidade;

• pensar que aos 17 anos e 364 dias uma pessoa que comete crimes hediondos não sabe o que está fazendo, mas que, no dia seguinte, aos 18 anos, terá consciência como em um passe de mágica;

• chamar o Regime Militar do Brasil de ditadura só porque não podia ser bandido comunista e a lei era severa com estes, e ainda chamar ditaduras comunistas, como a de Cuba, de “democracia”.

Por: Everthon Garcia




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