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quinta-feira, 6 de abril de 2017

WikiLeaks: Documentos vazados mostram como Soros investiu grandes quantias para influenciar as eleições europeias





Documentos vazados da Open Society Foundations de George Soros revelam como Soros trabalha para derrotar candidatos populares e movimentos na Europa.

Soros, usa uma rede de organizações sem fins lucrativos e organizações parceiras em toda a Europa para tentar afetar os resultados das eleições em países estrangeiros, como mostram os documentos. (Aqui - em inglês)

Através de consultoria jurídica, campanhas de educação e a mídia influenciando projetos, Soros faz o seu melhor para afetar resultados eleitorais em todo o mundo em apoio à sua visão de mundo, de fronteiras abertas.

Os candidatos que se opõem à imigração em massa representam uma ameaça direta a essa visão de mundo.

A seguinte citação aparece em um documento da Open Society Foundations, em 2013, classificado como confidencial

As próximas eleições da União Europeia podem também levar mais populistas e extremistas ao Parlamento Europeu, o que poderia minar todas as nossas realizações até à data

Outros documento, apresentados a seguir, constam inúmeros dos pagamentos da organização de Soros, relacionados com as eleições para o Parlamento Europeu de 2014.




Open Society Foundations enviou US $ 35.000 para o Instituto Athena com propósito expresso de "Analisar e relatar as eleições europeias de 2014, combater as vozes políticas extremistas e populistas na Hungria."

Outros U$ 49.930, foram para o Instituto de Política Europeia para "assassinar a reputação e humilhar populismo nas campanhas eleitorais [do Parlamento Europeu]" na República Checa, Hungria e Eslováquia.

Mais U$ 27.049, foram dados ao Conselho de Diplomacia Pública da Catalunha para que uma organização influenciar "jornalistas e profissionais de mídia na Europa" alterassem suas narrativas afim de evitar que "movimentos populistas, xenófobos e euroescépticos" crescessem. 


NOTA: A mesma técnica é utilizada no Brasil, para minar movimentos conservadores e principalmente o nome de Jair Bolsonaro.

O objetivo declarado do workshop era "desencadear uma mudança na narrativa de jornalistas e profissionais de mídia para que eles apaziguassem certas ocorrências na  União Europeia, de forma que tais movimentos oposicionistas não pudessem crescer, se alimentando da crise instalada"

Um porta-voz da
Open Society Foundations disse que a organização "financiou esforços para incentivar a participação e a educação dos eleitores, incentivar a inovação de políticas e promover o jornalismo independente para ajudar governos de todos os tipos a serem mais transparentes e responsáveis perante as pessoas a quem servem. Open Society Foundations não apoia financeiramente candidatos para cargos públicos. " 

NOTA: O fenômeno das mídias independentes de esquerda no Brasil possuem o mesmo modus operandi, e se utilizam da mesma estratégia.

Open Society Foundations não pode apoiar financeiramente candidatos para cargos públicos, mas é claro a partir dos documentos demonstrado, ela apoiou organizações que se opuseram a candidatos que são contra seus objetivos.

Uma doação de U$ 46.840 ao Centro de Estudos da Paz, por exemplo, destinava-se a "estimular o apoio público e a participação eleitoral entre os eleitores mais alinhados a esquerda, a fim de impedir a eleição de candidatos xenófobas, racistas e radicais que representam a Croácia na UE".  


As restrições de apoio à imigração são tipicamente sinônimo de "xenofobia" nos documentos internos da Open Society Foundations. 

US $ 100.000 foram destinados à UNITED for Intercultural Action [um difusor do multiculturalismo na Europa] para "combater a eleição [dos deputados europeus] dos partidos populistas e de extrema-direita na Europa".

De acordo com os documentos, a UNITED fez parceria com a Rede Europeia Contra o Racismo (ENAR) e Hope not Hate [Esperança e não Ódio], para frear candidatos populistas nos 28 Estados-Membros da UE, concentrando-se especialmente em cinco países: França, Grécia, Hungria , Itália e Holanda.


"Grupos locais nestes cinco países serão formados para organizar reuniões e campanhas porta-a-porta antes das eleições do PE para (1) encorajar os eleitores a se filiarem e a votar; e (2) votar em candidatos não extremistas ", afirmam os documentos.

Nos Países Baixos, um documento separado
Open Society Foundations explicou que, foi um dos cinco "países prioritários", devido à ascensão do partido de extrema direita PPV [Partido para a Liberdade], liderado por Geert Wilders, derrotado recentemente nas eleições de 2017. 

A Open Society Foundations escolheu os Países Baixos porque as pesquisas mostraram que o PPV "terá um resultado muito bom nas eleições para o Parlamento Europeu, e porque é um dos motores do discurso anti-UE e anti-migração na Europa".

Outro documento, dois meses antes das eleições para o Parlamento Europeu em 2014, afirma que a estratégia da
Open Society Foundations nos Países Baixos era minar o sucesso da Wilders e do PPV. 

"O resultado das eleições para o Parlamento Europeu em maio de 2014, o desempenho do PPV, e de Geert Wilders, ajudará a determinar os próximos passos da [Open Society Foundations] na Holanda", afirmou o documento.

No total, Soros doou mais de US $ 6 milhões a 90 organizações parceiras, para influenciar o resultado das eleições para o Parlamento Europeu em 2014.
 


Os documentos questionam se Soros continua agindo nos bastidores, para tentar derrotar candidatos populistas, nas eleições europeias, como fez em 2014.

Ou seja, é uma questão pertinente, pois agora, novas eleições ocorrem na Europa, no qual os discursos de patriotismo são exatamente o que George Soros teme, pois ameaçam suas políticas globalistas. 

Na Itália, o primeiro-ministro, Matteo Renzi (centro-esquerda), anunciou sua renúncia em dezembro de 2016, após uma derrota "extraordinariamente clara" em um referendo constitucional que foi visto como uma vitória para as forças populistas e anti-UE no país. O movimento cívico 5-Star da Itália é uma ameaça ao establishment político na Itália. 

O partido de PPV de Geert Wilders - que Soros alvejou especificamente em 2014 - veio no segundo lugar nas eleições holandesas no mês de março de 2017. Um crescimento não muito esperado por Soros.

Como uma candidata quem se tornando cada vez mais popular, opondo-se à imigração em massa e desconfiado do extremismo islâmico, Le Pen é exatamente o tipo de candidata a que Soros investiu dinheiro em 2014 para não ganhar boa visibilidade.

Viktor Orban, primeiro-ministro da Hungria, vai assinar um projeto de lei que proíbe o financiamento estrangeiro de universidades na Hungria (fundada por Soros), incluindo outra universidade européia financiada por Soros. Acredita-se que o projeto seja uma tentativa de limitar a influência de Soros na Hungria.

Os documentos vazados foram publicados no último verão pela DC Leaks, a mesma organização que publicou os e-mails pessoais do ex-secretário de Estado e do general aposentado Colin Powell, dos EUA. As agências de inteligência dos EUA acreditam que a DC Leaks atuou como um grupo de frente para hackers russos. A Open Society Foundations confirmou a autenticidade dos documentos.

Os documentos inicialmente se tornaram públicos em 2016.

O portal The Daily Caller, que cobriu os vazamentos, revelou que:
Open Society Foundations secretamente pagou funcionários ligados ao primeiro-ministro da Moldávia, pró-UE, - enviando o dinheiro através de uma ONG alemãa, a fim de que fossem aprovadas determinadas leis na Moldávia; A Open Society Foundations financiou uma pesquisa da oposição sobre críticos do islamismo radical; para influenciar influenciar as decisões da Suprema Corte, com campanhas bem financiadas de relações públicas; além de uma campanha também financiada pela Open Society Foundations para influenciar [em inglês] o Papa Francisco, entre outras coisas.

Você pode encontrar alguns dos documentos aqui [em inglês] 

Grandes mídias como o New York Times - que periodicamente criticam o uso de dinheiro para influência políticas, ignoram completamente os vazamentos.

O portal de negócios Investor, em uma de suas matérias (agosto de 2016), fez a denuncia criticando o establishment:

"Não conseguimos encontrar uma única reportagem sobre os vazamentos no New York Times, a CNN, o Washington Post, a CBS News ou outros grandes sites de notícias, 'aparentemente' não notaram nada e tão pouco informaram aos seus leitores o há nestes documentos. Na verdade, a única mídia que parece estar examinando diligentemente todos os documentos é portal conservador Daily Caller, que, como resultado, apresentou uma série de denúncias reveladores"


Como é de esperar o establishment é pago para não noticiar. 
Antes mesmo dos vazamentos ocorrerem, Olavo de Carvalho já havia alertado sobre as organizações de George Soros e sua influência na política de vários países.  Confira os artigos, Uma dica sobre George Soros e Os inventores do mundo futuro.

  
Com informações de Daily Caller, tradução e adaptação Natan Falbo - Conservadores

https://apoia.se/conservadores

sexta-feira, 31 de março de 2017

Crise no Paraguai, entenda o que está acontecendo



Tudo começou nesta tarde de sexta-feira, 31 de março, quando o Senado do Paraguai aprovou um projeto de Emenda Constitucional, por maioria dos votos (25 votos dos 45), que permite o atual presidente, Horacio Cartes do partido Partido Colorado, um partido mais alinhado ao conservadorismo.

A sessão da votação, ocorreu a portas fechadas, e portanto a oposição (esquerda), após perder a votação, iniciou uma campanha com uma narrativa de golpe constitucional. Pois em 2012 o presidente socialista Fernando Lugo, do partido Frente Guasú (esquerda), foi impeachmado do em 2012.

Segundo a Constituição paraguaia de 1992, no seu artigo 229.

O mandato presidencial tem duração de 5 anos, não havendo possibilidade para reeleição. 

"O Presidente da República e o Vice-presidente permanecerão por cinco anos improrrogáveis no exercício de suas funções, a partir de 15 de agosto, seguinte às eleições. Não poderão ser reeleitos em nenhum caso"
EM ESPANHOL
Artículo 229 - DE LA DURACIÓN DEL MANDATO

El Presidente de la República y el Vicepresidente durarán cinco años improrrogables en el ejercicio de sus funciones, a contar desde el quince de agosto siguiente a las elecciones. No podrán ser reelectos en ningún caso. El Vicepresidente sólo podrá ser electo Presidente para el período posterior, si hubiese cesado en su cargo seis meses antes de los comicios generales. Quien haya ejercido la presidencia por más de doce meses no podrá ser electo Vicepresidente de la República.
Portanto, não houve Golpe de Estado, o que houve foi uma votação e em seguida a aprovação de uma Emenda Constitucional.

Entenda mais sobre o modus operandi na esquerda, lendo o livro A Mente Esquerdista. As Causas Psicológicas da Loucura Política

A narrativa da esquerda gira em torno de que Horacio Cartes, será o principal beneficiário da aprovação dessa emenda. Entretendo a emenda também dá chances de Fernando Lugo concorrer.
Acontece que Cartes tem uma popularidade maior do que a de Lugo, pois assumiu a presidência em 2013, no final da crise política iniciada pelo ex-presidente.

Entendam, trata-se de uma guerra semântica, e não de um Golpe de Estado, assim como ocorreu no Brasil durante o processo de impeachment de Dilma Rouseff, a esquerda, impopular tomou a iniciativa de narrar o impeachment como um Golpe de Estado.

(Análise do Terça Livre)

Com informações de, Jornal Hoy, El Pais interncional e Reuters.
Por Natan Falbo - Conservadores

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quarta-feira, 29 de março de 2017

Le Pen diz que a União Européia "vai morrer", e os globalistas serão derrotados


 

Marine Le Pen, candidata a presidência da França disse que a União Europeia vai desaparecer, em seu comício no domingo, dia 26 de março. 

Prometendo proteger a França do globalismo, ela vem impressionando cada vez mais seus apoiadores nessas últimas quadro semanas antes das eleições. 

Aprenda mais sobre o que é Globalismo, lendo Introdução a Nova Ordem Mundial

Impulsionada pela eleição de Donald Trump nos Estados Unidos e pelo voto da Grã-Bretanha para deixar a UE, a líder do partido da Frente Nacional (FN), eurocéptico e anti-imigrante, disse no comício em Lille que a eleição francesa seria o próximo passo no que ela chamou de uma rebelião global do povo. 

"A União Europeia vai morrer porque as pessoas não a querem mais ... impérios arrogantes e hegemônicos estão destinados a perecer", disse Le Pen a altos elogios e aplausos. 

"Chegou a hora de derrotar os globalistas", disse ela, acusando seus principais rivais, o centrista Emmanuel Macron e Francois Fillon, de "traição" por suas políticas pró-UE e pró-mercado.

Com informações de InforWars, tradução e adptação por Natan Falbo - Conservadores



https://apoia.se/conservadores




segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Enquete 2017 - Em qual candidato para Presidente do Brasil você votaria em 2018?


O blog da página Conservadorismo do Brasil quer saber o seu voto para as eleições de Presidente do Brasil em 2018. Vote na enquete para que seu voto seja computado na nossa enquete, o voto é computado anonimamente para que sua identidade seja preservada. Iniciamos a enquete no dia 02/01/2017, o resultado final da enquete vai ser somente no dia 31/12/2017. Vote e participe da nossa votação na enquete.

 Em qual candidato para Presidente do Brasil você votaria em 2018?
  1. Marina Silva
  2. Levy Fidelix
  3. Luciana Genro
  4. Jair Messias Bolsonaro
  5. Lula
  6. Aécio Neves
  7. Ronaldo Caiado
  8. Outro candidato
  9. Nenhum
  10. Não sei/Não sabe





quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Em qual candidato você votaria em 2018 para Presidente do Brasil?


O blog da página Conservadorismo do Brasil quer saber o seu voto se as eleições fossem hoje. Vote e participe da nossa votação na enquete.

Em qual candidato você votaria em 2018 para Presidente do Brasil? Curta o comentário com as opções para que seu voto seja computado!

1- Ronaldo Caiado

2- Jair Messias Bolsonaro





quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Em um provável segundo turno, em qual candidato você votaria em 2018 para Presidente do Brasil?


O blog da página Conservadorismo do Brasil quer saber o seu voto se as eleições fossem hoje. Vote e participe da nossa votação na enquete.

Em um provável segundo turno, em qual candidato você votaria em 2018 para Presidente do Brasil? Curta o comentário com as opções para que seu voto seja computado!

1- Jair Messias Bolsonaro

2- Aécio Neves




segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Enquete 2016 - Em qual candidato para Presidente do Brasil você votaria em 2018?


O blog da página Conservadorismo do Brasil quer saber o seu voto para as eleições de Presidente do Brasil em 2018. Vote na enquete para que seu voto seja computado na nossa enquete, o voto é computado anonimamente para que sua identidade seja preservada. Iniciamos a enquete no dia 09/08/2016, o resultado final da enquete vai ser somente no dia 31/12/2016. Vote e participe da nossa votação na enquete.

Em qual candidato para Presidente do Brasil você votaria em 2018?



1 - Lula
178 (4%)
2 - Aécio Neves
165 (3%)
3 - Marina Silva
53 (1%)
4 - Eduardo Jorge
64 (1%)
5 - Jair Messias Bolsonaro
3770 (89%)

Votos até o momento: 4230
Enquete encerrada





quinta-feira, 5 de maio de 2016

Concorrentes desistem e Donald Trump conquista direito de ser candidato republicano à Casa Branca.


Trump é o único candidato republicano, John Kasich e Ted Cruz desistem um dia após vitória de Trump em Indiana. Trump diz que está interessado em John Kasich para ser o seu vice.

Nesta quarta-feira (4) Kasich suspende sua campanha, como pré-candidato republicando para as eleições para Presidente dos Estados Unidos.

"Hoje, ao suspender minha campanha, tenho fé profunda e renovada que o Senhor vai me mostrar o caminho adiante e realizar o sentido da minha vida", afirmou Kasich em discurso na cidade de Columbus, Ohio.
A Convenção Nacional Republicana, que será realizada em julho em Cleveland (Ohio), designará oficialmente o candidato presidencial do partido.

Hyllari Clinton ainda concorre as prévias presidenciais contra o senador Vermont Bernie Sanders, Hyllari lidera as eleições entre os democratas e segue como favorita.

Na terça-feira (3) outro rival republicano já havia suspendido as eleições, Ted Cruz desistiu após à derrota contra Trump em Indiana.

O presidente do Partido Republicano, Reince Priebus, admitiu que Donald Trump possivelmente será indicado como candidato presidencial em novembro e pediu a união dos conservadores em torno do bilionário Trump.

Por: Everthon Garcia

Fonte: G1

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