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quarta-feira, 29 de março de 2017

Documentário - Che Guevara: Anatomia de um psicopata


Che Guevara: Anatomia de um psicopata

Quem foi Ernesto "Che" Guevara?

Ficção: Um homem do povo - de todos os povos da Terra.
Humanista. Corajoso guerreiro da paz. Amante da literatura e da vida.
Advogado dos fracos e oprimidos.

Realidade: Assassino a sangue frio. Torturador sádico. Materialista com sede de poder.
Terrorista que espalhou destruição e carnificina pela América Latina.


Livro indicado: O Verdadeiro Che Guevara e os Idiotas Úteis que o Idolatram (Huberto Fontova) http://livraria.seminariodefilosofia.org/Pol%C3%ADtica/O-Verdadeiro-Che-Guevara/flypage.tpl.html


Che Guevara

Documentário - Che Guevara: Anatomia de um psicopata




sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Qualquer semelhança com os atuais seguidores do "El Chancho" é mera coincidência


Qualquer semelhança com os atuais seguidores do "El Chancho" é mera coincidência.

" A partir de um levantamento minucioso de fatos históricos e testemunhas diretas do período revolucionário, o livro O Verdadeiro Che Guevara desmistifica a imagem de um dos ícones políticos mais controversos do século XX.

O Verdadeiro Che Guevara poderia ser facilmente enquadrado como um livro polêmico. Afinal, ele nos mostra uma face desconhecida do famoso herói revolucionário: um médico fracassado, um incompetente estrategista militar e cruel assassino. Contudo, todas essas acusações que em um primeiro instante soam como meramente ofensivas, são evidenciadas por Fontova com um volume inédito de fatos históricos e com testemunhos de participantes diretos da Revolução Cubana, tanto de membros da revolução como de seus refugiados. Com isso o autor vai muito além do que já foi publicado sobre Che.

Grande parte das publicações sobre a vida de Ernesto Guevara foram amparadas apenas de duas fontes: uma biografia escrita por um membro do partido comunista do México e os arquivos da Revolução Cubana, que incluem os diários de Che, ambos em poder do Departamento de Propaganda de Cuba e controlados diretamente por Fidel Castro e Aída Guevara, sua viúva.

Acrescente-se a essa “revolução” na versão oficial da vida de Guevara, o estilo irônico e sagaz do autor, desnudando por completo um dos maiores ícones do século XX."

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Assista ao DVD aqui >> Anatomia de um Mito >> ttps://goo.gl/t0wwBU




domingo, 19 de fevereiro de 2017

O terrorista e assassino Che Guevara


Che Guevara?
Mesquinho, rancoroso, arrogante, tirânico, vingativo, ardiloso, maquiavélico, violento, fanático, sanguinário. Estas são as lembranças de alguns dos companheiros mais próximos de guerrilha atribuídos a Che Guevara e que foram traídos por ele. Che é outro mito criado pela revolução cubana e que é propaganda de grife dos comunistas latino-americanos e do mundo em geral. É uma espécie de culto religioso. O retrato de Korda, quase o idolatrando como uma espécie de Cristo revolucionário não combina com a realidade do que foi Che Guevara: um paladino da violência ilimitada, do radicalismo primário, do terror em massa da população. Nas palavras de Régis Debray, “partidário de um autoritarismo implacável”, era notório admirador de Lênin, Stálin e, posteriormente, Mao Tse Tung. Em uma carta de 1957 a um amigo, dizia: “Pertenço, pela minha formação ideológica, àqueles que acreditam que a solução dos problemas desse mundo se encontra por detrás da cortina de ferro”(...). Ou seja, Che Guevara era apologético do regime soviético, que esmagava os ventos de liberdade política com os tanques soviéticos na Hungria e em outros lugares do Leste Europeu.

A fama de assassino de Che não começa em La Cabana: inicia-se na Sierra Maestra, onde ele fuzilou dezenas de cidadãos, considerados desafetos dele. Um caso em particular até hoje é controverso: um camponês chamado Eumidio Guerra, que lutava com os guerrilheiros em Sierra Maestra, tornou-se suspeito de ser espião de Batista. Todavia, uma boa parte dos companheiros de guerrilha não tinha certeza do caso e achavam que o indivíduo era inocente. Discordando de todo o resto, Che executou sumariamente o camponês. E ainda disse: “em caso de dúvida, matem”. Outros crimes também são atribuídos a Che: o de que ele também teria matado pessoalmente um de seus comandados que havia roubado um prato de comida. A maneira como Che tratava tanto seus subordinados, como seus inimigos era mal vista por muitos guerrilheiros da campanha, entre os quais, Jesus Carreras e Huber Matos. Quando ele tomou a cidade de Santa Clara, abriu novos pelotões de fuzilamentos sumários de soldados e oficiais capturados na cidade.

Che Guevara

Na foto o capitão Gracia Olay é fuzilado em Santa Clara, sob o comando de Che Guevara.

SAIBA MAIS: Documentário - Che Guevara: Anatomia de um psicopata




domingo, 8 de maio de 2016

Che Guevara, um assassino cruel e sanguinário


Che Guevara treinou e comandou pelotões de fuzilamento que executaram milhares de homens, mulheres e crianças considerados inimigos do povo pelo novo regime de Fidel Castro – ser “inimigo” seria um conceito absolutamente subjetivo e não havia qualquer julgamento.

Certa vez, ele colocou uma bala na cabeça de um companheiro de guerrilha, sob suspeita de deslealdade. Em 1964, na Assembléia Geral das Nações Unidas, ele assumiu as práticas de fuzilamento com orgulho numa frase que se tornou célebre: “Fuzilamentos? Sim! Fuzilamos e continuaremos fuzilando!”.

De acordo com O Livro Negro do Comunismo, ocorreram 14.000 execuções por fuzilamento em Cuba até o final de década de 1960. José Vilasuso, um cubano que na época era promotor dos julgamentos, estima que Che foi responsável por mais de 400 sentenças de morte apenas nos primeiros meses em que comandava a prisão de La Cabaña.

Um padre basco chamado Iaki de Aspiazu, que sempre estava à mão para ouvir confissões e fazer a extrema unção, diz que Che pessoalmente ordenou 700 execuções por fuzilamento durante esse período.

O jornalista cubano Luis Ortega, que conheceu Che ainda em 1954, escreveu em seu livro “Yo Soy El Che!” que o número real de pessoas que Guevara mandou fuzilar é de 1.892. O fato inegável é que ele matou muita, muita gente. E a maior parte por motivos banais.

Por: Everthon Garcia



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